História Who's The Prince? - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Conto, Conto De Fadas, Fairytale, Jeon, Jeon Jungkook, Jikook, Jimin, Jungkook, Kook, Kookie, Kookji, Park Jimin, Passado, Principe, Reino, Slavery
Visualizações 81
Palavras 1.363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Nhoin~~

Estamos no prazo, certo?
Faz muito tempo que não posto?
Não sei siudhsjkand.

Bem, que comecemos o feriado com um capítulo fresquinho, grandinho e cheio de descobertas, sim? Eu queria avisar que, estamos na reta final da história. Acredito que torno de no máximo uns 6 capítulos, já que tenho bastante coisa planejada.

Espero que gostem tanto quanto eu szsz

Ah, obrigada aos amorzinhos que comentaram no capítulo passado. Vocês são uns nenéns comigo marinheiros.

E já ia quase me esquecendo, esse capítulo, (e o próximo) serão narrados pelo chimchim, okay?

Boa leitura, e até lá em baixo!~~

Capítulo 13 - Chapter Twelve, Trembling body


Fanfic / Fanfiction Who's The Prince? - Capítulo 13 - Chapter Twelve, Trembling body

{Mesmo com o dedo espetado pela flor, ele não adormeceria }

{Jimminie, pt. 1}

Era contraditório.

E não fazia sentido algum para mim.

Já era tudo confuso demais; experiências novas, um amor novo, algo estava acontecendo comigo, e entre nós dois. Apesar de não saber definir bem meus sentimentos e sensações, meu rosto ruborizava, o peito palpitava, as pernas tremiam, e a boca sentia falta d’água.

Eu queria tocá-lo, e ansiava por seu toque, por suas palavras, por si. Para meu pai, era apenas mais um serviçal ao qual ele poderia abusar, xingar e ser grosseiro.

Mas para mim, Jungkookie era diferente.

E não queria destruir nossa intimidade com algo forçado, com alguém quem eu sequer conhecia. Não iria me casar com quem não sentisse afeto, ou amor.

Minha mente trabalhava rápido, e novamente, me vi ruborizando, com o coração acelerado, com as mãos trêmulas, e lábios secos.

Mas não pelo mesmo motivo.

— Mas pai! — levantei a voz com o velho, que sentado numa poltrona, lia seu jornal calmamente. — Eu não amo essa moça! Nem a conheço!

— Isso não importa. O importante é o lucro retirado desta situação. — suspirou. — Amor nunca foi relevante. Não põe comida na mesa, não sutura seus gastos, nem compra meus cigarros. — baixou a folha de notícias para me fitar.

— Não irei me casar sem amor. O senhor não pode me obrigar a isso. — concluí, impondo-me.]

— Você realmente é estúpido o bastante para achar que eu amei a sua mãe? — riu seco, levantando-se. — Isso é tudo conto de fadas Jimin, pare de perder seu tempo lendo essas besteiras. Ninguém ama ninguém, e não se casam por esse motivo. E contigo não será diferente.

Meus olhos marejaram instantaneamente. A ponte do nariz formigou, e pela primeira vez em vida, havia sentido vontade de bater em alguém.

E esse, era o meu pai.

— P-papai... Eu não a amo… Eu amo… —  engoli em seco, sendo cortado logo em seguida.

— Cale-se! Não irei mais perder meu precioso tempo para discutir contigo sobre estas barbaridades! Ela será sua noiva, e sem más.

— Eu me recuso! — gritei, sentindo sua mão virar meu rosto com brutalidade, num tapa.

Ele nunca havia me batido.

Isso não acontecia nos contos de fada.

[...]

Eu corri.

Corri de medo, de espanto, e de dor.

Passei pelas portas da sala em que estávamos à largas passadas, sentindo a bochecha arder. Pousei as mãos sobre a carne do rosto, remoendo os lábios em fúria. Nunca fui alguém que merecesse ser punido como o velho fazia, mas daquela vez, talvez, eu tenha passado dos limites.

Realmente, o direito de escolha era meu?

Sem enxergar, acabei dopando com um vulto bem vestido, de mesma estatura que eu.

— Ah, olá! — disse com uma voz fina, puxando minha atenção.

— O-o-oi… — tentei, fungando.

— Nosso primeiro encontro fora bem forçado não é? — disse a moça, alisando a trança com flores. — Você está bem? Está doendo muito?

— É a primeira vez que ele… — solucei, encarando suas feições suaves.

— Acabei ouvindo tudo, sinto muito. — reverenciou minha noiva. — A conversa estava em alto tom. Juro que não espionei. —sorriu, cruzando os dedos, junto as unhas curtas pintadas. — Não fique deprimido.

— Estou angustiado. — terminei, acompanhando a moça pelo corredor a fora. — Como você está com tudo isso...hmn?

— Me chame de amiga, e não pelo nome. — disse pensativa, aprumando o vestido pesado. — Sinceramente, eu… Não me sinto bem em me casar com um estranho. — retorceu os lábios salpicados de batom. — Não que você seja ruim, é que…

— Você ama outra pessoa? — questionei, sentindo o alívio me percorrer. — Por que eu amo. Ou acho que amo, não sei… é alguém especial. — sorri fraco, tentando esquecer de como a mão do meu pai havia sido pesarosa em minha face.

— Sim, amo! — acenou. — Mas jamais nos aceitariam juntos… Ele é pobre. Camponês e mercador. Meus pais não aceitariam que nos relacionássemos. — Estou agradecida de você ser alguém que me entende… Meus últimos pretendentes eram… Blé. — me puxou uma longa risada.

— Eu gosto de você. — sequei o rosto. — Sinto-me confortável agora. — concluí. — Obrigado.

— Me agradeça então me falando como é a garota que você tanto gosta. Como você se sente quando estão juntos?

Garota.

— Que carinha espantada é essa? Até parece que é um homem. — riu.

— Hmnn… — engoli em seco, refletindo sobre as consequências, caso dissesse a verdade. — Bem, é que…

Deveria dizer?

— Não me diga que… — ela bateu palmas. — Nunca li um livro que tivesse esse tipo de relacionamento! — disse, maravilhada. — Ele é oque!?

— Não sabemos sobre seu passado… Temos quase a mesma idade, mas nós o compramos como serviçal.

— Romances assim geralmente têm histórias lindas… — suspirou. — Como assim não sabe sobre ele? Que tipo de relacionamento é esse?

— Estamos procurando por seu paradeiro, mas não avançamos muito.

— O que acha de uma caçada na biblioteca? Temos livros extremamente enrugados aqui.

Concordei, dobrando o corredor ao entrar na biblioteca.

Ela era gentil, bonita, simpática, gostava de ler e estudar. Parecia  só querer ser livre, assim como eu.

Éramos extremamente compatíveis.

E mesmo assim, eu só conseguia pensar nele.

[...]

Passamos tempo demais enfurnando as caras nos livros.

Era divertido passar o tempo com outra pessoa, e alguém que me entendia, acima de tudo. Não queríamos nos casar, não um com o outro, entretanto, passaríamos o resto da vida com quem amávamos.

Pelo que havia me contado, não suportava toda aquela maquiagem, roupas pesadas, adornos e tudo mais. Queria uma vida simples com o rapaz que dizia gostar. Queria ser livre, andar a cavalo, vender e produzir mercadorias. Gostaria de ser da plebe, e não da nobreza, que era usada como fantoche em nosso pequeno país.

Dinheiro, dinheiro, dinheiro!

— Você faria tudo por dinheiro? — questionei, rodeado de livros e esboços velhos.

— Sabe que não. Acredito que há coisas mais importantes.

— Nossos pais fariam. — ri triste, vendo-a concordar ao dizer que sua mãe prezava um pouco mais o amor. — Esse cara também, — apontei o dedo no livro, vendo-a se aproximar de mim, e sentar ao meu lado. — ele roubou o sobrinho herdeiro do trono, jogando o bebê do irmão na sargeta.

— Quem rouba o filho do  próprio irmão? — tremulou o corpo, sentindo repúdio.

— Ele queria o trono do país para ele. O povo na época pode eleger o rei, e votaram entre 3 irmãos. Dois guerreiros militares e um independente, com ideais de libertar o povo. Que é o nosso rei hoje… — pousei o indicador sobre os lábios, pensativo.

— O que mas diz aí?

— Esses são relatórios de prisão. O rei escolhido já era casado e engravidara sua mulher, e ao assumir o trono, ficou claro de que o filho deles seria o rei, ou a próxima rainha.

— A criança era de que gênero?

— O rei queria uma filha, e sua mulher, um filho. — continuei lendo o relatório. — Então, nasceram gêmeos, e o menino foi roubado.

— Então a filha do rei será a rainha. Mas ele não procura pelo filho nos dias de hoje?

— Aqui diz que a menina faleceu ao brincar com plantas venenosas quando criança; além de alérgica, os médicos na época estavam prestando serviços militares, na guerra pelo nome do país. — meu peito cresceu, necessitado de ar. Com o pulso batendo mais forte, um vislumbre bateu à minha cabeça. — Como é o rei?

— Ninguém nunca o viu. — concluíu a moça. — Ele mantém o rosto em segredo, para que não o matem. Apenas quem vive na capital sabe quem ele é.

— Será que não temos sequer uma foto? — ela se levantou, procurando com os olhos nas estantes, vendo a seção organizada nos livros de contabilidade.

— Aqui estão os registros de nossas vendas. Eles compram muito vinho da nossa família, então pode ser que… — andou na ponta dos pés, sem pisar em sequer um artigo, dando pulinhos para alcançar determinada obra. — Aqui está! — tocou o indicador na página do registro, apontando uma foto do homem que comprava há anos barris e barris de vinho. — Ele se parece com quem você gosta?

Minha garganta formou um nó, tensionando meus ombros e tremendo todo corpo. Cambaleei a visão pela foto, tendo certeza de que não havia ficado louco. Piscando algumas vezes, segurei o livro, fechando-o rapidamente e pousando a mão sobre meu coração.

Jeon era filho do Rei.


Notas Finais


Heyheyhey!

AI MEU DEUS E AI!?

EU TÔ MUITO ANIMADA AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
*tem um pernilongo aqui~~

Oque acharam da descoberta?? Ou vocês já sabiam, pelo título da história??
Não me lembro de nenhum comentário falando sobre isso aaaaaa ç3ç

Então, eu escrevi essa manhã, e quis postar antes de ir para a escola, então vou revisar o capítulo no caminho, então, se alguma palavra estiver errada, podem me dizer, okay?

Comentem, sim? Amo responder vocês. Eu não mordo, só as vezes~~

Bom feriado e até o próximo <33

Xoxo, Jinro!


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