História WHO?: Kill Melanie Jones - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Seinen, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo 1 - MICHEL


Primeiro dia de aula do último ano, eu já sabia que seria a mesma merda de sempre, os corredores cheios de pessoas conversando e se reencontrando depois de “tanto” tempo longe uma da outra. Eu sempre achei isso super desnecessário, e além do mais eu não pago meus impostos para ver pessoas demonstrando afeto publicamente, se eu quisesse isso era só procurar na internet.

O dia de reencontro e volta a rotina normal do ano nunca foi muito importante para mim, mas esse ano era diferente, não porque ele era o último ano e sim porque eu tinha uma reputação a zelar, depois do “ocorrido” no último ano, eu precisava mostrar para tudo e todas daquela escola que eu não deixaria de jeito nenhum a vaca da Melanie ter esse gostinho

Tudo começou ano passado, quer dizer tudo começou com meu bisavô, Richard Grant, que estudou nessa mesma escola que estudo hoje, St. Vincent. Meu bisavô foi o primeiro presidente do corpo estudantil eleito em toda a escola, e depois que terminou os estudos ele foi o prefeito mais jovem a ser eleito na nossa cidade, Toledo, e quando meu avô, começou a estudar ele também foi eleito presidente do corpo estudantil, e seguindo os passos do meu bisavô, meu pai e meus irmãos não só foram presidentes de suas respectivas turmas como seguiram a carreira política de meu bisavô, meu pai atualmente era o prefeito de nossa cidade.

Ser o presidente do corpo estudantil virou uma espécie de ritual em minha família, todos os Grants que foram alguém começaram suas carreiras sendo presidente, então eu, sendo um Grant, deveria seguir os passos de minha família e ser eleito o presidente do corpo estudantil de 2017. Como sempre eu não teria concorrentes, todos na escola sabiam da tradição que seguia em minha família, então ninguém teria coragem de ficar entre um Grant e seu objetivo.

Por isso quando eu cheguei no último ano do ensino médio eu me candidatei a presidente do corpo estudantil, ninguém ousou a concorrer comigo, a maioria dos cidadãos respeitavam meu pai e tinham medo de qualquer um que tinha o sobrenome Grant e logo os filhos deles deviam respeitar a mim, por isso ninguém se candidatou para concorrer com algum dos meus irmãos. O mesmo aconteceria comigo se não fosse por ela. Melanie Jones.

Explicar Melanie é bem fácil, apenas uma palavra a define completamente, VADIA. Eu odeio ela, e odiar não é “um termo forte” ódio sequer descreve meu sentimento por Melanie. Melanie assim como eu era um dos nomes mais falado na escola. Ela tem quase um milhão de seguidores no instagram e vive se gabando por isso. Melanie e eu somos bastante parecidos, e talvez seja por isso que não nos damos bem, sempre competimos para ver quem é o melhor, eu logicamente normalmente ganho todas as nossas batalhas, mas infelizmente ela ganhou a guerra. Melanie foi eleita a presidente do corpo estudantil.

O dia da eleição com certeza é o pior dia da minha vida, eu não só quebrei a tradição de toda uma família, mas como levei o sobrenome Grant a ser chacota na internet, devido ao resultado ultrajante, eu admito minha reação foi um pouco desproporcional, destruindo tudo o que eu via em minha frente, incluindo o escritório do diretor onde fui obrigado a me dirigir depois de “causar baderna” no refeitório da escola, o que causou minha suspenção por três semanas, o que me fez perder os últimos dias de aula.

Então aquela era a primeira vez que eu andava naqueles corredores depois do “incidente”, eu precisava mostrar para todos que Michel Grant estava bem, aliás melhor que bem, mesmo não estando. Meu pai sempre foi a pessoa mais ausente, orgulhosa e controladora que eu já conheci, ele não aceita perder e nem que nada saia do seu controle, e quando ele descobriu que eu não venci, bom eu não quero nem lembrar, não eu não contei para ele, mas ele ficou sabendo mesmo assim, e não ficou nada feliz por causa daquilo, mesmo depois de três meses ele mal fala comigo, o que não é muito diferente de antes, mas ele tirou vários de meus privilégios, o carro da família com motorista e o meu carro, não recebo mais mesada e me foi tirado meus cartões de credito, tenho hora para chegar em casa e até limite no uso da internet. Sem todas essas coisas eu não sou ninguém.

Eu conheço a Melanie desde pequeno, o pai dela é um grande amigo, apoiador das campanhas e advogado pessoal do meu pai, então sempre brincávamos quando crianças, mas aí nós crescemos, e vimos que era melhor ficarmos longe um do outro, eu virei uma pessoa expendida que todos amam e adoram já ela, virou uma puta que quer todo tipo de atenção. Se você assistiu aquele filme “Garotas Malvadas” a Melanie seria com certeza uma versão paraguaia e muito mais puta da Regina George. Nós sempre tivemos nossas rixas, mas tudo só aumentou depois do que ela fez comigo. Nossa relação sempre foi tentar derrubar um ao outro e se vingar caso alguém conseguisse.

Antes de ir para a aula paro no banheiro, enquanto estou na cabine escuto outras pessoas entrarem no banheiro, uma delas era Theo e seu amigo que não me lembro o nome, eles conversavam e pela voz deles era algo sério e para minha sorte, era sobre Melanie, Theo é o namorado de Melanie, pelo menos o último que eu soube, aquela lá é tão puta que nunca para com alguém, poucos têm a sorte que eu tive de encontrar alguém como o Calvin assim de primeira. Disfarçadamente e sem que eles notassem que era eu que estava no banheiro com eles eu entro no box atrás de mim, sento na patente e ouço a conversa deles.

- Mas é sobre o que? – diz o amigo sem importância.

- Eu não sei, - diz Theo – eu só sei que ela me mandou essa mensagem me pedindo para me encontrar ela lá.

- E o que está escrito nele?

- Olha – ouço Theo mexer em alguma coisa, tento ver pela fresta na porta do box, vejo de relance Theo entregar um celular, deve ser para ler a mensagem que eles estavam falando antes. O amigo dele lê em voz baixa o que está escrito, não consigo ouvir direito.

- Você vai? – o amigo de Theo quebra o silêncio.

- Eu não sei – Theo faz uma longa pausa, o amigo dele entrega o celular de volta talvez ela me chamou lá para um pedido de desculpas, se ela se arrependeu de verdade eu posso perdoa-la não é?

- Eu não sei – diz o amigo de Theo – eu só sei que eu estou mito apertado – ele da uma risada e vai para o box do meu lado, Theo faz o mesmo. Com cuidado saio do banheiro sem fazer barulho. Tento pensar em quem deve ser essa garota que eles falaram, será que é a Melanie?

A escola já esta cheia de pessoas, faço o meu desfile entre os corredores e vou para a minha sala, a sala 503, entro e vejo alguns rostos conhecido, todos olham para mim, com certeza agradecendo á Deus por estar na mesma sala que eu.  Sento em uma na segunda cadeira encostada a parede da porta, lá sempre foi o meu lugar não era de se estranhar não ter ninguém nem sentado na mesma fileira em que eu estava.

Quando eu me sento e coloco meu caderno na mesa meu celular vibra, e quando eu vejo a notificação vejo que é a Melanie

“OI, PRECISAMOS NOS FALAR! QUERO ME DESCULPAR, ME ENCOTRE NA BIBILIOTECA DEPOIS DA AULA”

Penso em não me responder e ficar com superior nessa situação, mais minha curiosidade fala mais alto que eu, e eu confirmo quase que instantaneamente. Eu não sabia se ela queria mesmo se desculpar, mas essa seria uma ótima oportunidade de eu falar umas verdades para ela. Eu tinha certeza de uma coisa, eu sairia daquela biblioteca hoje como presidente estudantil, nem que eu seja sobre o cadáver dela.



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