História Whole Lotta Love - Capítulo 1


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Categorias Alice In Chains, Audioslave, Eddie Vedder, Pearl Jam
Personagens Chris Cornell, Eddie Vedder, Jeff Ament, Jerry Cantrell, Layne Staley, Personagens Originais, Stone Gossard
Tags Alice In Chains, Anos 90, Chris Cornell, Eddie Vedder, Grunge, Pearl Jam, Romance
Visualizações 12
Palavras 1.220
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Saiu tarde, mas saiu aaa *__*
Eu não me aguentei e tive que escrever uma fic com o fofinho do Eddie.
Espero que gostem, boa leitura!!

Aviso rápido: Eu sei que antes teve o Temple Of The Dog e tal, mas na fic a cronologia tá um pouco diferente KKKKKKKKKKKK

Capítulo 1 - Ten


Fanfic / Fanfiction Whole Lotta Love - Capítulo 1 - Ten

Lá estávamos nós, mais uma vez assistindo basquete e torcendo iguais uns malucos em frente à TV. Se sexta-feira à noite não significa ficar bebendo cerveja e vendo TV, eu não sei pra que serve.

 

–Os Knicks vão ganhar! –Emma torcia, animada.

 

–Com certeza! Esse jogo é deles. –Jerry quase pulava do sofá.

                           

Eu e Eddie só conseguíamos rir, mas também estávamos super atentos ao jogo. Jerry estava sentado no chão e eu, Eddie e Emma estávamos no sofá.

 

–Como vamos comemorar mais uma vitória dos Bulls? –disse baixinho, cutucando Eddie com um sorriso sapeca.

 

–Eu vi que tem torta na sua geladeira. –ele sorriu.

 

Tá pra nascer ser humano mais guloso que esse menino.

 

–A torta é do Jerry –sussurrei, olhando pro meu irmão –ele vai matar a gente. –ri.

 

–Melhor ainda, pequena. –ele deu uma piscadela.

 

Pra nossa infelicidade, a vitória foi dos Knicks, ou seja, não ia ter a gente comendo torta felizes da vida.
A partida tinha acabado bem tarde, mas estávamos dormindo tarde e acordando mais ainda –uma das únicas boas no fim do ano, incluindo a comida – então ficamos jogando papo fora a noite toda.

 

–E quando ela estava se ajeitando para ir embora, o pombo fez cocô no ombro dela. Foi hilário. –Jerry conta sobre quando fomos à primeira vez no zoológico, e o meu acidente trágico. Eddie e Emma rolavam no chão de tanto rir.

 

–Foi horrível! Minha blusa era novinha. –reclamei, cruzando os braços.

 

–Coitada. Talvez ele pensasse que você era um pombo pelo seu tamanho, Violet. –Eddie riu.

 

Revirei os olhos.

 

–Pombos não fazem cocô em outros pombos, Einstein. –agora era a vez de Emma rir.

 

Encostei minha cabeça no ombro de Jerry, bocejando.

 

–Tá com sono, pequena? –Eddie me pergunta.

 

–Só estou um pouco cansada. –sorrio.

 

–Hm... tá tarde mesmo. –Emma disse, olhando o horário no relógio que ficava na cozinha. –São quase 4h30.

 

–Nos vemos amanhã? –Eddie se levantava, junto com Emma.

 

–Acho meio difícil isso não acontecer –meu irmão riu, fazendo o mesmo que os dois para poder se despedir.

 

Eu continuei sentada ali, estava quase dormindo em pé.
Emma e Eddie se abaixaram e me deram um abraço, despedindo-se.

 

A única coisa que eu lembro depois disso era de ter caído no sono como nunca antes.

 

( ... )

 

–Bom dia, flor do dia! –Jerry me chacoalhava, sorrindo igual um bobão.

 

–Sai daqui, Rapunzel. –disse, empurrando meu irmão para longe –ou pelo menos tentando; O bichinho era pesado.

 

Eu só conseguia ver um Jerry com os braços cruzados e uma cara emburrada.
Ás vezes ele parece uma criança de três anos. É hilário.

 

–Ok. Você que pediu pra ficar sem almoço. –Ele pegou seu casaco e ameaçava sair pela porta.

 

–Vocês vão almoçar? Que horas são? –Questionei, sentando-me rapidamente, enquanto Jerry dava uma risadinha.

 

–Sim. –ele sentou no sofá, ao meu lado. –quase duas e meia.

 

Meus olhos quase saltaram pra fora. Levantei do sofá em um pulo e eu corri para tomar banho. Coloquei uma regata bem cavada e um jeans, junto com meu coturno e fui para sala, encarando Jerry, que parecia estar se resolvendo se tomava café.

 

–Jerry? –chamei sua atenção e ele olhou rápido –vamos?

 

–Ah sim, vamos. –ele largou rápido o café e foi saltitando para a porta. Ele vira um pinto no lixo quando está com fome.

 

Fomos andando para um restaurante simples que tinha perto dali, mas que servia uma comida ótima. Eddie e Emma estavam esperando por nós, mas suponho que eles já devem ter comido o restaurante inteiro.
Abrimos a porta e fomos ao encontro deles.

 

–Hey. –Jerry sorriu –Vamos pedir alguma coisa logo, eu tô quase morrendo. –ele disse, sentando-se ao lado da Emma.

 

–Hambúrguer sem picles. –pedi.

 

–Você come hambúrguer todo dia. –Emma riu.

 

–Claro, é a melhor comida que já existiu!

 

–Vou querer o mesmo. –Jerry disse, batendo na minha mão.

 

Não demorou até que estivéssemos todos comendo iguais uns animais.

 

–Precisamos ir a um parque de diversões algum dia. –Emma parecia refletir sobre isso. –Eu nunca fui a um.

 

–Acredite, você só vai a um parque de diversões se quiser ouvir crianças chorando o dia inteiro ou se for pra ficar com diabetes por causa dos doces. –Eddie riu. –Bem, eu tenho que ir. –Ele se levantava, roubando uma batata minha.

 

–Já? –perguntei, fazendo beicinho.

 

–Sim, tenho que resolver umas coisas. –ele disse, sem dar muitos detalhes. –Mais tarde a gente se vê.

 

Apenas acenamos com a cabeça.

 

–Eu também tô precisando ir. Tenho que me encontrar com a banda pra ensaiar algumas coisas, e, quem sabe, finalmente conseguir compor a última música do álbum. –Jerry também se levantava para ir embora, contente da vida com o álbum.

 

Eu e Emma ficamos olhando uma para a cara da outra. Não dava pra saber quem estava mais perdida.

 

–Espero que dê tudo certo, assim eu posso espalhar pra todo mundo que meu irmão é famoso. –ri junto com Emma.

 

–Será que a gente vai poder comer hambúrguer de graça?

 

–Será que a gente vai conhecer os famosos?

 

–Acho que a gente está sonhando alto demais, Violet. –ela riu, fazendo-me rir também.

 

–Quer ir pra minha casa ver filmes? –dei de ombros.

 

–Cemitério Maldito? –ela perguntou, animada.

 

–Claro!

 

–Vamos! –ela levantou rapidamente, quase correndo em direção a porta.

 

–Emma, o filme não vai desaparecer.

 

–Mas se irmos mais rápido a gente vai poder ver antes. –ela deu uma piscadela.

 

Eu apenas ri junto e a segui. Nós duas considerávamos Cemitério Maldito um dos melhores filmes da vida, assistíamos sempre. Ainda mais com os Ramones, não tinha como ficar melhor.

 

Abri a porta de casa, não deu nem tempo de olhar pra frente e a Emma já tinha saído voada pegar o filme. Íamos por o filme pra passar, se não fosse o Eddie abrindo a porta igual um maníaco.

 

–Gente! –ele se jogou no sofá, sorrindo igual um idiota –Vocês não vão acreditar!

 

–Você atropelou um cachorro de novo? –perguntei, cruzando os braços.

 

–Não, sua louca. –e ele voltou a sorrir –Espera, cadê o Jerry? –ele perguntou, olhando ao redor.

 

–Ele foi ensaiar com a banda. –Emma respondeu.

 

–Hmmm, então vou esperar ele. –ele disse, deitando em meu colo.

 

–Qual é, conta logo, Vedder. –Emma exigia, como se fosse um tribunal.

 

Ele fingiu pensar, e depois ficou histérico de novo.

 

–Tá bom! Lembra aquela banda que eu tinha um tempo atrás? Decidimos voltar há um tempinho, e hoje fomos a uma gravadora. –Ele sorriu.

 

–Que ótimo! E o que eles falaram? –perguntei, fazendo carinho nos longos cabelos dele.

 

–Fechamos um contrato. –ele sorriu mais ainda.

 

Eu e Emma não conseguíamos mais fechar a boca.

 

–SÉRIO? –Nós duas falamos em uníssono, ainda não acreditando.

 

–Bem, é o que eles falaram. Acho pouco provável eles mentirem, né? –Ele riu.

 

–Sim, digo, é ótimo! –eu o abracei, feliz da vida por ele. –parabéns!

 

–Parabéns!! –era a vez de Emma o abraçar. –E o que você vai fazer?

 

–Vou ser o vocalista. –ele sorriu mais uma vez.

 

–Que demais! Sua voz sempre foi boa. –disse, sorrindo junto com ele. –Mas porque não disse pra gente que vocês voltaram com a banda?

 

–Obrigado. É que nós queríamos fazer uma surpresa até resolvermos algo com a gravadora. Sabe, acho que devíamos sair para comemorar.

 

–Acho que devíamos fazer mais que isso.



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