História Wicked Games - NorminahG!P - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Camreng!p, Dinah Jane, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Normani Kordei, Norminah, Norminahg!p
Visualizações 155
Palavras 3.109
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Luta, Mistério, Orange, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 27 - Don't Wanna Talk About It


    Anteriormente...


     Ouvi Normani murmurar um “Droga!” baixinho e, automaticamente, deduzi que aquilo não era nada bom. — Eu quero conversar com vocês... Somente vocês quatro.


     Merda!


    //


      [Point Of View's Dinah]


    Me virei lentamente para encarar o homem, que se encontrava com uma postura séria.


    - Desculpe me meter assim mas, eu não posso deixar Normani sair sozinha daqui. — Falei firme e em bom tom. Não posso dizer que não estou nervosa, porque estou, e muito. Mas não vou transparecer isso a ele.


    - Eu preciso conversar somente com as quatro, Dinah. Então, Normani terá que se retirar. — Ele respondeu de queixo erguido. Eu apenas suspirei e me virei para a morena. “Vá direto para o seu quarto e não deixe que ninguém a veja. Se tranque lá, por favor!” – Sussurrei em seu ouvido. Ela assentiu, deu uma última olhada em seu pai, e então saiu da sala. — Podem se sentar. — Eu nem pensei em negar. Caminhei até um dos sofás de couro e sentei. Ally ficou ao meu lado e Camila e Lauren sentaram no outro. Derrick levantou de sua cadeira, caminhou até a frente de sua mesa e se encostou na mesma, com os braços cruzados. Ele analisou cada uma de nós, e então disse: — Obrigado por salvarem a vida da minha filha.


    - Não precisa agradecer, Derrick.. — Camila falou.


    - Só fazer as perguntas que sabemos que você tem pra gente. — Lauren completou. Ele a encarou com uma sombrancelha arqueada e um sorriso desacreditado.


    - Você quer saber o porquê, não é? — Ally perguntou


    - Eu não conheço você de algum lugar? — Derrick perguntou franzindo o cenho, depois de alguns segundos analisando a baixinha.


    - Eu estava na festa, na sua mansão em Nebraska, aquela noite. Me desculpe, mas eu tive que fazer o que fiz. — A baixinha ao meu lado respondeu.


    - Eu tenho perguntas pra vocês, sim! Mas não quero fazê-las agora. Eu só quero pedir uma coisa pra vocês nesse momento.


    - Nós já cuidamos da Mani, Derrick! Não precisa pedir isso. — Lauren falou.


    - Eu preciso que vocês me ajudem! — Derrick pronunciou olhando para nós. Fui obrigada a olhá-lo surpresa, pois eu não imaginava que ele fosse dizer isso. Olhei para as meninas, elas pareciam pensativas. Igual a mim. Eu estava fazendo um pequeno flashback em minha cabeça, lembrando de tudo o que aconteceu desde que tudo começou. Então:


    - Você não sabe como contar a ela. — Camila afirmou.


    - Como você teve essa coragem? — Lauren perguntou indignada — Sua filha era uma criança na época! Ela seria como nós, Derrick! Você não pensa?!


    - Como é?! — Ele franziu o cenho, em direção ao casal.


    - Você vendeu sua filha, Derrick! Eu não sei o que fez no passado, com Thierry, mas você garantiu ela em troca. — Falei com raiva.


    - Você enrolou o Thierry achando que ele ia esquecer?! Você tem noção do que se meteu? Tem noção de que esse seu “errozinho” está acabando com a vida de Normani? — Ally falou também irritada. Todas estávamos. 


    - Eu não queria.. — Ele argumentou.


    - Queria, sim! Mas explica, Derrick! Explica o porquê de você querer vender Normani, ainda sendo uma criança? — Camila perguntou exaltada — Explica!


    - Você sabe quem é ela, não sabe? Sabe quem é a chefe! — Levantei e caminhei até ele, parando em sua frente. — Se você quiser que isso acabe, me fala o nome e eu prometo, eu vou atrás dela e acabo com tudo isso de uma vez, Derrick! Só, por favor, me fala o nome dela! Deixa a gente acabar com a sua dor de cabeça.


    - Eu não posso — Ele murmurou baixinho, com olhos cheios de lágrimas. Passei as mãos no cabelo. — Eu não posso fazer isso.


    - E por que não? Sei que não posso pedir para que confie em mim, mas acredite, eu quero salvar sua filha. — Falei tocando em seu ombro


    - Eu sei que vocês querem salvá-la, eu também queria isso. Mas acreditem, só quem pode salvá-la, é ela mesma. — Ele falou, agora chorando. Franzi o cenho confusa — Eu fiquei chocado e muito triste quando descobri quem era. Nunca esperei isso daquela pessoa. Mas, escutem o que eu digo, eles são piores do que pensam...


    - E nós somos capazes de fazer coisas que você nem imagina, Derrick! Já que você não vai falar nada que possa nos ajudar, acredito que podemos nos retirar. Vamos, Dinah! — A latina levantou e segurou em minha mão, me puxando até a porta.


    - Dinah? — Ouvi Derrick chamar antes que eu passasse pela porta. — Você não irá conseguir salvá-la. Mas caso isso venha acontecer, saiba que irá perder sua vida. Ele vai atrás de você. — Apenas o olhei uma última vez, e então me retirei do local.


      (...)


    - Precisamos conversar com Normani — Falei baixinho enquanto ainda andávamos pelo corredor — Não podemos mais ficar aqui.


    - Eu tenho uma ideia, Dinah — Ally piscou.


    - E eu sei que vamos usá-la, Ally — Pisquei de volta.


      (...)


    Bati na porta do quarto de Normani algumas vezes, e minutos depois ela foi aberta, revelando a morena com os olhinhos inchados.

Ela estava chorando. Mais uma vez.


    - Podemos entrar? — Perguntei quebrando o silêncio.


    - Não precisa pedir — Ela murmurou e nos deu passagem. Lauren, que entrou por último, olhou algumas vezes para o corredor, apenas para checar se não tinha ninguém por perto. — O que meu pai falou pra vocês?


    - Olha Mani, essa história toda ficou ainda mais complicada. — Ally começou, sentando ao seu lado na cama. — Não sabemos o porquê de determinados pontos, mas o que sabemos é o suficiente para que possamos dar um fim nisso tudo.


    - Somente seu pai pode explicar algumas coisas, Mani. Ele não falou nada que pudesse nos ajudar, porém pediu nossa ajuda. Ficamos sem entender no começo... — Lauren falou cruzando os braços, ao meu lado.


    - Mas entenderam depois, não é? — Ela perguntou. Suspirei.


    - Ele sabe quem é ela, sabe o porquê disso tudo, mas disse que não podia falar nada. — Foi a minha vez de falar.


    - Ele disse também que ficou chocado quando descobriu quem era e que nunca pensou que aquela pessoa fosse capaz de tudo isso. — Camila pronunciou olhando para a morena, que estava com uma carinha cada vez mais confusa — Você conhece alguém que seu pai era próximo no passado? Alguma amiga?


    - Ou até mesmo algum tipo de relacionamento.. — Ally completou. Era perceptível que os pensamentos da morena deveriam estar a mil. O olhar que ela me lançava denunciava isso.


    - Eu não sei, gente! — Ela respondeu — Meu pai sempre foi muito reservado. Eu nunca o vi se relacionando desde que minha mãe morreu em meu parto, mas também nunca toquei no assunto porque ele sempre se ocupava com os negócios da empresa.


    - E quanto as amizades? — Lauren perguntou.


    - Ele tem muitos amigos empresários também. É uma chatice quando estão juntos pois só falam de negócios, reuniões, ações e essas coisas. — A morena respondeu fazendo uma careta. Ouvimos batidas na porta. Camila caminhou até a mesma e abriu:


    - Lucy me mandou chamar vocês para comer algo. Já está tarde. Onde está o Derrick? — Louis perguntou colocando metade do corpo pra dentro. Franzi o cenho com sua pergunta.


    - Ele está no escritório, ué — Camila respondeu dando de ombros. Louis negou.


    - Não, ele não está. Achei que estivesse com vocês, por isso vim logo aqui — O agente falou, confuso. Assim como nós.


    - Como assim? Só fazem alguns minutos que saímos daquela porra de escritório! — Lauren falou — Vocês não viram ele saindo de lá?


    - Estamos todos reunidos na cozinha. Não vimos nada! — O rapaz respondeu. A única coisa que eu vi foi Normani saindo em disparada. Sem pensar, eu fui atrás.


    - Mani? — Chamei pela morena que olhava em todos os quartos, desesperada. Não obtive resposta. — Normani? — Tentei novamente quando estávamos descendo as escadas, mas também não obtive resposta. — Normani, olha pra mim! — Segurei em seu braço, a fazendo parar. Notei que já estávamos na cozinha, e todos nos olhavam.


    - Eu não posso perdê-lo de novo, DJ — Ela falou com lágrimas nos olhos


    - Do que estão falando? — Verônica perguntou com um copo de água em mãos


    - Não o levaram, Mani — Falei ignorando a pergunta de Verônica.


    - Ele realmente não está aqui, Dinah! — Ouvi a voz de Camila, ofegante, atrás de mim.


    - Derrick não está aqui? — Verônica tornou a perguntar. Soltei de Normani, que agora chorava, e passei a mão no rosto, respirando fundo. — Ele estava com vocês. Pediu pra conversar com vocês. O que fizeram?


    - Olha Verônica, você não enche a minha paciência agora! — Lauren falou


    - Nós conversamos com ele, Verônica — Respondi trazendo seu olhar pra mim. — Ele pediu nossa ajuda, mas disse que não podia dizer nada sobre a tal mulher. Não fizemos nada pra ele.


    - Como uma pessoa pede ajuda mas não dá nenhuma informação?! Ele pensa que somos o quê? — Harry falou indignado


    - Ele não pediu a ajuda de vocês, Harry. Ele pediu a nossa. — Camila olhou para o garoto de braços cruzados.


    - E ele já conhecia vocês? — Foi a vez de Keana perguntar.


    - Não sabemos bem, mas acredito que sim — Ally respondeu, de modo rude.


    - Então ele pediu a ajuda, especificamente, de vocês?! — Lucy disse. — Que loucura!


    - E o que vocês vão fazer, Hansen? — Verônica debochou sentando em uma cadeira.


    - Eu preciso conversar com você, agora! — Passei pelas meninas e olhei para Lauren. — Você vem comigo. Ally e Camila, fiquem com a Mani. — Ambas assentiram.


    - Tá esperando convite, Verônica?! Levanta daí! — Lauren mandou e, mesmo surpresa, Verônica levantou.


      (...)


    - Acredito que não tenha me chamado aqui para falar bobagens, Hansen — Verônica pronunciou, sentando em uma cadeira branca. Estávamos perto da piscina.


    - Eu nunca tratei nada com você, que não fosse relacionado a Normani, Iglesias. — Respondi sentando a sua frente, e Lauren ficou ao meu lado. — Você não me parece preocupada com o sumiço de Derrick.


    - Está insinuando algo? — Apenas arqueei uma sombrancelha. Então ela continuou — Eu estou preocupada com o Derrick sim, Dinah! Mas eu sei lidar com esses tipos de coisas. Tenho experiência há anos, então não estou supresa. Sei separar as coisas.


    - Então você deveria saber separar esse seu ódio sobre mim, do seu trabalho. Você não gostar de mim é uma coisa pessoal, apenas sua. Você está trabalhando em um caso e, acredito que o seu chefe não disse que me odiar ajudaria a resolvê-lo. — Falei de braços cruzados.


    - A questão não é essa, Hansen!


    - Então me diz qual é. — Rebati, mas ela não respondeu. — Eu só quero dizer Verônica, que você precisa de mim. Será que você pode deixar pra me odiar quando acabarmos com tudo isso? Eu estou falando como a Dinah e não como essa assassina que você deixou morar no seu subconsciente. Eu mudei, tenha isso em mente. Muitas vezes o vilão de alguém é o herói de outro, Iglesias. Nós quatro mudamos, e isso está mais do que explícito. Não estou pedindo pra você aceitar isso, mas pelo menos tente deixar de lado por enquanto, pois preciso de você. E tenho coragem o suficiente pra deixar meu orgulho de lado e admitir isso. Me ajude e se permita me ajudar também. — Estendi a mão em sua direção. Ela pareceu lutar internamente contra si mesma — Pelo menos pela Normani.


    - Pela Mani. — Ela segurou em minha mão e apertou levemente. Suspirei aliviada. — Vocês são espertas, devo admitir. Eu sei que tem algo em mente. Vocês sempre têm.


    - Somos espertas mesmo. — Lauren falou sorrindo convencida. Então continou. — E pra começar, temos que sair daqui. — Falou e, diferente do que eu pensei, Verônica concordou.

Ela não surtou, isso é bom.


    - Você já esteve na Rússia, Iglesias? — Perguntei a vendo sorrir maleficamente.


      (...)


      [Point Of View's Camila]


    - Beba água, Mani — Estendi o copo para a morena, que nem relutou. Com muito custo, eu havia conseguido levá-la de volta até o quarto. O choro já tinha cessado, agora ela estava mais calma.


    - Está melhor? — Ally perguntou, sentando ao seu lado. A morena apenas assentiu.


    - O que está acontecendo, Normani? — Perguntei séria. Eu não estava aguentando aquela estranheza tão inesperada da parte dela. E se fosse algo grave e ela precisasse de ajuda?! Eu tinha que saber o que estava se passando naquela mente. A vi suspirar algumas vezes. Parecia ponderar a possibilidade de me contar o que quer que fosse. — Eu sei que algo está acontecendo com você Mani, e isso está me deixando preocupada.


    - Não está acontecendo nada, Mila. — Ela murmurou com a cabeça baixa — Eu só estou exausta psicologicamente.


    - Logo a Dinah dará um jeito nisso tudo. — Ally falou e assim que Normani ouviu o nome da loira, começou a chorar. — Nós sabemos que algo aconteceu, Mani. Não tente mentir para nós. Mas se você não quer contar, vamos respeitar seu espaço.


    - Só por favor, nos conte se estiver correndo perigo aqui, se alguém ameaçou você, apenas nos conte. Daremos um jeito em o que quer que seja em questão de minutos — Sentei ao seu lado e a abracei. Ally estava segurando em sua mão, tentando passar-lhe confiança. A morena apenas soluçava descontroladamente em meu ombro.


    - Eu tenho medo.. — Ela falou entre as lágrimas.


    - Medo de quê, amor? — Perguntei medindo as palavras. Não queria fazê-la chorar mais.


    - A Dinah não pode me deixar agora! — Ela respondeu chorando ainda mais. Franzi o cenho.


    - Por que acha que ela vai deixar você? — Perguntei estranhando aquilo.


    - Eu só não quero que ela me deixe. Só isso! — Ela respondeu depois de alguns soluços — Essa garota está se tornando o meu porto seguro.


    - E você deve estar se tornando o dela também. Você viu como ela saiu hoje de manhã, depois daquela briga? Ela perdeu o rumo quando você disse aquilo. — Ally falou.


    - Eu me expressei de maneira incorreta.


    - Você tem que fazer com que ela entenda isso, Mani — Falei iniciando um carinho em seus cabelos. Seu choro parecia estar cessando. — Vocês ainda têm que conversar, sabe disso não é?


    - É claro que eu sei! Mas no momento eu estou muito preocupada com o meu pai também. — Ela se afastou de mim, secando os olhos com as mãos — É tão inacreditável! Ainda não caiu a ficha de que ele está vivo. E agora não caiu a ficha de que ele sumiu em menos de vinte e quatro horas. Tudo isso parece um pesadelo.


    - Me escuta Mani... — Segurei em suas mãos, a fazendo olhar em meus olhos — Esse pesadelo vai acabar. Não faço ideia de como e nem quando, mas do jeito que Dinah está, não duvide que daqui pra amanhã ela mate alguém. — Normani arregalou os olhos e eu ri — É brincadeira. Mas, falando sério agora, ela vai acabar com tudo isso logo. Nós vamos. Confie em mim, Mani!


    - Eu confio em todas vocês, Mila — Ela se jogou em meus braços, em um abraço. Logo, Ally também se juntou a nós.


      (...)


      [Point Of View's Dinah]


    Eu havia acabado de contar o que Derrick nos falou em seu escritório, e Verônica estava em silêncio, processando cada informação.


    - Só Normani pode se salvar? — Ela perguntou depois de longos segundos. Assenti. — Isso é ainda mais confuso.


    - Foi o que ele disse e, tenho certeza que, não levaram ele de volta. Ele foi por vontade própria e só Deus sabe pra onde. — Falei arqueando uma sombrancelha.


    - Isso é o quebra cabeça mais difícil que eu já fiz questão de montar — Ela murmurou.


    - Vamos descobrir tudo se chegarmos na Rússia o quanto antes. — Lauren falou.


    - Eu sei o que fazer, Verônica! Só o que precisamos é chegar lá o mais rápido possível — Falei.


    - Vamos dar um jeito nisso, Hansen! — Ela levantou e saiu andando para dentro da casa. Fiz um high five com Lauren e então levantei também.


      (...)


    - Bom, eu chamei vocês aqui pra avisar que vamos direto para a Rússia. — Verônica falou de braços cruzados. Ela mandou chamar todos na sala para dar alguns avisos e eu estava ao lado dela, junto com Lauren. Normani estava abraçada com Camila e Ally, e aquilo me deixou mais tranquila. — E dessa vez estou falando que vamos como uma equipe. Ouviu bem, Valentin?


    - Por que diz isso pra mim? — O homem perguntou fingindo estar ofendido.


    - Porque preciso de você como meu agente, e não fugindo por aí porque ficou com raivinha ou por algo que umas dessas meninas falaram que feriu seu ego — Verônica respondeu com toda a sua postura. Normani a encarou surpresa por alguns segundos e em seguida olhou pra mim. Apenas dei de ombros sorrindo de canto. — Quero que vocês façam o que a Hansen achar melhor. Ela sabe, melhor que todos aqui, com o que estamos lidando. Estamos entendidos?


    - Sim! — Todos responderam. Exceto Val e Keana.


    - Ótimo! Agora arrumem suas coisas e estejam aqui em vinte minutos. — Ela ordenou e todos se dispersaram até o andar de cima. Então ela se virou em minha direção — Está bom pra você, Hansen?


    - Queria um pouco mais. Mas por hora, está ótimo — Lauren respondeu em meu lugar. 


    - Não pensei que fosse falar aquilo pro Val — Falei sincera.


    - Talvez eu esteja parando para pensar, Hansen. Mas só talvez — Ela piscou e então subiu as escadas.


    - Você ainda tem um pé atrás com ela, não é? — Lauren perguntou quando Verônica sumiu do nosso campo de visão.


    - Um e meio. Você sabe que eu não confio tão fácil assim, de jeito nenhum. — Respondi.


    - Nem na Normani? — Ela provocou


    - Cala a boca! — Saí andando em direção as escadas e ela veio atrás, rindo.


(...)






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