História Winter of December - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias American Horror Story, Doctor Who, Skins, Supernatural, The Originals, The Vampire Diaries
Personagens 11º Doctor, 12º Doctor, Alaric Saltzman, Amelia "Amy" Pond, Ashildr "Me", Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Castiel, Clara Oswald, Damon Salvatore, Dean Winchester, Donna Noble, Elena Gilbert, Elizabeth "Effy" Stonem, Enzo, Esther Mikaelson, Finn Mikaelson, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Henrik Mikaelson, Hope Mikaelson, Irmã Mary Eunice McKee, Kaleb Westphall, Katherine Pierce, Kit Walker, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Lana Winters, Malachai "Kai" Parker, Mary Winchester, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, River Song (Melody Pond), Rory Williams, Sam Winchester, Stefan Salvatore, The Master, Violet Harmon, Vivien Harmon
Exibições 20
Palavras 1.428
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


"Eu queria estar morta" - Lispector, Lana

Capítulo 7 - Agnessa


Eu não sei como cheguei a isso. Eu poderia estar em outro lugar. Não fugindo pelo mundo todo porque uma família de Vampiros quer me matar. Eu poderia simplesmente mata-los, mas, infelizmente, eu tenho amigos que dependem deles, até para viver. Estávamos em Coney Island, vendo e apreciando as deliciosas paisagens desse maravilhoso. Fomos, em seguida, para Manhathan, vendo a famosa Estátua da Liberdade vimos um estranho trio de hippies, me aproximei para falar com eles.

- Ah... Licença... Vocês são daqui? – perguntei ao loiro. 
- Sim, somos! – a ruiva que estava do lado dele respondeu primeiro, apenas fiz uma cara de paisagem para a petulância dela.
- Amy, não seja mal-educada! – o alto queixudo falou, por que eu tinha ido falar com eles mesmo?
- Querem saber? Eu vou pegar café! – o loiro voltou a falar apenas se levantando e indo embora.
- Ah... – olho para os lados e vejo um homem comprando pipocas decido ir até ele, pois eles por ele parecer mais interessante. – Oi, eu vi que você estava comprando a pipoca mais barata de Manhattan, eu queria saber se tá tudo bem?
- Bem... Estou... Quem é você? – ele me olha com um sorriso, ele claramente parecia ser hétero.
- Só uma turista, de passagem... – estendo a mão para cumprimentá-lo – Prazer, Agnessa.
- Jeremy. – ele estende a mão e aperto ela.
- Então, você é daqui?
- Na verdade, não. Vim de Mystic Falls.
- Interessante.
- E você? – ele começar a caminhar comigo pelo parque onde eu estava e vou seguindo do lado dele.
- Ah, Coney Island.
- Hm, lugar legal!
- É… Então, tem planos para hoje? Estou realmente entediada e preciso conhecer alguém novo.
- Bom, eu estava pensando em ir ao cinema hoje... Quer vir?
- Claro... Que horas? – olho para ele com um sorriso.
- 20h está bom pra você?
- Sim... Te vejo lá. – ele acena com a cabeça e fico o vendo ir, sinto uma mão em meu ombro direito.
- Então, procurando um namorado em plena Manhattan? – Kol me pergunta com seu tom irritantemente sarcástico.
- Eu não quero um namorado, eu quero uma distração! – reviro os olhos e saio dali, indo para o hotel onde estávamos hospedados.

Eu não queria parecer desesperada ou formal, mas fui ao horário marcado, conforme Jeremy pediu. Ele estava lá, aparentemente, adiantado. Eu não vou mentir, eu nem estava ligando para o filme, entramos para assistir “Quando as Luzes Apagam”, um filme de terror. Me aproveitei para pegar em sua coxa em meio ao filme.

- Hey... O que está fazendo?
- Desculpa, estava tentando pegar na pipoca. – dou um sorriso falso, ele ficou me olhando por alguns instantes, em seguida, nos beijamos. Começou com um beijo lento, mas ele me puxou para seu colo e foi então que eu o peguei.

Saímos no meio do filme, fomos para o carro dele. Ele me beijava ferozmente, suas mãos deslizavam pelo meu corpo e apertando-o contra ele. Eu tirei sua camiseta - deuses, ele havia um belo corpo – e, em seguida, ele tirou minha blusa, distribuindo beijos por todo meu pescoço. Senti ele apertar minha bunda e durante a sessão de amassos, ele me deita no banco de trás do carro dele, distribui beijos por toda minha barriga, abre e tira lentamente minha calça, beija meu clitóris por cima da minha calcinha, me contorço e solto um gemido em respostas, ouço ele tirar sua calça. Jeremy se senta no banco do carro e me puxa para seu colo, tira meu sutiã e beija meus seios, rebolo em cima de seu volume para provocá-lo e o deixar mais excitado, tiro sua cueca com sua ajuda e ele tira minha calcinha. Ele estimulava meu clitóris com seus dedos de forma que me fazia gemer alto e ficar completamente excitada. Ele nem era estúpido de não usar preservativo comigo, ele voltou a me deitar no banco e tirou um preservativo de sua carteira, introduz em seu membro, envolvo minhas pernas em sua cintura e ele me penetra. Nos beijamosintensamente enquanto ele fazia intensos movimentos de vai e vem, provavelmente, suas costas e sua bunda ficaram marcadas pelos arranhões que eu dei, ele me fazia gemer, eu o fazia gemer, soltávamos palavras obscenas e até gritos até chegarmos ao orgasmo. Ele sai de mim, ofegante, ele me veste com sua jaqueta e ele veste sua cueca e vejo sua bela bunda sendo cobrida.

Após esse belo encontro, passamos a nos encontrar mais. Meus amigos continuavam fugindo, mas eu não, eu estava lá, com ele, me recusava a deixá-lo. E eu me sentia segura. Passei dois incríveis meses com ele e decidimos voltar para Mystic Falls, a pena de sua irmã havia acabado. Decidimos comemorar no bar da cidade, e em seguida, Jeremy me levou para sua casa, onde moravacom sua irmã. No dia seguinte, eu acordo sem ele do meu lado mascom uma mensagem no celular dizendo para ligar para ele, assim eu fiz.

Jeremy?” 
Adorável Agnessa!
O que você quer? Mais um jogo doente? 
O jogo não acabou ainda, minha querida, e essa é a rodada bônus!
Eu te deixei em paz, levei uma facada da sua irmã e ela ainda quebrou meu pescoço... Onde está o Jeremy?
Efeitos colaterais, mas eu peguei um ódio por caçadores, então eu decidi matar alguns deles. Se esqueceu do nosso jogo interrompido, querida? Eu não perdoo tão fácil.
O que você fez com ele?
Na verdade, a pergunta é o que você vai fazer com ele. Sugiro que vá para a cozinha.

Joguei o celular o chão, fui correndo para a cozinha e vi Jeremy amarrado na cadeira, ele estava tentando gritar. Corri até ele, mas tropeço em uma corda que estava no chão, me perguntei ao que estava amarrada até ouvir bips seguidos, olho para Jeremy e seu corpo explode espalhando sangue por mim e por toda a cozinha.

Duas semanas. Eu estava cheia de ódio e tristeza. Eu havia realmente gostado daquele garoto e aquele doente o matou. Eu não queria falar com ninguém, não fui ao velório, eu não fiz nada. Eu estava cansada de ficar parada, era a vez da minha jogada. Segundo Kol, a única que os matava era uma estaca de carvalho branco mas somente Klaus havia aquela estaca. Invadi a mansão deles em uma noite e roubei a estaca que estava no cofre de Klaus, onde Katherine estava presa. Era hora da minha vingança.

Consegui reunir todos, menos Kol, dizendo que iríamos nos entregar, mas só eu estava lá, na mansão.

- Agnessa! Que bombástica surpresa! Cadê seus amigos?- revirei os olhos e olhei para aquele idiota com ira nos olhos, carreguei minha arma que estava carregando.
- Eu só vim dar um recado, Klaus...Deixe-nos em paz, nos deixe livres, ou, matarei todos vocês. – ele deu uma risada e bateu palmas.
- E como pretende fazer isso? Com sua pequena arma?
- Bem... Sim. – miro no coração de seu irmão, Finn e atiro diretamente, logo o mesmo se incendeia, gritando em agonia, ele estava morto, graças as balas de carvalho branco com que fiz da estaca.

Klaus, Elijah e Rebekah tentaram avançar para cima de mim, mas quebro o pescoço de Elijah e Rebekah os lançando contra a parede com telescinese e pressiono Klaus contra a parede.

- Último aviso... Deixe-nos em paz, ou eu irei fazer algo bem pior do que dar a morte a vocês.
- Cai dentro, vadia! – sorrio, vou até ele, toco seu rosto e faço-o olhar diretamente para meus olhos, entrando em sua mente e o-compelindo.
- Você me deixar em paz, e meus amigos em paz. Você nunca irá vingar a morte de Finn porque você sempre o odiava. Ele é um nada para você. Eu irei levar a Rebekah, para Kol consolar ela. E você vai ficar aqui, sozinho, sabendo que sua vida sempre foi uma merda porque você nunca soube se defender. E no final disso tudo, depois de tantas batalhas e monstros que você irá enfrentar. O único inimigo que você deve temer... Sou eu. – quebro o pescoço dele e o deixo no chão, inconsciente.

Localizo os outros malucos e vou até ele com Rebekah e uma adaga no peito no porta-malas. Entro na casa deles e vou para sala, que era onde eles estavam.

- Agn? – Katherine me perguntou com um olhar assustado.
- Bom, eu trouxe uma e uma má notícia, qual querem ouvir primeiro?
- A boa. – Bonnie disse.
- A boa notícia é que estamos livres, e não precisamos mais fugir.
- E a má notícia? – Kol disse.
- A má notícia é que teremos que aguentar sua irmã agora.
- Ih, fodeu. – Paul responde.


Notas Finais


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