História Wishing I Was 23 - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Austin & Ally
Tags Aluna, Irmão, Professor, Romance
Visualizações 191
Palavras 1.236
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas linda 💟 como vocês estão? Eu tô bem!

Obrigada aos comentários e por não quererem me matar, achei que iriam querer depois do capítulo passado 😂😂😂, obrigada de coração ❤
Boa leitura.

Capítulo 26 - Capítulo 26


Fanfic / Fanfiction Wishing I Was 23 - Capítulo 26 - Capítulo 26

 Hey, girl

Hey, girl, open your walls
Play with your dolls
We'll be a perfect family.- Melanie Martinez( Dollhouse)

***

Mack e Trish me olhavam chorar de novo, pela terceira vez. Estávamos na quadra na arquibancada, estava deitada no colo da Trish enquanto Mack alisava minhas costas.

- Vocês vão dar um jeito, Ally.- Falou Mack.

-Você já falou pra ele? – perguntou Trish.

-Não, não tive como. Vocês esquecerem? Papai tomou meu celular.

-Então tome o meu, Austin precisa saber o que está acontecendo.- falou Mack.

-Tudo bem, eu vou.- falei levantando.

Sequei as lágrimas chatas que ainda insistiam em sair.

-Mack, não estou me sentindo bem. Vem comigo no banheiro? -falou Trish me ajudando a ficar sozinha.

Elas foram me deixando ali, olhando para a tela de celular, rezava para que Austin não perdesse a cabeça, mas queria que ele resolvesse tudo do modo que achasse melhor, só queria ficar perto dele.

Disquei o número que sabia decorado e apertei pra chamar. Ele não atendeu da primeira vez, então resolvi ser insistente e liguei uma segunda.

Ele atendeu, estava dando aula, podia ouvir as tentativas dos alunos para tocar violão.

-Alô?

Funguei, meu coração apertou em ouvir a voz dele. Será que eu voltaria a vê-lo?

-Austin? É a Ally.

-Céus, neném, o que aconteceu por que não me atende?- o sinal tocou do outro lado da linha, ouvi Austin da ordem para os alunos sobre a lição de casa.- Amor, por que está me ligando de outro número?

Não havia mais barulho onde Austin estava.

-Papai, ele... Austin, ele foi na sua casa e Mimi falou coisas horríveis de mim.

-Como assim? Ally, onde está seu celular? – solucei, as lagrimas já haviam voltado.- Merda! Amor, calma.

-Ele me deu castigo, não quer a gente juntos. Ele irá me trazer a escola todos os dias, e me buscar também. Eu não posso sair da Sonic Boom, papai tem as câmeras para me vigiar.

-Porra, mais que inferno, já não bastava a mamãe? Que caralho de argumento Lester usou?

-Não me quer com você, disse que você é um adulto enquanto eu sou apenas uma garota. Austin, eu estou com medo, e se nunca mais nos vermos?

-De jeito nenhum. Eu vou dar um jeito, prometo. Ainda tenho mais uma aula, mas vou dar um jeito de sair e ir te ver.

-Como vai fazer? Você não é mais professor daqui.

-Eu preciso ir assinar uma papéis, você vai ficar com esse celular?

-É da Mack, ela...

-Ótimo, em vinte minutos estarei ai. Fica de olho no celular, quando chegar vou te avisar com uma mensagem, tá?

-Sim.

-Pare de chorar, Lester e mamãe não vão me separar de você, ouviu?

-Ouvi, eu te amo tanto.- falei voltando a chorar.

-Ally, você não está ajudando, se eu te ouvir chorar de novo vou acabar indo na Sonic Boom confrontar seu pai, é isso que quer?

-Não, amor, claro que não.

-Então pare de chorar, ouvir você chorar me deixa louco de raiva.

-Estou te esperando.- eu estava nervosa ainda, mas ele não precisava saber.

-Amo você.

***

Andava pelo corredor de pressa, Austin já estava aqui e me esperava no estacionamento. Meu coração batia forte no peito, parecia que eu não o via a muito tempo.

Atravessa o caminho na minha sala até o estacionamento parecia um caminho sem fim. Quando finalmente atravessei a porta de entrada, o vi parada com as mãos no bolso e óculos escuros. Eu amava aquele homem mais do que minha própria vida, é errado falar isso, mas não me importava.

Apressei meus passo e quanto enfim me viu, não aguentei esperar e corri até ele. O aperto no peito aumentou e lágrimas escorregam dos meus olhos. Seus braços me apertaram com urgência, um suspiro alívio se fez presente em meio as minhas lagrimas.

-Meu Deus, fiquei cheio de raiva quando você me contou.- falou ainda me abraçando com o rosto contra meu pescoço.

-Ele... Ele...

-Shiii... Não chora, por favor. Você não precisa me contar mais nada, eu já entendi.

-Como vamos fazer?

-Eu vou falar com seu pai, sou um homem, como ele mesmo disse.

-Não, você está louco?

-Por que não? Eu vou, Ally- ele segurou meu rosto com as mãos.- Pare de chorar.- falou com um meio sorriso.- Você está tão emotiva hoje.

-Talvez eu esteja de tpm.- respondi sorrindo.

Austin sorriu e me beijou.

-Tenho que entrar e assinar os papéis, a noite eu vou na sua casa, ok?

-Tudo bem.

-Meu neném emotivo.- falou sorrindo.

***

A sonic Boom estava pra fechar, Emy a garota do caixa já a havia ido embora. Trabalhar lá depois da escola fazia parte do meu castigo. Trish e Mack haviam passado por aqui e ficado comigo um tempo.

-Mocinha?- chamou uma mulher, olhei pra trás e congelei.- Você é a Ally, não é? Olhe só para você, está uma mulher linda.

-Mãe?- falei sentindo um nó na garganta.

Ouvi alguém correr no primeiro andar, olhei pra a escada e lá estava papai, parado olhando pra nós. Mamãe sorriu. Ela estava com os cabelos grande, batia no ombro. Tinha a pele bronzeada agora, mas não deixava de ser delicada. Estava tão graciosa quanto antes.

-Penny?

-Lester.- ela correu até ele e o abraçou.

-O que você está fazendo aqui?

-Eu voltei, senti tanto a sua falta. Você cuidou tão bem da minha menina.- ela o soltou e olhou pra mim.- Está tão linda, seus olhos parecem o meu.

- Não encoste em mim.- falei me afastando quando ela ergueu a mão em meus cabelos.- Volte para a merda do lugar que você veio.

-Ally!- falou papai me repreendendo.

-O que? Essa mulher nos abandonou, eu me culpei a merda da vida inteira.- berrei irritada.

-Ally, eu tive meus motivos.- falou aquela mulher.

-Motivo? Qual a merda do seu motivo? Eu fui criada pelo meu pai, ele casou com uma mulher que hoje me odeia. Precisei da minha mãe a porra da minha vida toda. O que caralhos você tinha na cabeça pra nos deixar?

-Um câncer de mama,- olhei pra meu pai, ele parecia chocado e tinha pena em seu olhar.- fui para o Alabama, precisava da minha mãe, Ally. Não queria ver você e se pai sofrer caso eu morresse.

-Câncer? Penny, por que não me disse? – perguntou papai.

-Sim, me perdoe, Lester.- falou chorando abraçando meu pai.

-Tudo bem, querida. Não chore.

-Eu já estou bem e curada.- sorriu entre as lágrimas.- Meu pai me deu um consultório veterinário, ao lado tem uma espaço a venda, daria uma ótima loja.

-No Alabama?

-Não, em Rosemary beach. Lá é maravilhoso, minha casa e grande, nossa casa, você irá...

-Espera um pouco, você quer que a gente vá com você para Rosemary? Definitivamente, eu não vou.- falei.

Ela estava louca? Eu não iria sair de Miami, não deixaria Austin e meus amigos.

-Penny, Ally está certa. Precisamos conversar.

-Sim, precisamos. Mas acredita, lá é ótimo. Você precisa mudar um pouco, viveu toda sua vida aqui.

-Ainda assim precisamos conversar. – papai me olhou.- Vá para seu quarto, Ally.

-Mas pai...

-Agora, Ally.- gritou.

***

Bati a primeira vez, havia fugido sem ligar para as câmeras de segurança. Austin não havia chegado para falar com papai, mas agora acho que foi melhor assim.

A porta de abriu, Mimi me olhou de cara feia e nariz torto.

-O que está fazendo aqui?

-Preciso saber se você ama o papai.


Notas Finais


Então, o que acharam da volta da Penny?
Até mais 😘😘😘😘


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