História With My Demon - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Aquarius, Aries, Bacchus Groh, Bickslow, Elfman Strauss, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gildartz, Grandeeney, Gray Fullbuster, Hibiki Lates, Ichiya Vandalay Kotobuki, Igneel, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laki Olietta, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Lyon Vastia, Mavis Vermilion, Michelle Lobster, Mirajane Strauss, Nashi Dragneel, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Romeo Conbolt, Wendy Marvell, Yukino Aguria, Zeref
Tags Lucy, Nalu, Natsu, Outros Personagens
Exibições 115
Palavras 2.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu não aguentei, tive que postar esse capitulo hoj!

Capítulo 2 - Capitulo 1


Capitulo 2.

30 de setembro de 2016/ Banff Canadá/ 06h35min a.m

O meu despertador já tinha tocado, mas eu o joguei no chão, por algum motivo, hoje eu acordei de mau humor. Talvez isso se deva ao fato de alguém ter me ligado mais de trinta e cinco vezes, e nas primeiras cinco ligações eu atendi só pra ouvir o doce som do silencio. Não aguentando mais eu desliguei o meu telefone. Respirei fundo e abri os meus olhos, me levantei e fui em direção ao meu guarda roupas. Quando eu o abri, ele só tinha a roupa que eu estava vestindo ontem e o meu All Star de cano alto preto.

     -Ela não fez isso.... – disse saindo do meu quarto. Na noite anterior, quando a minha mãe chegou do trabalho ela disse que enquanto andava na rua viu umas meninas mais ou menos da minha idade, usando essas roupas que estão na moda. Até ai tudo bem, o meu problema começou quando ela disse que eu deveria me vestir como elas. Eu não dei muita atenção já que ela sempre insiste para que eu mude a forma como me visto. Mas como a minha mãe tem uma dificuldade em ser normal ela disse que se eu me recusasse, ela iria jogar todas as minhas roupas fora, deixando só umas pra eu poder ir à escola. É claro que eu não de bola. Mas parece que ela falava muito sério... – Mãe, por favor, me diz que a senhora não jogou todas as minhas roupas fora. – eu disse entrando na cozinha, onde ela estava preparando o nosso café.

     -Você se recusou a se vestir como uma adolescente normal! Situações desesperadas merecem medidas desesperadoras.

Eu não podia ver a minha reação, obvio, mas eu tinha certeza que estava completamente sem cor. Eu sabia que se discutisse com a minha mãe agora eu provavelmente acabaria sem a roupa do corpo, então só fui para o meu banheiro fiz a minha higiene, troquei de roupa, fiz um coque meio desajeitado, eu bem que queria ter colocado as minhas lentes, mas uma delas caiu no chão e como eu não tinha tempo pra procurar só peguei os meus óculos e sai de casa o mais rápido que pude. Hoje eu não tinha como esconder as marcas nos meus pulsos, e eu não estava a fim de ter que explicar isso para a minha mãe. Não tomei café da manha, mas me despedi da minha mãe, claro. Não é só porque eu estou com raiva que devo esquecer o respeito.

 Quando cheguei à escola, passei pelas mesmas boas vindas e mais uns comentários com, “Nossa ela é ainda pior de óculos”, “Cadê aquela blusa de assassino que ela usava?”, “Pelo visto ela é realmente uma menina, olha agora dá pra ver os peitos!”, “E que peitos!”. O ultimo comentário foi feito por um dos garotos do time de basquete da escola, que eu amigavelmente os chamo de Os nadas de Fiore, sim eles são péssimos.

     Eu já disse que odeio roupa colada? Bom, por causa da minha calça legging eu tenho a sensação de que todo mundo tá olhando pra mim. Tá, eu sei que é idiota, mas eu realmente me sito assim!

Até o terceiro horário estava tudo praticamente normal, mas quando eu fui entrar na sala da aula de ciências, girei a maçaneta e empurrei a porta e um balde de água caiu em cima da minha cabeça, me molhando completamente. Todos riram de mim.

     -Pensou que se trocasse de roupa as coisas iriam mudar pra você? Coitada!  -a Yukino estava na minha frente só pra dizer isso. Eu não estava com paciência para aguentar isso, não hoje. Mas é claro que eu não iria me rebaixar ao ponto de ter que dar uma resposta para a Yukino, ela não merecia a minha atenção. Então eu só peguei os meus livros, que agora estavam encharcados, do chão e sai da sala.

 A Fiore HS é uma escola enorme, e tem muitos lugares “escondidos” e digamos que eu tenho um pouco de tempo, então descobri cada um deles. E de todos os esconderijos, um em especial leva ao terraço. O terraço é proibido para os alunos. Eu me sentei do lado de uma velha e enferrujada porta, tirei os meus óculos, abracei os meus joelhos e encostei a minha cabeça neles. A minha roupa estava grudada no meu corpo e pinicava, afinal estava encharcada. O meu coque tinha se desfeito e o meu cabelo estava no mesmo estado que a minha roupa. Eu não ia chorar, eu nunca choro. Mas mesmo assim só queria estar em outro lugar, longe de tudo isso.

    -Não é da minha conta e eu realmente não quero saber, mas o que você está fazendo aqui?  - alguém me perguntou. Eu não reconhecia a voz, provavelmente não estudava aqui, mas a voz me parecia familiar.

     -Eu tô sentada no chão, não tá vendo? – eu respondi sem levantar o meu olhar o sair da posição que eu estava.

A única resposta que eu tive foi uma longa, alta e irônica risada. O cara se sentou do meu lado, eu sei disso porque conseguia sentir o perfume que ele usava.

     -Você resolveu dar um mergulho na piscina de roupa, esquentadinha?

     -Você não disse que isso não era da sua conta? – eu disse colocando os meus óculos e olhando para o lado. – Pera ai... Você não é aquele cara que eu esbarrei ontem? Valeu por nada!

     -Você que esbarrou em mim, você que deixou os seus materiais caírem no chão – ele deu ênfase na palavra “Seus” – Você que catasse tudo sozinha. Eu não tenho nada haver com os seus problemas.

     -Nossa, é sempre bom saber que a gentileza anda livre e solta nos corações das pessoas! – eu disse com ironia. O cara não me respondeu nada, porque ele estava ocupado demais olhando para os meus peitos! – Não tem nada seu aqui, pode parar de procurar. – eu disse em um tom de voz alto. E esse é um dos motivos pelo qual eu não uso roupas coladas.

     -Ainda... – ele disse baixo, mais eu consegui ouvir.

    -O que disse?! – eu perguntei irritada. É nessa parte que a maioria das meninas ficam coradas, mas eu acho que já passei por tanta vergonha na vida que nem fico mais corada em situações assim.

     -Nada... – disse enquanto pegava um cigarro no bolso e o levava a boca.

      - Você não vai acender? – eu perguntei já eu ele deixou o cigarro na boca como se o mesmo fosse um tipo de pirulito.

     -Isso é uma metáfora.

     -Virou o Augustos Waters agora?

     - Digamos que eu não “sigo”- fez o sinal de aspas com as mãos – a metáfora do mesmo jeito que ele.

     -Como assim?

     - Ele diz que ele você coloca a coisa que mata entre os dentes, mas não dá a ela o poder de completar o serviço, digamos que eu dou esse poder ao cigarro de vez em quando. – ele disse com um sorriso de lado, revelando um dos caninos.

     -Entendi – foi a única coisa que eu consegui responder. E então o sinal tocou. Estou livre desse inferno. Eu comecei a me levantar, as minhas roupas ainda estavam totalmente encharcadas.

     -A maioria das pessoas se despede quando estão indo embora, sabe isso é um ato educado. – o rosado disse um pouco alto porque eu já estava um bom longe.

     -Eu não sou a maioria. – disse antes de sair pelo mesmo lugar que eu entrei.

 

XxXxX

Eu sempre saia pelo portão eu ficava atrasa da escola, ele era mais perigoso, mas evitava que eu me encontrasse com os outros alunos. Enquanto eu andava vi uma menina baixinha de cabelos azuis sendo encurralada por um cara loiro. Eu não gosto que mexam com os outros, sei que pode parecer bobagem, mas eu sei que ela se importa com os indultos, eu já a vi triste por causa deles, então eu prefiro que me machuquem eu sei que aguento.

     -Ei! Seu idiota – eu gritei enquanto me aproximava deles.

     -Olha só! Se não é a loirinha de quem a Yukino me falou. Vem cá, você gostou das minhas ligações?

     -Era você? – ele soltou o pulso da garota, e enquanto se aproximava de mim eu fiz um sinal com a cabeça para que ela saísse de perto.

     -Você está muito gostosa com essas roupas, devia usar mais vezes. É bem.... Excitante. – ele disse com um sorriso malicioso. Eu engoli seco, se ele me batesse agora, eu pelo menos teria o conforto de que a garota estava a salvo. Mas agora eu tinha um problema. O garoto loiro segurou o meu pulso e tentou me beijar, mas eu desviei e por isso levei um murro. Se ele não estivesse segurando o meu pulso, eu com certeza estaria no chão.

Eu comecei a sentir o gosto do sangue que saia da minha boca. E parece que o cara gostou de me bater porque ele estava se preparando para outro murro, mas antes que isso acontecesse, alguém me puxou, obrigando o loiro me soltar.

     -Eu quero que você me dê pelo menos um motivo pra ter batido na minha namorada. – o que ele tá fazendo aqui? E espera... Quando que eu disse que era a namorada dele? Eu nem sei o nome dele!

     -Ora, ora se não é o famoso Natsu Dragneel! – disse o loiro em um tom de deboche.

     -Escuta aqui seu pirralho de merda, se você encostar o dedo nela de novo eu vou acabar com você!

     -Isso é um aviso ou uma promessa?!- o loiro disse com o mesmo tom de deboche e eu não me atrevia a entrar na conversa dos dois.

     -Eu acho que você não entendeu pirralho, isso é uma ameaça. – ele disse em um tom tão firo que eu senti um arrepio subir na espinha. – Vem, vamos embora daqui.

Ele saiu me puxando ate uma caminhonete preta, enquanto nos andávamos eu percebi o quanto os seus ombros eram largos. Ele usava uma calça jeans uma blusa preta e uma jaqueta de couro também preta, e os mesmos sapatos de antes.

     -Fica aí. – eu estava na frete do carro, encostada na verdade, eu estava começando a sentir os “efeitos “ do soco que levei , e isso incluía tontura. – Me deixa ver esse seu corte. – ele disse ficando na minha frente e segurando o meu queixo com uma mão, e procurando com os olhos possíveis hematomas no meu rosto.

    -Valeu por ter me ajudado, mas eu tô bem. – eu disse tentei me livrar dele, mas assim que ele saiu da minha frente eu senti que iria cair de cara no chão. Mas não caí, ele me segurou.

    -Ô valentona, eu acho melhor te levar pro médico. – quando ele disse isso eu arregalei os meus olhos e olhei pra ele. – O que foi? Não me vai dizer que tem medo de uma agulhazinha?

     -Não é do médico que eu tô com medo. Se a minha mãe descobre que eu levei um murro na cara ela vai arrancar os cabelos da cabeça e entrar em um ataque de pânico, dizendo que eu estou metida com drogas. - ele deu uma gargalhada enquanto eu fiquei com uma cara de retardada tentando achar onde que tinha a graça no ataque de pânico hipotético da minha mãe.

      -Entra aí, eu vou te levar pra casa. – eu abri a boca pra contestar, mas ele foi mais rápido. – Se você foz a pé desse jeito é bem capaz de desmaiar, e eu não quero ficar parecendo o cara mal da historia..... Pelo menos não dessa – ele sussurrou a ultima parte e eu não consegui ouvir.

     - Tá né. – eu disse entrando no carro. Eu disse pra ele onde ficava a minha casa e ele me levou lá em um piscar de olhos, seria com ter carona assim todo dia...... Ou não.

Quando eu desci do carro a minha mãe tava na porta de casa com os braços cruzados, mas assim que viu o motorista perdeu a sua pose de durona e veio correndo pra falar comigo.

     -Lucy eu não acredito que você está namorando o Natsu Dragneel e nem me falou nada! – ele disse enquanto gritava e me sacudia, enquanto o chiclete rosa só segurava o riso.

     -Mãe eu não sou surda e ele não é o meu namorado só me deu uma carona – eu disse em um tom de tédio, ou seja, do jeito que a minha voz é normalmente.

    -Podia ter me dito antes! – pera aí agora tá brava? Só porque eu não tô namorando com ele? Serio isso?!

     -Então eu vou nessa, falou Luce. – e ele saiu correndo que nem um louco..... Pera aí ele me chamou de quê?!

    -Filha! – minha mãe gritou me dando um susto- Nós vamos á uma festa!

     -Vamos?

     -Vamos!

     -Serio mãe?!

     -Sim senhora, agora vai se arrumar, eu comprei umas roupas pra você! – eu mereço isso Deus?! E a parte mais incrível é que o meus óculos sobreviveram intactos!

 

 

 

    

 

 


Notas Finais


E então? Quem entendeu as referencias?! Desculpem os erros, eu vou corrigindo, quando eu os acho!


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