História Wicked Game - Capítulo 16


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Davos Seaworth, Jon Snow, Melisandre, Personagens Originais, Samwell Tarly, Sansa Stark
Tags Jon Snow, Sansa Stark
Exibições 110
Palavras 1.126
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Continuação...
Boa leitura

Capítulo 16 - Capítulo 16


Quando a porta se abriu novamente, foi Melisandre que entrou como ela mesma. Sansa pulou da espreguiçadeira. "O que você está fazendo aqui?!"

"Eu te devo desculpas." Sansa zombou antes da bruxa completar sua explicação. "Por não dizer-lhe o meu plano. Estou muito triste, eu preciso falar antes de agir. O senhor da luz não incentiva a fraude." Melisandre era valente.

Embora ela tivesse dúvidas sobre a bruxa, mais por sua vez poderia ser útil, tal poder. Poder o suficiente para vencer uma guerra. "Certo." Sansa deixou cair o bordado na espreguiçadeira, endireitando seu vestido. "Eu suponho que eu não tenho escolha a não ser aceitar."

A bruxa piscou. "Sério?" Foi engraçado ver a bruxa olhando com suspeita.

Provavelmente Melisandre esperava levar um tapa dela também. "Você tem uma estranha forma de ajudar." Ela sacudiu o dedo para ela. "Mesmo assim." Ela juntou as mãos na frente dela. "Eu aprendi muito com essa terrível..." Ela fez um gesto, esperando a mulher vermelha preencher os espaços em branco.

Era tudo o que ela poderia dizer? "Você queria dar ao meu marido um filho." Isso não era uma pergunta, ela tinha ouvido esta manhã, a bruxa abriu a boca mas ela continuou. "Você queria enganar meu marido e leva-lo a cometer adultério." A bruxa tentou novamente, Sansa cortou. "Você queria que eu visse tudo, e eu vi, a única coisa que conseguiram alcançar esta manhã." Sansa molhou os lábios. "E eu aprendi essas coisas, e mais, eu sei o que eu pareço com outras pessoas se eu alguma vez me tornar uma sedutora".

A bruxa finalmente soltou a voz. "Sim, e você não vê o poder que você tem?"

Sansa lentamente sentou-se. "Isso não quer dizer que eu gostei." Ela balançou a cabeça, no ritmo de um caracol. "Há uma coisa para fazer um homem acreditar que ele vai ser recompensado em troca de algo; mas nesse caso ele não espera ser recompensado, é meu dever..." Ela contorceu o rosto com o pensamento. "Bem, isso é... algo que eu não estou confortável. Dando coisas com tanta boa vontade não é o que uma nobre faz."

"Oh, mas você vai em algum momento se inclinar a dar, minha Rainha, e nunca questionam a sua nobreza. Quando duas pessoas amam uns aos outros, eles não vêem você como uma mulher menos nobre, quando está mais disposta do que ele." A bruxa vermelha sentou na espreguiçadeira ao lado dela, sem permissão. "O amor é cego, vossa graça."

Sansa fez uma careta, suas saias estavam se tocando, ela se afastou. "Eu aprendi, o meu marido estava insaciável quando o persuadiu." Talvez não fosse uma coisa má a bruxa ficar entre ela e seu marido.

"Todos os homens são. Pena que ele não estava à altura da tarefa..." A bruxa tinha um sorriso secreto. "Você obviamente não viu tudo da onde estava."

Sansa revirou os olhos para a crueza. "Eu não precisava."

"Se você tivesse, você teria visto um problema... um obstáculo."

Sansa tentou ler o rosto de Melisandre. Seu olhar estava presunçoso. "Ele estava vestido... e armado?"

Melisandre riu. "Não doce menina, um problema com o... instrumento. Pode ser uma bênção em curto prazo para você, mas... para mim... seria destrutivo."

A rainha finalmente entendeu. "Oh." Ela ficou tão vermelha quanto o vestido da bruxa. "Oh..." Finalmente pensando no dilema. "Não consumação, nenhum herdeiro." Apesar de suas dúvidas com fundamentos, sentiu-se um pouco deprimida.

"Eu estou supondo que é por causa da ressurreição, ele não voltou todo." Ela pensou em voz alta e Sansa finalmente sabia que ela não era a única com um problema. "Eu duvido que a sedução é a chave, se não sou eu a causa por que se preocupar? Se for ele, eu não posso corrigir isso."

"Eu posso te consertar, vossa graça." A bruxa estava confiante sobre a ansiedade da Rainha.

"Duvido, minha senhora." Ela sentiu as mãos quentes procurar a dela. "Não... me beije." Ela recuou, com medo, temendo que os eventos desta manhã iria repetir-se.

Melisandre era persuasiva. "Outra vez talvez. Mas hoje, eu vou ensiná-la a tocar." Ela esfregou os polegares sobre as mãos da jovem rainha. "Veja."

"Isso não é realmente um segredo, eu fiz isso." Sansa sussurrou, para não envergonhá-la.

"Mas você poderia fazêr no seu marido. Você evita carinho com Jon porque você acha que vai chegar a algum lugar. Pode ser carinhosa sem temer o sexo."


Os olhos de Sansa incharam. Ela tinha dito isso. Ela tinha atingido um ponto na em sus cabeça. "Sim, bem... Eu não preciso temer mais isso, não é, o sexo?" Ela estava prestes a rir, mas seria cruel. "Pobre Jon, mas eu ainda estou com raiva."

"A raiva é melhor do que o medo." A bruxa acalmou, colocando uma mecha de cabelo atrás da orelha da Rainha. "Use-a."

"Eu não quero me alimentar de raiva." Sansa racionalizou. "Eu não quero ser violenta... amante." Nunca diga essa palavra novamente. "Às vezes eu sinto que eu quero punir todos pela minha dor." Seu cabelo estava sendo afagado. "Eu posso entender como Cersei se sente. Eu me sinto amarga todo o tempo."

"Você sempre fantasia sobre uma versão idealista de si mesma?"

"Não, não mais." Sansa era honesta. "Eu imagino como eu estava." Estúpida. "Então eu lembro o que aconteceu." Ela olhou para o espaço vazio. "E eu ainda estou lá." Lembrou-se de chorar sobre as peles de lobo, encontrando-se com contusões, limpando viscosidade. Seu lábio tremeu. "Eu nunca vou ficar limpa."

A bruxa estava olhando na mesma direção que ela. "Vejo muitas semelhanças nesta sala. Suponho que o original fica ainda mais para baixo."

Sansa não gostou da ideia Melisandre podia vê-lo, ela se sentiu violada, novamente. "Não olhe lá." Ela avisou, com um tom de irritação.

"Talvez, se eu fizer pode não funcionar, então talvez nós precisamos ir para o quarto."

"Não!" Sansa ficou de pé, e a bruxa se retraíu. "Eu nunca vou colocar um dedo do pé naquele quarto, eu não vou nem olhar para a porta." A bruxa era cruel.

"Então eu acho que devemos nos contentar com as primeiras opções; Nós eliminamos as semelhanças ou daremos um novo significado." Melisandre apontou para as peles de lobo, e Sansa olhou para elas. "Esconde-las ou destruí-las."

Houve hesitação, em seguida, a rainha finalmente marchou para a cama, pegou-as e jogou-as no fogo da lareira, ela usou um atiçador para alimentar o fogo. "Isso é para o seu senhor." Sansa comentou, atiçando o fogo muito violentamente, como se ela estivesse esfaqueando alguém.

"Agora, veja as velas" A bruxa apontou para o peitoril da janela. "Traga-os, juntamente com o jarro de estanho."

Sansa fez isso imediatamente, mas assim que tudo tinha sido colocado na frente do mulhere vermelha, ela teve dúvidas. "Isso não é mágica, não é?"

"Não, isso é uma limpeza." Melisandre fugiu para perto do fogo, ela segurou a lata contendo as velas sobre o fogo. Sansa observava, hipnotizada. A lata brilhava, e ela viu a cera derretendo.


Notas Finais


O que Melisandre vai fazer?


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