História "Why did you leave?" - Jikook - Capítulo 5


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook, Jimin, Jungkook
Exibições 21
Palavras 1.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais um cap pra vocês... *--* Não ta como eu quero mais não tive muito tempo prometo recompensar esse final de semana....

AMO VOCÊS, THANKS AS PESSOAS QUE FAVORITARAM....

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Capítulo 5 - "Desculpa?"


 

 

Eu deveria estar feliz. Deveria ser grato. Mas o problema é que nunca consigo me afastar da sensação de que minha fama não se baseia em mim. E, quando eu me tornei realmente famoso, foi por estar com Jessie, então tinha mais a ver com a pessoa com quem eu estava do que com a música que eu fazia.

E a garota. Ela é ótima. Qualquer cara mataria para estar com ela, teria orgulho de pegá-la. Mas eu não.

Sei que não sou fácil de conviver. Jessie me diz que sou recluso, evasivo, frio. Ela me acusa – dependendo de seu ânimo – de ter ciúme da carreira dela, de estar com ela por acidente. Não é verdade. Eu não toquei em nenhuma fã desde que estamos juntos; eu não quis. Sempre digo a ela que parte do problema é que dificilmente estamos no mesmo lugar. Se não estou gravando ou em turnê, então Jessie está numa de suas infinitas viagens promocionais. O que não conto a ela é que não consigo nos imaginar juntos mais tempo. Porque não é que quando estamos no mesmo quarto tudo seja ótimo. Às vezes, depois que Jessie toma algumas taças de vinho, ela alega que Jimin é quem está entre nós.

— Por que não volta para seu fantasma? — ela diz. — Estou cansada de competir com ele.

— Ninguém pode competir com você — eu digo, beijando-a na testa.

E não estou mentindo. Ninguém pode competr com ela. Então digo a ela que não é Jimin, não é nenhuma outra pessoa. Jessie e eu vivemos numa bolha, rodeados por holofotes, uma panela de pressão. Seria difícil para qualquer casal.

Mas acho que nós dois sabemos que estou mentindo. E a verdade é que não há como evitar o fantasma de Jimin. Jessie e eu nem estaríamos juntos se não fosse por ela. Por meio de um destino tortuoso, Jimin é parte de nossa história.

(...)

 

Estamos numa lanchonete que aparentemente era o destino dele, algum lugar bem distante do lado oeste da cidade.

— Tem um estacionamento —  me diz quando chegamos.

— Uh-hum — só consigo responder isso.

— Então... — eu começo.

— Então... —  repete. Daí: — Como está todo mundo? O resto da banda?

— Bem.

— Onde eles estão hoje?

— Londres. Ou a caminho.

Jimin vira a cabeça para um lado.

— Achei que você tivesse dito que iria amanhã.

— É, bem, eu tive de cuidar de umas coisas aqui. Logística, e tudo isso. Então fiquei mais um dia.

— Bem, que sorte.

— Hãn?

— Digo... que bom, porque do contrário a gente não teria se esbarrado.

Olho para ele. Fala sério? 

— Você devia visitar meu avós qualquer dia desse — ele comenta. — Vão ficar felizes por saberem de você, por saberem que está bem.

— Quão bem eu estou?

— É, Jimin, quão incrível você está. Quero dizer, você conseguiu. Você é um astro agora, você é muito famoso!

Astro. As palavras são tão cheias de truques que é impossível reconhecer a pessoa por trás delas. Mas eu sou um astro. Tenho a conta bancária de um astro e os discos de platina de um astro e também a namorada de um astro. 

— Tem fotos com o resto da banda? — ele pergunta. — No seu celular ou algo assim?

— Sim, fotos. Tenho toneladas no meu telefone, mas lá no hotel. — Baboseira completa, mas ele nunca vai saber. E, se ele quer ver fotos, pode comprar uma na banca de esquina.

— Tenho algumas fotos. Acho que tenho algumas da vovó e do vovô, e, ah, uma ótima de Jin e do Namjoon. Eles trouxeram os filhos para me visitar n Festival no verão passado — eme diz. — lembra daquela menininha? Está com cinco anos agora. E eles têm outro filho, um garotinho, Hyuk, em homenagem a Hyuk.

Com a menção do nome de Hyuk, meu estômago se contrai. Quando se fala em sentimentos, você nunca sabe realmente como a ausência de uma pessoa vai te afetar mais do que a de outra. Eu adorava os pais de Jimin, mas pude de certa forma aceitar a morte deles. Eles se foram cedo demais, mas na ordem certa – os pais antes da filha – apesar de não ter sido assim na perspectiva dos avós de dele, creio eu. Mas de alguma forma eu ainda não consigo aceitar na minha mente Hyuk ficar com oito anos para sempre. Todo ano que fico mais velho penso em quantos anos Hyuk teria. 

Nunca contei a Jimin sobre quanto perder Hyuk me arrasou quando estávamos juntos, então não tem como eu contar isso a ele agora. Perdi o direito de discutir essas coisas.

— Tirei a foto no verão passado, então está um pouco velha, mas dá para ter uma ideia de como todo mundo está.

— Ah, tudo bem.

Ele revira a mochila.

— Não quero ver suas fotos! — Minha voz é afiada como uma faca, alta como uma reprimenda de pai.

Jimin para de procurar.

— Ah, tá. — Ele parece desconcertado.
Fecha o zíper da mochila e a coloca de volta no banco, e, nesse movimento, derruba minha garrafa de cerveja. Começa freneticamente a pegar um guardanapo para limpar, como se tivesse ácido de bateria vazando na mesa.

— Droga! — diz.

— Não tem importância.

— Tem, sim. Fiz uma bagunça  —  diz, sem ar.

— Você enxugou a maior parte. Apenas chame seu amigo e ele limpa o resto.

Ele continua a limpar , até ter esvaziado o porta-guardanapos e acabar com todo o papel seco do lugar. Faz uma bola com guardanapos molhados e acho que está prestes a limpar a mesa com os próprios braços. 

Ele para, abaixa a cabeça. Então levanta os olhos.

— Me desculpe.

Sei que o certo seria dizer que tudo está bem, que não tem nada de mais, nem caiu cerveja em mim. Mas de repente não sei se ele está falando da cerveja, e, se não estamos falando de cerveja...

Desculpar pelo que, Jimin?

Mesmo que eu conseguisse perguntar isso – o que eu não consigo – ele está saltando do banco e correndo para o banheiro para limpar a cerveja dele mesmo.

(...)

— Então... — Ele chuta um pedaço de lixo com o dedão e eu percebo que ela ainda está nervosa. — Vamos para o boliche. — Ele faz uma pausa, busca meu rosto para ver se eu sei do que está falando, e claro que sei exatamente do que está falando.

— Por quê? — pergunto .

— Porque eu gostaria de te mostrar — diz simplesmente.  — Além do mais, não estou exatamente deixando Nova York, mas estou mais ou menos fazendo isso. Vou para o Japão amanhã fazer dois shows e um na Coreia. Depois disso volto para Nova York por uma semana e começo a fazer a turnê, então...

Apenas balanço a cabeça, então ele me guia pelo metro até chegarmos ao local.

— Aqui estamos, depois que achei esse lugar, sempre vinha aqui pra ver as pessoas jogarem — diz timidamente, com orgulho.

Sorrio, e o acompanho até a pista de boliche.

(...)


Notas Finais


Sabe não tá muito bom maaaaas estou ocupada então demorei um pouco pra postar....

Tava pensando nos lemons sabe, tava pensando em não colocar ou colocar kkkkkkk o qque vcs acham?


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