História Winter of December - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story, Doctor Who, Skins, Supernatural, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens 11º Doctor, 12º Doctor, Alaric Saltzman, Amelia "Amy" Pond, Ashildr "Me", Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Castiel, Clara Oswald, Damon Salvatore, Dean Winchester, Donna Noble, Elena Gilbert, Elizabeth "Effy" Stonem, Enzo, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Henrik Mikaelson, Hope Mikaelson, Irmã Mary Eunice McKee, Kaleb Westphall, Katherine Pierce, Kit Walker, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lana Winters, Malachai "Kai" Parker, Mary Winchester, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, River Song (Melody Pond), Rory Williams, Sam Winchester, Stefan Salvatore, The Master, Violet Harmon, Vivien Harmon
Visualizações 20
Palavras 2.062
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Queria agradecer a ~AgneHale por me ajudar na fic e me bater até eu terminar os cap's <3

Capítulo 13 - Witness


Em uma época distante

Paul acorda assustado. O Anjo se levanta confuso, olha para os lados e ainda sente um pouco de dor pelo raio que o atingiu. O mesmo caminha um pouco até tropeçar em alguém, antes de se desculpar, Paul reconhece a pessoa caída. Era Kol.

Atualmente

Sam cuidava de seu irmão e das pessoas, depois da noite confusa nenhum deles conseguia se erguer depois de 12 horas inconscientes. A cidade estava uma bagunça, as pessoas não pareciam se preocupar com o ataque no Halloween, a bagunça era tratada como “resultado das festas de Halloween”. O assassinato e incêndio ocorridos na casa de Paul eram as únicas notícias dos jornais, apesar de não haver corpos, várias testemunhas contaram e deram entrevistas sobre o Palhaço Assassino da festa. Sam pensa em sair do apartamento para tomar um pouco de ar, mas ouve um gemido de dor, Agnessa se levanta da cama onde estava, a mesma olha para Sam confusa.

– O que diabos aconteceu?
– Vocês todos desmaiaram, eu trouxe vocês para o meu apartamento. Aparentemente, apenas eu não desmaiei ou algo do tipo.
– Certo, e por que eu me sinto estranha?
– Como assim, “estranha”? – o caçador cruzou os braços.
– Bom, não sei, me sinto como se eu estivesse... Em perigo, ou algo do tipo.

Dean acorda em seguida, tossindo e levantando-se da cama em súbito, Sam se aproximou de seu irmão.

– Hey... Dean, como está? – o maior perguntou tocando as costas do irmão.
– Não me toque! – Dean gritou e socou Sam que parou do outro lado do quarto.

Katherine e Rebekah acordaram em seguida, Agnessa se levantou da cama e quebrou o abajur na cabeça de Dean, Katherine tampou os ouvidos e grunhiu em resposta.

– Droga, precisam fazer tanto barulho?! – a vampira gritou.
-- Eu só quebrei o abajur na cabeça dele.
– É, só... – Sam respondeu, se erguendo em seguida. – O como se sentem?
– Com dor. – Dean respondeu, se levantando novamente.
– Enjoada. – Agnessa bufou.
– Eu quero meu irmão. – Rebekah falou.
– Dolorida, esse colchão é horrível. – Katherine respondeu.
– Vocês falaram que nós iríamos recuperar meu irmão, e não ficar de ressaca por causa daquela estúpida dor de cabeça. – Rebekah se levantou para tirar a peruca de sua fantasia, mas a mesma não saía. – Por que essa merda não sai?
– Você colocou cola nisso? – Katherine foi até Rebekah para tentar ajudar a vampira, mas a peruca não saía.
– Ai, vagabunda! – a vampira deu uma cotovelada em Katherine que a socou em resposta.
– Galera, parem de brigar.
– Quieta, Agnessa! – Dean retrucou.
– Eu só estou tentando bancar a santinha.

Sam foi até as duas vampiras e as afastou, olhando sério para elas.

– Vocês precisam se controlar, tá bom? Rebekah, você vai conseguir seu irmão de volta e Katherine, você... Bom, fique quieta.
– Como vamos salvar Kol daquelas coisas? – Rebekah pergunta e por um momento todos ficam calados.
– Tecnicamente, eles não estão mortos. – Agnessa explica. – Kol disse que as estátuas mandam as pessoas para o passado, talvez a gente possa encontrar eles hoje.
– E se não conseguirmos? – Rebekah pergunta.
– Então, vamos ter que trabalhar muito para achar aqueles dois.

No Passado

– Então, estamos em Paris. – Kol fala de um jeito confuso enquanto se arrumava em frente a um espelho. – Em que ano estamos?
– Bom, a empregada que você matou disse que era 1893... Eu não tenho a menor ideia do que fazer. – Paul bufa e chuta o cadáver ensanguentado no chão.
– Espera, 1893?
– Sim, Kol. 1893, em uma cidade cheia de pessoas estranhas com sotaques e estranhas palavras pronunciadas de modo estranho.
– Que horas? – Paul olha para o seu celular.
– 11h20, por quê?
– Temos que ir a um lugar!
– Nós acabamos de voltar no tempo, e você vem falar de sair?
– Sim, é algo importante! – Kol se arrumou e deu um tapa nas costas do Anjo, saindo em seguida, o outro o seguiu.

As ruas de Paris não são aquelas belezas de todo dia, a Torre Eifel parecia nova com sua construção terminada a poucos anos antes da época, pessoas andavam de um lado para outro com seus narizes empinados e o sotaque francês voava pelos ventos enquanto os dois amigos andavam pela cidade.

– Então, para onde estamos indo?
– É Paris, Paul. Temos vários lugares para ir.
– Ah, e quanto nós vamos voltar para o nosso tempo? Não vamos ficar aqui esperando o tempo passar!
– Depois resolvemos isso. – Os dois continuaram andando até que de súbito, Kol parou em frente a uma casa.
– E agora o que fazemos? Invadimos?
– Claro que não, venha... – Kol puxou Paul para um beco escuro.
– Vamos ficar aqui.
– Fazendo o que?
– Esperando.
– Esperando o que?
– Você vai ver.

Não demorou muito para outro Kol aparecer diante a casa, o “Kol da época” entra na mesma. Apesar de saber que aquilo podia acontecer, Paul olha para o vampiro que estava do seu lado de modo incrédulo. O olhar dele é quebrado por um grito e um baque, o Anjo bate no ombro de Kol.

– Você me trouxe para uma de suas matanças? Sério?
– Quer entender a minha história com a Katherine? Fique de olho.

Os dois continuaram de olho, até a versão do passado do vampiro sair da casa com as mãos sujas de sangue. Em seguida, Katherine saiu da casa, ela parecia abatida, Paul sentia-se mau vendo a sua amiga daquele jeito, mas não podia ajuda-lá. A garota então decidiu ir em direção ao beco onde eles estavam escondidos.

– Merda, eu não sabia que isso ia acontecer.
– O que vamos fazer, gênio?
– Ah, não sei...

Kol estava gaguejando e olhou para Paul, o Anjo viu a garota quase olhar para eles, mas Paul tomou os lábios de Kol rapidamente, deixando a garota ir sem notar eles. Paul se afastou de olhos fechados e olha para o chão, escondendo seu rosto corado.

– Bem, tudo bem... Vamos. – Paul deu um tapa no ombro direito de Kol e começou a andar seguindo a garota.

Os dois continuaram seguindo Katherine, mas não se falavam, nem se olhavam. Eles a seguiram até a garota matar um homem que estava montando em um cavalo, drenando seu sangue e deixando o corpo jogado no chão na rua, e assim, ela montou e partiu no cavalo.

– Acha que ela vai ficar bem? – Paul quebra o gelo, olhando a garota se distanciando mais.
– Ela consegue se virar. – Kol deu de ombros e começou a andar. – Que horas são?
– 22h50... – Paul olha para o seu celular, e em seguida para o vampiro andando e o segue.
– Me desculpa?
– Pelo que? – Kol sabia o que era, mas fazer Paul dizer o fato era divertido.
– Ah, você sabe, o beijo...
– Tudo bem, só não faça isso de novo. – os dois andavam pelas ruas, mas sem olhar um para o outro. – Podemos tentar ir para casa agora.
– Claro, mas onde vamos ficar?
– Naquela casa, eu tenho que resolver uma coisa por lá também.

Kol e Paul fizeram o caminho de volta para casa, assim que chegaram lá, Paul entra na casa, mas Kol é impedido por uma barreira invisível.

– Por que você não consegue
entrar?
– O dono precisa me convidar. Mas Katherine tecnicamente não está viva, e... – Kol parou de falar e arregalou os olhos para o chão.
– E...?
– Ela estava com um cara, ele provavelmente é o dono da casa, mas eu o matei.
– Você tem certeza?
– É claro, eu tirei o coração dele.
– Onde você o deixou?
– No quarto, só tem um, não é difícil de encontrar. – Paul correu até o mesmo, não havia sangue, nem tinha corpo ou coração, o quarto estava arrumado e limpo.
há 10 minutos · Enviado da Web
Agnessa Hale Daímonas
– Não tem nada aqui. – Paul andou até Kol. – O quarto está limpo, acha que ela fez alguma coisa com o corpo dele?
– Não, mesmo se ela tivesse queimado, eu iria conseguir entrar...
– Então, o quê? Ele ainda pode estar vivo?
– Acho bem provável, eu... Não sei o que dizer! – Kol bufou e olhou para os lados. – Temos que arranjar outro lugar... Pode fazer alguma coisa?
– Eu sei por que eu não curei quando fui atacado... Porque eu não consigo mais me teletransportar, já estaríamos em casa, eu consigo viajar no tempo... Quando uma graça é roubada, ela não dura para sempre. Uma hora, ela acaba. É como vocês, vampiros, aquele sangue que você bebe não vai manter você vivo para sempre.
– Então, o que vamos fazer? Esperar até aparecer um anjo por aí e matar ele?
– Não... Eu tenho uma ideia. – Paul sai da casa e anda pelas ruas, o vampiro o segue.
– Matt era um anjo poderoso, por isso eu o escolhi.
– Tem outro anjo em mente?
– Ah, eu tenho um bem vagabundo. – Paul para no meio da rua e grita bem alto. – Castiel! Apareça, seu filho da mãe! Eu sei que está ouvindo, então me perdoe desde já pelo grande soco que eu irei dar em você!
– Isso não será necessário. – o Anjo cujo foi chamado apareceu atrás dele.
– Mas, gente... Quem é ele? – Kol pergunta.
– Kol, Castiel. Idiota, Kol.
– O que quer comigo? – Eu preciso da sua ajuda, idiota. Eu estou preso aqui, em uma época a qual eu não pertenço, com meu amigo.
– E...?
– “E”? Você está me devendo uma! Tire-nos daqui agora!
– Não.
– Você realmente está pedindo para levar um soco.
– Paul, você fez um caos no céu, eu não posso te ajudar.
– Por que você fica remoendo o passado?
– Você poderia ter acabado com todo o Céu!
– É, eu poderia. – Paul deu risada de si mesmo.
– E você ri?
– Você me expôs, Castiel.
– E eu te dei aquele anjo para você ajudar ele, não matá-lo.
– Eu ajudei ele, ele estava vivendo entre humanos, fingindo ser um, eu salvei ele daquela vida chata! – Kol soltou uma risada. – Viu? Foi bem satisfatório pra todo mundo!
Castiel bufou e deu de ombros, se virando de costas.
– Eu não posso destruir o Céu, mas eu posso destruir todo o planeta. – Paul exclamou.
– Do que está falando?
– Os Winchesters, querido Castiel. Eu sei que eles “salvaram” o mundo de várias merdas, mas e se eles nem existissem? Eu posso encontrar a família deles agora e acabar com a linhagem agora mesmo.
– Eu traria eles de volta.
– É, você traria... – Paul tirou sua lâmina da jaqueta que estava vestindo e aponta para o outro Anjo. – Mas como irá fazer isso se estiver morto?
– Não me teste, eu posso matar você.
– Mate, então, idiota! Você vai ser o que sempre foi. O escudo deles. Isso nunca vai mudar, seu filho da mãe. Nem em um universo paralelo você vai deixar de levar uma grande ferida por causa deles. – Castiel ficou quieto por um instante e olhou para Paul.
– Se eu ajudar você irá me deixar em paz?
– Depende, vai deixar de ser trouxa pelo Dean? – Castiel o ignora e Kol se aproxima de Paul.
– Essa é a última vez que eu te ajudo. – Castiel coloca as mãos nas cabeças de Kol e Paul.
– A gente se vê por aí, Cas. – Paul pisca para Castiel uma última vez antes de sumir daquele lugar.

Paul e Kol acordam no chão de um parque, ainda estavam fantasiados, mas Paul nem estava com sua maquiagem completa. Ambos olham para os lados, e se levantam. A cidade estava uma bagunça, carros virados, cadáveres pelas ruas, casas em chamas, outdoors e papéis espalhados pelas ruas como confete, Paul e Kol se encararam chocados com a situação de Los Angeles.

– Quanto tempo ficamos fora?


Notas Finais


Perdoem meus hiatus e não desistam de mim <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...