História With Every Heartbeat - Capítulo 2


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Categorias Once Upon a Time, Rizzoli & Isles
Personagens Cora (Mills), Cruella De Vil, David Nolan (Príncipe Encantado), Dr. Whale (Dr. Victor Frankenstein), Elsa, Emma Swan, Fa Mulan, Henry Mills, Jane Rizzoli, Malévola, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Maura Isles, Personagens Originais, Regina Mills (Rainha Malvada), Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Sr. Gold (Rumplestiltskin), Ursúla (Bruxa do Mar), Xerife Graham Humbert (Caçador), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Ação, Drama, Policial, Rizzles, Romance, Swanqueen
Exibições 25
Palavras 1.610
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa tarde, amores. Dessa vez atualizei mais rápido hein? Vou tentar manter o ritmo rs. Para quem já lia, espero que estejam gostando das pequenas modificações que fiz. As grandes mudanças virão, mas ainda vou manter o enredo original, não se preocupem.

Boa leitura!

O rapaz da foto é o James Watson, personagem original.

Capítulo 2 - O Passado Bate à Porta


Fanfic / Fanfiction With Every Heartbeat - Capítulo 2 - O Passado Bate à Porta

Emma e Jane se empenhavam no caso. Claro que os outros peritos também, mas ambas compartilhavam dos mesmos sentimentos. Tinham verdadeiro ódio e repulsa contra tais crimes. Talvez porque tenham perdido pessoas queridas quando mais novas. O que tornava tudo um pouco pessoal, principalmente para Jane que teve o pai vítima de um assassinato.

A morena o perdeu quando ainda era adolescente. Após o divórcio, o senhor Rizzoli se tornara alcoólatra. Um dia estava saindo de um bar, quando foi abordado por dois assaltantes em uma moto. Mesmo sem reagir e tendo entregado todo o dinheiro que tinha consigo, os homens o alvejaram. Esse era um dos maiores motivos para Jane se tornar policial. Mas antes que ela se formasse na Academia, os assaltantes foram presos por outros roubos e a morena se sentiu aliviada. Mesmo assim, queria fazer justiça por outras vítimas o que a levou a ambicionar um cargo no Departamento de Homicídios.

Com Swan a história era um pouco mais complicada. Fora abandonada quando ainda era recém-nascida. Encontrada na beira de uma estrada, por um lenhador que estava acampando por perto. O homem levou a menina para o orfanato mais próximo. No entanto, o que ele não sabia era que as crianças eram bastante maltratadas naquele lugar. Emma apanhava quase todos os dias das mulheres que cuidavam dos órfãos, não se encaixava naquele local e nem dava certo com as demais crianças. Não entendia bem o motivo, mas nunca era escolhida. Sempre que apareciam pais interessados, estes pareciam preferir as crianças mais novas e menos arredias.

Quando tinha apenas seis anos, sua sorte parecia ter mudado. Um casal aparentemente feliz e responsável lhe escolhera. Doce ilusão. O pai era um alcoólatra violento e cheio de dívidas. Tinham mais dois filhos, estes já quase na adolescência e que batiam em Emma. A mãe era dependente de remédios, principalmente calmantes e meses depois cometera suicídio. A assistência social fora até a casa do casal e ficou bastante abismada com o que encontrara. Três crianças esfomeadas, com hematomas, um pai quase inconsciente por estar bêbado e sujeira por toda a parte.

 Emma fora levada para outro orfanato. O nome de sua salvadora era Ingrid Smith. A assistente era nova, de cabelos dourados e olhos verdes como os de Swan. Emma adorava imaginar que Ingrid era sua mãe, e recebia visitas dela todos os dias. Davam-se super bem. O orfanato onde morava finalmente era digno de se viver, tinha comida para todos, ela não mais apanhava das outras crianças e eram cuidadas por freiras amáveis e dóceis. Tinham um coral, onde Swan aprendera quase tudo sobre música. Além disso, possuíam uma biblioteca vasta onde um dos maiores hobbies da loirinha era passar suas tardes lendo.

 Havia uma professora bastante simpática. Margaret Blanchard era amada por todas as crianças, por muitas vezes levava sua filha Mary, uma menina meiga e gentil. Logo Emma e Mary se tornaram melhores amigas. Porém, aos onze anos a loirinha fora adotada por Jefferson e Dylan Swan. Dois homens adoráveis que se tornariam um dos primeiros casais homossexuais de Boston a poderem adotar.

 

 

***

 

 

Como as investigações ainda estavam no começo, e o assassino não tinha deixado rastros, Jane resolvera terminar seu sábado no Dirty Robber. Sempre bebia lá com seus amigos, por ser perto do Departamento. Foram todos, inclusive Frankie que tinha acabado de largar seu turno. Até mesmo Maura, que tinha um gosto mais refinado e não era adepta à cerveja. Korsak conversava animadamente com Angela, mãe de Jane, no balcão. Na mesa estavam Nina e Susie, que acabaram por se tornarem amigas e costumavam a saírem juntas, Frankie, Frederick e Emma que falavam sobre algumas bandas dos anos 90 que eram fãs. Jane e Maura que se implicava com alguma coisa.

Até que uma figura bastante rara por ali entrou. Swan logo se virou em direção ao barulho dos saltos e seus olhos percorreram aquele corpo escultural, que estava escondido por debaixo de uma saia preta, meia-calças da mesma cor e uma blusa vinho com um decote convidativo. Regina Mills era a promotora responsável pelos casos de homicídios e tráfico de Boston. Braço direito de Robert Gold, o procurador. Uma advogada brilhante, que sempre conseguia ganhar suas causas. Por poucas vezes em sua vida perdera algum caso. Era sempre centrada no trabalho e em sua família.

Tinha um marido chamado Daniel Carter, e um filho de nome Henry. Porém, além de sua magnífica carreira e fama jurídica, Regina era conhecida por sua personalidade forte e difícil de lidar. Detentora de uma beleza estonteante possuía os cabelos lisos e negros na altura dos ombros. A pele clara, os traços de descendência latina, a estatura média. Sua marca registrada era o batom vermelho que cobria os lábios carnudos, e uma cicatriz na parte superior. Os olhos castanhos eram penetrantes e inabaláveis.

Todas essas características mexiam com o mais fervoroso dos cristãos e um deles era Emma. A policial era apaixonada por Regina desde que começaram a trabalhar juntas há mais ou menos quatro anos. Época em que a morena se tornara promotora do Estado. Claro que Swan escondia seus sentimentos, primeiro por Regina ser casada e aparecer sempre feliz com o marido nos eventos, parecendo uma típica família americana de comercial de margarina. Segundo, porque não conseguia se permitir sentir aquilo. Talvez por medo, talvez por insegurança ou os dois ao mesmo tempo.

A promotora caminhou em direção à mesa onde estavam. Maura parecia não se importar muito, pois a médica tinha uma relação bastante amigável com a morena. Inclusive, se cumprimentaram amistosamente. Já Jane sabia sobre os sentimentos de Emma, e em uma breve conversa com a amiga entendera que mesmo que Regina fosse solteira, aquela relação seria impossível. Um dos indícios dessa conclusão era que a promotora sempre provocava e implicava com Swan.

– Vejo que estão aproveitando bem o fim de semana, mas sugiro que todos vão para suas casas trabalhar neste novo caso. – disse a morena com uma voz bastante rouca e imponente para alguém daquele tamanho.

– Sempre nos dedicamos em nosso trabalho, madame Mills. Garanto que não vamos decepcioná-la. – Swan deu seu melhor sorriso sarcástico.

– A questão, senhorita Swan, é que os pais da vítima eram amigos de Gold quando vivos. Então temos um tratamento mais específico neste caso. Além disso, os jornais já falam sobre um novo serial killer. – colocou o papel na mesa, onde mostrava uma manchete bastante chamativa.

– Esses abutres mal esperam o corpo esfriar. – Jane resmungou tomando mais um gole de sua cerveja.

- Não temos nem mesmo uma segunda vítima, como eles podem afirmar isso de uma forma tão convicta? – Frederick indagou confuso, mas deixando claro o repúdio àquele tipo de jornalismo.

– Bom, sempre tivemos que lidar com a imprensa. Espero que dessa vez nenhuma informação vaze. – acrescentou Maura.

– Quanto à mídia, cuido eu. Façam o trabalho de vocês. – Regina girou em seus calcanhares e mal esperou uma resposta do grupo.

A vontade de Emma era de seguir aquela mulher e tomá-la nos braços, de uma forma que diminuísse sua pose mandona. Mas sabia que isso era errado e talvez não pudesse conviver com as conseqüências. Era preferível focar em seu trabalho, que não era nada fácil, do que se torturar pensando na morena. Minutos depois todos se despediram, cada um seguindo para sua respectiva casa.

O domingo passou de forma um pouco animada. Jane invadiu a casa de Maura mais uma vez, com a desculpa de ver um dos jogos do Red Sox, seu time do coração. Emma e Frankie foram também, realmente interessados no jogo, já a morena tinha outros motivos. Um deles era irritar a médica e estar em sua presença. Angela, por morar na casa de hóspedes de Maura já que a sua fora perdida pela hipoteca, preparou o almoço. Todos comeram no sofá. A doutora até pensara em reclamar, mas a verdade é que sempre vivera muito sozinha. Ter a família Rizzoli e Emma para fazer barulho era como música para seus ouvidos.

Na segunda estavam de volta ao trabalho. Frederick aproveitara que não tinham mais nenhum caso, e a pedidos de Maura analisara novamente todo o quarto e encontrara um fio de cabelo negro. No entanto, no DNA não estava no sistema. Era muito estranho que um assassino como aquele deixasse pistas para trás, mas talvez fosse de outra pessoa. Afinal, segundo a irmã de Katherine ela tinha encontros com alguns homens, mas nada que fosse sério. Casos de uma noite apenas.

Korsak e Nina discutiam sobre as mensagens encontradas no celular da vítima, que não passavam de negociações da empresa, já Frankie analisava todas as câmeras da rua. Pensava que em breve poderia passar na prova de detetive, e ser chamado para trabalhar ali. Embora, fosse comum que começassem no Departamento de Narcóticos. Após horas assistindo as filmagens, ainda não tinha encontrado nada que fosse útil. Katherine acompanhada de alguns homens, mas nenhum deles parecia suspeito e as datas das câmeras não batiam com o horário que ela supostamente tinha sido sequestrada ou morta.

 Emma estava sentada na mesa ao lado de Jane, que observava séria o painel com uma linha do tempo do caso montada. As duas estavam mergulhadas em pensamentos, quando um rapaz alto e forte, loiro de cabelos lisos e compridos até as costas, a pele clara e a barba por fazer, os olhos azuis esverdeados, entrou na sala com a expressão envergonhada e apreensiva. Sustentava uma postura um pouco série e rígida, por baixo de uma jaqueta de couro e alguns brincos pratas contrastando.

– Emma Swan, é você?

– Sim, quem gostaria? – indagou se levantando, a expressão um tanto quando confusa.

– Sou James Watson. Seu irmão gêmeo.

 


Notas Finais


Gostaram? Deixem-me saber suas críticas, sugestões. É isso, até a próxima! Bjs


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