História Wicked Game - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Exibições 186
Palavras 2.379
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Festa, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Ei! Mais um! galera, eu estava reparando que faço todo o capítulo formatado no word, mas quando passo para cá os parágrafos se desorganizam e ficam com espaçamentos irregulares, perdoem isso ai! vou tentar dar um jeito! Beijocas e até o proximo sábado

Capítulo 25 - Capítulo Vinte e Cinco


Fanfic / Fanfiction Wicked Game - Capítulo 25 - Capítulo Vinte e Cinco

Sai do chuveiro enrolada na toalha. O cabelo molhado e a mente leve. Marie e eu dividíamos o quarto e a cama de casal. Nossas bolsas estavam abertas sobre a escrivaninha, e apesar de termos levado poucas coisas, ainda assim conseguimos fazer bagunça. Seu biquíni molhado secava junto do meu na varanda; algumas peças de roupas estavam espalhadas pela mesa. Procurei alguma que fosse minha, já que Marie também havia remexido em minhas coisas.

                Vesti um short jeans e uma blusa branca de alcinhas. Parei de frente ao espelho para pentear o cabelo e encontrei uma Beatrice com marquinhas de biquíni e bochechas rosadas. Meus olhos também estavam vermelhos de cansaço. Passei muito hidratante para que não ardesse depois e terminei de pentear o cabelo.

Marie abriu a porta do quarto no mesmo momento em que peguei o telefone para checar as horas. Já eram onze da noite. Nem acreditei que o tempo havia voado assim.

Minha amiga já havia tomado seu banho. Ela sentou-se na cama, escorada contra a cabeceira enquanto também checava o telefone. Deixei o meu de lado e me deitei no meu lado da cama. Olhei para Marie. Ela era tão linda. Loira natural, olhos castanhos e um rosto desenhado. Seu sorriso era largo o tempo inteiro. Era tão bom tê-la.

Marie deixou o telefone de lado e deitou-se ao meu lado, bem pertinho de mim com um sorriso largo e sugestivo.

- Onde vocês estavam? – perguntou franzindo o cenho.

- Passei o dia todo perguntando o que tinha do outro lado. Ele só me levou para ver um lago artificial que tem por lá – expliquei.

- Só ver o laguinho? – ela perguntou com um sorriso grande.

Eu dei risada sem conseguir me conter.

- Só. A gente não fez nada demais.

                - Não fez nada demais e tá com um sorriso desse tamanho?

                Gargalhei.

                - Não seja ridícula. – tentei ficar séria.

                Sentei-me na cama ao lado de Marie e comecei a falar baixinho.

                - Foi tão legal Marie. E ele só me beijou. – dei de ombros.

                Ela gargalhou jogando a cabeça para trás.

                - Que engraçado ouvir você dizer isso. Nunca imaginei. – disse ainda rindo.

                Fiz careta.

                - Vamos descer para comer. – ela me puxou pela mão.

                Descemos e nos juntamos a todos na mesa de jantar interna. Britt havia feito macarrão ao molho. Não sei como eles ainda conseguiam beber, eu não tinha bebido nada além de suco e água durante o dia, então me deixei pegar uma taça do vinho que Marie havia pegado na loja de conveniência.  Havia sido um dia incrível. Eu precisava fechá-lo com uma taça de vinho sim.

                Conversamos sobre coisas aleatórias e engraçadas. Tudo era muito bom ali, mas no dia seguinte voltávamos à rotina chata. Justin nos pediu para já colocar as coisas no carro, pois só acordaríamos a tempo de pegar a estrada. Eu estava tão cansada que sabia que não seria fácil acordar, imagina para quem iria dirigir.

                Depois de colocar as coisas no carro eu me deitei sozinha em uma das poltronas. Chaz colocou um filme de ação para rodar, mas eu estava muito cansada para prestar atenção, mas permaneci ali. Ao invés de se desligar, minha mente fez o favor de repetir todo o dia, e como todos os momentos haviam sido bons, desde acordar má humorada com a música alta até estar deitada e muito cansada naquela poltrona, sabendo que não me aguentaria em pé no dia seguinte.

                Resolvi subir logo. Marie subiu logo em seguida. Ficamos deitadas, conversando baixo, sonolentas e quietas.

                - Vamos sair às cinco. – Justin disse colocando a cabeça para dentro do quarto.

                Ele apagou a luz antes de sair de novo.

               

                                                                                              ***

                O despertador de Marie quase me matou do coração. Tentei não enrolar com preguiça e sai logo da cama, indo até o banheiro para escovar os dentes e fazer xixi. Marie veio logo atrás.

                Olhei para a janela. Tudo ainda estava muito escuro do lado de fora. Ouvi os passos dos outros do lado de fora do quarto. Eu quase não conseguia manter os olhos abertos, morta de sono.

                Marie saiu e então descemos. Aproveitei todas minhas chances de deitar ficando no sofá enquanto os outros não se aprontavam. Fazia frio ali pela madrugada. Corb passou por nós e fez careta antes de sair para a garagem. Saímos todos e Justin ficou para trancar a casa com o Ryan.

                Encontramo-nos de novo na garagem. Ele destravou o carro e Marie correu para os bancos do fundo, deitando-se. Coisa que eu queria fazer também, mas sabia que não iria dormir durante a viagem.

                Saímos da garagem e Justin voltou para trancar os portões. Quando passamos pela saída da fazenda ele também acionou o que deviam ser proteções invisíveis, porque não vi nada ser acionado. Ele entrou de novo no carro e olhou para Marie esparramada nos bancos de trás.

                - Bota o cinto. – Justin disse com o carro já ligado.

                Eu dei uma risadinha. Marie resmungou antes de se sentar e colocar o cinto como pedido. Eu coloquei o meu também.

                - Eu posso dirigir se você quiser. – falei – Não vou dormir de qualquer jeito.

                Justin coçou uma das bochechas antes de pegar no volante e sairmos dali.

                - Não precisa. Pode dormir. – ele disse com a voz mais rouca que o normal.

                Não o respondi de novo e me recostei da forma mais confortável que achei. Pegamos a estrada de acesso à cidade. Ele dirigia rápido e tudo passava muito depressa. Marie dormia no banco de trás e a medida que ele corria o dia ia clareando cada vez mais, me deixando um pouco enjoada. Eu achava uma droga não conseguir dormir enquanto viajava.

                - Não ta com sono? – perguntou baixo.

                - Não consigo dormir viajando. – eu me remexi no banco procurando outra posição.

                - Vai a aula?

                Dei de ombros sem saber.

                - Você vai? – perguntei e olhei-o.

                Ele fez que não e deu um sorriso pequeno.

                - Eu não vou nem quando estou acordado.

                Eu ri com preguiça. Sentia o sono bem ao meu lado, mas não conseguia dormir. Nem o silencio da estrada e nem o cansaço do dia anterior me derrubavam. Apoiei a cabeça contra o vidro.

                - Gostou do fim de semana? – sua voz cortou o silencio com um sussurro leve.

                Fiz que sim.

                - E você?

                Ele me encarou por alguns segundos antes de voltar a olhar para a estrada.

                - Gostei.

                Pareceu levar menos tempo do que levamos para ir. Logo estávamos no gramado de casa e eu tirei a bolsa do carro a fim de correr para minha cama e dormir por toda a tarde. Definitivamente não iria a Faculdade, e Britt ainda pegaria voo às nove da manhã, mas Ryan a levaria ao aeroporto.

                Marie e Corb já haviam subido com Britt, e os garotos haviam ido embora, restante apenas eu e Justin no gramado. Ele fechou o porta-malas com um bate leve e caminhou parando diante de mim.

                - É melhor você ir descansar – eu disse.

                Ele assentiu.

                - É melhor você ir também. – disse erguendo a mão e tocando a lateral do meu rosto com uma caricia leve. Beijei o canto de seus lábios como uma despedida. Foi estranho. Pareceu uma despedida mesmo. Mas perguntei a mim mesma quando é que aconteceria de novo.

                Entrei em casa e joguei minha mochila no canto do quarto. Britt foi se deitar comigo pelas uma hora que ainda tinha comigo. Falamos sobre Ryan e sobre nosso fim de semana juntas, eu já estava sentindo sua falta, embora não falasse. Já a queria de novo com seus gritos e seus ataques repentinos, mas também suas palavras maduras e firmes. Não que ela estivesse certa o tempo inteiro, mas Bee era autoconfiante e me passava segurança.

                - Como vão ficar as coisas entre você e Justin? – perguntou mudando o rumo da nossa conversa.

                - Acho que não vão ficar.           

                - Por quê?

                - Sei lá. Agora mesmo que ele foi embora pareceu que foi só aquilo sabe. Não teve um ar de... Nos vemos em breve. – dei de ombros um pouco cabisbaixa – Mas eu já esperava por isso. Estamos falando de Justin. E estamos falando de mim.

                - Tem certeza? Eu acho que vocês tem química.

                Dei risada.

                - Por que você não viu vocês dois entrando na sala juntos como eu vi! E seria um casal bonitinho. – ela sorriu – E eu adoraria ter o Justin de cunhado. Só o Johan que não gostaria.

                - Não me importa o Johan.

                - Acho que vocês deveriam sair. – minha irmã disse.

                - Você deve ter ficado louca. – dei risada.

                - Qual o problema?

                - Sair? – fiz careta. Não tinha nada a ver comigo.

                - Bom, mas vocês já se pegaram um milhão de vezes.

                - Três vezes no máximo! – corrigi.

                Ela riu e me apertou.

                - É melhor eu ir. Vou me arrumar na casa do Ryan e já vou de lá – ela me deu uma piscadinha.

                - E como vocês dois vão ficar? – perguntei imaginando como seria ruim para ele também. Britt não ia muitas vezes à Califórnia.

                - Ele vai me visitar no próximo final de semana. Você deveria ir com ele em um desses. – disse se sentando ao meu lado.

                Senti meus olhos já marejados.

                - Você não é nada durona! – Britt disse rindo.

                Ele se inclinou e encheu minha cara de beijos bem como meu coração de promessas de que voltaria logo e que já sentia saudades. Permiti-me chorar um pouquinho e ela só saiu de casa quando eu já não chorava mais.

                Fui logo dormir para não pensar demais e passar o dia todo triste.

 

Justin

 

                Britt estava de malas prontas para voltar a Atlanta. Fazia muito tempo que eu não aparecia por lá também. Ela não parava de repetir que não queria ir embora, e eu também não queria que fosse. Havíamos ficado sem nos ver por cerca de dois anos, mas havia sido como se não nos víssemos há poucas semanas. Ela havia sido minha amiga por todo o tempo de Faculdade, e isso não mudaria.

                Ela atendeu ao telefone.

                - Oi! Chris? Até que enfim você atendeu? – ela sorriu ao telefone. Olhei-a. ela piscou para mim – ... Eu já estou indo para Atlanta de novo, mas eu queria pedir que você fosse ver a Beatrice hoje. Ou os garotos. Não sei algum de vocês três.... Eu tenho que ir embora... Ela ficou triste, ora...... Ela só deve acordar pelo fim da tarde..... Eu não gosto de vim aqui e ter que deixa-la para trás tantas vezes. É mas ela estava chorando.... Sim, Beatrice.... Ok. Muito obrigado... Vai me ver de novo!

                E desligou. Britt piscou varias vezes para fingir que não estava emocionada.

                - Beatrice estava chorando? – perguntei.

                - É. Mas não é nada demais – ela me encarou.

                Pensei em perguntar Britt o que eu deveria fazer. Britt me conhecia. Sabia o que e quem eu era, mas parecia cedo demais para isso. Deixei passar. Eu não sabia o que Beatrice havia tirado de todo o fim de semana.

                - E vocês dois? – ela perguntou logo.

                Olhei-a em silencio por um tempo e dei de ombros.

                - Então se você não quer nada é melhor sair fora logo.

                - Eu não disse que eu não quero nada. – dei ênfase no eu.

                - É. Vocês dois são bem parecidos nisso.

                - Não somos. Não sou eu quem não está disponível.

                - Beatrice só não está disponível para o seu tipo. – ela apontou para mim e se levantou.

                - Ah, muito obrigada, Britt.

                - Vamos ser sinceros. Quanto tempo demorou até você entender que queria algo com Hannah? Ela sofreu por quase três meses na sua mão por causa da sua indecisão.

                - Eu não sou tão indeciso quanto dois anos atrás – falei me defendendo.

                - Beatrice não é indecisa nem por um minuto.

                - Então você não conhece sua irmã. – falei.

                Britt me encarou furiosa.

                - Conheço você e o seu lado mau caráter e conheço minha irmã e a mania de fugir dos assuntos que envolvem relacionamentos. Ela também não faria muito bem à você nesse quesito. E parece que você ainda está se recuperando de Hannah. Ela até te ligou enquanto você estava no banho.

                - E você atendeu meu telefone?

                - Fui obrigada.

                - E o que você disse, Britt?

                - Disse que o número do Johan não era esse. – ela me encarou com um sorriso. Eu dei risada sem acreditar.

                - Não tenho mais nada com Hannah, mas não posso fazer nada se ela me liga.

                - Só poderia pedir que parasse, mas tudo bem, meu amor. Eu não te culpo. Conheço essa sua cabeça confusa – ela passou a mão pela lateral do meu rosto – Só não use Beatrice para nada disso. Johan, John ou Chris também não ficariam satisfeitos.

                - Ta me ameaçando com aqueles merdas? Acha mesmo que eu deixaria de fazer algo por causa dos três? – dei risada.

                Britt deu de ombros.

                - Não vou me envolver em nenhum dos lados, mas quero evitar possíveis transtornos. – ela me olhou séria – Além de tudo, tem coisas sobre você que Beatrice precisaria saber antes de qualquer coisa. Coisas que você não pode contar assim tão rápido e coisas que talvez ela não gostaria de lidar.

                - Esse é exatamente o meu ponto. – disse.

                Ele assentiu.

                - Eu só não quero que nenhum de vocês dois se machuquem com isso. Você sabe que vou ajudar no que eu puder e que daria total apoio. – ela beijou minha testa como uma mãezona. – Fica bem, ok? Eu não tive tempo de dizer ainda, mas sinto muito pelo que aconteceu nos meses passados. Com o seu amigo, ok? Sinto muito mesmo. Não sei o que faria se perdesse um de vocês. Eu os amo ainda mais que naquela época!

                Fiz que sim. Ela tinha que ir e eu tinha que dormir. A cabeça já começava a doer. Beijei o topo de sua cabeça.

                - Se cuida! – eu disse.

                Subi para o meu quarto e me deitei. Tudo estava escuro e eu poderia descansar. Beatrice não estava ali, e a incerteza sobre algumas coisas voltaram a tona. Bloqueei meus pensamentos e me concentrei em dormir. De qualquer forma nada seria resolvido aquele dia.  

 


Notas Finais


o que estao achando? comentem para eu saber ;) beijos


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