História Wicked Game - Capítulo 15


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Davos Seaworth, Jon Snow, Melisandre, Personagens Originais, Samwell Tarly, Sansa Stark
Tags Jon Snow, Sansa Stark
Exibições 68
Palavras 2.447
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cuidado o capítulo a seguir contém palavrões. Rsrsrs
Boa leitura

Capítulo 15 - Capítulo 15


Fanfic / Fanfiction Wicked Game - Capítulo 15 - Capítulo 15

O rei desceu as escadas. Estava tudo escuro, exceto para um brilho sinistro sobre a pedra. Ele chegou na cripta e encontrou uma única vela acesa na frente da estátua de Lyanna, sentiu-se estranho olhando para ela. Ele se aproximou para ver uma pena na mão delicada da mulher de pedra.

"Está tranquilo lá em cima."

Ele virou-se para sua esposa, surpreso que ela tinha escolhido esconder-se longe nas profundezas. "Bem, não é o mesmo quando você está lá em cima." Ele estudou sua forma, ela estava de pé alta e orgulhosa, mas ela se manteve nas sombras, muito parecido com as estátuas. "Eu acho que você quer dizer que é silencioso aqui."

"Claro." Ela lhe deu um pequeno sorriso, ela apareceu as bochechas rosadas, algo que ele acreditava que era pouco para a emoção de antes.

"Encontrou alguma coisa?"

Lembrou-se que havia uma razão por ele estar ali. "A mulher de vermelho?" Sansa andou entre as estátuas, dando-lhe uma ampla visão.

"Você não tem que ter medo, eu não queria dizer o que disse antes... Eu nunca ntevetoa você para as masmorras, foi um expressão, você não conhece meu senso de humor." Ele tentou, toca-lá, na esperança de persuadir ela.

Ela riu, e ele sentiu uma vibração em seu peito. "Não, eu achei engraçado. Você sempre foi engraçado..." Era como se eles estivessem dançando, entre os túmulos, tentando permanecer em frente dela para que pudesse vê-la totalmente. "Você gosta do que vê?" Sansa perguntou.

Era uma coisa estranha de se dizer, ele olhou envolta os túmulos e cera derretida. "Estamos nas criptas."

Sansa tocou no próprio cabelo e brincou com eles, acariciando-o, tentadoramente. Foi o suficiente para deixar qualquer homem animado. "Eu gosto!" Finalmente respondendo a sua pergunta. "Um lugar estranho..."


Ela separou seu cabelo, e acariciou-o um e o outro lado, as mãos deslizando os lados de seu peito, ela segurou-os brevemente e depois deslizou as mãos até seu estômago. "Eu perguntei." Naquele momento, seu sangue não estava chegando ao seu cérebro. "Se você vê meu corpo." Ela estava zombando dele. Suas mãos se moviam no fecho do seu vestido "Gostaria de vê-lo?"

Ele tinha parado de andar em círculos, perdendo a capacidade de andar. "Hã?" Ele ouviu o clique do fecho e ele respirou fundo irregular através de sua boca aberta. "E... Sim" De repente, ele fechou os olhos e levantou uma mão. "Espere espere, não... aqui embaixo?" Ele disse balançando a cabeça, para se livrar do nevoeiro. "Sansa esta é uma cripta." Ele rugiu, determinado a ser coerente com esse ponto, ela puxou a saia de seu manto externo aberto, ele mordeu o lábio quando ela levantou uma perna fora das anáguas para provocá-lo.

"Porra." Ele respirou, à beira de desviar o olhar. Ele ficou semi- duro. "Vamos hum... fazer o." Ele limpou a garganta. "Lá em cima, no quarto." Ele finalmente cruzou a luz, a mão queria acariciar a perna, mas ele lutou contra ela e agarrou seu braço. "Eu não farei isso em uma cripta." Ele a puxou através da escuridão, ela continuou parada. "Basta ficar na..." Ela estava desfazendo o laço na parte superior do vestido mostrando o ápice do seus seios.

"Inferno." Ele podia sentir os olhos nele, e não apenas o dela, ele olhou em volta na cripta, claramente assustado.

Sansa suplicou. "Nosso quarto não me excita, tantos olhos e ouvidos no castelo esperando por mim para realizar um dever. Os mortos não vê." Ela cravou os pés firmes na terra e areia, e puxou-o. "Me faça sua agora."

Jon temia olhar para trás.

"Ah, pelo amor." Ele olhou, sua mão ainda estava no peito. "Estamos em uma cripta, Sansa!" Seus dedos circularam a taça, avaliando seu tamanho e ele ficou retraído sem jeito. "De qualquer forma, é mais quente lá em cima."

"E eu estou mais quente." Ela tirou o último laço do vestido, e usando sua mão livre dobrou o tecido que escondia seus seios por completo.

"Eu tenho certeza que você..." Ele viu a pele pálida da clavícula, que os Deuses tenha misericórdia. Ele sugou os lábios para molhá-los. "Sete infernos" Jon sem aviso empurrou-a contra a parede, e plantou seus lábios com força contra o dela, que estavam desesperados como o seu. Ele provavelmente, não podia acreditar na sua sorte e ele provou que poderia, antes que ela mudasse de idéia.

A única coisa diferente era que ela cheirava a morte e vela, provavelmente não algo que você quer em suas narinas quando você está prestes a foder, mas o calor que vinha dela o distraiu. O rei queria sentir o pulsar em seu pescoço, ele abaixou, pressionando com força suficiente para tentar sentir o batimento ele estava pressionando tão firme o suficiente que seus dentes poderia ter perfurado a pele.

"Meu pobre rei, você está morrendo de fome." Ela ronronou. Ele tossiu um pouco, ele estava engasgado com a luxúria. Suas mãos estavam entre as saias. Não havia luz suficiente para ele ver o seu alvo. Mas ela insistia que não tinha importância. "Eu estou pronta, estou bem aqui. Você sangra por mim no campo de batalha, e eu vou sangrar por você, darei à luz uma criança."


Ele soltou um gemido de angústia. Sua mão se atrapalhou com sua armadura e couro, tentando chegar a suas roupas de baixo. Era difícil beijar e tirar a roupa. Era como se ele tivesse esquecido de como se despir. "Porra" Ele sentiu o frio tocar no sua apêndice, que não estava tão ereto como ele pensava, não foi o suficiente, ele precisava pulsar. Isso não fazia sentido, ele estava com fome e com vontade, por que seu corpo o traía assim? Jon estava tentando segurar sua esposa na parede e estimular a si mesmo. "Não agora, não agora!"

Ele estava fora de si, ele voltou para o santuário do pescoço de sua esposa, tentando obter a coisa que ele precisava para  levá-lo ao limite. Seu corpo não estava sendo compatível. Talvez seu corpo ainda estaria morto? Ele rosnou, quando sua rainha agarrou-se com as pernas em volta da sua cintura, ela ficou em silêncio. Ele temeu que ela tivesse percebido, séria ridículo o rei falhar em tal tarefa, especialmente quando ele tinha se esforçado todas as outras vezes. Jon sentia que ele era capaz de realizar quando o outro não estava pronto. Não era um bom sinal, parecia horrível e imoral. É quando seu rosto começou a queimar de raiva, ele sentiu que queria dar um soco na parede. Ele se afastou imediatamente e os pés dela caiu no chão ela teve que se segurar na parede. Houve um suspiro quando se separaram, foi como uma grande força sobre eles. "É provavelmente o lugar." Ele tentou, mas Sansa estava sobre ele de novo, qualquer outro momento teria o encantado. "Dê-me um minuto, amor." Ele alertou, as mãos de sua esposa estavam invasiva, tocando em todos os cantos que nem mesmo escudeiros tocavam. Deuses não têm misericórdia, eles gostam de suas piadas cruéis. Ele fechou os olhos, desejando que o sangue fosse para suas extremidades.

"Eu sou hábil, eu poderia aquecê-lo." Ela murmurou em seu ouvido, ele tinha sonhado com tais coisas sendo dito por ela. Mas o seu núcleo de repente ficou frio.

"Não." Ele rugiu. "Como você pode ser...?" Ele se afastou o suficiente para olhá-la nos olhos. Ela parecia não se incomodar, e mais intrigante, seus olhos eram azuis violeta na luz fraca. Os de Sansa eram o céu azul. Ele se afastou, com cuidado no caso de estar errado em suas suposições. "Você não é..."

"Não tenha medo."

Isso fez Jon recuar. "Oh Deuses, eu sabia que isso era bom demais para ser verdade!" Ele a arrastou para a luz, com a intenção de ver-la corretamente para fazer uma avaliação. "É você, ou não?"

"Eu posso lhe dar um filho." Ela segurou o pretexto de quem afirmou ser, com o rosto aberto e sugestivo.

Sansa nunca foi sugestiva, ela não tinha aprendido a ser, ainda não de qualquer maneira. "Você não é minha esposa." Ainda não tendo certeza, ele permaneceu lá. "Onde está a minha esposa?" Sua voz era de morte.

Parecia colocar o medo de Rh'ollor dentro dela. "Eu tentei persuadi-la, mas ela era forte e teimosa." Jon ficou um pouco assustado. "Não temas, Eu levei todas as suas ansiedades para longe, ela está descansando, mas ela está aprendendo."

"Não fale com enigmas, diga-me!" O rei estalou, e 'sua mulher' apontou para a escuridão, de volta de onde tinha vindo, o lugar que ele queria fugir. Ele invadiu as profundezas, sentindo o cheiro da vela ainda acesa, ele não teve que andar muito. Ele viu o tecido amontoado de uma saia verde escuro, sua doce Sansa caída diante de um túmulo, com o rosto pálido e olhos inchados. "Sansa." Ele rapidamente se ajoelhou e apertou o rosto dela, examinando-a se tinha ferimentos e esperando por ela para dizer algo em sua voz melódica. Jon ficou consternado ao descobrir que ela estava com os olhos abertos catatônica, mesmo do jeito que ela estava sentada sugeriu que ela não tinha perdido o controle por completo. Se ela estava realmente alerta, mas congelada, ela deve tê-los visto... desastrado. Que coisa cruel para se ver.

Levantou-se e olhou para quem estava ali, era a bruxa, ela ainda não tinha mudado mais era ela. Ele foi até a bruxa como um raio. "Você!"

"Veja, ela está bem."

Ela tinha um sorriso. "Ela não o procurá."

"Mude de volta, eu a proíbo de ficar assim." Ele disse, sem levantar a voz.

Melisandre estava tão calma e tolerante, pois ela fez o que lhe foi dito, o rosto de Sansa se dissolveu e a sacerdotisa apareceu. "Melhor, você gosta do que você vê?"

Jon, em seguida, deu um tapa em seu rosto, mas não com sua força máxima. Ele não queria causar muito dano. Ele manteve o rosto neutro. "Eu nunca pensei que eu bateria numa mulher. Nunca na minha vida, nunca farei de novo, mas eu vou fazer uma exceção com a sua cara."

Enquanto Melisandre esfregava o vermelhidão de seu rosto, ele fez a volta para levantar a sua esposa e levá-la para algum lugar mais quente e mais seguro. Ele teve dificuldade, uma vez que a vela tinha apagado. "Eu tenho você." Ele murmurou no pescoço, sentindo o cheiro real de sua esposa, que era indescritível.

Quando passou por Melisandre ela finalmente encontrou sua voz. "Você vai precisar de mim Jon Snow, eu sou sua mensageira, Eu sou mensageira do senhor da luz, eu sempre estarei aqui. O senhor da luz tem grandes coisas planejadas para você. " Ela perseverou. "E eu estava ajudando sua esposa, ela não pode fazer o que se espera dela sozinha. Ela nunca poderia ser capaz de fazê-lo!"

Queria trancá-la nas criptas. "Não me engane de novo."

***

Davos e Jon andou com Sansa para o quarto. É isso mesmo, andou. Durante a viagem através do salão principal, ela convulsionou como se voltasse à vida. Jon certamente poderia lidar com isso. Mas ela gritou. "Oh Deuses! Chão... me coloque no chão!"

Davos tinha aparecido por trás de uma tapeçaria, ouvindo a comoção.

"Ponha-me no chão, sua presença me insulta!"

Alguns servos fugiram, alguns demoraram para sair.

"O que aconteceu, vossa graça?" O conselheiro viu seu rei colocar Sansa no chão, e ela imediatamente começou a bater no peito do marido. Davos não podia deixar de estremecer. "Agora, então, agora, então, vossa graça." Ele tentou agarrar as mãos que se agitavam contra sua majestade que estava tentando segura-lá com força, mas sem causar qualquer dano. Ela parou com o rei segurando um braço, e Davos segurando o outro.

"Sansa, você sabe que era feitiçaria no lugar, tentando nos separar. Eu fiz, tudo bem, eu não queria fazer isso. Achei que era você." O Rei explicou, e apenas por suposição, Davos avaliou o que tinha acontecido.

"A bruxa atacou novamente?"

Jon pareceu desconfortável trazendo à tona a questão. "Coisas estranhas aconteceram na cripta, eu acho que Sansa viu tudo."

"Eu fiz... é o que eu imagino que aconteceu? Sete infernos!"

Jon franziu os lábios. "Certo." É evidente que ele estava ofendido.

"Eu suponho que você está se referindo a falta de controle que sofreu."

"E o resto!" Sansa falou

"Podemos, por favor ir para algum lugar mais privado, vossas graças?" Davos falou, percebendo essas questões pessoais, moral discutidas em um lugar público.

"Posso lembrá-la, Sansa, você atingiu um rei na frente de seus súditos."
 
Sansa cobriu a boca, Jon meio que esperava um pedido de desculpas, mas em vez disso. "Certo Oh, isso foi um erro, deveria ter sido um chute no meio das suas pernas." Ela sussurrou asperamente. Jon estava mortalmente silencioso, chocado. Davos imaginou que a rainha viu coisas horríveis... para querer fazer tal coisa. O conselheiro usou a pausa para orientá-los para fora do salão até seus aposentos.

"Não foi minha culpa." Davos ouviu o seu Rei proferir perigosamente, quando chegaram ao destino. Deveria ter resfriado suas mentes durante a curta viagem.

"E por acaso foi a minha?" Sansa respondeu. Davos abriu a porta do quarto para a sua rainha. Jon desapareceu lá atrás dela.

"Você poderia ter caído nesse truque, bem como, e se fosse o contrário." Jon resmungou, como se isso fosse tornar as coisas melhor.

Sansa balançou a cabeça em desafio. "Você não me conhece."

"Como não?" Eles cresceram juntos, como ela pode esquecer?

Ela estava enfurecida, então ela gritou na cara dele. "Se você me conhece... você saberia se tivesse sido o contrário, eu não poderia ter tocado você!" Não dessa forma, e tão cedo, e em uma cripta. Os braços cruzados como se para terminar conversa.

"Porque você saberia a diferença?" Jon se sproximou, mas Sansa mantinha os lábios apertados. "Oh, eu vejo." Jon disse com amarga derrota. Ela não iria tocá-lo de nenhuma forma.

Ela podia ver a tristeza em seus olhos, ele a olhou. Olhou duas vezes muito como antes, arrependido do que tinha feito, muito que ele ouviu implicava em algo tão insensível. Ela virou-lhe as costas, só que ela não poderia fugir com algo tão perigoso quanto que, virando as costas a seu Rei. Sansa não queria sentir culpa, ela não tinha feito nada de errado. "O que acontece agora?" Ela tinha dito isso em voz alta. Mas ela não queria saber.

Silêncio.


Davos limpou a garganta. "Havia aquela reunião do conselho que foi interrompida? Talvez pudéssemos terminar. Acontece que acabamos de ter neste momento um corvo nos alertando de um dragão..." De repente, ele riu e assustou o jovem rainha. "Ele voou sobre as grandes casas do norte, ele comeu algumas cabras e arruinou alguns casebres, eles querem saber o que fazer?"

A rainha ouviu atentamente, seu marido dar um suspiro de resignação. "Bem, quando eu vi, eu não acho que nada poderia ser feito..."

"Temos muito a discutir, ainda é cedo, Vossa graça."

Ela ouviu Jon, se retirar a contragosto do quarto, o barulho de seus passos e espada ficou mais distante. A porta se fechou, e Sansa sabia que estava sozinha.


Notas Finais


O que dizer? Essa Melisandre causou.


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