História Wine / Park Jimin - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais
Tags Bangtanboys, Bts, Fanfic, Romance
Visualizações 19
Palavras 3.409
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey oh gee gee.
Kkkkk
Boa leitura amores. 😊🍷

Capítulo 12 - Come Back


Fanfic / Fanfiction Wine / Park Jimin - Capítulo 12 - Come Back

POV'S Lin Hye Ji. 


 Já fazia algum tempo, talvez três meses ? Hum... paramos de contar, acho que paramos de esperar qualquer ligação do hospital ou da família, qualquer notícia. 

 Não tê-la com nós era como perder uma parte importante de seu corpo, você continua seguindo, mas não é a mesma coisa. 

 No dia que tudo aconteceu eu e Misuk percebemos a falta de ânimo e humor de Eun Joon logo cedo, parecia aflita, incomodada e doente, chegou a reclamar de algumas dores, sabíamos que possuía enxaqueca, talvez por isso não demos tanta importância, ela nunca reclamava de nada, nem quando era o extremo, mas dessa vez se queixou... e deixamos passar.

 Eu estava no meio da aula, Park antes nós disse que teria uma palestra na qual foi programada super encima da hora e que não estava com vontade de ir. A professora debatia alguns assuntos com os alunos, comentava e perguntava, dessa vez não me mostrei tão interresada, meus desvaneios eram mais importante, eu encarava um ponto invisível, enquanto brincava com a ponta de uma caneta nos lábios, até ouvir meu celular vibrar, disfarçadamente eu acendi sua tela por baixo da mesa, vendo que recebi uma mensagem de Misuk, aquela retardada deveria prestar mais atenção nas aulas... bem... olha quem fala.

 

"Hye,

Eun Joon não esta bem mesmo, estou ficando preocupada... ela nunca reclama de dor, eu percebi que ela estava mancando também, talvez tenha dormido de mal jeito.

 Ela me ligou a pouco, me disse que a palestra havia acabado, foi rápido... Ela me disse também que queria vomitar."


Parece que não era apenas eu que estava preocupada, franzi a testa e não Tardei a começar a digitar.


- "Então... Ela está estranha, aonde ela foi ? A próxima aula dela é daqui a uns cinquenta minutos." 


Enviei, depois de alguns minutos.


"Eu falei pra ela ir pro dormitório descansar, dormir um pouco, mas não se atrasar pra aula, ela desligou e até aonde eu sei ela está bem... Eu acho."


- "Minha aula vai acabar daqui dez minutos, eu vou direto ver ela."


Mandei.


"Eu disse pra ela que iríamos ver algum filme quando anoitecer, juntas, não marque nada com ninguém, estamos precisando, hahaha."


Até então pude dizer que fiquei mais aliviada, cheguei a suspirar alto, chamando a atenção da professora que logo começou a "chiar" na minha orelha por conta do celular na aula, me fazendo revirar os olhos e guardar o aparelho no bolso, começando e prestar atenção na velha, logo após seus escanda-los, não tirava sua razão, eu estava errada.


[...] 


Por fim a aula acabou, oque foi uma glória, levantei, guardei minhas coisas e me despedi da professora, que parecia guardar rancor por conta do celular, me curvei e sair da sala, me distrai enquanto olhava os armarios numerados, logo me dirigi até a sala da Misuk, a aula dela não iria demorar para acabar,  então eu poderia tirar uns cinco minutos encarando a porta dela, antes de irmos pro quarto trocar os materiais e descansar um pouco. 

  Pouco tempo depois eu vi a mesma sair da sala suspirando, com alguns livros no braço.


 ㅡ Aishi... ㅡ Murmurou, mas logo foi surpreendida quando apareci na sua frente, balançando os braços para ser notada. ㅡ achei que estivesse no dormitório.


ㅡ Eu passei aqui para irmos juntas, sua aula ja estava acabando mesmo. ㅡ  Respondi, sorrindo em seguida.


ㅡ Precisamos ver a Eun, se tivermos sorte. ㅡ Ri.ㅡ Infelizmente a aula dela acabou de começar, espero que ela já esteja dentro da sala. ㅡ Murmura e começa a caminhar, seus passos lentos faziam barulhinhos engraçados quando seu sapato de salto baixo baria contra o chão.


ㅡ Ela deve estar sim, sabemos que ela odeia se atrasar, acho que ela já cochilou o suficiente. ㅡ


ㅡ Sim... mas me preocupa, se ela não melhorar vou insistir que tire o dia de folga amanhã e vá para o hospital. ㅡ 


ㅡ Espero que não seja gravidez. ㅡ Falei brincando, logo começando a rir, vendo Misuk fazer o mesmo, levando a desntra até a boca, como uma mania, sempre que Eun Joon e ela riam, ambas colocavam as mãos sobre os lábios.


ㅡ  Aishi ! Claro que não, a última vez que Eun Joon teve algo com um homem foi na época das cavernas. ㅡ  Responde e tampa a boca por ter falado muito alto, olhando aos arredores, a princípio achei que esse era o único motivo, mas quando virei o rosto para a direção que ela fitava pude ver Jeon Jungkook que se aproximava lentamente, obviamente ouviu a conversa, era visível em seu rosto sem graça. 

 Todos nós já haviamos percebido que Jeon Jungkook sentia algo por Eun Joon estava mais que na cara, desde que nós chegamos e ele a viu ele não vem fazendo muito esforço para encobrir isso, eu realmente torço para que eles tenham algo, mas acho que Park não percebeu ainda os sentimento do mesmo.


ㅡ Sobre oque estão Falando ? ㅡ Perguntou cruzando os braços, enquanto nos fitava com o pescoço tombado de lado, com uma expressão de: "sou desentendido."


ㅡ Sobre o quão gostoso é o bolinho de arroz do refeitório. ㅡ  Disfarçou Misuk que forçava uma risada bizarra, enquanto dava leves tapinhos no ombro esquerdo do mais velho.


ㅡ Ah...Vocês viram a Eun ? Ela não parecia estar nos melhores dias hoje. ㅡ  Comentou ele sem se importar muito com os golpes em seu ombro que logo se saciaram.


ㅡ Ela não estava muito bem mesmo, acho que ela ja esta na sala dela, ela deve ter cochilado um pouco no quarto e ido direto, apenas acho estranho ela não ter nós ligado... ㅡ Respondi, vendo as feições curiosas no rosto do rapaz a nossa frente, Jeon era muito bonito, tinha uma aparência angelical mas ao mesmo tempo... sexy? Ele era simpático também, outra coisa que o fazia ser alguém totalmente cativante.


ㅡ Se acontecer algo, me ligue, eu tenho que voltar para a enfermaria, ou irei perder a cabeça, e peçam desculpas a Eun por mim, sinto que não estou presente o suficiente . ㅡ Falou e logo abriu um Largo sorriso, Eun me disse uma vez que o mesmo trabalhava na enfermaria e que era mais corrido do que poderíamos imaginar. Jeon em pouco tempo ja havia dado-nos as costas, correndo e desaparecendo pelos corredores extensos da universidade. 


ㅡ Ele é fofo. ㅡ Comentou a garota ao meu lado.


ㅡ Eu também acho. ㅡ Respondi, voltando a andar, sempre em direção ao dormitório.


ㅡ Eu estava pensando... oque será que a Park gosta de comer? Poderíamos fugir do campus para comprar algo e mimar ela um pouco, eu estou bem carente hoje, e ela merece. ㅡ disse com um tom arrastado.


ㅡ Carente? Você é cheia de macho garota. ㅡ Respondi, sentindo um soquinho acertar meu braço sem aviso, oque me fez cobrir o local, enquanto resmungava. ㅡ Ai.. ㅡ 


ㅡ Eun Joon sempre é amorosa com a gente, ela faz o seu melhor, e querendo ou não ela merece atenção também. ㅡ  


ㅡ Amorosa nada, ela nem negou quando implorei para retirarmos o acordo do Expresso. ㅡ Cruzei os braços, fingindo uma irritação.

 

ㅡ Sua safada ! Eu havia me esquecido disso, eu quero meu café e sei que você não foi comprar. ! ㅡ Gritou, começando a correr atrás de mim pelo corredor vazio.


[...] 


Chegamos no quarto, Misuk e eu ja havíamos planejado o destino da noite, decidimos assistir algum filme de terror e depois chorar as três juntas com um de romance, antes mesmo de chegarmos no quarto conseguimos dar uma escapada do campus e ir até uma loja de conveniência não muito longe, talvez umas duas ruas, compramos alguns salgadinhos, doces e o mais importante: Pipoca, sabíamos que não iríamos conseguir estourar elas no quarto, então compramos uma pronta, eu estava com medo, meus extintos me avisavam que não era boa, mas a mesma insistiu, e ela fica irritante quando quer algo, para eu não cometer um assasinato e ir presa eu apenas não falei nada.

 Abrimos a porta do dormitório e nos deparamos com uma escuridão, a janela estava fechada e todas as luzes apagadas, Eun sempre deixava uma luz acessá, mesmo odiando claridade. O ambiente silenciosos era apenas interrompido por conta do barulho da sacolas nos meus braços, caminhei pela pequena entrada e retirei meus sapatos, deixando os mesmo no degrau baixo, caminhando pelo local descalça, enfim em "casa",  quando achei o interruptor estiquei a destra desocupada e acendi a luz, a claridade se mostrou presente no quarto e logo sorri, esfregando os olhos, até ouvir a frase a seguir de Misuk que estava bem atrás de mim.

 ㅡ Ela perdeu o horário ? ㅡ Comentou e logo correu até a cama ocupada, largando as comprar no Chão, tenho que admitir que cheguei tão distraída que nem reparei muito nas coisas ao meu arredor.

 Eun Joon estava deitada sobre a cama, aparentemente dormindo, Misuk se aproximou lentamente e suspirou, colocando as costas da mão esqueda na testa da garota.

ㅡ Droga Joon... ㅡ Larguei as comprar e caminhei até a cama. 

ㅡ Ela não parece estar com febre. ㅡ Comentou, logo limpando a garganta.ㅡ talvez devessemos deixar ela dormir mais um pouco. ㅡ Sugeriu.

ㅡ Ela vai tomar um susto quando acordar, mais tarde eu irei atrás da professora dela, vou salvar ela dessa vez.ㅡ Rabati rindo, Logo puxando Misuk pelo braço.ㅡ me ajude a colocar as coisas em vasilhas e a colocar o filme, esse aparelho de DVD me odeia.ㅡ emburrei.ㅡ  Ele nunca funciona quando eu mexo.ㅡ


ㅡ Isso porque você não sabe fazer direito, precisa tratar ele com carinho e assim ele funciona, talvez um beijinho e ele comece a gosta de você.ㅡ  Falou rindo, dando dois passos para o lado ao sentir o leve tapa que dei em seu braço.


[...]



Cantávamos na mini-cozinha,  enquando despejavamos os salgadinhos nas vasilhas, de vez em outra eu olhava de canto de olho para ver se a mais baixa havia acordado, e... nada, como podia dormir tanto assim, estávamos cantando na cozinha e não acordar era surpreendente. Sorri de canto de limpei as mãos esfareladas em um guardanapo, caminhei em direção a cama e sentei ao lado da garota, mas meu sorriso se desfez rapidamente ao ver que estava pálida e gelada, arregalei os olhos e coloquei a destra em seu peito, vendo assim que mal respirava, seu peito nem ao menos se mexia. 


ㅡ Misuk... ela não está... respirando. ㅡ Falei alto, vendo Misuk ter a mesma reação que a minha, correndo até a cama.


ㅡ Ai meu Deus... Ela está muito pálida Hye, chame alguém...Rápido ! ㅡ Gritava pelo quarto.


Eu posso dizer com toda certeza do mundo que aquela noite eu tive medo como nunca antes, minhas mãos tremiam e eu mal pude reagir, sentia meu corpo trêmulo e o frio se arrastar pela minha espinha, eu corri para a porta de entrada e gritei por ajuda, a mais velha estava no quarto, tentando de todas as formas acordar a garota, pensando que poderia apenas estar dormindo pesadamente, infelizmente todas as tentativas eram falhas.

 As lagrimas quentes deslizavam pelo meu rosto já avermelhado, eu senti vergonha de mim mesma na hora, eu era uma estudante de Medicina que não sabia agir diante aquilo, eu sei porque paralisei... era minha irmã, minha amiga, minha colega que estava ali, e eu jamais treinei meu psicologico para encarar o pior acontecendo com alguém tão próximo.

 Eu pude ver com os olhos embasados a sombra de algumas pessoas correndo em nossa direção, tudo parecia lento no momento, assim como seus passos e movimentos.


ㅡ Oque está acontecendo ? ㅡ  Gritou o segurança dos dormitórios, estava ofegante e parecia peocupado, enquanto olhava para todos os lados,  se surpreendendo com a quantidade de pessoas que se aproximaram em tão pouco tempo.


ㅡ Minha amiga, não acorda e não está respirando bem, ela não consegue respirar ! ㅡ Gritei, vendo-lhe arregalar os olhos e adentrar o quarto em questão de segundos, sem ao menos respeitar a regra de tirar os sapatos, não que eu me importasse.


[...]


A noite se aproximou bem rápido, a entrada da faculdade estava lotada de alunos que fugiram da aula, a Sirene escandalosa da ambulância apenas me deixavam ainda mais sem ar e trêmula, como não podemos perceber ? A garota não respirava e estávamos cantando na cozinha, parece tão patético... 

 Eu vi o corpo da minha amiga ser retirado do quarto e sair sobre uma maca,  com enfermeiros ao lado, empurrando a base em direção a ambulância, tinha tantas pessoas ao redor curiosas para saber do que se tratavam aquela eufórica situação, eu acho que nem eu mesma havia me dado conta de muita coisa. 

 Como esperado, passamos a noite no hospital, como éramos colegas de quarto e estávamos no momento tivemos que ir ao hospital junto, passamos por um longo relatório de perguntas feitas por um homem alto e intimidador, ele perguntava seu estado da última vez que a vimos desde ao que ela comeu de manhã.

 Nossa atenção foi roubada quando ouvimos um estrondo alto e a batida de sapatos apresados pelo chão, Vendo Jeon Jungkook correr em nossa direção, suado e desesperado. 

 

ㅡ  Aonde está ela ? Aonde está a Eun ? ㅡ Gritou, chamando toda a atenção para nós, o médico o olhou e suspirou, não parecia irritado com o escandalo, como se esperasse aquela reação mesmo,  oque apenas me fez crer que era algo grave... os segurancas se aproximaram mas pararam ao ver o médico fazer um sinal com as mãos, para que não avançassem em cima do garoto vestido de branco, apenas com um casaco preto que diferenciava-se do resto da cor.


 ㅡ Se acalme senhor... ela está sendo avaliada... e em breve traremos notícias. ㅡ Disse calmamente. ㅡ As perguntas acabaram, volto para os dizer sobre a paciente. ㅡ Falou e logo nos deu as costas, andando de volta para os corredores.

 Jeon despencou-se sobre o banco ao nosso lado, apoiando a cabeça nas mãos sobre as coxas. Misuk ja havia cansado de chorar, e no momento encarava um ponto invisível na parede branca e sem vida daquela recepção fria.

 Passamos um bom tempo lá, nenhum de nós teve coragem para falar algo, estavamos tão cansados e abalados que nem prestamos atenção em quantas horas ja estávamos lá, eu apenas queria poder voltar para a Universidade, com minhas duas amigas e com o rapaz ao nosso lado, na qual não tínha muita intimidade.

 Minha atenção foi tomada quando ouvi pequenas batidinhas na janela de vidro atrás de nós, eram as gotas de chuva que lavavam o tempo gelado, havia começado a chover, estava tão fraco e harmônico, por alguns segundos me lembrei de meu falecido pai... ele dizia que as chuvas eram na verdade as lagrimas de um ser superior e que ele chorava quando coisas ruins aconteciam com as pessoas da terra, eu nunca dei muita bola, achava uma baboseira já que pra mim as chuvas eram apenas água que avaporou e foram armazenadas nas nuvens que "explodiam" quando estavam cheias, assim como eu estava naquele momento, a ponto de explodir.

 Eu acho que as pessoas devem se perguntar o porque sentimos tanta dor no trio, vou tentar explicar, todas nós tivemos nossa história, e nós encontramos em um momento em que precisavamos de uma base para se apoiar, bem pequenas, e fizemos isso, acho que eramos uma por todas e todas por uma, passamos por dores juntas e se uma se machucava era como se todas estivessem no mesmo estado, como quando soubemos do aborto que ocorreu com a garota ao meu lado, aquilo devastou-nos e só fomos nós recuperar quando a mesma estava melhor, se tem algo que eu acredito de verdade, acima de tudo é que nós estamos ligadas, desde muito pequenas, desde sempre...

 Fui tirada de meus desvaneios quando senti a mão no medico tocar em meus ombros, ele carregava com si uma expressão abatida e preocupada, na hora todos nós nos levantamos, e fitamos o homem a nossa frente, com sua expressão eu já estava esperando o pior... Eun Joon havia morrido ? 


ㅡ Foi encontrado diversos traumas na paciente, alguns machucados extremamente fundos e hematomas pelo corpo, Ela... tem sofrido algum abuso? Cai muito? ㅡ Perguntou.


ㅡ Ninguém tocou nela doutor, ninguém nunca a fez mal. ㅡ Misuk voltou a chorar, abraçando os próprios braços. ㅡ Ela não tinha nenhum machucado até essa manhã, não havia nada ! ela não caiu, eu apenas quero que ela fique bem, queremos ver ela.


Ouve uma pequena pausa, o superior abaixou a cabeça e fitou o piso, logo  voltando a olhar para cima. 


ㅡ Realizamos todos os tipos de exames e estímulos possíveis para descobrir oque a senhorita Eun Joon tinha... infelizmente ela não reagiu e nenhum, ela está com a consciência comprometida... não sendo capaz de abrir os olhos ou pronuciar palavras, nem obedecer a comandos simples. ㅡ 


ㅡ Oque ? Espere! Oque quer dizer com isso? Nós diga claramente oque se passa com ela ! apenas quero saber oque se passa com minha garota... Ela vai ficar bem ? Ela está dormindo ? ㅡ Jeon estava agitado, queria a verdade mais que qualquer um de nós, pude ver nós olhos de Misuk que sua ficha ja havia caído.


ㅡ Senhor ela ... está em coma, não achamos um trauma ou alguma condição que justifique isso, mas eu sinto muito... Ela está dormindo... vamos fazer o possível para descobrir sua causa e trazer a melhora para ela.. ㅡ


Eu não sabia se minha amiga iria viver, eu não sabia como ela estava... muito menos se demoraria para acordar, se fosse de fato.

 Jeon levou as mãos até o rosto e logo despecou-se a chorar, caindo de joelhos sobre o chão branco, a recepção era ocupada por nossos lamentos e angústias, sempre acompanhados pelo barulhos leve da chuva que caia lá fora.


 ㅡ  Eu... acho melhor voltarem para casa... ja entramos em contato com a família, e eles já estão a caminho do hospital... ㅡ 

 

ㅡ Eu gostaria de poder a ver... por favor, apenas um segundo, será rápido. ㅡ  Pedi e agarrei as mãos do mais velho, a segurando com firmeza, o olhando.


ㅡ Eu gostaria de poder fazer isso senhorita... mas não posso ir contra as regras do hospital. ㅡ Rebateu, apertando minha mãos.


ㅡ É apenas um segundo, aquela garota naquele quarto é nossa irmã... mais que qualquer coisa... tente compreender doutor... faríamos qualquer coisa, eu não sei se já passou por essa situação... mas se coloque no nosso lugar. ㅡ Implorei, juntando as mãos, deixando as lagrimas quentes assarem meu rosto avermelhado. Vi o médico pender o pescoço para a lado e suspirar alto, levando a mão até a testa, por algum momento eu senti que ele entendia como nós nos sentiamos.

 O doutor andou até uma das moças que ficava sentada no enorme balcão marrom claro e logo olhou para trás, começando a andar, nós chamando com a mão.


[...]


Eu acho que passei uma grande parte do tempo encarando aquela porta de madeira que me separava do quarto, eu suspirei e levei as mãos até a maçaneta da mesma, e prensando para baixo, vendo-a se abrir. O mais velho pediu para que entrassemos um de cada vez, e eu estava sendo a primeira, o quarto estava quente e silencioso, diferente do resto do hospital, eu fechei a porta atrás de mim e adentrei o local, passando por um corredor bem pequeno, vendo assim a garota deitada sobre a maca, coberta até até altura dos seios e com os braços magros por cima do fino tecido azul claro com alguns detalhes da mesma cor, seus cabelos estavam soltos e espalhados pelo travesseiro, não tinha expressão em seu rosto, parecia dormir...tranquilamente, sem preocupações. 

 Havia um aparelho respiratorio ao lado da cama, algumas agulhas estavam ligadas ao seus braços machucados com fato que eu não tinha visto mais cedo, como se tivesse os feito a pouco tempo, observei o aparelho e sua respiração estava mais lenta que o normal, seus batimentos cardíacos estavam medianos e sua pressão também, eu me sentei ao lado de sua cama, havia duas poltronas, segurei sua mão pálida com minha destra e curvei minhas costas, apoiando minha cabeça na base estofada.


ㅡ  Eu sinto muito... ㅡ Falei, 

Quase que esperando uma resposta, mas sabia que não seria entendida e não receberia nada de sinais.


ㅡ Volte... vamos voltar para casa Joon...ㅡ  Pedi com a voz abafada pelos tecidos, sentindo sua pele macia em contato com a minha, enquanto não interrompia as lagrimas que molhavam meu rosto, ja inchado e abatido.


Notas Finais


Voltei aqui para dizer que estou muito feliz com o andamento de Wine, quando chega notificação de mensagens e votos meu coração ferve kkk ❤
Se puder indicar Wine para alguém que você acha que vai gostar eu agradeceria muitoooo.
Rumo aos 50 Favoritos. 😆🍭🍷
E Gente, esse foi um capítulo "Especial" aonde eu quis mostrar oque realmente aconteceu e está acontecendo com a Joon, o cap voltou para o quinto e relatou um outro ponto de visão, mostrando de forma aberta oque não podemos ver estando centralizado nas visões da Park.


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