História Wicked Game - Capítulo 8


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Categorias As Crônicas De Gelo e Fogo (Game of Thrones)
Personagens Arya Stark, Brandon "Bran" Stark, Brienne de Tarth, Davos Seaworth, Jon Snow, Melisandre, Personagens Originais, Samwell Tarly, Sansa Stark
Tags Jon Snow, Sansa Stark
Exibições 119
Palavras 2.119
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Demorei mais voltei.
Boa leitura

Capítulo 8 - Capítulo 8


Davos e Sam já eram amigos firmes, um relacionamento que provavelmente duraria muitos anos. Eles não podiam sentar-se para comer até Jon entrar. Davos usou a oportunidade para examinar o resto dos Tarlys. "É ridículo como esse homem nos dá as costas". Ele estava segurando sua taça, gesticulando para Randyll. "Você acha que ele favoreceria o conselheiro do rei, e o amigo do rei... ele não sabe da posição em que será colocado."

"Bem, esse é o meu pai para você, quando ele guarda rancor, é para toda a vida. Nem mesmo uma vida inteira de presentes jamais o derrubará". Sam bebeu, um pouco depressa demais. "Uh... oops, desculpe." um pouco de vinho tinha escorrido pelo seu queixo, ele tossiu, depois de ter se recuperado, sentiu-se obrigado a perguntar: "Eu me pergunto se vou conseguir um título de cavaleiro".

Embora Davos gostasse desse homem, ele não aprovaria que tais coisas fossem perguntadas.

"Quem sabe, você precisa ser capaz de realizar um grande feito em sua presença, tente uma boa ressurreição." Ele falou, sentindo-se um pouco desajeitado depois.

"Aposto que foi uma espécie de magia de sangue..." Sam estava tão inquieto quanto o velho. "Eu não estaria inclinado a..." Ele estremeceu, forçando para baixo outra bebida.

"Era uma espécie de magia, mas não era magia de sangue, eu vi um pouco de magia do diabo, um bebê feito de fumaça negra, homens com olhos  branco e safira, não é uma anedota que eu possa compartilhar".

"Não há necessidade." O cara corpulento sempre estava assustado.

As portas principais se abriram e o rei entrou com a rainha, radiante como sempre no braço, mas subjugada.

"Bem." Davos falou, claramente Sam não sabia por que estava tão surpreso. Mas esperava que não fosse o medo que trouxera Sansa para baixo.

"É ela? Sam disse um pouco alto demais, e Davos o silenciou.

"Meu Rei e Rainha." Ele se sentia obrigado a ser excessivamente cortês, o necessário para saber o quão importante era esta união.


"Finalmente, bom podem começar essa boa refeição." Jon anunciou, gesticulando para os outros homens hesitando para sentar-se. "Desculpe por ter mantido vocês esperando." Ele soltou a mulher do seu braço.

"Tolice vossa graça, nós entendemos que o período de lua de mel pode ser distrativo" Randyll estava cheio de alegria, e ele se aproximou de Sansa, olhando de seus sapatos para seus cabelos. "Deuses, eu posso imaginar porque a cerimônia de casamento foi tão rápida, não se deve perder tempo com formalidades."

Sansa sorriu, entendendo o que ele queria dizer, todos os homens acharam engraçado, infelizmente ela não. "Vossa graça." Ele finalmente falou com ela oficialmente, estendendo sua mão.

***

Havia bolos de limão, ela queria devorar cada um deles. E assim o fez. Pelo canto do olho, Jon olhou para cada bocado que se aproximava de sua boca. Então o rei gostava de bolos de limão, quem sabia? Mas era impróprio para uma mulher ter um apetite feroz, um apetite por comida sugeria um apetite por sexo. Embora deveria ela deixar seus convidados acreditarem que tinham consumado, e continuaria assim? Havia também o medo de ganhar peso, lembrou-se do que Lysa lhe dissera.

Ela comeu outro bolo de limão, primeiro quebrando-o em pedaços para torná-lo menos colosso e mais delicado. Ela não tinha certeza se seria correto lamber seu polegar e seu dedo depois. Embora não fosse como se ela enfiasse o dedo inteiro na boca e no chão, como os homens. Sam estava sendo cutucado no cotovelo toda vez que ele repetia o prato. Pobre camarada.
O bate-papo se elevou sobre o sons de mastigação, isso ela pode ser grata. Davos estava comendo, enquanto conversava com seu marido, sobre navios e ilhas de safira. Ela já falara com cada um dos Tarlys. Samwell parecia que ia dizer algo para ela, então sorriu para encoraja-lo. "Sim?

***

O conselheiro do outro lado da mesa esfregou migalhas de seus dedos.

"Como você a fez descer? Ele falou para o seu Rei enquanto todo mundo estava envolvido em uma conversa diferente.

"Eu disse a ela que eu era rei, e eu esperava ter ela aqui." Jon estava olhando para qualquer lugar, menos a pessoa em questão. "Isso é tudo que precisou." Ele limpou a garganta e bebeu um pouco de vinho, o mais velho só assentiu com a cabeça, ele não podia discutir com isso.

"Ela estava de bom humor?

Jon colocou a taça na mesa. "Por quê?" Parecia que o Rei estava tentando incriminá-lo. "Você está perguntando se ela brigou, eu a arrastei para baixo? Não, de fato, eu não o fiz." Ele puxou sua túnica, olhando para a esposa que estava absorta em uma conversa. "Ela me deixou tocá-la hoje." Ele disse isso como uma reflexão tardia, procurando mais comida.

Tente não rir. O velho cavalheiro mordeu um pedaço de pão. "Isso é maravilhoso, vossa graça. Mas, ela não fez isso de qualquer maneira..." Ele estava com seus olhos brincalhão.

"Não se faça de bobo, Davos." Ele disse grosseiro, mesmo se a conversa fosse anedótica. "E se você acha que eu quis dizer segurando as mãos e brincando, esse é um passo na direção errada." Jon estava bebendo muito vinho.

Você pensaria que se seu rei estivesse à beira de fazer amor com esta mulher, ele gostaria de ficar sóbrio. "Se você já viu algumas pinturas a óleo eles são normalmente de mulheres nuas, e isso soa muito picante para mim."


Davos precisava deixar uma coisa clara. "Você acha sábio estar bêbado, esta noite, vossa graça?"

Jon examinou-o, enquanto reabastecia sua taça em retaliação. "Eu não estou bêbado, eu teria que beber três vezes mais para ficar bebado."

"Sua esposa... talvez não... goste."


A taça caiu. "Oh, ela vai gostar." Jon disse com um pouco de alegria, Davos pensou que ele poderia ter pelo menos transformado em uma piada, mais era quase uma ameaça. "Ela vai ter que aguentar, eu posso tocar com ou sem vinho."

Esse homem precisa de um sedativo. Davos limpou a garganta. "Eu poderia te dar algo melhor, eu posso ter alguns Possyt feito."

A voz de Sam soou na mesa. "Nós trouxemos Possyt!" Todos pararam para olhar para ele. Davos deve ter esquecido de baixar a voz, mas Jon parecia preocupado porque, se Sam tivesse conseguido ouvir isso, o que mais poderia ter sido ouvido, e o que de Sansa ouviu? Davos sabia que falar um do outro pelas costas não seria bom para o casamento.

Sansa olhou de um para o outro. "Eu ouvi falar de Possyt, é algum bolo?"

Randyll olhou para ela. "Não, querida rainha, é uma bebida cremosa quente e com baunilha e noz-moscada, o que me surpreende muito que você não tenha ouvido falar, eles não fazem essas coisas no norte?"

Jon parecia muito incomodando, ele tinha inclinado imprudente em um lado da cadeira. "Não, temos cerveja, hidromel e vinho, não precisamos de nada."

Davos teve a impressão de que Jon estava prestes a lançar algum comentário, por sorte Sansa estava ansiosa pela bebida.

"Você disse que tem alguns, você carrega isso todo o caminho de Monte Chifre? Espero que ainda esteja fresco."

Davos se perguntou se essa era a tentativa de Sansa de suavizar as coisas, ou de minar o Rei. "Tenho certeza de que temos esses ingredientes para fazer alguns dos nossos próprios, e não diminuir a oferta Tarlys, porque é muito mais." O conselheiro disse gentilmente, mas Jon estava moralmente silencioso.

Sam estava muito feliz por ter iniciado uma discussão que envolvia toda a mesa. "Não nos importaria, é preciso ser usado."

Sansa franziu o cenho. "Se é tão bom quanto você diz, por que você tem de sobra?"

"Presente de casamento." Sam disse, e seu pai parecia fazer uma coisa estranha, Sansa acreditava que era um chute em Sam sob a mesa, porque Samwell pulou um pé no ar. "Ah, espera, presente, desculpe, só um presente... Nós, é claro, não sabíamos nada sobre o casamento, então eu poderia dizer a partir deste ponto... que é um presente de casamento."

Sansa olhou para o seu rei, uma conversa não foi detectada através deles, isso era estranho. Sim, foi. "Estamos aceitando isso ou não?"

"Isso é muito gentil da sua parte, acho que me convenceram a provar a bebida, a minha mulher está interessada."

Não podia dizer se aquele olhar aquecido era raiva ou admiração. Davos pensou.

"Como você pode fazê-los?

Randyll bateu palmas. "Excelente, vamos descarregar o barril, vamos mandá-lo para as cozinhas, uma vez que estiver feito."

"Ou talvez você poderia fazê-lo agora?" Jon disse, descansando o queixo em sua mão, seu dedo desviou-se para acariciar sua barba. Ficando óbvio, ele não estava com disposição para esperar.

 
A rainha notou Davos dar-lhe um rápido olhar afirmativo. Era tão fluida que quase perdeu. Randyll já havia saído da mesa para falar com um de seus homens, ela podia ver a urgência, mais era apenas uma bebida.

***

A bebida era boa. Mantinha a sua descrição; Ela era suave, cremosa, temperada, e ela tinha certeza de que havia vestígios de limão, ela bebeu profundamente, cantarolando, e ela educadamente pediu um segundo, o que foi concedido.
Foi depois da sexta rodada à noite, ela percebeu que tinha um sabor alcoólico. Quando ela comentou, Davos explicou que a bebida foi misturada com uma colher de vinho doce. "E tome cuidado." Ele acrescentou, antes que Jon retruca-se áspero

"Levante-se, Davos, deixe-a beber."

"Você é doce para mim." A rainha sorriu, acariciando os nós dos dedos do marido. "Eu tenho uma coisa nova favorita." Sua cabeça inclinou-se lentamente no lado de sua cadeira, até que Jon a ajustou contra seu ombro. "Nunca me deixe viver um dia sem isso."

Jon não conseguia parar de sorrir.

Oh Deuses. Davos esperava que a receita do Possyt, tivesse o efeito desejado; Sonolência e sono ininterrupto. Mas nesse momento, ele estava vendo níveis elevados de felicidade, mas uma felicidade calma. "Eu estava apenas dizendo, é muito rico, talvez você deve guardar alguns para a manhã?"

"De manhã... para que... ei." Jon soou como se estivesse prestes a chamar Davos para uma briga, ele parecia agarrar seu ombro forte o suficiente para incitar esse tipo de reação. "É isso que bons conselhos soam como, para tomar possyt de manhã?!" Sua voz estava elevada, Sansa que estava começando a cair, mas o barulho a acordou.

"Já é de manhã?

"Não, doce esposa, este homem e eu estávamos falando sobre amanhã." Ele disse para ela como se estivesse do outro lado da sala, não ao seu lado, como ela estava. "Mas isso me lembra, temos que ir para a cama em algum momento!"

Sua voz ainda estava em um volume ridículo. Graças aos Deuses, seus convidados tinham-lhes oferecido boa noite e se retiraram na primeira rodada de possyt. A cabeça de Sansa inclinou-se para a mesa mais uma vez, até que deitou-se sobre a superfície. Sim, ela dormiu. "Na verdade, é melhor irmos agora, enquanto eu ainda estou..."


Davos desviou os olhos quando Jon agarrou sua virilha.

O velho conselheiro colocou uma mão firme no braço de seu rei. "Sua graça, duvido que possa...

"Chega." Ele sacudiu a mão dele. "Você e seu possyt." Ele retumbou.

O conselheiro não tentou segura-lo, mas ele resmungou mais alto ainda, e ainda sim não perturbou Sansa. Jon estava sobre ela novamente, ele varreu seu cabelo para um lado assim poderia olhar em seu rosto. "Por que diabos alguém pensou que possyt seria um bom presente para uma recém casada, dar a uma menina leite quente e ela já cai em um sono de bebê"

"Suponho que era esse o propósito, ser um sedativo para noivas nervosas e noivos, que já foi usado para a insônia."

"Você sabia o que estava fazendo? Por que você não colocou a essência sangrenta de nightshade?"

"Eu odeio o risco." Ele disse honestamente, mas percebeu que tinha se incriminado admitindo que queria deixá-los dormir. "Vocês dois precisam de um bom descanso." Ele acrescentou, tentando ser o mais calmo possível. "Você não pode esperar nada dela hoje à noite."

Jon brincou com os cabelos ruivos de sua noiva e disse gentilmente. "Mendigos não podem ser escolhedores." Ele se curvou, enfiou um braço sob suas pernas e colocou o outro em volta dela e a levantou da cadeira.

Davos ficou estupefato. Ele aceitou o que ele havia dito? Este era Jon Snow, ele era honrado assim; Sim, ele faria.

A cabeça de Sansa afastara-se de seu corpo, até que estava corretamente apoiada no ombro do Rei. Parecia doce. Os guardas abriram as portas enquanto ele andava pelo corredor. Ver a massa de couro e cabelos pretos, com ondas vermelhas sobre um braço parecia algo fora de um livro. O conselheiro permaneceu no corredor quando os criados vieram para limpar as mesas. Ele sorriu para os pratos de bolo vazios, e os jarros de possyt. Mendigos não podem ser escolhedores? Ele olhou para a porta agora fechada. "Você não pode esperar nada dela hoje à noite." seguido por: "Mendigos não podem ser escolhedores." Ele de repente sentiu náuseas, que soou muito... Davos, em seguida, caminhou com pressa em direção às portas.




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