História Whos the Dad? (MiniFic) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton
Tags Aflição, Drama, Dúvida, Família, Fifth Harmony, Gravidez, Romance, Suspense
Visualizações 323
Palavras 1.688
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Musical (Songfic), Orange, Poesias, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Super Power, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ultimo capítulo de hoje, espero que gostem, boa leitura, bjs :D

Capítulo 7 - Esclarecendo as coisas?


Anteriormente em Who´s The Dad?

 

Uma onda de prazer a invadiu quando examinou os vestidos lá pendurados, arrumados com escrupulosa ordem. Tenho bom gosto... E dispendioso também. Ela notou algumas grifes famosas.

Como não se lembrava de ter usado nenhum daqueles vestidos, eram como novos para ela. Não precisaria fazer compras por muito tempo. Puro engano.

Estava por acaso se esquecendo do bebê? E se esquecendo das mudanças de seu corpo, em poucos meses? Até as roupas que usava no momento já pareciam justas demais. Pondo a mão no bolso, encontrou o cartão de Lauren e tomou uma resolução. Tinha algo mais importante a tratar do que fazer compras, pois precisava retornar à vida real. E começaria por Lauren Jauregui. Ignorava, contudo, que desejava começar por Lauren porque queria que ele fosse o pai de seu filho. Foi ao telefone.    

— Construções para casas de férias Jauregui.

Ela franziu a testa ao ouvir uma voz feminina.

— Desejo falar com Lauren Jauregui — disse.

— Lauren não se encontra na sala no momento. Quer deixar recado?

— Aqui é Camila Cabello. Preciso...

— Ele acaba de entrar. Um momento, por favor, Camila.

— Camila, é você?

 

 

Atualmente em Who´s The Dad?

 

 

Ela deu um suspiro ao ouvir a voz de Lauren. Foi como se temesse nunca mais ouvi-la.

— Alô Lauren. Queria convidar você para jantar em minha casa.

— Para jantar?

― Sim, para jantar. — Como ela não disse sim ou não, ela perguntou: — Acha meu convite estranho? Por quê? Por acaso não come?

— É claro que como, mas você nunca mencionou que tinha uma família na cidade, muito menos que queria me apresentar a essa família.

— Olhe Lauren, não me lembro do que fiz..., nem por quê. Estou tentando recordar, e quis começar com você. Mas se preferir não se encontrar comigo, por favor diga logo.

— Fique calma, naturalmente que quero me encontrar com você. Preciso saber o que houve, e se o filho é meu.

A dúvida de Lauren foi um choque para Camila, que comentou:

— Você me pareceu bem segura disso ontem.

— Antes de saber que eu era uma de um grupo.

— Isso foi uma surpresa para mim também. Alguma vez te falei sobre outra pessoa em minha vida?

— Não. Como eu disse antes Camila, pensei que você tivesse se mudado para cá recentemente e que ainda não tinha amigos.

Aquela discussão não levaria a nada, ela concluiu, e resolveu voltar à pergunta inicial:

— Você aceita jantar aqui? Quero lhe perguntar muitas coisas pessoalmente.

— Apenas diga-me quando.

— Esta noite?

— Essa noite não posso. Já tenho um compromisso com possíveis clientes.

Ela podia se mostrar ao menos um pouco triste por não poder aceitar, não podia?

— Amanhã à noite?

— Tudo bem. A que horas?

— As sete. Mas sinta-se à vontade para dizer "não", se preferir não vir. Não pretendo torturar você!

— Tarde demais, Camila. Já me torturou, e muito.

Ela desligou o telefone sem esperar pela resposta.

— Ah, é assim? — Ela gritou no aparelho desligado. —Espere até amanhã à noite para ver o que é tortura.

Como aquela mulher ousava agir como se ela a tivesse ferido intencionalmente? Ela estava sofrendo tanto quanto ou mais que Lauren.

Lembrando-se dos enjoos matutinos, deu-se conta de que sofria ainda mais. E pensar que ela achava ter sido torturada! Pois bem, faria com que a tortura continuasse. Ela abriu o armário.

— Camila? — A Sra. Hernandez batia suavemente na porta do quarto. Entrou com uma bandeja. — Trouxe seu almoço.

— Eu posso descer Ally.

— Você sempre foi atenciosa querida, mas agora precisa descansar. O que está fazendo fora da cama, aí de pé?

— Resolvendo que vestido usar, um que me faça linda. Antes que me esqueça, quero convidar uma amiga para jantar aqui amanhã.

— Amiga? Sem problema querida. Eu a conheço?

— Ela chama-se Lauren Jauregui. Ouviu falar nela, Ally?

— Não. Por quê? Eu deveria?

— É uma das três pessoas. Já disseram a você que estou grávida?

A governanta quase desmaiou, e Camila aproximou-se para ampará-la.

— Oh, meu Deus querida. Está falando sério? Não posso acreditar nisso Camila. Mas acho maravilhoso você e Sofia com filhos da mesma idade. Quem é... O pai?

— Ignoro. Sabe... A amnésia...

— Bem, é claro que ele aparecerá. Qualquer homem é responsável por seus atos.

— É justamente aí que está o problema — Camila retrucou prontamente. — Três pessoas, dois homens e uma mulher querem assumir a responsabilidade pelo... Pelo meu bebê.

— Três pessoas? Oh meu Deus!

— Ally, eu preciso de seu auxílio.

— Farei tudo que estiver ao meu alcance. O que você pretende?

— Tenho de saber o que houve em minha vida há dois meses atrás.

— Oh meu Deus! — a governanta gemeu.

— Que foi?

— Há dois meses Camila? Bem, há pouco mais de dois meses você teve uma briga feia com seu pai.

— Uma briga? Por que motivo? 

— Não sei. Mas na manhã seguinte você chamou um táxi e foi embora.

— Um táxi? Não tenho um carro, Ally?

— É claro que tem. Uma Mercedes preta. Seu pai insiste nesse carro, diz que é mais seguro. E troca por um novo cada ano.

— Nesse caso, por que um táxi?

— Isso eu não sei. Você apanhou a mala, me abraçou e disse para eu não me preocupar, pois ia sair de férias.

— Falei para onde ia?

— Não. Deixou um recado para seu pai, mas um recado que não esclareceu nada, porque ele me perguntou se eu sabia alguma coisa.

— Quanto tempo eu fiquei fora de casa? Telefonei para você depois disso, Ally?

— Telefonou, e disse que estava se divertindo muito. Pediu-me pare dizer a seu pai que ele errara feio, mas não disse sobre o que seria esse erro.

— Só isso? Não disse nada para minha mãe?

— Claro que não. — A Sra. Hernandez mostrou-se surpresa com a pergunta. — Bem, você ama sua mãe, naturalmente, mas a Sra. Cabello está sempre tão ocupada...

— Ah, sei... E ao voltar? Contei onde tinha estado e o que fizera?

— Não. Uma vez a vi chorando. Coisa muito rara. Quando menina, você caía e se machucava, mas não chorava nunca. Sofia, ao contrário, chorava cada vez que queria alguma coisa. E o choro dela deixava seu pai louco.

Camila acreditava nisso. Mas queria mais informações sobre sua pessoa, não sobre o pai e a irmã.

— Eu expliquei por que chorava? — Ela perguntou.

— Não.

— Enquanto estive fora de casa alguém telefonou para mim? Chegou alguma carta?

Mas logo ela lembrou-se que Lauren pedira o número de seu telefone. Portanto, ela não poderia ter telefonado.

— Não.

— Tive ou saí com algum namorado depois que voltei?

— Apenas foi a festas com Adrian e Shawn. Como antes, aliás.

— Só a festas?

— Sim, a jantares, bailes, óperas, concertos. Uma fotografia linda sua e de Adrian foi publicada ontem no jornal.

— Por quê? — Camila indagou de súbito receosa de que fosse para anunciar seu noivado com Adrian.

— Estavam dançando numa boate. Mas vá almoçar querida. Você não tem bom aspecto e precisa pensar em seu filho.

Sim, Allysson tinha razão, tinha de comer. E precisava se acalmar também antes de falar com o pai. Ele teria muito a explicar.

Camila não pôde perguntar nada ao pai à noite. Muito antes de ele voltar do escritório, ela já estava na cama exausta. A mãe chegara de suas reuniões às quatro horas, mas pareceu a Camila que ela nem se lembrava de que a filha voltara do hospital naquele mesmo dia.

Ainda assim, ela tentou fazer algumas perguntas na hora do jantar.

— Mamãe?

— O que é amor? — Sinuhe respondeu distraída, examinando o molho da salada.

— Sabe por que briguei com papai?

— Você brigou? Eu não tinha ideia minha filha. De qualquer maneira você briga com ele frequentemente, embora eu insista, para não fazer isso. — Sinuhe experimentou a salada e prosseguiu: — Acho que a Sra. Hernandez não está usando o molho dietético na salada, conforme minha ordem.

— Por favor, mamãe, pense. É importante.

— Sei que é. Aumentei um quilo neste último mês. E garanto que foi por causa do molho da salada.

— Não é isso. Quero saber por que briguei com papai.

— Brigou? Ele por acaso tratou você mal quando foi buscá-la no hospital?

— Não, não foi hoje. A Sra. Hernandez disse que nós brigamos há pouco mais de dois meses. Depois disso, eu saí de casa.

— Saiu? E para onde foi?

Camila deu um suspiro e acrescentou:

— Não tenho ideia. Nem percebeu que eu partira?

— Como? Há dois meses? Ah, deve ter sido quando fui à estação de águas no Arizona.

Sinuhe tocou a sineta e a Sra. Hernandez apareceu imediatamente.

— Pois não, senhora?

— Eu estive na estação de águas no fim de junho? — Ela perguntou à governanta.

— Eu saí de casa enquanto mamãe estava lá? — Camila completou a pergunta, esperando assim esclarecer os fatos.

— É verdade. Sua mãe seguiu para a estação de águas, um dia antes de você sair de casa — a governanta explicou.

— E para onde Camila foi? — Sinuhe quis saber.

— Não sei senhora. Ela não falou.

— Obrigada, Sra. Ally — Camila agradeceu, dispensando-a antes que a mãe se lembrasse do molho da salada.

Sofia enfim, tomou a palavra. Mas não ajudou em nada.

— Eu de minha parte, nunca tive tempo para acompanhar sua vida social, Camila. Só sei que você desapareceu depois que anunciei minha gravidez. Acho que fugiu numa explosão de inveja. Jamais esperava que chegasse ao extremo, de ficar grávida também. Não podia ter me deixado ser a primeira em alguma coisa?

Certa de que a irmã não sabia nada sobre as duas semanas anteriores aos meses que ela desaparecera, Camila desistiu de fazer perguntas. Resolveu esperar pelo pai a fim de descobrir algo, mas a Sra. Ally informou que ele telefonara dizendo que chegaria tarde, o que pareceu a Camila ser uma ocorrência habitual.

Não admirava que ninguém soubesse de nada naquela casa. Eles mal se viam. A visita ao hospital fora, pelo visto, uma caricatura de união familiar. E não uma reunião feliz.

Camila subiu, deitou-se, recostou a cabeça no travesseiro, esperando que a suavidade dos lençóis melhorasse sua dor de cabeça que aumentava agora.

Amanhã...

No dia seguinte enfrentaria o pai. No dia seguinte lhe faria muitas perguntas, e descobriria algo sobre as duas misteriosas semanas.

No dia seguinte... Veria Lauren de novo.

 

 

 


Notas Finais


E então amores, gostaram desse capitulo? Comentem, favoritem, divulguem pras amigas, bjs


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