História Who Owns My Heart? - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gray Fullbuster, Happy, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Ultear Milkovich
Exibições 108
Palavras 3.523
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Escolar, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 3 - Domingo de casais... ou quase


POV's Natsu On

Acordei sentindo os braços de Gray me apertarem. Arrepiei um pouco ao sentir uma leve brisa gelada adentrar pela janela e entrar em contato com a minha pele. Pude notar que Gray também sentiu, já que me envolveu ainda mais. Ele é tão quentinho. Fechei os olhos so para curtir essa sensação. Meus pensamentos, no entanto, me levaram até aquele garoto de cabelos azuis novamente. Lembrei-me do momento em que me segurava em seus braços.  Queria ao menos saber quem ele é.

Abri os olhos novamente tentando afastar esses pensamentos, já que provavelmente não o veria de novo. Mas eu só consegui parar de pensar nisso quando senti Gray morder de leve minha orelha.

- Não faz isso. - falei manhoso.

- Eu sei que você gosta. - mordeu novamente. Como ele sabe me provocar, que raiva. - Você estava pensativo. O que foi?

- É que eu estava pensando no que aconteceu ontem.

- Ta falando sobre o que aconteceu no tobogã?

- É...

- Não deve se preocupar com isso. Você está vivo não é?

- Não é isso... é sobre o cara que me salvou.

- O que tem ele?

Pude notar que Gray ficou bem curioso sobre o assunto.

- Não é nada...

- Tá legal. Que tal tomarmos um banho agora? - nesse momento ele soltou meu corpo dos seus braços e sentou com os pés para fora da cama se espreguiçando.

- Com você?? Nem pensar. Não vai acabar em boa coisa.

- Tem certeza que não é uma coisa boa?

- Você entendeu o que eu quis dizer.

- Mas você não vai levantar?

- To com preguiça e hoje é domingo.

- Ok então. - Pude o ouvir dar uma risadinha e depois se levantou indo até o banheiro.

Definitivamente, domingo não é meu dia. Parece que uma preguiça e um tedio imensurável montam em mim e não sai nem a pau. Minha manhã foi um tédio total, como sempre. Só fui me levantar da cama quase na hora do almoço quando Gray veio me chamar, mesmo assim ainda enrolei uns dez minutos até levantar de fato.

Para minha sorte, Gray sabe cozinhar muito bem. E como eu adoro comer, isso é perfeito.

- Pensei que não ia levantar hoje. – me disse enquanto eu adentrava a cozinha e ia até a mesa.

- Era a minha intenção. Mas aí lembrei-me da sua comida.

Ele apenas deu uma risada enquanto trazia os últimos alimentos até a mesa.

- Tudo bem pode comer.

- Até que enfim. – falei pegando um prato e o enchendo com tudo o que pude. Realmente eu estava faminto.

- A comida não vai fugir daqui sabia? – diz Gray se sentando.

Eu comecei a comer com gula e noto que Gray está me observando.

- O que foi? – perguntei ainda com a boca cheia para logo em seguida engolir.

- Você é tão fofo comendo. Você parece se divertir tanto enquanto faz isso. – ele me disse com um sorriso me fazendo corar um pouco.

- Cala boca. - digo voltando a comer. - Eu vou acabar comendo tudo se você não começar logo.

- Ei, deixa pra mim também...

 

 

 

Depois do almoço eu até que me aninei um pouco, afinal o almoço havia sido ótimo. Também porque hoje teríamos que ir até a casa do Sting e do Rogue. Eles vivem na mesma situação que a gente tendo que dividir o lar, so que a diferença é que eles moram em uma casa e não em um apartamento como eu e o Gray, eles também possuem uma condição financeira um pouco melhor. Mas enfim, eles haviam nós chamado ontem enquanto estávamos no parque aquático. So espero que o Sting não apronte nada, porque pode se esperar de tudo vindo daquele loirinho, mas ele é meu amigo... Fazer o que? Ainda me lembro do que ele fez comigo no acampamento do ano passado... aquele idiota... até que foi bom... mas não irei falar sobre isso.

Saímos logo depois que terminamos de arrumar a cozinha do almoço. Nao demoramos muito até chegarmos na casa deles.

- Vocês realmente vieram. - falou Sting animadamente quando abriu a porta.

- Você não nos convidou?

- Que tipo de convite é esse em que não se espera que os convidados apareçam? - brincou Gray.

- Eu sei. Mas conhecendo o humor do Natsu nos domingos, imaginei que poderiam nao vir. - ele falou dando espaço para que pudéssemos entrar.

- O que iremos comer? - perguntei enquanto íamos até a sala da casa.

- Você acabou de almoçar. - falou Gray.

- É, mas a gente veio a pé até aqui, daqui a pouco eu to morrendo de fome.

- Como se vocês morassem muito longe daqui né. - falou Sting.

- Você não é muito diferente de mim. - respondi o encarando.

- Tem razão. - ele riu. – Rogue! Natsu e Gray já estão aqui. - gritou para Rogue que estava na cozinha.

- Eai pessoal?

Rogue nós cumprimentou enquanto adentrava a sala e trazia consigo duas vasilhas com pipoca.

- Eai. - Gray respondeu fazendo um gesto com a mão.

- Oi e ainda bem que vai ter comida. - eu falei sorrindo.

- Eu imaginei que essa seria sua reação. - falou Rogue.

- Esse é o nosso Natsu. - Sting concordou.

- Falando assim até parece que eu só penso em comida. - falei cruzando os braços.

- Sabemos que não. Você deve pensar também no Gray e nas coisas que faz com ele durante a noite.

Sting falou malicioso. Eu odeio ele por dizer essas coisas. No entanto, a única reação que eu tive no momento foi corar e pude notar também que Gray havia corado de leve. Estranho.

- N-não é assim. - respondi meio sem jeito.

- Eu e o Natsu não temos nenhuma relação séria. - Gray respondeu vendo que eu nao conseguiria falar algo que preste. Contudo, ouvir essas palavras me deu uma sensação ruim.

- Não há motivo para eu ficar pensando no Gray.

- As vezes eu me esqueço da situação de vocês. - falou Sting. - Por que não assumem um relacionamento sério logo? - falou com a cara mais normal do mundo.

Nessa hora eu devo ter ficado mais vermelho que um tomate. Estava tão constrangido que nem olhei para Gray para ver qual era a sua reação. Na verdade eu nao estava apenas constrangido, estava meio irritado também. Um dia ainda mato o Sting por me fazer passar por esses momentos.

- Ok, estamos aqui para nos divertimos né. - falou Rogue percebendo o clima tenso que se formou ali. - Esqueçam o que o idiota do Sting disse e vamos fazer a nossa maratona de filmes.

- Eii, eu sou idiota??? - Sting perguntou praticamente fuzilando Rogue com os olhos.

- Sim você é - respondeu rindo enquanto ia até o sofá.

- Ei, volta aqui... - Sting foi atrás dele.

Ali ficamos eu e Gray nos olhando, meio constrangidos. Um silencio se formou, apesar da discussão boba que Sting estava tendo com o Rogue ali perto, nos deixando meio aflitos.

- Vamos então. - Gray tomou a iniciativa de quebrar o silencio.

- Sim. - eu respondi baixo.

Depois desse momento, nada legal, proporcionado pelo meu grande amigo Sting e de estarmos bem acomodados no sofá, que por sinal era bem grande, começamos a nossa maratona de filmes. Na verdade tínhamos o costume de fazer isso pelo menos uma vez por mês com nossos amigos, mas como aparentemente nesse fim de semana a maioria estaria ocupada. Não sei com o que! Afinal hoje é domingo, não fazemos nada de interessante aos domingos... mas devido a isso, só estávamos nós  quatro mesmo.

Geralmente quando fazemos esse encontro, assistimos filmes de variados gêneros. Começamos com um de ação para esquentar, depois seguimos para um de ficção científica. Assistimos um de suspense leve para logo em seguida assistimos um de terror pesado. Eu nao sei por que assisto a esses filmes? Devo ser muito idiota mesmo. Primeiro que eu fico morrendo de medo durante o filme inteiro (ao menos eu tenho o Gray a quem eu posso me abraçar nos momentos mais pesados), o Sting também é tão medroso quanto eu para assistir filmes de terror e se agarrava ao Rogue quase toda hora. O pior de tudo que ainda era dia. O segundo motivo pelo qual nao deveria assistir a esses filmes é que provavelmente não dormirei a noite. Fiquei aliviado quando o filme finalmente acabou. Para finalizar e descontrair um pouco, assistimos a um filme de comédia.

Depois de todos esses filmes já estávamos cansados. Entao resolvemos jogar algum game. Jogamos vários games em dupla: eu e Sting contra Gray e Rogue. Contudo eu e Sting não estávamos com muita sorte e perdemos quase todas. Depois dessa vergonha, fomos para o karaokê. Pelo menos nessa eu e Sting levamos a melhor. Assim foi seguindo o resto da tarde até escurecer.

 

 

 

 

 

Agora estávamos cada casal em seu canto, apesar de eu e Gray não sermos exatamente um casal, se agarrando.

- Acho que já tá tarde. Devemos ir embora. - falou Gray interrompendo nosso beijo.

- Acho que sim. Infelizmente amanhã temos aula

- Então, temos que dizer isso a aqueles dois. - Gray apontou com o polegar para eles.

Aqueles dois são mesmo uns safados. Para mim o que eles estavam fazendo era quase a mesma coisa que sexo na nossa frente. Sting já estava no colo do Rogue enquanto fazia movimentos extremamente sensuais com seu quadril. Era possível ouvir gemidos saírem de suas bocas entre os beijos. Vi Rogue começar a beijar o pescoço do Sting e enfiar descaradamente sua mão na bermuda dele e apertar sua bunda. Se não fizesse algo, provavelmente eles se comeriam na nossa frente.

- JÁ CHEGA DESSA PUTARIA  VOCÊS DOIS AI. - gritei num tom irritado fazendo eles pararem com o que faziam no mesmo instante.

- Desculpa. - respondeu Rogue meio sem jeito. Apesar de tudo, Rogue parece ser meio vergonhoso, mas quando está com o Sting sua vergonha vai para o espaço. - Eu nao consegui me controlar.

- Não estávamos fazendo nada de mal. - falou Sting com a maior cara de pau.

- So estavam quase fazendo o ato em si na nossa frente. - falou Gray.

- A gente só queria avisar que já estamos indo embora. - eu disse me levantando do sofá e logo em seguida Gray fez o mesmo.

- Mas já? Ainda é cedo. – contestou Sting.

- Acho que vocês prefeririam ficar sozinhos agora, não!? - Gray falou sorrindo.

- Não precisam ir. O Sting vai se comportar agora. - falou Rogue passando a mão na cabeça do Sting.

- Ei, nao fale como se eu fosse o pervertido aqui.

- Mas temos que ir. Se esqueceram que amanha temos aula? - falou Gray.

- É verdade. - respondeu Rogue.

- Entao temos que ir. - eu falei gesticulando.

- Tudo bem então.

- Mas antes, eu queria fazer uma pergunta para vocês? - Sting tinha um sorriso assustadoramente malicioso em sua face.

Me veio um pressentimento muito forte de que não ia sair nada que preste disso...

 

 

 

 

 

Agora, eu e Gray estávamos andando na rua a caminho da nossa casa.

- Eu ainda não acredito que o Sting teve a coragem de perguntar aquilo. - falei ainda meio incrédulo.

- Vindo dele, eu não esperava menos.

- Tem razão. Acho que ele tem um parafuso a menos. - eu falei rindo.

- Mas a ideia parece ser interessante.

- O que?? Ficou doido?? Eu ri na hora mas eu não concordaria com isso. Você nem ouse em concordar com aquilo.

- Você.nunca pensou em fazer algo do tipo?

- Eu nunca imaginei fazer isso com você até um tempo atrás, imagina com eles também... prefiro nem imaginar.

- Tudo bem. Você será apenas meu por enquanto. - ele me abraçou subitamente por trás e eu me assustei.

- Ei, não faz isso. Tem pessoas na rua. –

De fato, realmente tinha duas mulheres que ao nós verem, passaram rindo.

- Tudo bem. - falou me soltando. - Hoje é dia de lua cheia.

- É mesmo. - respondi olhando para o céu.

A lua estava realmente muito bonita e algumas estrelas que a rodeavam deixava tudo ainda mais bonito.

- Lembra quando eramos crianças e subíamos no telhado para observar o céu nas noites de lua cheia?

- Lembro. E lembro também uma vez que dormimos no telhado e acordamos quando caímos de lá de cima.

Nós dois começamos a rir dessa lembrança.

- Sim. Nossa sorte é que tinha um monte de folhas onde caímos.

- É, eram bons tempos. - eu falei respirando fundo.

- Me lembro também, que toda vez que fazíamos isso, dizíamos que nunca iriamos nos separar e estaríamos sempre olhando os céus de lua cheia, um ao lado do outro.

Eu nao acreditei que Gray havia dito isso, ou melhor, que ainda se lembrava disso. Nem mesmo eu me lembrava disso, só agora que ele comentou. Senti meu coração bater mais forte repentinamente.

- Pois é. Mas faz um bom tempo que não olhamos as luas cheias juntos. - tentei mostrar uma certa indiferença. Nao sei por que.

- É... mas ainda estamos juntos né. Acho que no fundo é isso que importa. –

Ele me disse com um sorriso muito lindo que fez meu coração disparar de vez. Acho que ele poderia sair pela minha  boca a qualquer instante. Corei e fixei meu olhar no chão e assim fomos até chegar no prédio do nosso apartamento.

Pegamos o elevador e subimos ao nosso andar. São menos de 20 segundos dentro do elevador, mas foi tempo suficiente para trocarmos uns beijinhos. Quando chegávamos a nossa porta notei que haviam varias caixas do lado de fora do apartamento ao lado do nosso. Achei estranho, pois fazia um bom tempo que este apartamento estava vazio.

- O que é isso?

- Fiquei sabendo hoje de manhã que alguém ia se mudar para cá. Mas não faço a mínima ideia de quem seja ou que tipo de pessoa é. - falou Gray enquanto abria nossa porta.

Neste exato momento pude ver a sombra de alguém como se estivesse vindo em direção a porta do apartamento. Provavelmente iria pegar alguma das caixas para colocar para dentro. Porem quando eu estava prestes a ver quem era a pessoa que sairia ali, fui puxado bruscamente por Gray para dentro que fechou a porta rapidamente e me colocou contra ela.

- Por que fez isso? Eu estava prestes a...

Estava irritado, mas minha irritação foi toda embora quando eu senti seus lábios de encontro aos meus. Sua língua imediatamente pediu passagem em minha boca. Nesse momento eu me entreguei completamente a ele e me deixei levar pelo beijo.

Depois de ficarmos uns minutinhos ali, nós curtindo um pouco, fomos tomar banho. Logico que um de cada vez, pois se tem uma coisa que eu aprendi é que se eu quiser ficar limpo, nunca tomarei banho com o Gray, mas em outras situações até que vai.

Depois disso, não teríamos mais nada a fazer do que se não, dormir. Hoje iriamos dormir cada um em sua respectiva cama, já que se dormimos juntos, corre riscos de acabarmos não dormindo.

Contudo, como eu havia dito antes, eu não sei por que assisto a filmes de terror. Agora aquelas imagens horríveis passavam pela minha cabeça. Cheguei a cogitar em acordar Gray e pedir que para ele dormir comigo, mas achei que seria melhor não. Nao sei por que, mas de repente me veio de novo as lembranças daquele ser que eu vi por apenas alguns minutos, ou segundos sei lá, mas que se tornou uma presença tão marcante na minha cabeça. Com esses pensamentos, não demorei muito a pegar no sono.

 

 

 

Eis que me chega a segunda-feira. Como eu odeio acordar cedo na segunda. Toda vez que meu despertador toca tenho a vontade de joga-lo na parede. Mas seria uma pena se esse despertador fosse meu celular, então eu tentava me controlar e me conter em apenas coloca-lo no modo soneca. Contudo eu tenho outro despertador, só que esse é mil vezes melhor do que o outro, apesar de eu odiar ter que levantar cedo do mesmo jeito. Gray sempre fazia questão de me acordar aos beijos quase todas as vezes quando ele acordava mais cedo do que eu. Foi o que aconteceu hoje.

Depois dessa forma calorosa de ser acordado eu fui fazer minha higiene matinal como de costume e logo em seguida vesti o tradicional uniforme de colegial.

- Até que eu fico legal neles. - falei enquanto me olhava no espelho e colocava meu cachecol. Na verdade eu deveria usar gravata assim como todo mundo, mas não gosto disso. Prefiro o meu lindo cachecol. Depois disso fui até a cozinha onde tomamos café e em seguida e partimos para a escola.

Ao chegarmos lá, fomos direto para a sala. Mas ainda estávamos um pouco adiantados, o que é raridade e por isso decido me repousar um pouco na minha mesa. Ainda estava morrendo de sono. Gray foi conversar com nossos amigos.

- Natsu... - ouvi uma voz fina e bem conhecida me chamar.

- Lucy... - falei levantando minha cabeça para fitar a loira na minha frente.

Ela estava acenando com a mão e com um sorriso na face. Eu respondi com outro sorriso e depois fiz uma cara de indiferente.

- O que foi? Não está feliz em me ver? - ela perguntou parecendo preocupada.

- Como você some no fim de semana e não me avisa nada? - eu perguntei fazendo bico.

- Eh!?... me desculpa, mas foi uma viagem as pressas e não deu pra mim avisar ninguém. Problemas familiares. - ela soltou um suspiro.

- Mas está tudo bem agora? - eu perguntei pensando ser algo sério.

- Está tudo bem agora. Não se preocupe.

- Se você diz.

- Mas diga. Como foi o seu final de semana?

- Bem, você perdeu, fomos ao parque aquático no sábado e aconteceram coisas muito loucas lá. - eu falei rindo.

- Eu imagino. Quando junta vocês todos, o que se pode esperar é uma grande confusão.

- Como se você fosse uma santa né. - falei sarcástico.

- É mas não sou como vocês...

- Até parece, quando você ta junto as coisas ficam ainda piores.

- Acho que está me confundindo com você.

- Acho que não.

- Idiotaa... Ei, acabei de me lembrar que tenho algo para entregar a você, ou melhor, te pedir. Depois  da aula eu te mostro.

Nesse momento o professor entrou na sala e todos foram para os seus lugares.

- Bom dia pessoal. - falou o velhote.

Makarov, era um velho anão, que apesar de velho, tem um espirito jovem. Ele até que é bem legal como pessoa mas eu odeio a matéria dele assim como qualquer outra.

- Hoje tenho uma novidade para vocês. - ele falou sentando-se em cima da mesa. Por ser baixinho ele faz isso constantemente, afinal, alem de professor ele era quem mandava naquela escola. Então ele não estava nem ai.

Todos os alunos ficaram curiosos para saber do que se tratava.

- Hoje teremos um aluno novo na classe. - quando ele disse isso eu me desinteressei.

Mesmo eu gostando de conhecer pessoas novas, pensei que seria algo mais importante. Por exemplo: "não  vai haver mais tarefas", "vou dar 10 pra todo mundo" ou "a partir de agora vocês estão de férias por um ano". Mas de qualquer forma ainda tinha a curiosidade de saber quem seria essa pessoa.

- Pode entrar e cumprimentar seus novos colegas. - disse o velhote olhando em direção a porta.

Quando aquele ser, até então, desconhecido entrou na sala, eu arregalei os olhos. Não acreditava no que eu estava vendo. Será que era o destino?Ou apenas uma mera coincidência? Aquele garoto de cabelos azuis que me salvou de uma queda fatal e o qual havia ficado em meus pensamentos estava entrando nesta sala. Eu olhava para ele não acreditando que era ele mesmo.

Não demorou muito até que os olhos azuis dele se encontrassem aos meus. Pude notar que ele também ficou um pouco chocado ao me ver, mas rapidamente ele me mandou um sorriso que eu respondi inconscientemente com um sorriso tímido. Espero que ninguém tenha visto toda essa situação, principalmente o Gray. Apesar de eu achar que para ele não ia fazer muita diferença.

Corei ao notar que nossos olhares já estavam fixos a um certo tempo. Meu coração acelerou. Pude ouvir alguns cochichos de alguns alunos e alunas e até um de uma garota, que eu não lembro, dizendo que ele era gato e eu concordei mentalmente.

- Se cumprimente a turma. - falou o velhote, notando que ele estava distraído.

- Me desculpe. - ele disse com uma cara fofa. Em seguida colocou a mão sobre o peito e se curvou. - Meu nome é Jellal Fernandes...

 

To Be continued....


Notas Finais


Hoje será apenas esses três, mas amanhã irei postar mais então até. Bjs de morango! :3


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