História Wiheom - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jikook
Exibições 10
Palavras 576
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, pulmõeszinhos!

Hey, hey, hey! Essa é a minha primeira fanfic Jikook. Trata-se de uma adaptação de uma história minha chamada "Dear Danger" (Percy Jackson e os Olimpianos) postada, também, aqui no AS.
Faz muito tempo em que venho pensando na possibilidade de adaptar DD para uma fanfic Jikook. Mas nunca tive muita coragem ou até mesmo motivação. Porém, recentemente, conversando com algumas pessoas, pude concluir que só poderia "achar" alguma coisa se eu realmente postasse essa tal adaptação. E seu nome é Wiheom. Lê-se "Iy-eon".
Estarei publicando-a como um teste. Caso eu perceba que, sim, vocês estejam gostando dela, eu continuarei.
Muito obrigada pela atenção <3

P.S: Só para deixar claro, Wiheom não é plágio de Dear Danger, pois ambas pertencem a minha pessoa.

-> Capa provisória.

Boa leitura!

Capítulo 1 - Prólogo


          Embora passasse por aquela rua pela centésima vez, ela nunca esteve tão deserta e inóspita. Poucas eram as luzes que ainda iluminavam o local. E a iluminação era, no mínimo, precária.

         Empurrou com o indicador os óculos que teimavam em escorregar sobre seu nariz, ainda atento àquela situação ao seu redor. Não era muito do seu feitio repara naquelas coisas, porém, não pôde deixar de evitar se indagar o motivo do pseudo breu, já que fazia aquele percurso todos os dias quando voltava do trabalho.

         Quiçá ocorrera algum problema com a Central Elétrica da cidade, ou quem sabe fosse uma data comemorativa que permitia que as pessoas ficassem em casa e que o Park não se comprometera a recordar.

    Outrora o bairro costumava esbanjar vivacidade, onde crianças corriam e brincavam à míngua enquanto suas mães as observavam sentadas no meio-fio da calçada, as pernas cruzadas sobre o cimento seco e uma carranca adornando seus rostos, demonstrando que mais uma bronca não seria suficiente para que suas proles parassem de correr.

         Mas não havia nada disso.

       Fungou, incomodado. O ar era fétido e espesso, mesclado a um odor quase palpável de ferro. As casas encontravam-se num estado deplorável: janelas quebradas pendiam das sacadas, uma lufada de ar seria capaz de derrubá-las. As vidraças estavam estilhaçadas e suas extremidades recobertas por musgos. Via-se rachaduras e fendas profundas aqui e ali.

         Era como uma cidade fantasma.

         Se já não fosse uma.

         E havia sangue. Sangue fresco coloria os degraus de carmesim. Um corpo jazia sobre a calçada empoeirada.

      O Park sentiu seu estômago revirar e imediatamente encobriu a boca com as mãos. Era uma sensação ruim, quase de impotência. O medo causava-lhe vertigens enquanto a noite sugava qualquer resquício de sua tez esbranquiçada.

         Buscou não pensar muito, deveria parar de cogitar premissas, talvez estivesse ficando paranoico.

         Seus pés ganharam vida própria e mexeram-se, desesperados para tirarem-no daquele lugar hediondo.

       As luzes alaranjadas pareciam segui-lo, e a cada passo que dava sentia-se ser vigiado. Sua mochila sacodia em suas costas, trêmula, retratando o atual estado do seu portador.

        Algo o deteve e ele estacou, a respiração tornou-se pesada, chocando-se com a ponta do seu nariz. Um arrepio percorreu-lhe a espinha. Uma pressão o atraia para trás, como um aspirador de pó sugando a poeira indesejada.

        Arfou, uma gotícula de suor deslizou em sua bochecha e se desfez na gola de sua camiseta.

        Olhou para trás.

        Prendeu a respiração.

     Tinha certeza absoluta de que as luzes estavam acesas há poucos minutos, mas agora não havia nada além de dois pontos escarlates fitando-lhe misteriosamente no fim da rua. E por mais que não pudesse vê-lo, sentia que aqueles pontos se aproximavam cautelosamente, analisando-o, tornando-se, periodicamente, mais intensos.

        Um ruído e uma silhueta.

      Os lábios da criatura se abriram num sorriso inescrupuloso e ímpio, sua língua produziu um estalido ao passar pelos caninos brancos e protuberantes.

        O mais assustador naquilo tudo era que a silhueta pertencia a um homem.

        E ele pareceu falar consigo. Não moveu um músculo sequer, e o Park nem mesmo viu sua boca mexer, mas ele o compreendera melhor do que nunca.

         - Ainda sonhando acordado, Park Jimin?

       Calafrios percorreram sua espinha, seu corpo foi tomado pelo desespero. Preferiu não pensar em como aquele ser sabia seu nome. Aqueles olhos invadiam sua mente – e deles mais não conseguia fugir.

         Sua visão foi ficando turva, seus sentidos; fracos. Antes que desabasse, obteve um último vislumbre daquele rosto.

         Castanhos.

         Tudo escureceu.

 

 


Notas Finais


Se você chegou até aqui, agradeço pela atenção!
Desculpe qualquer erro de digitação ou formatação!

Beijokas nos alvéolos pulmonares.

Arrivederci.


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