História With Every Heartbeat - Capítulo 1


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Categorias Once Upon a Time, Rizzoli & Isles
Personagens Cora (Mills), Cruella De Vil, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Jane Rizzoli, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Maura Isles, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Ursúla (Bruxa do Mar), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Ação, Drama, Policial, Rizzles, Romance, Swanqueen
Exibições 36
Palavras 1.529
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite, pessoal. Para quem já leu essa fanfic, espero que gostem das novas mudanças. Por favor, se atentem aos detalhes que não estava na primeira versão.

Para quem ainda não conhece, sejam bem-vindos(as) e espero que apreciem. Boa leitura!

Frederick Stevens é o rapaz da imagem.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction With Every Heartbeat - Capítulo 1 - Prólogo

Emma afundava suas botas na neve, enquanto tentava chegar ao local do crime. Sua parceira, Jane, já estava impaciente por terem sido chamadas no fim da tarde de sábado. Era o fim de semana em que estavam de folga, mas aparentemente os assassinos de Boston não sabiam disso. Ou ignoravam o fato. A casa estava rodeada pela fita amarela da polícia, impedindo assim que o grupo de vizinhos curiosos contaminasse o lugar.

— Será que ninguém respeita a vítima por aqui? – resmungou Rizzoli.

— Se você visse o que eu vi lá dentro, também iria querer entrar. – Frankie, seu irmão mais novo lhe disse. A farda passada lhe caindo bem no corpo.

— O que ta fazendo aqui? – Emma indagou, enquanto colocava as luvas azuis que faziam parte do protocolo naquelas ocasiões.

— Foi o meu parceiro Phil quem encontrou a vítima. Estávamos fazendo ronda pelo bairro, quando fomos acionados.

— Quem a viu primeiro? – a morena também colocava suas luvas.

— A irmã. Parece que ela não tinha namorado, e os pais já morreram. – esclareceu Frankie. Abriu a boca para dizer outra coisa, quando seu rádio tocou informando um assalto a algumas quadras dali. Apenas chamou Phil com um aceno de mão e saíram correndo para a viatura.

— Eu não sinto falta dessa época. – a loira murmurou, fazendo a parceira sorrir.

Emma Swan era especialista em comportamento humano. Mais do que uma detetive, a loira era formada em Psiquiatria. Havia se especializado antes de entrar para a Academia. Recebera várias propostas do FBI, mas recusara todas dizendo que não gostaria de trabalhar com pessoas tão frias e calculistas. Ficando assim, responsável pelos homicídios de Boston e região metropolitana. Dava palestras na Universidade local e estava sempre sendo consultada por outros departamentos de outros estados, mas nunca sem deixar sua cidade.

Jane Rizzoli, sua parceira e melhor amiga, admirava bastante o trabalho da loira e dizia que sem ela seria difícil resolver a maioria dos homicídios que se deparavam ao longo dos dias. Claro que a morena, que tinha descendência italiana, também era impecável em seu trabalho e muitas vezes, salvava o dia com atos heroicos. O restante do grupo era formado por Vince Korsak, um Sargento das antigas que tinha bastante experiência. Nina Holiday, uma especialista em informática e tecnologia. A médica-legista chefe Maura Isles, a melhor do ramo. Além de Susie Chang, uma perita com um conhecimento vasto, além de ser bastante dedicada ao trabalho. E por fim, Frederick Stevens, o assistente da doutora Isles.

— Onde está Maura? – perguntou Jane quando adentraram na casa, que era grande e com ares de mansão.

— Você não estava com ela? – Swan soltou um sorrisinho divertido. Sabia que sua parceira e a médica tinham um relacionamento confuso. Eram amigas, mas agiam como verdadeiras namoradas. Crises de ciúmes, certas carícias que Jane dispensava até mesmo de sua própria mãe, além de ambas conseguirem lidar com a personalidade de cada uma, mesmo que outras pessoas não fizessem o mesmo.

— Sim, mas eu fui para meu apartamento e tempo depois fomos chamadas.

— Você precisa saber onde sua doutora está Jane, sabe como é, para protegê-la. Mas vamos, ela deve ter chegado antes que nós.

A morena não se deu o trabalho de responder. Emma sempre dizia “sua doutora”, às vezes carregado de um tom irônico. Claro que ela sabia o que a melhor amiga queria dizer, mas resolvia ignorar. Nem mesmo ela poderia definir qual o tipo de relação que tinham, então preferia considerar Maura como apenas uma amiga. Aquele tipo de pessoa que conhece seus piores defeitos, seus maiores medos, suas manias e mesmo assim consegue te aceitar completamente. Jane se sentia confortável com Maura, até quando brigavam. Claro que com Emma também, mas era diferente. Cada uma tinha sua importância.

Passaram pela sala e não viram nada fora do lugar. A casa era de uma limpeza e organização impecáveis. A porta não estava arrombada e em um bairro daqueles, não seria possível passar por tantas câmeras sem chamar a atenção. O que sugeria que a vítima conhecia o assassino. Os móveis eram de um gosto refinado, os cômodos grandes e bem distribuídos. A vítima era bem resolvida financeiramente. Segundo os oficiais que já estavam no local, se tratava de uma das donas de uma empresa de fabricação de peças para computadores e desenvolvimento de software. Subiram as escadas, que dava acesso ao quarto, onde a mulher tinha sido encontrada.

O corredor era extenso, contendo quatro quartos. Todos os outros vazios, exceto o último. Era uma mulher solitária, então talvez tenha tido um encontro com seu assassino o que não teria terminado de uma forma muito pacífica. Entraram no quarto e a cena não poderia ser mais intrigante. Katherine O’Malley, uma mulher de 32 anos, pele clara e cabelos castanhos estava pendurada por uma corda no pescoço, nua no meio do quarto. No entanto, o que mais chamava atenção era o fato de seu braço direito ter sido trocado por uma prótese. Segundo sua irmã mais nova, Elisa, ela não possuía nenhum membro amputado.

— Que porra é essa? – exclamou Jane se aproximando do corpo. Sempre xingava em situações como essa ou quando estava nervosa.

— Isso é como uma obra.

— O que? – franziu a testa encarando sua parceira.

— Olhe bem. – Emma apontou para o braço mecânico, enquanto se aproximava dando voltas em torno do corpo da vítima. – Ela está suspensa. Pode ser uma de suas formas de matar, mas algo me diz que ela foi colocada após sua morte. Porém, a assinatura está aqui, no braço mecânico. Talvez tenha guardado o verdadeiro como uma espécie de troféu.

— Doentio. – resmungou a morena. – Considerando que ela era uma mulher solitária e não apresenta nenhum sinal de violência aparente. Eles poderiam ter se conhecido em algum encontro?

— É uma boa possibilidade. – assentiu mordendo os lábios. – Os oficiais disseram que ela é dona de uma empresa multinacional, correto? Isso é um ponto a se considerar. Mulheres poderosas. Ele deve tê-la escolhido por ser solitária.

— Vou pedir para Nina checar o computador e o celular dela. – disse enquanto ia atrás dos peritos para recolher os aparelhos.

— Aquilo é uma prótese?

— Sim. – Emma se virou e encontrou Maura parada na porta do quarto. O olhar da médica alternava entre a tristeza por ver mais uma vítima e um fascínio em encontrar uma cena tão bem montada.

— A assinatura dele. – concluiu ao se aproximar e começar a analisar o corpo.

— Acho que a cena de um enforcamento foi apenas para chamar a atenção. Pode ser que a próxima vítima seja morta de outra forma.

— É provável, mas não gosto de suposições. – Emma sorriu com a fala da colega. – Podem descer. – ordenou para Frederick e Susie, que já estavam no local.

Jane estava voltando ao quarto para discutir algo com sua parceira, quando parou na porta observando certa pessoa concentrada. Achava extremamente adorável e até mesmo fofo, o modo como Maura se focava quando ia analisar um corpo ou quando fazia alguma autópsia. Sabia ler cada uma de suas expressões, e a loira tinha uma específica enquanto encarava a vítima. Deixou um sorriso escapar em seus lábios, mas logo voltou à sua expressão carrancuda de sempre.

— Onde você estava e por que demorou? – resmungou ao se aproximar da médica.

— Fui a uma loja trocar um de meus sapatos que me enviaram com o número errado. O trânsito está bem agitado para um sábado, então me atrasei em um engarrafamento.

— Claro, só podia estar fazendo compras. – revirou os olhos.

— Você deveria ir comigo, Jay. Seus sapatos estão gastos. – observou olhando séria para a morena. Rizzoli se preparou para rebater, mas como poderia enquanto encarava aqueles olhos esverdeados e seu apelido saindo docemente por aqueles lábios finos e vermelhos? Não conseguia.

— Ok, se já terminamos então vamos voltar para o departamento.

Emma segurou o riso. Ela sabia bem o que toda aquela implicância entre as duas queria dizer. Maura era uma pessoa de hábitos diferentes e muitas vezes toda a sua inteligência não lhe permitia interpretar certas situações, como sarcasmo, ironia ou simplesmente emoções. Embora soubesse tudo sobre linguagem corporal. Voltaram todos para o departamento, pois teriam o restante do dia para averiguarem o pouco que tinham e montar um caso.

A perícia não encontrou muito. Apenas pegadas em todo o quarto, como se o assassino tivesse feito uma pequena tour no cômodo. Não havia nada fora do lugar ou nada tinha sido roubado, segundo a irmã de Katherine. Elas eram bastante próximas, mas devido à agenda lotada ficavam dias sem se ver. Segundo Maura, a vítima tinha sido morta há quase dois dias, mas poderia muito bem ter sido sequestrada antes. Afinal, seu braço tinha sido amputado há mais tempo.

Outra descoberta seria o uso de anestésicos. O que indicava que Katherine estaria sedada durante o procedimento cirúrgico. Emma sabia que apenas alguém com conhecimentos em Medicina e Anatomia poderiam fazer isso com tamanha precisão. O que reduzia um pouco a lista de suspeitos, para alívio dos detetives. Além disso, apesar de não terem gostado da ideia de serem testemunhas em um caso tão complicado, alguns vizinhos afirmaram ver Katherine com um homem novo e bem apessoado. Era isso que a loira precisava para dar início às suas investigações.


Notas Finais


Deixem-me saber o que acharam! Enfim, é isso. Até a próxima!


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