História Markson: Whole Lotta Love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, JR, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7, Markson
Exibições 120
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá! Espero que gostem, é minha primeira Markson owo.
Leiam as notas finais, quero explicar algumas coisas importantes lá.
Desculpa qualquer erro e boa leitura! :3 <3.

Capítulo 1 - Capítulo 1.


Os corredores de sua escola nunca pareceram tão longos quanto naquele dia. Apesar de estar atrasado, Mark caminhava lentamente da portaria à sua sala sem ser acompanhado por ninguém. Pra ser sincero, a última coisa que queria era ter aula naquele dia — quase não dormira na noite anterior, sua cabeça doía e só desejava ter ficado em casa. Seus amigos já estavam na sala, ouvindo a primeira aula de matemática do dia, teriam mais uma daqui a três horários e o pensamento de que deveria fazer o certo e seguir para a classe pela primeira vez lhe pareceu errado; Quando notara, estava sentado na arquibancada da quadra esportiva de seu colégio com seus fones de ouvido vermelhos — sua mente havia sido mais forte que seu corpo mais uma vez e o fizera caminhar até lá, apoiar-se na parede e começar a dormir.  

Em algum momento, Mark acordou. Seu uniforme ainda estava perfeitamente passado e branco, sua mochila em seu colo servindo de apoio para seus braços e suas pernas esticadas enquanto se cruzavam. Seus fones, ainda em seu ouvido, o impediam de entender claramente a voz que ouvia — os tirou com velocidade assim que notou isso, assustado. Seus olhos giraram pelo local e viu uma de suas professoras na sua frente. 

— O que faz aqui, Mark? —perguntou irritada e surpresa, ele não era o tipo de aluno que faltava às aulas. 

Gaguejou. Sua voz mal saiu quando tentou falar e, como se tivesse lhe dado uma brecha a mulher voltou a falar, começando um discurso sobre o quão errado era faltar às aulas propositalmente, pedindo uma explicação coerente para que ele não fosse suspenso.  

Novamente, Mark se perdeu em seus pensamentos sem conseguir falar e nem mesmo pensar, desejando que tudo aquilo fosse um sonho ruim — e se fosse, deveria acabar logo para que pudesse ter paz. Ele podia sentir seu nervosismo tomar conta de suas vistas e estas começarem a escurecer, próximo de um desmaio. Se fosse descrever a sensação, poderia dizer que seus órgãos pediam para ser postos para fora em um vomito assustador. 

— Oh! Mark, que bom que acordou. Está se sentindo melhor?  

Os olhos de Mark giraram novamente, agora, na direção da voz desconhecida, mas que soava gentil e, de certo modo, preocupada. A professora olhara de Mark para o outro garoto, este que Mark já suspeitava ter visto conversando com alguns de seus amigos em algumas ocasiões, mas que não tinha mínima ideia de quem fosse ou o motivo do mesmo estar ali.  

— O que quer dizer com isso... 

— Jackson, me chamo Jackson —sorriu pequeno, de forma delicada e encantadora. 

— Sim, claro. O que está havendo?  

— Mark chegou na escola se sentindo mal,  trouxe-o para cá para que pudesse descansar já que a enfermaria não estava aberta. Sinto muito se tiver causado problemas —curvou seu corpo para ela, em sinal de respeito enquanto pedia desculpas mais uma vez.  

Mark, ainda alheio e com a expressão pálida, suspirou confuso tentando fazer sua melhor expressão febril. 

— Se Mark não tivesse um bom histórico, não acreditaria. Espero que fique bem. Jackson, acompanhe Mark até a enfermaria e ajude-o com o que ele precisar.  

Ainda curvado, Jackson concordou. A professora anunciou sua saída do local enquanto Jackson pedia desculpas mais uma vez. Assim que a mulher já não era mais visível, foi na direção de Mark o ajudando a fingir que estava doente de fato.  

— O que está fazendo? —Mark perguntou ao ver o garoto pegar sua mochila e estender-lhe a mão.  

— Te ajudando. Se não tivesse feito isso você estaria sendo suspenso —olhou para sua própria mão estendida, Mark a pegou e usou de apoio para levantar. — Você é amigo de BamBam e Yugyeom, não é? 

Mark ponderou sem responder a pergunta. Estavam a caminho da enfermaria mesmo que ele não soubesse muito bem o porquê. O corredor estava ainda mais longo do que achava que estava quando chagou no colégio e dessa vez aquilo não o preocupava, nada estava fazendo sentido mais afinal.  

Os armários vermelhos, todos alinhados, chamavam a atenção de Jackson, que comentava sobre achá-los mais bonitos que os de seu corredor — estes eram azuis. Mark apenas concordava, sem entender em que momento entre sua péssima manhã, seu sono e seu devaneio ficara tão íntimo do desconhecido que era, porém, conhecido. Jackson o puxava pela mão, delicado como sua voz e encantador como seu sorriso. 

— Diga que está sentindo muita dor de cabeça e que gostaria de ir para casa —orientou segundos antes de adentrarem a enfermaria.  

E assim fez. Talvez a intenção de Jackson não fosse ir para casa mais cedo também, mas acabou sendo mandado para acompanhar Mark e certificar de que este chegaria bem em casa — seria perigoso liberar um aluno doente para ir para casa sozinho sem nenhuma assistência. Quando foram liberados, combinaram de se encontrar no portão da escola depois que pegassem seus materiais — estudavam em prédios diferentes, afinal Jackson era um ano mais velho que Mark.  

Os corredores de armários azuis o entediavam, assim como sua sala de aula, que estava calma — exceto pela voz de Jinyoung que perguntava pelo estado de Mark. Preocupado com o amigo, ficou tranquilizado quando Jackson afirmou que ele estava bem, dizendo que iria acompanhá-lo até em casa para certificar-se de que ele chegaria bem (Jinyoung até tentou protestar, ele poderia jurar que Jackson nem se quer conhecia Mark). 

Já Mark, que não tinha o que fazer em sua sala, apenas ficou a esperar por Jackson no portão. Esperou por poucos minutos até ver a silhueta do rapaz de longe, acenando para ele com um sorriso em seu rosto. Mark não se lembrava de conhecer alguém tão peculiar como ele. 

— Está pronto para ir para casa, Markie?  

— Markie?  

— Sim. Está tudo bem em te chamar assim, certo? —Mark balançou sua cabeça positivamente como resposta. O apelido não era um problema, o problema real foi dito em sua pergunta que vinha a seguir.  

— Como sabe meu nome?  

— Além de sua professora ter dito ele várias vezes, bem... Como perguntei antes: você é amigo de BamBam e Yugyeom, não é? —confirmou com outro balançar de cabeça. — Eles falam de você. Ah, Jinyoung também! Ele até ficou preocupado quando ouviu que você estava doente. 

Jackson riu. Mas não da forma normal de uma pessoa rir. Era do mesmo jeito que sua voz: Gentil e delicado. Sua risada fez Mark sorrir e notar o que não tinha notado antes: Jackson era um cara legal e bonito que misteriosamente tinha resolvido ajudá-lo naquele dia que julgava horroroso. As nuvens não estavam mais tão feias quando as olhava ao lado de Jackson, percebeu. Nem mesmo o poste que iluminava a rua durante noite e, de manhã, chiava insuportavelmente estava o incomodando. 

Ao chegar na casa de Mark, depois de muita conversa e piadas estranhas que não tinham a menor graça, mas que faziam Mark rir; chegaram na moradia deste, que pediu para que o possivelmente novo amigo permanecesse ali. A presença de Jackson era agradável e Mark notou isso com mais facilidade do que em qualquer outro momento de sua vida tivera notado. 

— Não acha que seus pais se incomodarão com isso? —balançou a cabeça novamente. Naquele momento Jackson já havia percebido que essa era uma mania adorável do mais novo, assim julgou. 

— Meus pais só chegam no final da tarde. Mas se não quiser ficar, tudo bem.  

Jackson negou com certa prontidão observando a timidez no rosto de Mark. Não poderia ir pra casa e dizer que estava ajudando um novo amigo necessitado — mesmo que seus pais não se incomodassem com isso, não seria bom ouvir um sermão sobre ele não poder perder aulas (suas notas não ajudavam, também). Entraram na casa de Mark, que assim que entrou ligou a televisão em qualquer canal e subiu as escadas rumo ao seu quarto, trocando suas roupas para algo confortável, sem avisar, deixando Jackson sem saber o que fazer ao certo — ele apenas ouviu alguns latidos. Ele agora estava sentado no sofá, prestando atenção num programa qualquer que estava passando. Mark notara que este havia tomado a liberdade de colocar em outro canal. 

Descendo as escadas se jogou ao seu lado no sofá com a intenção de perguntar-lhe se queria algo, parou assim que seus olhos fitaram Jackson. Ele parecia estranhamente sereno assistindo aquilo, seus olhos escuros completamente focados nos acontecimentos televisivos enquanto o celular de Mark vibrava em seu short de tecido largo.  

Era uma mensagem de Youngjae, esta o perguntava se estava bem. Mark respondeu que sim sem ter ideia de como o amigo ficara sabendo disso tudo.  

— Ei —chamou baixinho. Sua voz mesmo que baixa fora alta o suficiente para chamar a atenção de Jackson. — Tem alguma ideia de como Youngjae ficou sabendo de que estou em casa?  

— Oh! Youngjae? Este não é o namorado do Jb? 

— Jaebum hyung? Como sabe disso?  

— Jb e eu somos amigos. Estudamos juntos desde pequenos, Markie. Ele deve ter contado isso para ele durante o intervalo.  

Concordou. A voz de Jackson o chamando de “Markie” o deixava arrepiado. Desde a primeira vez que o chamara assim, que havia sido em poucas horas, sua pele se arrepiava e Mark tinha vontade de sorrir. Era um apelido adorável de mais e Mark tinha ciência disso.  

— Jackson... —sua voz manhosa e arrastada deixou Jackson envergonhado de forma que nem Mark percebera. — Por que me ajudou?  

— Hm —pensou.— Acho que não sei te responder isso, Markie.  

— Ah, por favor! Você não estava passando e simplesmente decidiu me ajudar, Jackson.  

Conteve um sorriso. A forma como Mark passou de água para vinho o deixou, por alguma razão desconhecida até mesmo pelo próprio, contente. Mark ficara quieto, tímido durante todo o tempo que estiveram juntos, vê-lo agir diferente talvez tenha sido o gatilho para seu sorriso inoportuno. Mark, de sobrancelhas arqueadas, esperava a resposta para sua pergunta enquanto observava Jackson — talvez ele estivesse tentando buscar em sua memória o real motivo, pensava Mark. 

— Eu estava matando aula e acabei te encontrando lá por acaso —Mark fez menção de interrompê-lo, desistindo ao ouvir a voz de Jackson novamente. — Estava prestes a te deixar sozinho quando reconheci você por lembrar de vê-lo com Jinyoung, ou com Yugyeom e BamBam. Aí eu decidi ficar te olhando. Sabia que fica muito adorável dormindo?  

As sobrancelhas de Mark agora estavam em posição normal. Apesar de ter descoberto que fora observado dormindo por um cara estranho (que mesmo estranho estava em seu sofá), mas que era igualmente bonito e gentil, parecia deixá-lo novamente paralisado, mas sem de fato deixa-lo paralisado. A sua primeira reação foi querer gritar, mas só foi capaz de soltar um “Você é estranho, hyung” Antes que falasse mais e seus órgãos decidissem aproveitar a passagem e suas bochechas ganhassem cor enquanto sorria completamente bobo. 


Notas Finais


Eu estou realmente nervosa, com medo de não gostarem asjhajsh. Geralmente só escrevo Destiel e Malec, então estou com medinho de estar ruim >.>.
Quanto aos avisos que disse: Talvez até o terceiro capítulo pareça que está tudo indo rápido de mais, mas isso é importante, então peço que não achem isso estranho quando lerem, pois ao longo dos capítulos fará sentido. Ah! Essa fic vai ser bem clichê, aquele clichê lerdo que te faz querer entrar na fic fazer os personagens casarem logo, sabe? Realmente espero que isso não seja um problema >//<. Última coisa: Eu sou realmente lerda para publicar e peço desculpas por isso. Tenho muitos capítulos escritos já, então se eu demorar podem cobrar x.x.
Me digam o que acharam, por favor! Os próximos capítulos ficarão mais longos, então espero que gostem desse começo!
Obg por ler! Se precisarem de algo, estou aqui. Até! <3.


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