História Who would say - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Furry, Yaoi, Yiff
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Palavras 3.435
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oii
Desculpem a demora, ando muito preguiçoso ultimamente kkk

Boa leitura! E espero que gostem. Desculpem qualquer erro.

Capítulo 15 - Capítulo 15


   

Depois da morte de meus pais eu acabei ficando sob a guarda de meu avô, que me acolheu de braços abertos e me deu todo o apoio possível para me ajudar a esquecer oque aconteceu. Era muito bom estar próximo dele, mas morar com ele não estava sendo fácil, e por ele estar doente e não poder trabalhar, acabamos entrando num aperto tremendo, e viver apenas de sua aposentadoria não era o suficiente. Então para ajudar a nós sustentarmos decidi ir atrás de um emprego. Eu tinha por volta de doze anos quando comecei a trabalhar em uma mercearia, já que foi o único emprego que encontrei que não era necessário ter carteira de trabalho, e que me aceitava devido minha baixa idade.


 Estava muito complicado ter de trabalhar e estudar ao mesmo tempo, tanto é que já estava quase reprovado em meu colégio pelo enorme número de faltas. Meu avô acabou sabendo pela diretora que eu estava faltando às aulas para trabalhar, e mesmo ele me proibindo e dizendo para me preocupar apenas com meu futuro, eu continuava trabalhando para poder ajudá-lo, dessa vez com horário reduzido para poder ir a escola, que também acarretou a redução de meu salário, que já não era muito.


  Ainda estava desmotivado e abatido pela morte de meus pais, mesmo parecendo bem aos olhos dos outros, eu estava um caco por dentro… Sentia que a qualquer momento poderia quebrar pelo excesso de exaustão, mas mesmo assim não queria que percebessem minha fragilidade. Até que certo dia depois do trabalho, resolvi ir até um centro psicológico sugerido por algumas pessoas. Assim que cheguei no enorme prédio, fiz minha inscrição, e fui encaminhado para meu grupo. Entrei na sala, e vi vários furrys diferentes conversando entre eles.

 

- Olá! Seja bem vindo! Pode se sentar, fique à vontade. - Falou um carneiro de óculos.


  Fui até uma cadeira vazia e me sentei.

  - Eu me chamo Alphis. E você?


  - Felipe… Hugo Felipe…


  - Muito prazer Hugo. Não precisa ser tímido, aqui somos todos amigos. - Sorri e eles voltam a conversar.


 No decorrer da conversa, eles  me perguntam o motivo de eu ter vindo, e falo tudo que aconteceu.


 Alphis - Eu entendo a sua situação Hugo, todos aqui já passaram por algo semelhante ou ainda estão passando. Mas estamos aqui para ajudá-lo no que der e vier, e se quiser desabafar estamos todo a ouvidos.


 - Obrigado… - Disse e continuamos a conversa por mais alguns minutos até a sessão acabar.



////



 Estava indo em direção a saída até que alguém vem falar comigo no caminho.


  - Oi… - Foi aí que o conheci... o furry por quem me apaixonaria, e amaria mais que tudo no mundo. - Sou Daniel… você é Felipe né?


 - Sim… sou. - Ele era uma linda raposa… de pelos claros e lindos olhos castanho mel.


 - Eu sinto muito pelo oque aconteceu com seus pais… eu entendo muito bem como você deve estar se sentindo… eu também perdi os meus… - Falava olhando pra baixo.

 

 - Bem… obrigado… e também sinto muito pelo seus…

 - Vou indo então… nos vemos amanhã Daniel.

 

- Espera. - O olho - Você precisa mesmo ir? Tem um parque aqui perto. Você não quer ir comigo tomar um sorvete ou… conversar um pouco? - Penso por um momento e decido ir. Acho que não teria problema chega um pouco mais tarde em casa.


 Fui com ele até o tal parque, e tomamos sorvete sentados em um banco. Ele me contou oque havia acontecido com seus pais, e como tinha se recuperado graças ao grupo, e ao apoio de Will.


 - Esse Will deve ser muito especial para você… - Disse depois dele ter contado a história.


 - Sim… não sei oque seria de mim hoje sem ele…

 - Você iria gostar muito dele. Talvez um dia eu te apresente a ele...


- Gostaria muito. - Ficamos um tempo em silêncio admirando o sol indo embora aos pouco. - Tenho que ir… já vai escurecer.


- É verdade. - Disse se levantando. - Então… nos vemos amanhã?


- Claro… Até amanhã! - Me despedi dele e tomei meu rumo indo para casa.


 Mal sabia eu que ele iria entrar em meu coração aos poucos desde então… e que eu faria qualquer coisa para protegê-lo. Tanto é que estou aqui hoje, dirigindo meu carro  às pressas no meio da madrugada na esperança de encontrá-lo.




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 Felipe on


 Depois de Will ter ligado dizendo que Daniel havia sumido, tratei logo de ir atrás dele. Estava de coração partido pelo o'que aconteceu mais cedo… e não parei de chorar um minuto desde que havia chegado em casa. Mas meu amor por ele continuava firme, e não poderia deixá-lo sozinho numa situação dessas.


 Estava dirigindo o mais rápido possível para o primeiro lugar que veio a minha mente, torcendo para que estivesse certo. Minutos depois chego no meu destino, o cemitério onde seus pais estavam enterrados. Vou em direção ao local onde eles estavam, e o encontro… chorando abraçado aos joelhos sentado de costas para o túmulo deles.


- Dani…? - Me aproximo dele. Ver meu amado assim me partia o coração…


- Felipe...? - Levanta seu rosto lentamente. - Co-como você… porque está aqui?


- Que tipo de pergunta é essa? Estou aqui para te levar pra casa.


- E-eu… eu não quero ir… eu sou um imprestável... - Volta a esconder seu rosto entre os braços. - Só faço tudo errado…


- Porque acha isso?


- Eu… EU MATEI OS MEUS PAIS! Por minha causa eles estão aqui! - Ele começa a chorar mais que antes. E eu o ouvia calmamente. - S-se eu não tivesse tirado a atenção do meu pai no dia do acidente… aquilo não teria acontecido… Eu devia ter ido no lugar deles...


- Você é idiota por acaso!? Olha as merdas que você tá falando! Oque aconteceu não foi culpa sua, nem de seus pais! - Ele me ouvia ainda com a cabeça entre os braços. - E nem pense em dizer outra vez que você é quem ter ido no lugar deles! Eles te amavam! E tenho certeza absoluta que eles estão felizes por você está aqui hoje! Vivo! - Ele continuava de cabeça baixa, mas havia parado de chorar.


- Você não entende… o amor deles era tudo que eu tinha…

- Eu nunca vou ter um isso novamente… nunca vou ter amor novamente… NINGUÉM ME AMA!


 - EU TE AMO OK!? - Ele me olhou espantado. - SATISFEITO AGORA!? - Eu estava morto de vergonha. E eles continuava me encarando espantado.

 - Agora vamos embora! Já tá muito tarde… - Começo a andar de volta para o carro. Ele se levanta e me segue em silêncio.


 Chegamos lá, e entramos em silêncio, e seguimos assim no caminho por vários minutos…


 - Você vai pra sua casa ou pra casa de Will? - Pergunto a ele que olhava as ruas pela janela.


 - N-não… pra nenhuma das duas… não quero que me vejam assim…


 - Pra onde então?


 - Pro seu apartamento… pode ser…? - Ele cora assim como eu.


 - Po-pode… - Ele volta a olhar pela janela e mudo de rumo indo para meu apartamento.




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 - Pode entrar… fica à vontade, e não repare na bagunça. Não recebo muitas visitas… - Digo entrando em casa junto a Daniel, e ele se senta no sofá.

 - É um sofá cama, você pode dormir aí a vontade. Vou buscar um travesseiro e um lençol. - O deixo lá e vou até meu quarto pegar as coisas. Volto e entrego a ele. - Quer mais alguma coisa? Um analgésico? Uma água? Comida?


- S-so um analgésico…


- Ok. Já volto. - Mesmo não demonstrando, eu estava muito nervoso… não acredito que disse para ele que o amava… e não acredito que ele está aqui depois de eu ter dito isso.


 Volto da cozinha com o comprimido e um copo de água nas mãos.


 - Aqui… - Estendo o remédio para ele. - Da-Dani… você não vai pegar…? - Ele me encarava com um olhar sério, e... sexy? Ele se levanta e fica de pé bem próximo a mim. - Dani… - E num piscar de olhos, o sinto me beijando.


 Derrubo o comprido e a água do chão pelo susto, por sorte o copo não era de vidro, então não se quebrou. Ele tentava aprofundar mais o beijo, mais eu permanecia com meus lábios imóveis, e com os olhos arregalados não acreditando no que estava acontecendo. Mas logo vou fechando meus olhos, enlaçando meus braços em sua cintura, e colo nossos corpos, começando a corresponder o beijo.


 Meu coração estava a mil… estava finalmente beijando aquele que eu sempre amei. E meu corpo ansiava por isso tanto quanto eu, tanto que começo a sentir minha ereção. Ele põe suas mãos por baixo da minha camisa alisando todo o meu abdômen e tórax, não muito definidos pois eu não fazia academia. Ele se separa do beijo, e a tira, começando a lamber meu pescoço, e descendo até chegar em meus mamilos começando a chupa-los.


 - Hmm D-Dani… -  Coloco minha mão em sua cabeça buscando por mais daquela sensação. Mas algo em maldita mente me faz voltar a realidade, e o faço parar. Ele me olhava confuso.

 - M-me desculpa… eu acho que não deveríamos… - O segurava pelos ombros desviando o olhar corado.


 - Porque não…?


 - Você está bêbado… provavelmente está fazendo isso sem consciência… e se você se arrepender dep - Sou cortado pelos seus lábios.


 - Estou consciente o suficiente para saber que é isso que eu quero. - Me olhava confiante nos olhos. - Eu deixei você esperando muito tempo… me deixe recompensá-lo por isso agora.


 Ele volta a me beijar por longos minutos, até que ele se separa, e começa a tirar a roupa bem na minha frente, ficando só de sunga por causa da festa de Will.


 - Oque está esperando? - Dizia deitado no sofá. - Me toque… não precisa ter medo… - Estava com muita vergonha, e meu rosto devia estar muito vermelho.


 Eu continuava imóvel no mesmo lugar, até que ele perde a paciência e me puxa pela mão o fazendo tocar nele, começando a guiá-la por todo seu corpo. Ele olhava fixamente em meus olhos parecendo implorar por alguma atitude minha, e mesmo envergonhado começo a lamber e acariciar seu corpo por conta própria.


 - Hmm! Isso… - Acariciava cada centímetro dele, enquanto afundava meu rosto em seus pelos para sentir seu cheiro, era realmente delicioso. - Fe-Felipe… - o olho. - Você poderia… - Ele aponta para sua sunga que estava com um enorme volume. Tenho uma pequena hemorragia nasal e coro instantaneamente. Desço até lá, e quando chego a tiro sem pensar duas vezes, deixando seus pênis à mostra, com algo que parecia ser o seu nó ainda dentro da pele, e o coloco em minha boca escutando um leve gemido dele.


 Estava muito preocupado de não estar indo bem por ser minha primeira vez... mas saber que eu estava fazendo isso para aquele que eu amo me deixava feliz e me tranquilizava, e só conseguia pensar em dar mais gemidos para ele. Dava sugadas cada vez mais fortes em seu membro o fazendo gemer mais e mais, era como música para meus ouvidos. Logo o seu nó também fica a mostra, e trato logo de lamber toda a extremidade dele.


 - M-minha no-nossa… Ah… AH… de onde vocês tirou tanto talento… Hmm. - Eu paro por um breve momento e lubrifico dois dedos meus. - O-oque? Haaaaaaaaaa!! - Os enfio no seu buraco e começo a movimentá-los ao mesmo tempo que o chupava. - Hugo… E-eu vou… Eu vou… - Sinto um forte jato em minha boca, e trato de beber tudo que ele havia me dado, não deixando escapar nada.


 - Delicioso. - Digo lambendo os lábios e o vendo ofegante estirado no sofá. - Agora é sua vez de cuidar de mim não? - Sorrio malicioso e ele sorri da mesma forma, e num piscar de olhos ele se levanta e me joga no sofá ficando por cima de mim, e começa a me beijar.

Um beijo selvagem e necessitado que tanto eu como ele estávamos aproveitando ao máximo. No meio do beijo ele começa a descer uma das mãos pelo meu corpo até chegar em meu membro ainda coberto.


 - Hm… Vou ter que me esforçar um pouco pra dar cabo disso. - Dizia olhando pra baixo.


 - Pa-para com isso… é vergonhoso… - Digo tapando o rosto com as mãos.


 - Hehe. Quem diria que eu lagarto desse tamanho agisse de maneira tão fofa… - olho entre as mãos, o vendo abrir minha calça, e logo sinto suas mãos entrando em contato com meu pau.




 Daniel on


   Nunca passou pela minha cabeça que um dia eu faria isso com ele, e também nunca imaginaria eu ele me amasse… Há quanto tempo ele sentia isso por mim? E como eu nunca pude perceber isso? Uma parte de mim já deveria saber desde o início, mas sempre tinha algo bloqueando esse fato… o fato de que… eu amo Felipe… desde a primeira vez que eu o vi. Fui um tolo não conseguindo enxergar isso, e agora faria o possível para me redimir como ele.


 Ele me olhava pelas brechas de suas mãos enquanto eu começava a masturbalo. Ele era magnífico… que dizer… não só o membro dele, e sim todo seu corpo… Deixo meus pensamentos de lado, e começo a fazer minha tarefa.


 - Haaaa Dani… Hmm - Começo dando leves sugadas na cabeça de seu membro, enquanto fazia movimentos de vai e vem com o restante, e com a outra mão acariciava suas bolas. - Dani… eu não vou aguentar! - “Mas já!?” Penso e paro imediatamente. Não queria deixar a brincadeira terminasse tão cedo.


 - Então você não aguenta muita pressão hm…?


 - M-me desculpa… - Ele desvia o olhar envergonhado.


 - Tá tudo bem… - Acaricio seu rosto. - Sendo assim é melhor ir direto ao ponto.


 - O-oque? - Fico por cima dele e posicionou seu membro em meu buraco.


 - Deixe que eu cuido de tudo. Isso é… se você permitir. - Vou descendo lentamente, e começo a sentir ele entrando aos poucos. Olho pra Felipe e ele estava de o olhos fechados arqueando a cabeça para trás. Aquela cena me deixou muito excitado, e com um movimento rápido, me enterro de vez nele.


 - HOLLY… HMMMMMM!! - Ele me segura pela cintura com força, e suspende seus quadris no ar.


  - Ah… - Podia sentir seu pau empurrando meus órgãos dentro de mim, lutando para ter mais espaço. - E-eu vo-vo-vou começar… - E começo a rebolar lentamente para frente e para trás nele. Oque eu sentia era inexplicável… estava amando tê-lo dentro de mim.


 Começo a acelerar os movimentos enquanto sentia Felipe apertar minhas coxas mais e mais. Logo percebo que não era mais eu que me movimentava e sim ele. Ele estava me estocava com uma velocidade incrível que já estava me fazendo perder os sentidos, isso até eu sentir uma forte dor na perna, e ele logo percebe.


  - Oque houve!? Te machuquei!? - falava preocupado.


  - Não, eu só… tive uma câimbra na perna… - Ao ouvir isso ele me tira de cima dele, e me coloca de bruços no sofá.


  - Agora me deixe cuidar de tudo tá bom…? - Ele me dá um beijo e levanta um pouco minha bunda, e num rápido movimento me penetra novamente.


 - HAAAAAAA PORRA!! - A velocidade com que ele volto a investir em mim era 2x maior que a anterior, estava definitivamente vendo estrelas.


 Ele não diminuía o ritmo nem por um minuto, era como uma máquina incansável, e eu estava amando aquilo. Não me senti assim nem na minha primeira vez com Will. Ele encosta seu peito nas minhas costas, e começo a ouvir seus gemidos próximos ao meu ouvido.


  - Ah... E-eu te amo… - Disse em meu ouvido.


  - O-oqueAHH… Hmm…


  - Eu te amo. Eu te amo. Eu te amo… - Aquelas palavras… fizeram eu me sentir o furry mais feliz do mundo… Eu realmente era amado… amado de verdade… por aquele que sempre me ajudou de forma discreta, e que eu nunca fui capaz de enxergar.


  - E-eu… tambb… Haaaa!! - Ele deu mais algumas estocadas e gozou dentro de mim. E eu acabo gozando novamente, sem nem sequer ter sido tocado. Logo sinto seu corpo desabar sobre o meu, e seus braços me rodeando.


 Estava realmente feliz... feliz por estar com ele… feliz por tê-lo pra mim… feliz por finalmente ter aberto meus olhos.


 E sim… eu realmente o amava...


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 Felipe on


   Estava com uma felicidade imensa. Não acredito que isso realmente aconteceu. Não acredito que aquele que eu amo estava bem ao meu lado, dormindo em meus braços… Foi realmente incrível, e fico muito feliz que minha primeira vez tenha sido com ele.


 Estava deitado no sofá exausto assim com Daniel. Não me dei ao trabalho de levantar para nada... Ficaria ali até ele acordar. Estava fechando meus olhos até que escuto meu celular tocando, vejo que era Will e atendo.


  - Oi Will


  - Oi Felipe. Me desculpa ligar numa hora dessas, mas eu não consegui dormir preocupado com o Dani… Você o achou?


 - Sim, o achei, ele tá aqui comigo.


 - Graças a Deus! Espera… com você?


 - Sim… não se preocupe, estou cuidando muito bem dele. - *olhar safado para Daniel*


 - Haaaa entendi… Ok então.

E obrigado por ter a ido atrás dele. Tchau.


 - Tchau Will. - *Desligou*




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   Já de manhã, acordo com a pequena claridade que invadia a sala por causa das janelas. Olho para o lado e vejo aquela linda raposa deitada, dormindo tranquilamente. Lhe dou um beijo na testa e levanto fechando as cortinas por causa da claridade, e trato logo de arrumar toda a bagunça que fizemos ontem. E só de lembrar sobre, sinto uma alegria imensa, uma alegria que parecia não ter mais fim.


 Depois de ter deixado a sala um pouco menos desarrumada, fui fazer algo para comermos. Enquanto cozinhava as memórias do que fizemos voltam em minha mente… haaa…


  - Bom dia... - Me assusto com a chegada de Daniel e acabo me queimando.


  - Au au au au au! - Coloco a mão debaixo da torneira. - Errr… Bom dia…


  - Hm… - Ele senta na mesa e deita a cabeça em seus braços.


  - Tudo bem?


  - Tudo… só estou com dor de cabeça… e em algumas partes do corpo…

 - Você ainda tem analgésico?


 - Tenho… - Pego um dentro do armário e dou a ele junto com um copo d'água, e ele toma.


 Término de fazer o nosso café, e me sento junto a ele para comermos. Ficamos em silêncio por alguns minutos, até que eu resolvo puxar assunto.


 - Então… você gostou da festa de ontem? - Ele fica calado. Que pergunta mais merda… óbvio que ele não gostou…


  - Até que foi legal… até um certo ponto… - Ele falava tristonho.

  - Como você sabia onde eu estava?


  - Você uma vez me disse que sempre ia visitar os seus pais quando estava triste… então apenas segui minha intuição…


 - Hm… - Ele fica em silêncio olhando para a xícara de café.

 - Felipe… - O olho. - Sobre ontem…


  - Você não gostou…?


  - Não! Eu adorei… foi a melhor noite da minha vida. Só que… sabe… isso muda algo entre nós?


  - Como assim mudar?


  - É que… E-eu… eu… - Olha para baixo envergonhado. - eu quero ficar com você…  - Arregalo os olhos.


  - E-está dizendo… que quer namorar comigo…? - Sinto meu coração acelerar.


  - Eu… eu te amo Felipe… - Paraliso ao ouvir essas palavras. Não acreditava que aquilo era real.


  - Po-pode dizer isso dinovo…?


  - E-eu te amo… - Era sim! Era real! Uma alegria imensa toma conta de mim, e me levanto para beijá-lo, deixandoo surpreso no momento. Mas ele logo me abraça pela nuca e retribui o beijo.


  - Eu também te amo! E sim, eu também quero ficar com você! É tudo que eu mais quero! - Falava deixando algumas lágrimas caírem de emoção. Ele ri, e volta a me beijar.


   Me lembro das vezes que havia pensado em desistir dele. Achava que estava nutrindo um amor impossível, e que eu nunca seria correspondido. Mas me alegro ao saber que minha espera tinha valido a pena. E enquanto ele estivesse comigo, iria fazê-lo feliz da maneira que sempre sonhei.






Notas Finais


Daniel assanhadinho em. Os mais tímidos sempre são os mais safados kkkk isso vale pra mim rsrs 😏

Iae oque acharam? Querem que eu volte a colocar o nome dos personagens na frente das falas, ou preferem sem nada mesmo?


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