História Wings: Sungyeolhaetdeon nal chajajwo - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Big Bang, BoA, Girls' Generation
Personagens BoA Know, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, Taeyang, Taeyeon, V
Tags Bangtan, Bts, Jikook, Namjin, Taejin, Taeyoonseok, Vhope, Vkook, Wings, Yoonseok
Visualizações 16
Palavras 5.951
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ecchi, Escolar, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Poesias, Romance e Novela, Slash, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Este capítulo parece bobo, mas é muito importante. Reparem nos detalhes!!!!
PS. Perdão não entrar tanto em detalhe com Namjin, eu não posso, em breve vocês saberão porque ♥

Capítulo 8 - Capítulo 8: O que você vê em meu reflexo?


Fanfic / Fanfiction Wings: Sungyeolhaetdeon nal chajajwo - Capítulo 8 - Capítulo 8: O que você vê em meu reflexo?

A manhã veio numa velocidade diferente dos beijos em que os mais velhos anteriormente dedicavam um ao outro, deitados naquela pequena e aquecida cama de solteiro. O sol entrava pelo vão deixado por Hoseok na noite anterior, quando deixou a janela entre aberta.

—Hyung. —Hobi falou preguiçosamente, suas mãos estavam jogadas por cima da barriga de Suga, este se mantinha imóvel, com os lábios levemente entreabertos enquanto sua respiração era leve.


—Hyung. —Hobi falou de novo, agora arrastando seu rosto para ficar perto do pescoço do mais velho. Suga mexeu-se.


—Só porque a gente se beijou, não significa que você tem o direito de me acordar uma hora dessas Hoseok. —Yoongi disse, frio e direto, sem mover nada além de sua boca. Hoseok respirava levemente no pescoço do mais velho que suspirou.


—Voce é impossível. —Suga disse, colocando as mãos no meio dos cabelos castanhos do maior.


—Onde está o Jin hyung que... —Hobi sorria, olhando para o mais velho ainda adormecido e que mantinha seus olhos fechados e foi interrompido pela voz suave de seu hyung na sala.


—Bom dia!


—O Jin é um tipo de entidade que surge quando é chamado. Temos que combinar de não falar o nome dele, senão ele é convocado. —Min disse e Hobi voltou a fechar seus olhos, já que o mais velho ainda mantinha as mãos nos cabelos dele.

Pouco a pouco, as portas foram se abrindo e se juntando a Jin, que vestia uma camisa branca do Mario montado no Yoshi, uma calça cinza de flanela que estava dançando. Não era dele.

—Esses indícios que a noite foi boa, faz com que seja impossível de vocês negarem no meu rosto lindo. —Yoongi disse, indo ao banheiro lavar o rosto. Hope olhou para a calça e riu.

—Indícios de quê?


—Kim Namjoon é meu melhor amigo, eu reconheceria essa calça em qualquer lugar. Parece que você vestiu as calças erradas, hyung. —Jin olhou para baixo e se assustou quando viu que estava usando as calças do mais novo. Corou.

—Você está se transformando numa cobra, igual ao Hoseok. —Jin admitiu, colocando os pés na poltrona e checando seu celular pela milésima vez. Yoongi riu estridente.


—Como é que fala mesmo Hope?


— O quê?


—Aquele jargão do CCC?


—CCC? —Jimin perguntou, saindo do quarto, acompanhando de Jeon e de Tae.


—Clube das Cobras Coreanas. —Yoongi disse e os olhos de Hobi e Jimin se cruzaram.


—Deslizando como uma cobra! —Os dois gritaram em uníssono e fizeram um High Five, seguido de um som de cobra com a língua. Tae começava a se debater de rir.


—Falando no Monster, onde ele está? —Suga perguntou, se jogando no sofá empoeirado. 
Jin colocava o celular no ouvido e tirava várias vezes para olhar para a tela.


—Ele está no quarto. Sem os remédios dele fica quase impossível controlar, quer dizer, não seria se ele não estivesse tão psicologicamente mal. —Jin disse, teclando em seu smartphone mais uma vez.


—E não há nada que possamos fazer? —O mais novo de todos disse, sentando-se no braço do sofá onde Suga estava jogado e tendo Tae a se encostar entre suas pernas.


—Eu liguei para a farmácia ontem, para que eles trouxessem o remédio delivery, mas ninguem veio até agora. —Jin disse, deixando o celular sobre a poltrona e ajeitando seus cabelos para trás. Estava visivelmente cansado.

 

—Eu sequer consigo compreender como este celular ainda tem bateria hyung. —Tae disse aleatório. Jin riu.


—Eu desconfio que ele seja, na verdade o Pikachu.


—Ele é o Charmander. —Namjoon apareceu por trás deles e sentou no braço do sofá ao lado de Jin, jogando o braço displicentemente no encosto do sofá, ficando por trás das costas dele.


Jin olhou para ele, que lhe deu um sorriso tímido, mostrando um pouco das covinhas, o mais velho sorriu de volta.
Hoseok e Jimin começaram a fazer coração no ar.


—Crush boy! Crush boy! —Yoongi gritou.


—Ah, calem a boca! —Jin disse, levantando com tudo e indo para cozinha, recebendo uma gargalhada dos que ficaram na sala.

 

—Já reparou que nossos dias se resumem a fazer coisas inúteis e comer? —Yoon disse, colocando um pouco mais de Bap na Boca e mastigando lentamente.


—Tem algo melhor do que comer? Por mim eu comeria o dia inteiro, me sinto no paraíso.


—E continua com este corpo. Hyung, como você faz isso? —Jimin perguntou, comendo um pouco de Bap também.


—Eu não faço nada, na verdade eu nasci lindo e acabei ficando maravilhoso com o tempo. Essa coisa de ser espetacular veio junto com o pacote. —Jin disse, colocando um pedaço enorme de carne na boca e ficando com as bochechas cheias como as de um esquilo.

Min apontou para ele com os palitos.


—É por causa dessas palavras que a gente não deve elogiar o hyung. Ele é sem noção. —Disse, se esforçando para comer mais um pouco porque quando ele tensionava parar, Hoseok empurrava seu braço até que ele comesse tudo.
Jin riu.


—Eu queria poder dizer o contrário, mas seria mentira. E sobre fazer coisas inúteis, não se esqueça que este acampamento é para criar memórias, de quando ainda temos liberdade para sermos jovens, porque quando as aulas começarem... —Jin disse, colocando outro pedaço de carne na boca.


—Às vezes eu não tenho certeza se estou fazendo a escolha correta. —Namjoon disse, enquanto remexia no Bap da sua tigela. Todos olharam para ele.


—Por que, Monnie? —Jin perguntou, tocando seu braço com ternura.


—Não sei. A juventude é uma coisa muito louca, é extensa e ao mesmo tempo, curta. Eu estou fazendo uma escolha que pode mudar o curso da minha vida para sempre, parece ser um fardo um tanto grande para se suportar desse jeito, tão desesperado. Às vezes eu penso estar no caminho certo, mas pego-me pensando quem sou, o que faço e porque estou aqui e não encontro respostas, me perco em mim e nem sei mais se estou fazendo uma faculdade por mim, ou para orgulhar minha mãe. —Nam disse, distante, olhando para algum lugar além das janelas, enquanto com a mão direita segurava o garfo e remexia na comida. 

Sentia-se o pesar nas palavras.


—Lá vem o Namjoon e esses discursos Lamechas dele. —Min disse, colocando Bap na boca e fazendo Namjoon rir fraco.

Jin continuou alisando seu braço.


—O que importa Nam, é você fazer o que te faz feliz.


—Felicidade é um conceito muito vago. —Ele retrucou de imediato.


—É um conceito vago para quem não sabe o que o faz feliz. A mim, por exemplo, faz feliz fazer as pessoas sorrirem, sinto que estou aqui para alegrar vocês, quando vocês estão a sorrir, eu fico satisfeito e sinto-me suficiente. É assim que eu descubro o que me faz feliz, pegando as sensações e as transformando em sentimentos, a felicidade não é algo tão abstrato quando você tem um objetivo. —Jin disse e voltou seus olhos para mais um pedaço de carne. Nam olhava para o garoto como se ele fosse o quadro real da Monalisa.


—Você é incrível! —Namjoon disse, olhando bem perto para o mais velho, que corou e continuou com os olhos no prato.


—Eu só descobri o que me faz feliz. O que faria vocês felizes? No momento, digo. —Jin disse.


—Concertar meus erros de onde tudo começou. —Jeon disse e seguiu a ordem dos acontecimentos. Jeon, Jimin, Tae, Yoongi, Nam, Hobi e Jin.


—Apagar minhas mentiras.


—Revidar os estigmas que me causaram.


—Queimar meu passado.


—Matar meus lobos.


—Ter uma mãe, sem ter.


Eles disseram e Jin ficou a pensar, olhando para seu prato finalizado, ao qual ele comeu o último pedaço de carne.


—Bom, minha felicidade depende de fazer vocês felizes. Então é o que eu vou fazer.

Eles ficaram um tempo sentados no chão da sala jogando conversa fora ou apenas aproveitando a companhia uns dos outros. Apesar de ocasionalmente se ouvir as risadas de Taehyung.

—Nós não vamos nos mover hoje? —Min perguntou e Kookie olhou-o, cético.


—Você está reclamando, hyung? 


—Não eu... Bom, eu até que já tinha me acostumado com essa coisa de ficar me movendo por aí. Acho até que estou um pouquinho mais bronzeado. 

Hoseok riu.


—Você continua mais pálido que açúcar de confeiteiro. 
Yoongi fechou a expressão quando os outros riram.


—Deve ser muito engraçado.


—Tudo que é com você é engraçado, Min Yoongi. —Jin disse e jogou a cabeça para trás no sofá, deixando que ela batesse na coxa de Namjoon e ficasse.

Jin estava mexendo no celular ainda, enquanto Kookie e Tae liam alguns mangás. Jimin e Hoseok brincavam de Jokenpô e Yoongi dormia, com a cabeça encostada na poltrona.

—Hobi, sua mãe vai discursar na sexta. —Jin disse, depois de um tempo, levantando os olhos do celular.


—Quem?


—Sua mãe, a Vereadora. É ela não é? —Jin virou o celular para o mais novo, que analisou o rosto da mulher nas fotos e em seguida deu de ombros.


—Eu não sei bem o cargo dela e para falar a verdade, faz tanto tempo que não a vejo, que não tenho sequer certeza se este é o rosto dela. —Hoseok disse, simples mas seu rosto estava demasiado sério, seus lábios curvados para baixo, para que ele estivesse feliz em dizer aquilo.


—Podemos ir lá para ver, se você quiser. Você já foi a algum discurso dela?

Ele acenou negativamente com a cabeça.


—Não. Aquela coisa de "Dia dos filhos no trabalho dos pais", nunca funcionou para mim. Não sei se quero que comece agora. —Ele disse, perdendo no Jokenpô para Park e parecendo não se importar muito agora.


—Vamos, eu acho que vai ser legal você ver sua mãe, vai fazer bem a você. Se ela não vem até você, você irá até ela.

Ele deu de ombros novamente.


—Bom é, pode ser. —Sorriu mínimo e voltou ao jogo.
Era difícil admitir aquilo em voz alta, que sua mãe não tinha nem tempo e muito menos interesse para com ele. Que ela não o via muito porque não tinha vontade e não por falta de tempo, para uma mente conturbada, qualquer gota é uma enchente.

—Hyung, você disse sexta? —Tae tirou os olhos do mangá.


—Que dia é hoje? —Kookie perguntou, levantando os olhos também.


—Quarta. —Jin disse, olhando para o celular. Yoongi suspirou. Não estava dormindo afinal.


—Mas o tempo tem passado muito rápido aqui, eu nem senti. 


—Você está sempre dormindo, Yoonie. Não tem como sentir nada. —Hobi falou. Yoongi abriu o olho esquerdo.


—Continua falando e com certeza você sentirá alguma coisa em breve. —Fechou o olho novamente, fazendo a Maknae line entrar em erupção.


—Woah! Eu adoro quando ele é azedo, já disse? —Kookie disse, ainda com os olhos em Strawberry Panic.


—Jeon, porque você está lendo Yuri? —Jimin perguntou e o mais novo corou.


—Estou ampliando meu horizonte de leitura. —Ele tossiu e disfarçou.


—Como se eu nunca tivesse encontrado seus mangás de High School DXD dentro do lençol. Não faz piada, Kookie. Você gosta de ficar admirando as meninas. —Tae disse e Namjoon riu.


—Acho que não é isso que o Jeon gosta de admirar não. —Jimin disse e voltou para seu, agora mangá de Noragami.


Yoongi fez um barulho que, na cabeça dele era um grito.


—Park, eu ouvi o suficiente no Domingo, obrigado.


Ele disse e Jimin gelou, ao mesmo tempo que suas bochechas ficaram vermelhas, seria verdade desta vez? Que alguém realmente ouviu o que aconteceu no quarto aquele dia?

Começou a pensar naquele dia e se esqueceu que a preocupação era alguém saber, mas depois parou de se importar, era bom lembrar da sensação das mãos de Jeon de maneira possessiva sobre seu corpo pequeno e dele, completamente dele.

 

—Eu acho que deveríamos fazer uma batalha de rap. —Jin disse, enquanto levava as coisas para o lado de fora da casa, para eles comerem marshmallow e ficarem em volta da fogueira, igual ao primeiro dia.
Tae gritou, levantando os braços.


—Eu acho uma ideia extraordinária. —Começou a fazer exercício vocal.

Yoongi começou a rir.


—Essa eu quero ver. Com certeza.

Eles começaram, um a um a sair da cabana de madeira, em direção ao aconchegante local que estava sendo preparado ao redor da fogueira para eles pelo mais velho, as mesmas almofadas jogadas no chão e o marshmallow. Mas sinceramente, de onde ele tirava todas aquelas coisas?

Meu nome é Taehyung, e minha voz é de arrasar, segurem os corações que a fora eu vou rimar! —Ele começou, fazendo movimentos com as mãos como se fosse rapper. Hope bateu a mão na testa.

Stop, Stop! —Hope disse, balançando as mãos no rosto do mais novo.

Ah, Joesonghabnida! —Tae abaixou a cabeça, tristonho, e Hobi abraçou ele por trás, afagando seu cabelo.

—Eu estou brincando garoto. Se você quiser, te dou aulas particulares de rima. —Ele dizia, olhando o mais novo de esguelha, que corria seus olhos entre os lábios de Hobi e os olhos. Namjoon ria como um louco.

—Eu agradeço imensamente pelo Jungkook e o Taehyung sempre serem melhores snippers que o Yoongi. Se ele fosse bom, não teríamos uma cena nada doce aqui. —Nam disse, fazendo um meio de cabeça pra mostrar a Jin sobre o que ele estava falando. Min Yoongi fitava Hoseok com o olhar tão penetrante, que podia matá-lo.

—Já começamos bem o evento, não? —Kookie disse, sentando-se numa almofada no chão.

—Você é muito bom, não é Jeon Jungkook? —Tae disse, cruzando os braços e se apoiado no pé direito.

—Woaaaaaah! Isso foi um desafio? Ouvi desafio. —Yoongi colocou lenha na fogueira, sentando-se na almofada e se preparando para o show. Jungkook era competitivo ao extremo.

—O Jungkook é tão bom quanto eu. —Tae disse e sentou-se, sua expressão num misto de raiva e divertimento.

Meu nome é Jeon Jungkook e com esses pequenos eu não me esquento.
Sou transparente como as águas de Busan. 
Aos que tentam me enfrentar, cuidado, é um aviso, eu nado mil milhas e bato de frente com suas rimas.
Você vem de D? Grande coisa, o mais alto que você consegue é pular de um prédio, enquanto eu vivo numa praia com lindas mulheres e não consigo elas com aegyo
. —Terminou a última frase imitando os aegyos invonlutarios de Taehyung, seguido por todos levantando numa onda de insinuação. 
Cobras.

—Woaaaaaah! O que foi isso? Boa noite hein Jeon! 

—Tocou fogo na arena! —Jimin e Hope diziam juntos.
Suga se levantou com as mãos nos bolsos.

—Então você estava xingando as pessoas de Daegu garoto? —Eles moravam em Daegu, mas Kookie tinha nascido em Busan, mas Yoongi é nascido e criado lá por isso, tinha bastante orgulho do seu lugar.

—Woaaaah! Alguém mexeu com o lugar do Yoongi! —Nam falou, se levantando da almofada e balançando as mãos no ar.

—Por que vocês são tão cobras? —Tae disse, sentando-se novamente.

—Talvez você queira me enfrentar suginha! —Jeon disse, serrando as unhas na roupa e ouviram-se outro "Woaaah", vindo de Jimin e Hobi.

—Que tal por duplas? —Tae disse, olhando para os mais velhos da roda.

—Eu acho uma boa ideia. Eu acho que podia ser Tae e Kookie, Yoonie e Nam e Hobi e Jimin. —Jin disse e Jimin engasgou-se com marshmallow.

—Não não hyung, estou bem.

—O que isso tem a ver, Park Jimin?

—Estou dizendo que estou bem para fazer rap. Não nasci para isso, está tudo bem. —Jimin engoliu o marshmallow com uns tapinhas nas costas dados por Tae.

—Você está na roda, você vai brincar garoto. —Jin disse e Park se levantou num pulo.

—Boa noite pessoal, acho que esqueci minha escova no vaso e... —Foi interrompido e puxado por Jungkook.

—Senta aí baixinho.

—Isso não vai prestar. —Park sussurrou, com as bochechas cheias como as de um esquilo.

—E então, a princesa vai demorar? —Suga disse pra Nam, que estalou os dedos.

—Só se você tiver medo de ser o primeiro. —Nam sorriu de canto e recebeu um sorriso do menor de volta.

Meu nome é Suga e eu venho de Daegu, é engraçado dizer que vim de algum lugar, que eu nem sequer sair. 
É frustrante realmente relembrar, de todos os sonhos que eu tinha e com o tempo, tive de matar. Essa cidade é tão pequena para o quão longe minhas asas pretendem voar, às vezes sinto-me um pássaro numa gaiola tendo como único refúgio cantar. 
Eu faço rimas improvisadas sobre liberdade e opressão, porque na verdade minha cabeça é uma completa confusão, eu pareço firme mas nem sempre sinto-me forte. 
Às vezes é apenas como receber uma pancada na cabeça e tomar remédio para passar, as vezes estou num corpo que parece não me pertencer e eu nem sei como vim parar neste lugar. 
Eu constantemente me perco de mim, por minhas ideias divergirem no que buscar, mas se fecho meus olhos, meus sonhos de estar longe, é o único lugar onde eu verdadeiramente pareço querer estar.


Namjoon não deu tempo nem dos garotos fazerem qualquer tipo de comentário, e já estava se encaminhado para seu próprio show.

—A vida é uma sucessão de dias ruins, mas eu sou como um pilar para mim mesmo, balanço porém não caio, porque o mundo não me deseja mas mostrar a ele para quê eu vim, é onde eu pertenço.

Mente sã, corpo são é o meu lema, exercito minha mente buscando sabedoria a todo momento, deixa o cochilo para depois, dormir não te fará ganhar um BBMA, pois não?
Eu sonho alto pois sou de Ilsan, a capital me pertence tal qual o mundo que gira em minhas mãos. Eu penso demasiado e isso me enche de emoção, quantas rimas você fez hoje, por estar deitado num colchão? Me desculpa baixinho, sua metrópole não está com nada, do quê adianta a praticidade do Satoori se a norma culta é a inteligência? Eu queria pegar leve, mas aqui não é Hoje é dia de Maria.


Tinha tornando-se uma competição pessoal. Eles eram melhores amigos e estavam constantemente querendo se superar para ver até quando eles aguentavam.

Você se gaba por seu dialeto e eu pela minha facilidade de ser sucinto, falar palavras difíceis não fazem de você mais bonito. Eu sou um garoto foda porque eu sou D. Eu sou um lunático maníaco na batida, eu faço Rap e todos ficam excitados com a tecnologia da minha língua, tem sempre alguém atrás de mim, puxando meu saco. Você não é páreo para minha agilidade, sua qualidade vocal não chega aos pés na minha rapidez mental, você sabe que já conquistei a baixa Daegu? O próximo é o Billboard.


Aqueles que conhecem a compostura, venham por aqui, bem-vindos. Uma explosão de sensibilidade do RM. Não tente ser melhor do que eu com sua palavras azedas, se eu te jogar duas das minhas poesias você sorri, doce como uma flor. Meu veneno não mata os inimigos, paralisa seus sentidos e hipnotiza suas mentes com minha batida animal. A mudança das estações, a seriedade, o meu espírito que não pode ser escondido, eu aqueço e vivo todos os dias, eu espirro e cá estou eu. Nascido num seio desamparado, fui aceito pelo mundo, cada dia é um maremoto e eu estou lutando contra a corrente. Não me mostre seus pertences, eu não tenho nada, eu só quero ser alguém. Não me olhe com pena, eu estou morto, tenha pena dos vivos e dos que vivem sem amor.

Min Yoongi já está morto (eu o matei). Junto com o dia fátidico eu fui, esturricado e apodrecendo como corpo velho em decomposição. Tentei me perdoar, meus pais disseram que sinceramente não me entendiam. Eu não me entendo direito também, então quem entenderia? 
Às vezes fico com medo de mim mesmo também, me sentindo distante da realidade, o conflito com o ideal, minha cabeça dói, eu estou tentando lutar contra essa maré que você diz que vai passar, mas, quem é você para saber quando o purgatório enfim terminará? Eu estou apenas tentando sobreviver, meu corpo está de pé mas minha mente está dilacerada, eu consigo formar versos coerentes mas cercados de dor. Você que me vê de pé, sabe que há dor por dentro, não sabe? A tecnologia da minha língua se equipara a dor que inflinjo em meu corpo para amenizar os problemas da minha mente. Meu irmão se foi, eu fiquei, mas e agora? Eu não o salvei, então quem me salvará? Amigo? Ou você? Ninguém me conhece direito.


Vá ter uma vida lamentável enquanto eu falo isso. Eu sei, cada vida é um filme. Temos diferentes começos e histórias, mas porquê a nossa soa tão triste e desinteressante? Estamos apenas sobre o sol tentando não se queimar. Eu quero filmar bem a cada dia, eu quero me dar tapinhas nas costas, mas porquê ao fim do dia as vozes me dizem que eu não fiz um bom trabalho?
Sinceramente, com muita frequência eu realmente me odeio, fico de pé na escuridão pois é a única que esconde meu verdadeiro eu, aquele que assusta, que aflige, que é impotente e afasta. Aos 18 eu era invencível, eu e nossa fobia social, você me entende porque eu te tenho e você me tem, mas separados, quem somos? Ratos, e ratos não falam. O mundo é outro nome para o desespero, O medo que secretamente retorna e pega a minha mão, eu estou buscando respostas para minhas dores. Porque há tantas vozes em minha cabeça? Porque o piano está queimando? Porque há rasgos em minhas escápulas? Se limparmos as roupas um do outro teremos uma conexão? Se eu te livrar dos teus problemas você se livra dos meus? Pois então me ajuda, me ajude a sair deste abismo. Eu quero ser mais do que um rapper, mais do que palavras, quero mais que letras e versos. Eu quero amar, eu quero ser capaz de amar a mim mesmo.
Eu quero ser capaz de amar a mim mesmo.

Por um tempo se instalou o silêncio. Yoongi e Namjoon estavam, ambos olhando para o chão de terra em volta deles, estavam procurando algo interessante para passar o tempo e pensar nas palavra dos dois, o que no começo era uma batalha de habilidades, acabou sendo uma discussão sobre seus problemas internos e o confronto mental pelo qual eles passavam. Eles eram amigos realmente há bastante tempo, então eles se entendiam e muitas vezes, partilhavam da mesma dor.

—Opa, essa batalha está ficando muito pesada. Que tal darmos a palavra para a próxima dupla? —Jin disse, tocando o joelho de Namjoon, que olhou de canto e depois sorriu para ele. Talvez ele achasse que não pudesse olhar para Jin depois de tudo o que disse.

—Acho que o Jimin deveria ir primeiro. —Jungkook disse, e jogou as mãos para trás, apoiando a cabeça. Park lançou-lhe um olhar furioso.
Tae soltou uma risadinha.

—Não sério, acho que o hyung vai arrasar. —Kookie disse de novo e Jimin se abaixou para pegar um marshmallow. Jeon levantou rindo.


—É verdade Jiminnie, acho que você vai se sair bem. —Jin disse, mas estava sendo sincero. 
Ou quase.

—Ahm... —Jimin se sentou para começar e foi interrompido.

—Jimin-ah! —Tae gritou e sussurrou "Hwaiting!".

—PARK JIMIN! PARK JIMIN! GO JIMIN! GO JIMIN! —Jeon começou falando e os outros o seguiram. Eles estavam se divertindo, sabiam que ele não sabia fazer rap.

Meu nome é Jimin e eu sou Corvinal, não sei se vocês estão preparados para minha rima animal. Na vida eu sou a luna não tem pra onde fugir, o que posso fazer, se eu gosto de Pudim? —Yoongi quase virou para trás na almofada. Foi segurado por Hoseok.

—Que droga é essa Park? Olha, você tem futuro viu. Seu nome no mundo do rap podia ser Pudimzinho. Já está escolhido. —Namjoon riu como um porco, Jin passando a mão nos seus cabelos, o mais novo estava com o rosto vermelho.

—Jimin, você não tem estilo. —Namjoom disse e Hoseok riu junto com os mais novos. Jimin estava vermelho.

—Vocês são umas cobras. —Park disse, Yoongi e Namjoon olharam um para o outro.

—Deslizando como uma cobra. —E balançaram os quatro dedos, um de frente para os quatro do outro, como nadadeira de peixe.

—Isso ainda é uma competição? Porque eu estou louco para ver o Hoseok hyung competir com o Jimin. —Tae disse, tirando um marshmallow da ponta do graveto e colocando na boca. Hoseok piscou pra ele.

—Então se prepara Tae, vou dedicar pra você. —Tae sorriu quadrado para ele. Yoongi bufou alto.

—Isso é mesmo necessário? —Park perguntou, mastigando, sem vontade, um marshmallow e sentando-se, engolindo sua derrota, que ele tanto odiava.

J-HOPE, começo com meu nome. Por doze anos e meio eu observei esse cenário que parece fogo como um espectador, todos me ignoravam como se eu fosse um doente, é leproso ser diferente ou inteligente? Eu não uso máscara, esse é o meu lema, eu vivo fazendo o que eu faço, cada passo em falso que eu dei, me trouxe até vocês, cada surto, cada abstinência, me fez forte, eu sei. Eu não desejo voltar atrás e fazer tudo diferente, porque todas as vezes em que ela me fez cair, me ergui e me fiz mais forte.
Eu vou colocar toda a minha paixão, eu espero que você perceba quando escutar, que eu sou real, eu não sou o que você fez de mim, eu sou as pernas que o mundo me deu, então eu me levantei e andei por mim mesmo, Se eu comer seus xingamentos eu vou digeri-los imediatamente. Eu não sou mais a sua criança frágil, agora eu sou o mundo, eu sou a pedra, sou o fogo e o fogão, eu faço minhas rimas, eu vivo minha vida, eu não preciso de opção. Nossas revoltas ficaram sucessivamente mais fortes, Somos sete lobos, reunindo os cordeiros com uma armadilha, eu não lembro quem eu era antes de chegar até aqui, mas meus garotos me fizeram subir. Eu sou indispensável, minha rima é inigualável, eu estou pronto para fazer você suar. Você pode até tentar me alcançar, mas meu lugar é no topo, quero ver você tentar. 

Hoseok terminou e respirou fundo, tinha ido tão rápido quanto podia e sequer percebeu o que estava fazendo.

—WOAH, HOPE! VOCÊ FOI GENIAL! —Yoongi levantou e Hobi abriu os braços, para que o menor se encaixasse neles e eles se abraçassem. Ficou estático e sorridente.

—Hobi, a gente nem precisa de uma votação para saber quem ganhou a competição. —Jin levantou-se e bagunçou os cabelos do mais novo.

—Hyung, foi simplesmente animal! — Jungkook fez uma batida.

Um a um abraçou Hobi e por último Namjoon, que deu um tapa na testa do garoto. Mas ele estava feliz e era isso que realmente importava.

—Woah, eu nunca esperei que o hyung fosse ganhar! —Taehyng disse enquanto ajudava a recolher as almofadas do chão.

—O que você está insinuando garoto, que eu não sou bom? —Hobi largou uma das almofadas e puxou a orelha de Tae.

—Não Não hyung, ai ai! Eu quis dizer que você era esplêndido mas eu nem imaginei que você fosse ganhar do Monster, au! —Hobi soltou e bagunçou seus cabelos. Sorriu para Tae que sorriu de volta.

—Acho que vou passar meu posto de Monstro do Rap para o Hoseok. —Namjoon disse, segurando a porta para os garotos passarem.

—Eu não sei onde você consegue a auto-estima de pensar que é melhor do que eu. —Yoongi passou por ele e alfinetou.

—Quer uma revanche? —Namjoon disse, soltando a porta para ir em direção ao centro da sala mas foi impedido.

—Não não não, está na hora de dormir. Anda, todo mundo pros quartos. —Jin disse, entrando pela porta por último. Ele olhou para fora como da última vez e estranhamente, a fogueira não estava mais lá.

 

Os garotos entraram na casa e os mais novos se jogaram no sofá, mas o mais velho fez questão de expulsar todos com uma vassoura, que ninguém sabe de onde veio, para voltar para seus quartos.

—Eu já falei que está tarde. Todos para o quarto. —Jin começou a bater com a vassoura nas costas de Jeon.

—O quê mas... Mas porquê nas minhas costas? Aí omma, aí aí! —Jeon disse, fazendo piada com o mais velho mesmo apanhando.

—Eu sou a Omma de vocês mesmo, agora saiam daqui. Amanhã é nosso último dia de acampamento. —Jin bateu em Taehyung, que estava deitado de cabeça para baixo olhando para o chão.


—Ai aí! Mas já?

—Estamos aqui há quase uma semana, vocês querem o que? —Jin disse, indo na cozinha colocar a vassoura no lugar enquanto os mais novos levantavam.

—Fugir da vida de adultos.

—Comer um saco de batata Lay's.

—Asssistir One Piece. 

Jin riu deles e empurrou eles para os quartos.

—Boa noite, crianças! —Jin disse, se encaminhando para o próprio quarto. 
Tae abriu a porta antes de Jin fechar a dele.

—Boa noite, mamãe! —Jin riu e as portas foram fechadas.

—Mas todo mundo já foi dormir? —Hoseok perguntou, entrando alguns minutos depois que todos já tinham entrado em seus respectivos quartos, batendo a porta após sair do banheiro.
Recebeu o silêncio em resposta, Yoongi já estava dormindo a sono alto, ele afagou os cabelos negros do mais velho.

—Tão corajoso! —Beijou a testa de Yoonie e deitou-se ao seu lado, ele estava de lado, com as pernas encolhidas, com o rosto para a parede, então Hoseok deitou-se de barriga para baixo, quase de lado também, e deixou que seu braço caísse sobre o menor. Algum tempo depois Yoongi segurou a mão de Hobi que caia sobre eles, mas os dois já estavam a sono alto para se darem conta disto.


—Ai ai, essas crianças dão-me tanto trabalho. —Jin resmungou, entrando no quarto que ele dividia com Namjoon. Encontrando-o numa cadeira, a contemplar o céu e escrever algo em um bloquinho de anotações ou caderno.

—Monnie? —Jin falou baixo, quase como um sussurro para não assusta-lo, enquanto se aproximava dele.

—Oi, eu estou apenas escrevendo algo.

—Está tudo bem? Você ficou um pouco calado depois da batalha com o Suga. Quer conversar? —Jin sentou-se na cama para dar espaço para ele pensar e aguardou. Namjoon se mexeu na cadeira.

—Não, é só que... Por que essas coisas acontecem comigo, Jin? —Kim virou-se para o mais velho e depois voltou a observar o céu.

—Isso... O que exatamente, Mon?

—Essas coisas em minha mente. Por que eu penso demasiado? Às vezes eu queria ser direto e sucinto como o Yoongi, mas eu só começo a pensar e as palavras vem, todas juntas e emboladas, como se eu fosse algum tipo de Diderot buscando informações para minha enciclopédia. Eu só queria ser normal. —Ele abaixou sua cabeça e Jin correu até ele. Alisou seus cabelos.

—Ei, porquê isso agora? Você sempre pensou demasiado e eu sempre achei isso sexy, bonito e muito atraente. —O mais velho tentou fazer graça e conseguiu um sorriso mínimo de Namjoon.

—Porque eu queria ser normal. Queria que essas vozes não estivessem em minha cabeça, que eu não fosse mil pessoas ao mesmo tempo, queria ser uma, que bastasse para alguém e bom, para mim.

—Você me basta assim.

—Jin, não é suficiente. Não é preciso que apenas você me ame, eu preciso me amar também.

—E o que te impede de se amar? —Jin agora estava andando, para pensar, sua coluna ereta. 

Namjoon suspirou. Depois abriu a folha que estava a rabiscar e desatinou a ler, como quem recita um poema sou poesia.

O mundo é outro nome para o desespero
Minha altura é outro diâmetro da terra.
Eu sou minha própria felicidade e ansiedade.
Isso se repete todos os dias, o gostar e não gostar em relação à mim.
Eu quero ser livre
Eu quero ser livre de liberdade
Estou feliz agora, mas eu também estou infeliz.
Então eu olho para mim mesmo
Eu gostaria de poder me amar.

—O que é isso Monnie?

—Eu escrevi, bom, agora. O que estou querendo dizer Jin é que eu não sei o que estou fazendo aqui. Eu sinto como se não tivesse um propósito, uma finalidade. A vida é um filme, tem roteiro, tem enredo, qual o roteiro da minha vida? Por qual caminho devo seguir? Eu não sei, sinto-me levado pela correnteza, e odeio essa sensação. —Namjoon passou a mão pelos seus cabelos novamente e encostou a cabeça no vidro da janela.

—Namjoon, a vida não tem graça quando sabemos o que vai acontecer em seguida. Assim são os filmes, quando assistimos não sabemos qual será a próxima cena, senão, não teria graça assistir. Não importa se somos os telespectadores ou os atores, tudo é melhor quando acontece naturalmente. Se soubéssemos tudo, descobrir não teria graça. 

—Mas eu quero descobrir tudo, esse é o problema. Eu desejo, eu quero, eu busco, eu tenho sede de conhecimento, e nunca parece que sei o suficiente, sobre mim, sobre a vida, sobre nada.

—Nammie, nem os antigos sabiam tudo, eles sabiam aquilo que eles ensinavam e um pouco mais, não significa que eles sabiam sobre tudo. Lembra-se daquele livro que você leu e me emprestou, Sidarta? O Gotama não sabia sobre inteligência e Conhecimento, no entanto ele sabia sobre como absorver o sofrimento e viver plenamente com isso, e ele tinha seguidores que acreditavam que aquilo era suficiente. Você tem de achar o que é suficiente para você, para que você possa estar feliz em adquirir, e não se questionar a todo momento. Você é esplêndido Nam, e os remédios não fazem de você uma pessoa menos incrível, se é isso que você iria falar em seguida. 

—Mas a minha mãe... Eu sequer posso ajudá-la por causa desse problema estúpido. —Jin colocou a mão em seus lábios carnudos, para tampa-los.

—Namjoon, já foi suficiente você ter criado isso como forma de defesa por não poder ajudá-la, você ainda pensa em não se perdoar? A culpa não foi sua certo? Você nunca pôde fazer nada, agora você​pode e vai fazer mas não se culpe como se você fosse um doente. Você é inteligente, suas letras são maravilhosas, você é um pouco desastrado, admito, mas cada uma das suas imperfeições fazem de você o Kim Namjoon que eu admiro.

—Você me admira? —Namjoon perguntou, encontrando os olhos de Jin sendo atravessados pela luz da lua.

—Claro Nam, você é só uma pessoa boa, a qual coisas ruins aconteceram. Pare de tentar adivinhar sua existência, você está aqui porque sim e o que é bom. Apenas fique feliz por ser alguém que traz felicidade às pessoas.

—Felicidade é um conceito vago. —Ele repetiu.

—Você me faz feliz. Estou disposto a me entregar a um conceito vago por isso.

Namjoon sorriu, Jin levantou e pegou-o pela mão, guiando-o para deitar na cama.


—Eu sempre aprendo algo com você, hyung. —Nam disse, ajeitando-se na cama.

—Eu fico feliz por você sentir-se assim. —Jin disse, se aconchegando na cama.
Os dois fecharam os olhos e seguiu-se um silêncio, onde Jin achou que Kim já tivesse ido dormir.


—Hyung? —Namjoon chamou.


—Ne?


—Obrigado.


—Pelo quê, Monnie?


—Por me amar. Como eu sou. 


Jin pensou em refutar aquilo, em dizer outras um milhão de coisas, não que ele não amasse o garoto, mas ele queria dizer outras coisas além disso, mas achou que ele já estivesse em paz e que aquilo fosse o suficiente para a noite. Namjoon agarrou a mão direita de Jin, que depois se aconchegou em seu peito, onde o mais novo descansou o braço direito por cima da cintura do menor. E assim a noite caiu, com Jin pensando que mesmo com aquela confusão que eram seus garotos e o seu menino ali, roncando por baixo de si, ele era hyung deles, então estava tudo bem.


Notas Finais


Rap do Suga: Uma mistura de AgustD, The Last e coisas minhas
Rap do Mon: Uma mistura de Monster, Reflection e coisas minhas
Rap do Hobi: Uma mistura de 1Verse, CYPHER PT.2 e coisas minhas

Espero que gostem ♥


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