História Wicked Game - Capítulo 14


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Davos Seaworth, Jon Snow, Melisandre, Personagens Originais, Samwell Tarly, Sansa Stark
Tags Jon Snow, Sansa Stark
Exibições 84
Palavras 1.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Continuação do anterior, o próximo será maior. Então aguardem e boa leitura.

Capítulo 14 - Capítulo 14


Fanfic / Fanfiction Wicked Game - Capítulo 14 - Capítulo 14


Sua voz era surpreendentemente mais calma do que deveria ser, mas seus olhos ardiam com lágrimas. "Será que a bruxa...?" Sansa olhou ao redor.

Jon estava ofegante, levantando-se, Sansa ficou surpresa por sua falta de terror. "Eu duvido que ela poderia evocar algo parecido." Ele conduziu-a para a escada. "Desça agora, ou eu vou colocá-la nas masmorras."

"Se eu entrar no castelo, eu vou... Não se lembra de Harrenhaal?" A rainha exclamou por cima dos gritos de guerra dos homens. Jon ficou bastante irritado com ela, ele estava à beira de pegá-la e jogá-la escada abaixo.

"Vai agora!"

"Está de passagem!" Sansa sacudiu-o. "Veja!" Ela apontou para ele ferozmente, e Jon seguiu imediatamente sua direção e estudou o céu, o dragão fez outra volta e mergulhou e de repente começou a voar para o leste deles.

"Ele vai estar de volta." Ele resmungou sua voz ainda irritada. O resto dos homens parecia igualmente aliviado. "Pertence a alguém. Ou ninguém, mas tenho certeza... ele estará de volta."


Sansa tentou soltavoeleaerto de aço entorno do seu pulso, ela puxou e a manga e prendeu no cabo de sua espada. "Há dragões em algumas das minhas histórias, quando as pessoas não estão montando-os, eles caçam." Um fio solto. Droga!

Jon simplesmente quebrou o aperto. "Se você sabe, por que você ficaria por aqui?" Ele disse rispidamente.

"Eu não sei, eu só..." Era como se ela não se importasse. "Ele não pegaria qualquer um de nós." Sansa deu de ombros, suas histórias fictícias eram muito vagas, os autores provavelmente não tem uma pista sobre dragões. "Eu não tenho certeza de que eles atacam uma forte influência a menos que tivessem alguém. Não vejo como alguém poderia..."

Ela observou Jon olhando para o dragão. "Manter uma dessas coisas."

Ela então olhou para sua forma desaparecendo, duro e inflexível, grande, mas gracioso. "Isso certamente vai assustar os sulistas".

Jon fez uma careta. "Bem, certamente me assusta." Seus lábios curvaram com um sorriso. "Talvez se ele voltar eu poderia domá-lo."

"Ele foi para o leste, para o mar, talvez?" Tormund se juntou à conversa.

"Eu senti cheiro da água do mar quando ele vôo sobre nós." Sansa respondeu. "Talvez ele veio de lá e agora ele está voltando."

O homem de barba vermelha ainda estava maravilhado olhando os céus de onde ele veio. "Uma besta magnífica ..." Seu sorriso de repente se tornou sugestivo. "Algo que eu não me importaria de ficar dentro."

"Shh." Jon assobiou.

"Eu poderia ter wargado?"

"Mas você não quis dizer isso." O rei pegou seu sorriso, era contagioso. "E você não é um Warg."


Sansa ainda estava longe nas nuvens, para mencionar sua ignorância em uma palavra como 'warg'.

"Se eu não estivesse nervoso. Eu ficaria feliz em montá-lo."

Ela ouviu uma risada profunda, mas de quem? Ela lançou um olhar para ambos.

"A pior coisa que poderia acontecer é me queimar, nada mais."

Ela viu o sorriso desvanecer de Jon, ela entendeu seu comentário. Mas Sansa acreditava que era estupidez, mais do que uma vontade de morrer.

Sansa afastou a escuridão que invadiu sua mente. "Talvez ele está voltando para o seu dono?" Ela queria afastar todas as suas ansiedades e mudar o rumo da conversa.

"Sim... Pode ser." Seu marido falou olhando para a torre de guarda. "Os homens ficará aqui para vigiar os céus, Tormund vá e garanta que nenhum dos seus homens saíam."

"É melhor você fazer o mesmo com o seu." O homem barbado disse, em seguida, virou e desceu as escadas, deixando a rainha olhando seu marido pensativo.


"Tivemos sorte, muita sorte, talvez Melisandre tenha algo ..."

Jon ouviu. "Uhm."

"Ela pode sentir o sangue do Rei, o senhor da luz é o seu guia, talvez o dragão de fogo pode sentir o sangue do seu rei." E talvez eles não eram irmãos, afinal. Mas considerando o que Jon tinha feito, ele não parecia se importar. "Sangue Targaryen."

"Então por que ele não pousou?"

Sansa deu de ombros. "Eu não sei tudo."

Seu marido com toda certeza achou engraçado. "E eu não sei de nada, aparentemente." Ela franziu o cenho para isso.

Davos se aproximou. "Agnes desapareceu." Ele tinha corrido até as escadas no ritmo de um jovem. "Podrick acabou de me informar." Ele viu seu rei e rainha partilhar um olhar. "Pedi a Podrick, ele estava com a mulher, e disse que pensou ter visto ela entrar nas criptas... e desaparecer."

A rainha finalmente desceu as escadas, para verificar por si mesma. Jon permaneceu com Davos. "Será que minha esposa mencionou alguma coisa sobre Agnes?"

"Será que ela vai encontra-lá...?"

"Ela afirma que é Melisandre." Jon tinha a mão em volta do punho da espada, como se ele estivesse pronto para luta. "Eu acredito que é, mas eu quero estar certo, você tem alguma evidência?"

Davos ficou chocado, e sacudiu a cabeça. "Não tenho nada, mas... não é exatamente seus modos. Eu não acho que Melisandre deixaria ser vista tão facilmente."

Jon bufou e saiu andando. "Bem, isso resolveremos, em seguida, se ela vai usar artifícios para nos enganar, ela terá que partir."

Seu conselheiro o seguiu, tentando acompanhar o ritmo de Jon.

"Vossa graça, embora eu não gosto da mulher, afinal... ela queimou a Princesa Shireen..."

"Você está tentando chegar em um ponto que vai me convencer a confiar nela?"

"Ela te trouxe de volta, Vossa graça."

E essa era única razão pela qual ela ainda esta viva.

"O senhor da luz trouxe de volta, e ela é um mensageiro... ela me disse tudo isso. Eu agradeci, então eu mandei ela ir, eu não posso confiar em uma bruxa. Ela tem tanta influência, e feitiçaria que me traz desconforto."

Davos caminhou em direção a ele. "Você sabe o que me deixa desconfortável?..."

As orelhas de Jon animou-se.

"Caminhantes brancos". Davos disse com voz grave, mas esclarecedor. "Eu gosto de ficar atrás do poder, se ela colocar algo entre mim e eles."

"Como um dragão?" Havia um brilho infantil nos olhos de Jon. "Essa é uma boa barreira, e há poder do fogo também."

"Uma coisa de cada vez, ey?" Seu conselheiro concluiu.

Jon andou em torno das terras do castelo. Alguns escudeiro tinha derrubado um barril de flechas do pânico mais cedo e estavam espalhadas por toda a lama. "Arrume isso, rapaz." Uma quebrou sob seu pé. "Isso é um desperdício do caralho." Ele rugiu antes de desaparecer no grande salão.

Ele viu várias senhoras pelo salão.
Seus olhos percorriam a cada um dos seus rostos, nenhuma era Agnes e mais importante, nenhuma era Sansa. Sua capa reverberou quando ele se virou rapidamente para sair do corredor e avançar para as criptas.

***

Sansa examinou as criptas, e olhou para detectar quaisquer sinais de danos às estátuas. A pena tinha caído da mão de Lyanna novamente, então ela devolveu para ela..

"Você gosta de estar aqui?"

O que os sete infernos? Sansa ficou com a respiração presa, e virou na direção da voz feminina. "Você não deveria vir aqui, é estritamente proibido a presença dos funcionários e pessoas de fora."

Melisandre levantou uma sobrancelha para ela. "Eu sou uma senhora, minha rainha, e ninguém deve ser proibido de pagar seus respeitos."

Melisandre aproximou-se dela, com um brilho escuro em seus olhos. "Sinto uma grande força, que me puxou para as profundezas dessas criptas."


"E lá estava eu ​​pensando que você estava se escondendo do dragão." Sansa esperava realmente que Melisandre estivesse realizando algum ritual, provavelmente para trazer todos os mortos de volta. Assustador, e ainda... se ela sabia onde sua mãe e os corpos dos irmãos estavam. Mas isso era impensável. Uma lágrima rolou do seu olho, e a bruxa precipitou-se para seca-lá.

"Minha filha, não chore por aqueles que se foram, chore por aqueles que irão sofrer se não tivermos sucesso com a nossa missão." Uma mão tocou seu rosto, e Sansa ficou abalada com isso. "Se eu pudesse acalmá-la, tirar a sua dor e sofrimento, o seu Medo"

"Memórias ruins, você pode enxugar más recordações também?" Sansa zombou. "Você não pode reescrever o que está escrito, eu gostaria de esquecer, mas seria aquela menina ignorante novamente se eu fizer." Ela podia sentir uma onda de raiva no seu coração. "Você não está aqui para me ajudar, você está aqui para o rei."

A sacerdotisa vermelha abaixou a cabeça. Então ela finalmente admitiu. "Você quer que eu ajude o Rei?"

"É até o rei." Embora ela queria muito a opinião dela. "Mas ele não gosta de ser enganado."

"Então por que demorou tanto tempo para me informar?" A bruxa fez um coro. "Se você quiser me parar, me pare."

Como Sansa deveria fazer isso? Ela não podia comprar uma briga com uma bruxa e esperar ganhar. "Eu queria denunciá-la, ele sabe sobre você."

"Depois de quanto tempo...?" Melisandre estava caminhando para alguma coisa. Onde ela queria chegar? "Você disse tudo?"

"Tudo?" A rainha estava irritada, desde quando tinha ela sido enganosa? Isso tinha que ser um truque, transferindo alguma culpa sobre ela. Sansa se recompôs, sorrindo com dignidade. "O que mais havia para dizer?"

Melisandre sorriu, um sorriso lento e calculado. "Sobre tudo o que discutimos."


Sedução, Herdeiros, e seu rei tinha sangrado por ela no campo de batalha, por que não podia sangrar por ele dando à luz uma criança?


"Porque você faz isso?" Ela ouviu a bruxa dizer de repente.

"Faço o que?"

A mulher vermelha inclinou a cabeça, analisando-a com aquele rosto exótico. "Sua voz interior é muito alta, é ensurdecedor. Você fala muito em sua cabeça, você nunca para, constantemente pensando, deve doer. Essas ansiedades purulentas."

Isso a assustou, tanto quanto Joffrey e Ramsay. Alguém que pudesse ler a mente de alguém. Sansa fingia estar imperturbável. "Todo mundo pensa, você não pode esperar que eu fale cada pequena coisa que está na minha mente. Seria vergonhoso!"

"Você deve tentar fazêr mais." Ela cantarolou, brincando com o cabelo da menina. "Basta refletir sobre as vezes que você falou, o quão gratificante foi."

Sansa observava com cautela enquanto o dedo da senhora enrolava no seu cabelo. "Se eu falar o que esta na minha mente, eu vou ver minha própria cabeça rolando."

Melisandre fez um barulho nasal de uma risada. "Você é doce."

Sansa realmente a amaldiçou, e se odiava por isso. "Como é que pode ser doce?"

Ela não ia sair correndo de suas próprias criptas, ela ficaria feliz em esperar até que a bruxa saísse antes que ela pudesse profanar terra sagrada. "Você encontrou o que você estava procurando aqui?" Ela cruzou os braços, sabendo muito bem que ela não tinha.


"Há uma força aqui, eu vou encontrá-lo. Mas este é o melhor lugar para uma reflexão, não acha?" Melisandre apontou para a escuridão, e ela aparentemente acendeu uma vela com o dedo, Sansa recuou um pouco. "Não tenha medo da luz, venha sentir  o calor, seja confortada por ele... "

Sansa olhou para os túmulos, ela não podia ver muito conforto, mas ela podia ver-se descendo aqui mais vezes para refletir. "É um pouco aconchegante, em uma espécie de calma assustadora." Ela tinha gastado muito tempo com Tyrion.

"Agora deixe-me aliviar você". Melisandre se aproximou. "Deixe-me ajudá-la."

"Com licença?" Isso soou como feitiçaria. Sansa se afastou encostando em um túmulo.

"Como é isso?..." A bruxa a beijou, e ela fechou os olhos. Muito distânte e distânte foi uma onda de energia, foi horrível e ela queria respirar.

Ela sentiu ele puxa-la. Ele tentou invadir, mas não podia, nada poderia penetrá-la.






Notas Finais


Eita...


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