História Why you? - Capítulo 2


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Categorias The 100
Personagens Bellamy Blake, Clarke Griffin, Dra. Abigail "Abby" Griffin, Indra, Jasper Jordan, John Murphy, Lexa, Lincoln, Marcus Kane, Maya Vie, Octavia Blake, Personagens Originais, Raven Reyes
Tags Bellarke, Ramance, Revelaçoes
Exibições 34
Palavras 1.391
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oin ^^ espero que gostem
Queria agradecer aos favoritos e aos comentários é muito muito importante para mim, mesmo viu ♡

Capítulo 2 - I will save you


Fanfic / Fanfiction Why you? - Capítulo 2 - I will save you

Clarke respirou maia tranquila e vasculhou os ferimentos dentre as roupas do rapaz imóvel, talvez em choque pelo ocorrido.A gorota buscou pelo celular para chamar uma ambulância mas o garoto agarrou seu pulso, não a ponto machucar.

-Oi. - Clarke olhou rapitamente para o garoto parecia aflito. -Consegue me ouvir? - ele concordou com a cabeça.

Suas mãos estavam tremendo e assim que sentiu algo humido e viscoso parou instantaneamente e pressionou, a expressão de agonia na face do garoto apavarou ainda mais a loira. O líquido fluía sem qualquer impediemnto, se ela não conseguisse conter o sangramento o garoto nem teria chance de chegar ao hospital.

Pingos pesados de chuva já os alcançavam mesmo tendo uma imensa árvore ali.Clarke tirou o moletom rapidamente e o pôs sobre o rapaz ainda pressioando. A dor do garoto era como se estivessem comprimindo seu abdômem, como se tudo dentro dele se retorcesse formando uma só massa, ele era forte por suportar a dor.

A se sua amiga soubesse que o agasalho que havia dado a ela em breve estaria com manchas irreversíveis, Octavia tentaria arrancar as manchas a força e com toda a certeza na face da amiga.

Clarke estava tremendo e suando mesmo que a chuva e brisa fria a refrescasse afinal não tinha a mínima idéia do que fazer.

-Preciso que você me ajude. - Clarke falou limpando sua testa. - Pressione aqui... enquanto eu ligo para ambulância. - a loira pegou gentilmente mão do garoto que estava quente e a pôs sobre o ferimento.Ele fez como a garota pediu, pressionado e encarando a loira com uma certa frieza nos olhos, porém tentando proferir algo.

-Na... - o moreno jogou a cabeça para trás vendo Clarke procurar o celular no chão repleto de gramíneas e insetos que Clarke nem sequer queria imaginar. - Não.

-Não? O que? - finalmente ela encontrou o aparelho.

-Hospital. - ele falou por completo. - Meus pais...

-Eu tenho que te levar para o hospital garoto. - ela falou séria desbloqueando o celular. - Não vou deixar você morrer aqui.

-Não pode me ajudar. - o moreno falou num sussurro. Clarke o ignorou e pôs o telefone na orelha, porém em um tapa certeiro o garoto o jogou para longe.

-Vem cá, você é louco? - o garoto tentava se mexer mas Clarke tentava o manter quieto. A única coisa que a garota pensava agora era como iria ajuda-lo, sem seu celular ficava quase impossível. Quase. - Vamos.

A loira levou suas mãos até as costas do rapaz e o ajudou a sentar, ele se esforçava ao máximo porem estava muito fraco e provavelmente cansado de andar. A chuva ainda os castigava sendo um obstáculo constante para os dois. Clarke se levantou impulsionando o garoto a se levantar, felizmente teve sucesso, todavia ainda faltava grande parte da "jornada".

Um dos braços do moreno passavam pelo frágil e pálido pescoço da menina, enquanto o outro pendia sobre seu corpo. Já a loira segurava firme a cintura do rapaz para que não perdesse o equilíbrio, ela estava orgulhosa e impressionada por aguantar uma pessoa que visivelmente tinha quase o dobro de seu peso.

Assim que ambos estavam no carro Clarke ligou o mortor que rugiu em resposta. Ambos estavam sujos e enxarcados o que era desconfortável e meio nojento. O garota agora parecia mais relaxado mas mantinha seus olhos fechados. Um pressentimento ruim atravessou o corpo de Clarke que logo sacudiu a cabeça e manobrou até a estrada indo em direção ao hospital.

-Se o hospital não pode vir até você. - ela sorriu de canto tentando parecer relaxada.Parecer somente. - Você irá até o hospital.

-Não entende? - o garoto soprou as palavras ainda com a cabeça jogada para o lado da motorista. - Não posso ir para o hospital.

-A é mesmo? Por que? - ela o encarou brevemente. - Você é tipo um criminoso? Um cara da máfia? Ou simplesmente está fugindo da namorada?

Clarke achou ter visto um sorriso brotar nos lábios do rapaz porém ele retrucou.

-Digos que é c-confidencial. - ele indagou comprimindo seu corpo e gemendo.

-Calma, estamos chegando. - sua expressão ficou ainda mais séria.

Clarke parou subitamente, tinham chegado ao hospital, quando iria descer a loira sente o toque rígido da mão do garota na sua. Ela encara a cena meio confusa, ela começou a falar algo mas foi interrompida.

-Por favor. - ele a encarava com um cara de submissão e clemência ainda segurando sua mão.

-Não Clarke. - o homem alto e de cabelos presos em um rabo de cavalo firme andou na direção dela.

-Roan, eu sei que o que eu peço pode te comprometer mas... - ela pensou em uma mentira infalível para convencer o amigo. - Ele se meteu em uma briga e os pais não podem saber, entende?

-Mas Clarke como irei entrar com ele dentro do hospital?

-Diz que sei lá, ele chegou se arrastando e sem identidade. - Clarke apertou as mãos no rosto. - Roan ele é importante para mim. - ela olhou pela janela do carro onde o garoto estava.

-Maca, enfermeiros da ala 4 e cobertores térmicos nos fundos. - ele desligou o rádio olhando para a loira que tinha um sorriso sereno no rosto. - Vítima com ferimentos a bala não identificado nos fundo.

A loira sussurou um obrigada e abraçou Roan que depositou um beijo no topo da cabeça da garota. Ambos tiraram o garoto do carro e o colocaram perto da porta antes que outros chegassem. Logo alguns enfermeiros passaram pela porta dos fundos inclusive um moreno alto e robusto que sempre andava com Roan, Clarke se esquecerá do nome do rapaz porém ele a viu a acenou brevemente para ela que rereibuiu.

Clarke sentiu sua coluna repreende-la por estar tentando dormir a horas no banco estreito e duro de seu carro. A chuva já havia cessado porém para a loira ainda não, pois suas roupas continuavam bem úmidas. A garota olhou para o relógio e os ponteiros que pareciam mais preguiçosos que ela para andarem marcavam dez e quarenta e sete. Pensou em seu celular e tudo o que tinha nele, quase nada porem todas as fotos e músicas estavam lá, talvez voltasse para busca-lo.

-Só queria minha cama agora. - a loira jogou sua cabeça para trás e deu um gritinho.

-Já vai conseguir. - Roan a assustou se apoiando na janela. - Mas... tem um pequeno problema.

-Qual? Ele está bem? - ela saiu do carro para conversar melhor.

-Sim, nada muito grave. - ele alisou o braço da garota. - Apenas que ele não pode ficar em observação aqui Clarke, será arriscado para ele e também para mim.

-Tá e onde eu entro nisso tudo? - perguntei tentando entender as intenções Roan.

-Pensei que como vocês fossem amigos ele poderia ficar na sua casa. - ele coçou a cabeça olhando para o céu. - Já que os pais dele não podem saber. E ele tem que ficar sobe observação. Além dos medicamentos.

Clarke sorriu e pensou consigo mesma o que faria sobre isso agora.Bom, o jeito era conversar com o garota, a sós.

-Claro, onde ele está?

-Bem ali. - o homem apontou para perto da porta. Onde se encontravam um enfermeiro e o garoto, pereceria melhor se não estivesse numa cadeira de rodas.

Legal, pensou.

Na verdade o problema não era pequeno era gigante do tamanho do mundo vezes o tamanho do sol elevado a 4. Clarke se lembrou do comentário de Monty em uma nas encrencas em que ele e Jasper haviam se metido, o que a fez rir.

-Ei aonde vai? - Clarke alterou o tom de voz correndo até o garoto que mancava.

-Não sei. - ele parou e olhou para loira a varrendo com os olhos. - Obrigada.

-Mas você tem para onde ir? - ela indagou.O moreno balançou negativamente a cabeça, ela revirou os olhos e começou a falar. - Se você quiser pode ficar. -ela respirou e não acreditou no que estava prestes a falar. - Pode ficar em minha casa, a-até se recuperar claro.

Ele a encarou com uma expressão séria e com um olhar de repudia.

-Não preciso mais da sua ajuda princesinha. - ele sorriu ironicamente e começou a andar. Clarke apenas riu do apelido que tanto conhecia, era engraçado como ele havia a apelidado exatamente como a escola inteira.

-Se é assim então, fique na rua, com frio, fome, sem os remédios... - Clarke balançou a sacola que Roan a entregou. E começou a ir em direção ao carro.

-Espera.


Notas Finais


Deacupe se ficou curto... prometo que o próximo sera maior... comentem se quiserem (críticas ou elogios ^^) bye bye ♡


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