História Wildest Dreams - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias The Originals
Personagens Camille O'Connell, Davina Claire, Elijah Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Rebekah Mikaelson
Exibições 10
Palavras 2.941
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Ficção, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Hey pessoinhas, tudo bom? Espero que gostem e desculpa qualquer coisa, primeira fic!

Capítulo 1 - Prologo


Fanfic / Fanfiction Wildest Dreams - Capítulo 1 - Prologo

Hope Mikaelson’s Pov

 

Hoje era dia 5 de maio, dia do meu décimo oitavo aniversário, dia em que comemoraria meu aniversario com minha família e amigos a beira da piscina em uma pool party com direito a comidas e bebidas o dia todo.

Acordei cedo, quer dizer, mal dormi, apenas tirei uns cochilos devido à ansiedade, me levantei e fui ao banheiro fazer minha higiene, tomar um banho e colocar uma roupa confortável enquanto arrumaria a casa, afinal os convidados chegariam apenas as 14:00.

Desci as escadas e fui diretamente pra cozinha onde a minha família de criação, os Leferouv, me esperavam para o super café da manhã de aniversário, coisa inventada pelo o patriarca da família, Brian. Sorri para eles e os abracei, um de cada vez, depois me sentei para saborear o café da manhã junto com um bolo de chocolate com morango que Maryse, minha mãe adotiva havia feito para mim.

Descobri que os Leferouv eram minha família adotiva quando eu completei 15 anos. Eles acharam que já era hora de eu saber que havia sido confiada a eles, para que eles cuidassem de mim como se fosse uma filha. Sempre me questionei quem seriam meus pais verdadeiros, mas eles me disseram que na hora certa, iriam me contar tudo.

Passei o café da manhã conversando animadamente com todos mas, especialmente com a minha “irmã”, ela não é minha irmã de verdade, mas eu a considero uma. O nome dela é Bianca, ela é mais velha que eu, seis anos mais velha para ser mais exata. Ela sempre cuidava de mim quando Maryse não estava, e sempre esta comigo quando eu mais preciso.

Depois do café da manhã, eu e Bianca nos dividimos para irmos arrumar a casa, afinal havia muita coisa para fazer. Passamos a manhã toda arrumando, quando deu meio dia, subimos para nos arrumarmos.

Enquanto me arrumava, alguém bateu na porta, eu disse que a pessoa poderia entrar e então Bianca entrou no quarto. Estava linda, trajava um vestido branco de renda e o biquíni por baixo, ela fechou a porta e sentou-se na cama.

- Eu trouxe um presente pra você – ela sorriu.

- Presente? – Arqueei a sobrancelha surpresa – o presente que você me deu está na garagem maninha, esperando para que eu tire carta e comece a dirigi-lo.

Bianca tinha me dado um carro que eu queria há muito tempo, meus pais não deixavam que eu tirasse carta, eles diziam que eu não ia precisar de carta tão cedo. Não entendia o porquê, mas Bianca como sempre, me entendia e disse que nunca se sabe o dia de amanhã.

- O presente não é meu, bobinha, – ela riu e me olhou apreensiva – esse presente é do seu pai... Não digo do Brian, e sim o seu verdadeiro pai.

Olhei surpresa para ela e me sentei ao seu lado na cama, pegando a caixa da sua mão e abrindo-a rapidamente, me deparando com um cavalheiro de madeira, um anel com uma pedra que Bianca nomeou de lápis lazuli e uma carta, que continha uma caligrafia com aspecto antigo e bonito.

- Você... Você entrou em contato com o meu pai?

- Não – ela negou – Mas seu pai pediu que eu lhe entregasse esse presente quando você fizesse 18 anos, caso ele ainda não estivesse com você.

- Não estivesse comigo? Como assim? – olhei confusa para minha irmã

- Hope, é complicado, – ela suspirou parecendo estar triste – mas depois eu vou explicar tudo a você, prometo!

- Tudo bem, Bia! – Eu assenti e abracei-a – Obrigada!

- De nada. – Ela sorriu – Quero que você use esse anel, é importante que você use ele.

- E por quê?

- Apenas faz o que eu estou pedindo Hope, por favor.

Peguei o anel e coloquei-o no meu dedo, como ela havia pedido.

- Boa menina – ela sorriu – depois da festa eu venho conversar com você. – Olhou no fundo dos meus olhos e disse – procure relaxar, e esquecer isso um pouco.

Depois que Bia saiu me senti menos tensa do que antes, como se o fato de que meu pai verdadeiro ter me mandando um presente de aniversário, nunca tivesse me deixado nervosa ou tensa, foi estranho.

Dei de ombros, terminei de me arrumar, e fui curtir a minha festa, os convidados já estavam começando a chegar, a música tocava alta pela a casa e todos os meus amigos estavam se divertindo, assim como a minha família, e eu também.

 

[...]

 

Bianca Leferouv’s Pov

 

Depois de sair do quarto da Hope, voltei ao meu e fiquei um tempo pensando enquanto meus pais recepcionavam os convidados da pool party que a Hope havia organizado.

Já fazia 18 anos desde que nos mudamos pra Atlanta para protegê-la, como Klaus havia pedido, criamos a Hope como se fossemos uma família, para que ninguém desconfiasse que ela não estivesse morta e viesse atrás dela.

Meu nome é Bianca Leferouv e eu sou uma das guardiãs da Hope, sou uma das hibridas que Tyler Lockwood transformou quando ele sequestrou a Hayley no bayou, nunca tive a intenção de fazer mal a nenhum dos Mikaelson e quando voltei à Nova Orleans, Klaus me poupou de uma morte certa, graças a seu irmão Elijah.

Quando a Hope nasceu, o quarter estava um caos, os lobos e as bruxas haviam tomado conta da cidade e os vampiros foram exilados, Klaus mandou a Hope embora com a sua irmã caçula Rebekah, numa tentativa de fazer todos acreditarem que ela estava morta, isso deu certo até a mãe deles encontrarem elas e Rebekah ter sido usada pra ir para o corpo de uma mortal.

Como não tinha mais ninguém que pudesse fugir com a Hope, Klaus, Elijah e Hayley, convocaram pessoas da confiança deles para leva-la embora de novo, e cria-la como se fosse filha de outros pais, fazer parte de outra família, Maryse, Brian e eu fomos os escolhidos. Eles eram um casal de lobos da matilha da Hayley ,no qual ela confiava cem por cento.

Já eu era a hibrida confiável do Klaus, e me envolvi com o Elijah, um tempo depois, até que tive que me separar dele para vir cuidar da Hope.

Despertei-me dos meus pensamentos com Maryse me chamando para descer para festa com os outros, e assim eu fiz, desci para a piscina, fiquei observando a festa, e claro, bebendo um pouco também, desempenhando o papel que me foi imposto, de proteger a minha pequena irmãzinha.

[...]

Hope Mikaelson’s Pov

 

Quando já era lá pelas 20h00min, os convidados já começaram a se dispersar e ir embora, assim dando término a pool party e logo depois de todos irem embora, subi para o meu quarto, tomei um banho e coloquei uma roupa confortável para dormir.

Olhei para a minha cama e vi a caixa que Bia havia me dado mais cedo, com o presente do meu pai. Sentei na cama, abri a caixa e peguei a carta que havia ali, fiquei examinando - a, tomando coragem para abrir e ver as palavras que meu pai havia escrito para mim.

Bianca Leferouv’s Pov

 

Tudo estava indo completamente bem, a festa da Hope havia sido exatamente como ela planejou, ela estava feliz em volta das pessoas que amava e isso me deixava feliz também, assim que os últimos convidados foram embora, Hope subiu para o quarto dela alegando estar exausta e dizendo que ia descansar; Maryse, Brian e eu ficamos lá embaixo colocando tudo no lugar e arrumando a casa novamente.

Logo depois de terminar de arrumar a casa, fui para a área da piscina olhar o céu, era sempre o minuto que eu tomava para mim, em que gostava de ficar sozinha apenas com os meus pensamentos como companhia. Olhei para a lua e reparei que a mesma estava cheia, fiquei observando-a por um tempo e me lembrei de quando havia chegado em Atlanta com Maryse, Brian e Hope ainda bebezinha.

 

Flashback

Já estávamos bem longe de New Orleans, longe da Louisiana, longe dos Mikaelson e de qualquer ser sobrenatural que pudesse machucar a pequena princesinha em meus braços. Estávamos a caminho da Georgia, ficaríamos em Atlanta, e como era uma cidade grande, não chamaria atenção das pessoas uma nova família se mudando, assim ninguém suspeitaria ou nos encontraria.

Depois de um tempo, havíamos chegado no nosso destino e fomos direto para a casa que Brian havia comprado. Era uma casa linda, simples e confortável, perfeita para morarmos pelo o tempo que for preciso.

Assim que entramos, levamos Hope para o quarto dela, a coloquei  no berço e fiquei observando ela dormir, só de ficar a olhando, me trazia uma calma, e me fazia sentir de um jeito que nunca me senti antes. Me senti mais humana, mais viva, talvez Elijah estivesse certo, talvez aquela menininha traria a esperança de volta a todos nós, ela seria nossa esperança de que tudo um dia seria melhor.

E com esse pensamento, prometi a mim mesma de que protegeria a Hope de tudo, independentemente do que fosse, não deixaria nenhum mal chegar a ela, dei minha palavra para a Hayley e cumpriria com ela, Hope seria a criança mais amada e protegida do mundo.

Flashback off

 

Fui despertada de meus pensamentos por um baque surdo no chão, entrei na casa rapidamente e me deparei com homens vestidos de preto atacando Maryse e Brian, não pensei duas vezes e fui pra cima deles, lutei com dois dos homens, ambos lutavam muito bem, mas o fato de ser hibrida me deu uma vantagem, e quando reparei, o corpo deles estava sem vida e ensanguentado no chão.

Fui até Brian e Maryse e vi que ambos estavam ensopados de wolfsbane que estava queimando a pele deles, era como verbena para os vampiros, tentei ajuda-los, mas não adiantou muito, logo eles morreram, então subi para o quarto da Hope suada e com as roupas sujas de sangue.

Hope Mikaelson’s Pov

 

Quando ia abrir e ler o que havia lá, a porta do meu quarto se abriu em um rompante, revelando Bianca com uma expressão assustada e trancando a porta atrás dela, fechei o envelope rapidamente e olhei assustada para ela.

- Bia, o que está acontecendo?

- Hope, pega uma mochila, coloca todos os seus documentos e algumas roupas, nada mais que o necessário.

- Como assim? Por quê?

- Faz o que eu estou mandando agora, e sem discutir – ela disse séria, e fiz o que ela pediu, não questionei e arrumei tudo em uma pequena mochila, colocando a carta e o cavalheiro lá dentro também.

Bianca se aproximou do chão do meu quarto e tirou um pedaço de madeira solta dali, pegando uma mochila, colocando-a nas costas para depois abrir a janela do meu quarto e olhar para mim.

- Hope, pula! – Ela disse indicando a janela

- O que? – Eu olhei assustada para ela – Você está doida, Bianca? O que está acontecendo?

- Eu prometo que vou te explicar tudo Hope, agora eu preciso que você confie em mim e pule, vai ficar tudo bem,

Olhei pra Bianca assustada e ela me olhou, me encorajando a pular, eu sabia que podia confiar nela, e seja lá o que estiver acontecendo, ela está fazendo isso para o meu bem.

Pulei a janela e cai em algo de couro, batendo minha cabeça no volante do carro que Bianca havia me dado, e que estava embaixo da minha janela, com a chave na ignição e sem a capota.

Olhei para cima e reparei que ela iria pular bem ali onde eu estava então passei para o lado do passageiro, Bianca pulou e colocou a mochila no banco de trás do carro.

Escutei vozes altas e alteradas vindo de dentro da casa, chamando pela a Bianca e por mim, fiquei mais assustada ainda e perdida em pensamentos confusos, e não percebi que Bianca tinha dado a partida e estava pilotando rapidamente pela as ruas de Atlanta, como se estivesse fugindo de algo, ou de alguém.

- Bianca, para aonde estamos indo?

- Eu ainda não sei Hope. – Ela suspirou

- Cadê a Maryse e o Brian? Nós... Nós os deixamos lá... Temos que voltar.

- Maryse e Brian estão mortos, Hope.

Senti a cor fugir do meu rosto e minha mão tremer

- Como assim... Mortos? Quem os matou? O que está acontecendo, Bianca? – Disse desesperada e confusa sem entender nada

Bianca não disse mais nada, parece que ficou presa nos seus pensamentos, então fiquei pensando nos momentos que tive ao lado dos meus pais. Depois de algum tempo percebi que minha irmã estava respirando fundo várias vezes então a olhei e fiquei a analisando, não parecia que ela estava sofrendo pela morte dos nossos pais.

- O que foi? – me perguntou com as sobrancelhas arqueadas

- Só estou esperando o momento em que você vai começar a ser honesta comigo – respiro fundo e fico olhando pela janela

- Hope tudo o que eu fiz foi para te proteger – ela diz suspirando

- Você sempre esta falando isso, mas nunca me conta a verdade. Caraca Bianca eu já tenho 18 anos – digo me alterando

- Eu vou contar Hope – seu tom demostrava cansaço – mas precisamos ir para um lugar seguro primeiro

Pego meu telefone e pesquiso hotéis por perto

- Tem um hotel perto da Interstate 85, o Savannah Suites Atlanta – monstro a foto para a Bianca.

- Tudo bem, vamos passar a noite lá.

Ela começa a dirigir até o hotel e como não estávamos muito longe chegamos bem rápido, assim que estacionamos pegamos nossas coisas, descemos e vamos para a recepção, Bianca faz o check in, pega a chave do quarto e subimos para o segundo andar. Assim que entramos no quarto jogo minhas coisas em cima da mesa que tinha e me jogo na cama. Senti o lado da cama afundar um tempo depois

- Como você esta? – minha irmã pergunta

- O que você acha? – respondo fechando os olhos

- Vou te contar tudo, pode começar a perguntar.

- Não posso perguntar nada se eu nem sei quem eu sou de verdade

- Você é Hope Mikaelson, eu fui uma das guardiãs designadas para cuidar de você.

- Mikaelson? – ponho as mãos na cabeça – de onde eu conheço esse nome?

- Você chegou a ler a carta do seu pai?

- Ah claro, antes dos meus pais serem mortos eu dei uma pausa na festa e li a carta – sorrio irônica.

- Como você se parece com o Klaus – suspira – Maryse e Brian não eram seus pais, eles assim como eu eram guardiões. Seu pai se chama Klaus e sua mãe Hayley

- Que eu saiba quem estava comigo a minha vida toda foram eles, Maryse e Brian – me levanto – vocês podem até serem meus guardiões, mas também é minha família. Sempre disse isso e não vai ser agora que vou mudar de opinião

- Eu sei, sei disso pequena, mas... Eles te amam Hope, fizeram isso para te proteger... Eles não são comuns, nenhum de nós somos. Seu pai é um hibrido muito poderoso, o original, sua mãe também é uma hibrida e seus tios são vampiros como eu, mas eles são os primeiros da história – suspira – fizemos tudo isso por você.

- O que mais preciso fazer? Vou fugir até quando? Bianca, se eu não os conhecer logo eu vou enlouquecer, não vou querer conhecer eles depois, estou avisando.

- Você vai conhecer eles, esta na hora e eu mesma vou me certificar que isso aconteça.

- Okay – bocejo – acho melhor eu dormir um pouco

- Isso mesmo – ela olha no relógio e depois olha para mim – já passou da hora de você dormir

- Muito engraçada – deito na cama, tiro os sapatos e me cubro – olha como estou rindo.

Bianca Leferouv’s Pov

Sorrio vendo Hope dormir e decido ligar para o Klaus, então vou para o banheiro e espero ele atender.

- Bianca, quanto tempo – posso ouvir os outros conversando – vou por no viva – voz

- Sim Klaus, faz muito tempo, mas não liguei para bater papo com você. Aconteceu uma coisa

Ouço-o chamar a Hayley e todo o recinto fica silencioso

- O que aconteceu? Cadê a Hope? – a voz dele esta dura, séria.

- Fomos atacadas hoje, não sei quem eram aquelas pessoas, mas – respiro fundo – mataram Maryse e Brian.

- Bianca me diga onde está Hope – Hayley fala com a voz afetada

- Eu consegui tirar ela de lá em segurança, ela está bem, esta dormindo.

Consigo ouvir alguns suspiros aliviados e nervosos e por um momento ninguém falou nada, como se tivessem absorvendo o que houve.

- O que você contou para ela? Ela esta bem mesmo? – Kol pergunta.

- Ela esta confusa, mas quer respostas, conhecer vocês, saber de onde realmente veio, ter uma família de verdade. Ela esta bem, estou cuidando dela, contei só o básico.

- Não tem nenhuma informação sobre os invasores? – Ouço Elijah perguntar

Assim que ouço a voz dele fico muda, levo um tempo para poder voltar a falar normalmente.

- Bom – limpo a garganta – não, nenhuma informação, assim que ouvi o que acontecia corri ate o quarto da Hope e a tirei da casa – respiro fundo – acho melhor voltarmos para Nova Orleans.

- Sim, me passe às informações de onde você esta que vou mandar alguém ai buscar vocês amanhã, as quero no voo mais próximo.

Dizendo isso ele desligou me deixando mergulhada em meus pensamentos, enviei nossa localização para o celular do Klaus junto com o numero de nosso quarto. Volto para o quarto e vejo minha princesa dormindo como uma anjinha, então apago as luzes e deito ao seu lado logo dormindo também. 


Notas Finais


A gente se vê no próximo capitulo, XOXO


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