História Wind Of Change - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Taylor Marie Hill
Tags Colegial, Intercâmbio, Justin Bieber, Londres, Romance
Exibições 3
Palavras 1.018
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Ficção
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Espero que gostem! Aproveitem, xoxo

Capítulo 1 - The right choice


Me olhei no espelho pela primeira vez aquele dia e vi que estava ainda mais pálida que
ontem, mas nada que um pouco de maquiagem não resolva. Sorri. Minha vida estava prestes a mudar por 6 meses. Peguei as minhas malas e desci com elas em direção à cozinha, encontrando toda a minha família tomando café da manhã à mesa.
- Bom dia! - Falei, animada.
- Bom dia, Katy! - Responderam em uníssono.
- Ainda não estou acreditando que já é hoje! - Disse minha mãe, choramingando.
- Fique calma, mãe, serão apenas 6 meses, em abril nós nos veremos novamente. - Falei, tentando confortar a minha mãe da melhor maneira possível.
- Você vai sentir falta do Brasil, Katy? - Perguntou minha irmãzinha Ivy, de 10 anos.
- Com certeza, mas Londres será parte de uma nova vida para mim. 
- Vamos então? Seu voo sai às 8:00. - Disse meu pai.
Após meia hora chegamos ao aeroporto, e no portão do embarque, me despedi de todos, abraçando cada um de minha família.
- Adeus, Katy! Por favor, se cuida! Me liga se precisar ou sentir alguma coisa. - Disse minha mãe, chorando tanto quanto eu ou até mais.
- Não se preocupe mamãe, vou ligar todos os dias, prometo.
- Tchau baixinha, se cuida, eu amo você. - Disse meu pai.
- Também amo muito você, pai. - Respondi, em seguida olhando para minha irmãzinha, que estava derrubando algumas lágrimas com uma expressão emburrada.
- Cadê meu abraço, Ivy?
- Por que você tem que ir, Katy? - Respondeu.
- Você sabe o porquê, meu amor. 
- Eu vou sentir muito a sua falta, todos os dias. 
- Eu também amor, eu também. - Falei abraçando-a.
Depois de muita choradeira e despedidas, entrei no avião já sentando no assento marcado.
Bom, provavelmente você deve estar se perguntando o que está acontecendo, não é? Pois vou explicar: por causa de um motivo que não vem ao caso agora, pedi aos meus para que deixassem eu fazer intercâmbio em Londres pelos próximos 6 meses, algo que sempre foi meu sonho. Como minha tia por parte de pai mora lá, acabou ficando mais fácil. E com um discurso muito bem elaborado, eles acabaram deixando. Como meu pai é inglês, ele me ensinou a falar sua língua, assim como frequentei vários cursos, e em poucos anos eu já era fluente. Com isso, eu espero que minha adaptação seja mais fácil. Mudanças é tudo o que eu preciso em minha vida nesse momento.
Depois de aproximadamente 12 horas de voo, acordei cansada e vi que os passageiros já estavam se levantando. Presumi que já tínhamos chegado.
Após pegar minhas malas na sala de desembarque, vi uma mulher muito bonita com uma placa escrito "Katherine Hastings." Sorri, aquela com certeza era a minha tia, Marlee, que já havia chegado. Fui até ela.
- Tia Marlee! Que bom revê-la novamente! - Falei, animada. A última vez que eu havia visto minha tia, eu tinha apenas 8 anos.
- Katherine! Como você mudou! Está uma moça tão linda agora!  Julianne vai adorar saber que você já chegou.
- Julie! Sinto tanta falta dela, como está? - Perguntei. Julie era a minha prima que tinha a mesma idade que a minha, costumávamos ser muito amigas na infância, mas depois nunca mais nos vimos.
- Está ótima, adorou saber que você vai passar um tempo conosco. Infelizmente estava dormindo quando vim buscar você, mas já deve ter acordado agora. Vamos? - Perguntou Marlee.
- Claro! Estou ansiosa para rever todos.
Depois de 20 minutos de muita conversa com minha tia em seu carro, chegamos em sua casa - ou melhor, mansão -. Minha tia era muito rica, consequência por ter se casado com Robbie, meu tio, que era um empresário muito bem sucedido aqui em Londres.
- Chegamos! Venha, vamos entrar. - Disse minha tia, já saindo do carro.
Após pegar as minhas malas com a ajuda de Marlee, entrei na casa ficando boquiaberta com o tamanho e beleza daquele lugar. 
- Katy! Você chegou! - Ouvi uma voz escandalosa e feminina vindo do andar de cima, e sorri sabendo que aquela era Julie. Ela correu até onde eu estava, com seus cabelos loiros e compridos.
- Julie! Não acredito! Que saudades eu estava de você, quanto tempo! 
- Não é? - Respondeu, sorrindo.
- Julie, querida, porque você não leva Katy para conhecer seu quarto? - Perguntou Marlee.
- Meu quarto? - Eu não tinha ideia de que teria um quarto só meu, imaginei que eu dormiria no sofá-cama da sala ou em um colchão no quarto de Julie.
- É claro! Onde pensou que iria dormir, no sofá-cama da sala? - Perguntou minha prima, dando risada. - Venha, você vai adorar!
Ela me ajudou a carregar minhas malas até o andar de cima, e, quando cheguei ao quarto, fiquei maravilhada. Com certeza era muito maior do que o que eu tinha no Brasil. A parede era branca com alguns detalhes em lilás, e uma cama enorme ocupava o canto da parede, além de um closet do outro lado do quarto. Em frente à cama havia uma escrivaninha com um computador e vários objetos de decoração, e em cima, havia uma televisão enorme embutida à parede. Aquele quarto seria meu por 6 meses!
- Gostou? - Perguntou Julie ao meu lado.
- É claro! Eu adorei! - Respondi. - Obrigada, Julie.
- Imagina! Quando minha mãe me contou sobre você ficar aqui em casa, eu logo sugeri que decorássemos um dos quartos de hóspedes só pra você! Queremos que você se sinta em casa. - Respondeu, sorrindo.
Confesso que eu estava um pouco - talvez muito - nervosa sobre essa temporada que eu passaria em Londres. Quer dizer, eu sabia que eu teria minha prima para me ajudar, mas já fazia 8 anos desde a última vez que nos vimos. Ela poderia ter mudado ou não gostar muito da ideia de uma quase estranha passar 6 meses em sua casa. Mas pelo visto eu estava enganada. Tenho certeza de que fiz a escolha certa.


Notas Finais


Espero que tenham gostado, postarei o próximo capítulo muito em breve.


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