História Wild Games - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Mortal Kombat, Tomb Raider
Personagens Lara Croft, Sonya Blade
Tags Lara Croft, Mortal Kombat, Sonya Blade, Tomb Raider
Exibições 14
Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, FemmeSlash, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


O capítulo seguinte contém cenas de violência, tortura e sexo explícito. Se você não concordo com algum dos itens citados, a leitura não é recomendada.

Capítulo 19 - Show me what you know about sex


Fanfic / Fanfiction Wild Games - Capítulo 19 - Show me what you know about sex

LARA’S POV

A observei com a expressão neutra até então, corri o olhar pelo seu corpo de forma lenta, atenta a cada detalhe. Seus cabelos, muito maiores do que da última vez que a vira, iam até a altura da cintura, algumas mechas escorregaram por seu ombro, deixando à mostra uma parte maior da sua pele levemente bronzeada. Desci um pouco mais e… Por Deus!!! Não devia ter feito isso… Me perdi na marca da peça minúscula que estava usando para se bronzear. Virei o rosto pro lado, olhando para um outro ponto qualquer e disse, com a voz meio alterada pela excitação.
- Sonya, levanta daí - que soou mais como uma súplica.
Ela continuou na mesma posição, completamente imóvel. Umedeci os lábios. Minha mente se enchia de todo o tipo de imagem dos meus pensamentos mais obscuros. Luxúria, desejo, paixão, loucura… Nem mesmo eu poderia definir o que estava sentindo, mas diria que foi tudo isso ao mesmo tempo.
Não demorou muito para que eu me entregasse aos instintos mais selvagens. Olhei pra cima e respirei fundo, sussurrando de um jeito quase inaudível.
- Ok…
A peguei pelo braço com força, com muita força e joguei de joelhos contra a cama. Além de um ótimo jogo sexual, era também um desafio para ela e eu queria muito ver onde isso iria terminar. Apostei que não duraria 5 minutos tal submissão vinda, da agora general, Sonya Blade. Ela caiu debruçada na cama, ainda de joelhos no chão e me olhou por cima do ombro. Não hesitei em lhe acertar com um belo tapa no rosto. A loira manteve a cabeça baixa desta vez e cuspiu o sangue no lençol. Eu realmente queria tirá-la do sério, então, completei.
- Não ouse olhar pra mim, ou o castigo vai ser muito pior, sua vagabunda! Fica quietinha aí!
Notei sua mão apertando o lençol com força, era notável que ela controlava a raiva. Isso me surpreendeu bastante, embora a minha raiva ainda fosse maior, por todos esses anos. Segurei os fios loiros entre meus dedos e puxei com tudo, fazendo-a olhar pra cima, ela fechou os olhos por um instante e encarou o lado oposto ao meu, estava claro que o que fizera tinha doído e não provocado somente um desconforto. Mais do que a dor física, eu feria gravemente o seu ego e por algum motivo isso me excitava ainda mais. Terminei a frase sussurrando em seu ouvido pausadamente.
- E se emitir qualquer som, eu mato você.
Algumas salas do castelo tinham um bloco grande de pedra com correntes presas a ele. O lugar era assustador e alguns objetos lembravam os métodos de tortura usados no século XVI. É claro que eu não pretendia machucá-la, mas o bloco me daria duas ótimas vantagens: uma visão maravilhosa do seu corpo e a possibilidade de imobilizá-la completamente, se assim quisesse. Não demorei para puxá-la até ele e colocá-la do mesmo jeito, deitando seu tronco sobre a pedra, de costas. As correntes eram compridas, ainda era possível que ela escapasse ou me golpeasse, ou participasse dos atos. Enrolei as correntes em um pilar, fiz com que ela esticasse os braços e então a algemei. A posição era difícil, as algemas de ferro eram apertadas, mas pra mim isso não faria diferença alguma. A loira até pareceu descansar sobre a pedra, relaxar. Ela não sabia mesmo o que estava por vir. Tirei meu cinto e disparei contra uma das suas nádegas. O golpe foi forte e certeiro, ela prendeu o gemido. De início, havia ficado a marca do cinto e uma ponta da fivela, alguns segundos depois, a marca foi mudando de tom, ficando cada vez mais forte e evidente. Sua respiração agora era ofegante, mas mesmo depois disso, ela se manteve na mesma posição, sem me encarar. Sem pensar muito, acertei exatamente no mesmo lugar, da forma como havia feito antes. No seu lugar, eu teria gritado, me soltado, e matado quem o tivesse feito, mas ela continuava imóvel e desta vez, sem deixar escapar qualquer som. Fiquei preocupada por um momento, dei a volta na pedra e a encarei de frente. Queria conferir se não havia desmaiado. O pensamento que me ocorrera, logo pareceu ridículo. Ela desmaiar? A última marca do cinto sangrava de leve, concluí que era hora de mudar o foco. Me inclinei sobre ela, beijei suas costas de um jeito intenso e voraz, dando mordidas e chupões até chegar na nuca. A respiração de Sonya voltou a ficar ofegante com o outro tipo de “toque”, ao menos assim eu sabia que ela estava respirando. Peguei o castiçal pesado que havia perto da cama, o movimento da luz que projetava as velas acesas fez com que ela acompanhasse meu raciocínio. Antes que me aproximasse, a general segurou as correntes. Era a única coisa que ela poderia segurar. Derramei a parafina quente em suas costas, mais do que pretendia. Havia mais dela derretida do que eu pensei que teria. O líquido escorreu brevemente até secar no corpo dela. E mais uma vez, nenhum som. Peguei uma das velhas, recém repostas no lugar ao que parecia, apaguei o fogo e segurei uma das suas coxas, afastando suas pernas. Deslizei a língua molhada por sua intimidade, queria sentir o seu gosto, nem que fosse por um instante, antes de penetrar a vela até o fundo. Um descuido mais longo e eu teria perdido o objeto dentro dela, tirei lentamente, voltando a penetrar com mais e mais força. Notei que, desta vez, ela fazia um esforço maior para conter os gemidos. Fiz questão de marcar seu corpo, deixando mordidas e chupões das suas costas até a nuca. Peguei o cinto outra vez e acertei do outro lado, até então sem marcas. Ela não estava olhando e o golpe surpresa provocou um movimento involuntário da loira, mas ainda nenhum som. O que eu teria que fazer para que ela perdesse o controle? Enchi a mão com uma das suas nádegas, onde estava menos machucado. E.. Que traseiro! Seu corpo, moldado a uma dura rotina de exercícios, não havia sido desfeito quase 20 anos depois. Sonya tinha dois lados que eu admirava muito, assim, da forma que estavam, em uma pessoa só. Ela não media esforços em batalha, dispensava acessórios e entrava de corpo e alma em seu trabalho, mas fora dele, era uma mulher de tirar o fôlego. Adorava perfumes intensos, roupas sedutoras, seu cabelo era impecável. Às vezes, me pego lembrando das suas lingeries de renda de todas as cores, batom vermelho, esmalte da mesma cor, ela sabia como me provocar. Curiosamente, o que eu estava fazendo era exatamente o que quis fazer desde que nos vimos pela primeira vez. Eu sabia que a loira não podia escapar nem que quisesse, por mais que não acreditasse que ela me obedecia por medo, era uma sensação maravilhosa. Apertei sua bunda com vontade, já não me importando com os machucados que havia provocado e deslizei a língua molhada até o seu ânus. Eu precisava ouvi-la gemer e não deveria ser uma ordem! Lubrifiquei o local com minha saliva e forcei a língua para penetrá-la, deixando minha respiração ofegante e quente em sua pele. Fiquei lambendo feito um animal sedento, sentia seus músculos se contraindo na minha língua, ela se contorcia de leve até que não aguentou mais segurar e os gemidos saíram de seus lábios de forma descontrolada conforme movimentava a vela dentro dela.
- Huuummmmm..Aiiinn...Hmm..Ahhhhhh!!
- Você gosta disso não é, sua cadela?
- N..Não para!
Dei um tapa na sua bunda com força.
- Você não está em posição de exigir nada e pode me chamar de “minha dona” ou “minha senhora”, escrava!
Ela não respondeu, apenas suspirou, como se estivesse perdendo o fôlego. Quando deitou o rosto sobre a pedra, pude ver sua expressão com um misto delicioso de dor e prazer.
Segurei os fios loiros com força e puxei na minha direção.
- Eu não ouvi…
Abocanhei sua bunda, mordendo forte e deixando outra marca.
- Sim… Minha… Minha dona - ela hesitou, por não conseguir falar ou por estar detestando pronunciar aquelas palavras, não fazia muita diferença.
Continuei com os movimentos da minha língua ágil e logo notei as reações do forte orgasmo, os gemidos mais altos e frequentes, ela quase gritava de prazer. Me afastei por um instante e notei o sangue na vela branca. Eu tinha a machucado internamente, ainda que não fosse algo grave. Estava suada e ofegante, joguei o objeto no chão e dei a volta na pedra, segurei seu rosto e o levantei, encarando seus olhos azuis. Sonya não esboçava reação nenhuma que não fosse cansaço. Sorri de canto, com certa maldade. Estava totalmente satisfeita com o rumo que as coisas haviam tomado naquela tarde.



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