História With Us - Capítulo 24


Escrita por: ~ e ~Sayumin

Postado
Categorias Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7, Jackbam, Markjin
Visualizações 179
Palavras 3.255
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, voltamos ^^

Bem depois de um capitulo muito triste, voltamos de novo ao tempo da historia. Por isso esperemos que gostem ^^

Boa Leitura

Capítulo 24 - Capitulo XXIV


 

 

 

Jackson voltava para casa após deixar Haneul no infantário. Ele mal tinha pregado olho ontem à noite. Depois do ataque de Bambam, todos tinham ido embora, deixando para trás a promessa sem data, para as explicações necessárias.

Não tinham marcado hora nem dia de quando essa conversa iria acontecer. Mas Jackson tinha passado toda a noite a imaginar o que poderia acontecer.

Contudo não esperava encontrar o mais novo encostado à sua porta. O seu aspecto era idêntico ao seu. Notava-se que não tinha dormido, tinha uma olheiras visíveis a quilômetros.

Ele não sabia como reagir ao vê-lo ali. Não sabia se estava preparado para ouvir tudo. Algo dentro de si dizia para dar meia volta e ir embora. Mas o seu corpo ficava, o seu coração doía por estar no escuro.

No entanto, a sua vontade de fugir desapareceu, assim que reparou nas mãos do mais novo, todas enfaixadas e com algumas manchas de sangue. As mãos estavam entrelaçadas enquanto alisava as ligaduras. Mas para alívio de Jackson, apenas eram carícias suaves. Possivelmente provocadas pelo stress.

- Não te esperava aqui tão cedo. - Diz quando finalmente aproxima-se do mais novo.

- Tinha de vir antes de perder a coragem. - Responde, mas sem olhar nos olhos do outro. Notava-se bem que estava nervoso. Jackson dá-lhe um beijo na testa, numa tentativa de o acalmar.

- Vá, vamos entrar. Eu preparo um chá para nós. - Pega na mão do Bambam com o maior cuidado possível, e entram dentro de casa, prontos para enfrentar o passado.

*GOT7*

- E viveram felizes para sempre!

Haneul sorriu e fechou o livro que fingia ler para os colegas do infantário. Todos os meninos bateram palmas pela história inventada e cheia de incoerências da criança.

Estavam todos sentados no chão fofinho do pátio. Os funcionários tinham pendurado uns lençóis no ar para fazer sombra por todo aquele local. As crianças estavam sentadas de frente para umas caixas de madeira que faziam um palco improvisado, onde Haneul tinha acabado de descer.

Todos estavam felizes. Mas Mark era o mais feliz. Parecia que as crianças já tinham esquecido o desentendimento com a Haneul e todos se estavam a dar bem. Ele tinha passado a maior parte da noite fechado no infantário a tentar arranjar solução para o problema.

E a sua solução tinha sido a grande mostra de talentos. Onde nem tinha dado tempo para as crianças prepararem algo em grande. Tinham tido apenas uma hora para pensar em algo.

- Chan, é a tua vez. - Avisa Mark. Novamente todos batem palmas.

O rapazinho de tenra idade sobe as caixas com timidez. Usava uma camisa xadrez azul, a condizer com os óculos. Só conseguia olhar para o chão e todo o seu corpo tremia.

- O que preparaste para nós? - Incentiva uma funcionária ao ver o desconforto do rapaz.

- Eu… Fiz uma dança… - Responde a mexer as mãos uma na outra.

Algumas das crianças riram. Não imaginando como uma criança tão acanhada conseguiria dançar. Isso fez o pequeno encolher-se mais.

- Não se riam do meu amigo! Ele dança muito melhor bem que vocês! - Gritou uma voz feminina no meio das crianças. Todos se calaram e Mark achou melhor avançar com o espetáculo e fez sinal para um funcionário por a música a tocar.

A música começou a tocar e toda a postura tímida do rapaz mudou. Parecia que tinha sido possuído pelo próprio Michael Jackson e dançou a sua música como ninguém.

No final, todos aplaudiram e a postura tímida voltou ao rapaz.

- Ensinas a Rapunzel a dançar assim? - Perguntou Haneul, quando o rapaz se sentou à sua frente.

O menino encolheu-se quando ouviu a voz de Haneul, mas logo sorriu e concordou com a cabeça. Haneul esticou o braço da boneca e fez Chan apertar-lhe a mão como promessa.

A próxima criança a subir ao palco foi a rapariga que tinha defendido Chan. Chamava-se Jimin. Era mais rechonchuda do que as outras crianças, o que lhe dava um ar adorável quando se zangava e inflamava as bochechas rosadas. Como era maior que as outras crianças, muitos tinham medo dela, mesmo sendo um coração mole. E provou isso ao cantar uma balada sentida.

- Ela canta tão bem! - Exclama Haneul para o seu novo amigo. Chan apenas concorda com a cabeça e sorri para a amiga que cantava como uma profissional.

Jimin tinha sido a última criança a mostrar o seu talento especial. E tinha sido sem dúvida a mais marcante. Depois disso, seguiu-se uma tarde de muitos jogos de equipa e muita animação. Chan tinha apresentado Haneul a Jimin e uma conversa gigante sobre as princesas Disney tinha começado, deixando o pequeno rapaz de lado por momentos, mas logo voltando à conversa quando Haneul quis saber sobre a música que ele tinha dançado. Jimin suspirou cansada e disse que Chan sabia tudo sobre o Michael Jackson e que aquela conversa não ia acabar. Mas no final todos divertiram-se juntos.

Mark ficou extremamente feliz por ver que a sua sobrinha finalmente tinha amigos humanos em vez de bonecas.

*GOT7*

A campainha não parava de tocar. Yugyeom arrastava os pés ainda sonolento, enquanto gritava para quem quer que fosse parasse de tocar.

- Mas tu tens as chaves! - Reclama quando abre a porta e vê Jinyoung.

- Eu e o Mark estamos zangados ainda. Não tenho o direito de entrar aqui. - Explica, enquanto entrava pela casa mesmo sem convite. Coco tinha ido logo a correr, mas o rapaz apenas lhe deu uma festa na cabeça, antes de se atirar para o sofá.

- Ainda não me explicaste porque se zangaram. Eu acho que ele nem dormiu aqui hoje.

- O Mark tem medo que as crianças fiquem como o Bambam. Ele quer salvar toda gente. Mas não consegue perceber que o que o Bambam passou é algo quase único e extremamente improvável de acontecer com a Haneul. As birras dos miúdos são normais. Só que depois não me dá ouvidos! Mas esqueçe isso. Depois eu falo com ele. Agora o mais importante... O Bambam?

- Ele saiu de manhã cedo. Acho que foi falar com o Jackson.

- E tu deixas-te-o ir sozinho!! E se ele tiver um ataque. - Jinyoung já ia sair porta fora a procura do mais novo, quando Yugyeom o impede, segurando-lhe o braço.

- Ele tem de fazer isso sozinho. Ele está com o Jackson. Vai correr bem. Agora vamos comer alguma coisa, e ficar à espera de notícias. - Sendo ele mais forte, consegue arrastar o mais velho pela casa, sem se importar se esse conseguia andar bem ou não. Ele só não podia sair daquela casa para ir procurar pelo Bambam.

- Achas mesmo que é boa ideia deixá-lo lá sozinho? - Interroga Jinyoung depois de terem comido e estarem sentados no sofá a olhar para a televisão desligada.

- Claro. Eu sou o melhor amigo dele. Sei que ele quer resolver isso sozinho.

- Eu sou o melhor amigo coreano! Tu… Tu és o outro. - Reclama Jinyoung indignado.

Agora foi a vez de Yugyeom ficar indignado. Mas indignado de verdade. Como assim ele era só o “outro”!?

Jinyoung riu alto da cara do mais novo. E riu ainda mais quando o viu cruzar os braços e virar a cara. Mas Jinyoung sabia bem como animá-lo. Foi só ligar a tv e por um dos DVD’s do seu dorama que Yugyeom já estava animado. Ele compreendia bem o que o outro queria dizer com o Bambam ter de resolver as coisas sozinho. Mas ele tinha medo. Claro que não era nada que um bom dorama não ajudasse para acalmar os nervos de ambos.

- Ela é tão linda… - Diz sonhador para o ecrã.

- Quem?

- Ela… A tua namorada.

Jinyoung risse.

- É uma completa depravada quando a conheces pessoalmente.

- Posso conhecela?!

- Queres conhecela? - Questiona Jinyoung com um sorriso matreiro.

- Claro que sim! Ela é a mulher mais cobiçada da Coreia!

- Talvez eu vos marque um encontro. - Sorri para o mais novo.

Yugyeom abre um enorme sorriso e abraça Jinyoung, repetindo um monte de “obrigado”. A Coco acorda com a agitação e salta para cima de Jinyoung, tentando lamber-lhe a cara.

 

*GOT7*

 

No bar, Youngjae e Jaebum trabalhavam arduamente para compensar a ausência de Jackson. O clima estava bastante calmo então o DJ não tinha nada para fazer a não ser importunar o marido. Jackson tinha mandado uma mensagem a dizer que não sabia se podia ir. Não tinha dado explicações, mas o casal suspeitava do que seria.

- O que estás a fazer? - Pergunta Jaebum manhoso, empoleirando-se nos ombros do marido como gelatina.

- Kimchi. - Responde sem parar o que fazia.

- Cheira bem. - Jaebum sorri ao passar o nariz pelo pescoço de Youngjae e vê-lo encolher-se com cócegas.

- Já está quase pronto.

- Eu não falava no kimichi.

As bochechas de Youngjae mudam de tom e Jaebum sorri ainda mais consigo.

- Mas se quiseres alimentar esta criança adorável… Aaah. - Jaebum abre a boca, pedindo que o rapaz o alimentasse.

Com a mão coberta pela luva de plástico, Youngjae tira um bocado de comida e leva à boca do mais velho.

- Está bom?

- Porque não provas? - Aproxima-se de Youngjae para o deixar provar o sabor que ficou na sua boca.

- Youngjae! A mesa 2 precisa do kimchi para ontem! - Avisa Sana a entrar na cozinha com uma bandeja cheia de loiça suja.

Youngjae afastasse de Jaebum bastante constrangido e acaba de arranjar o prato, entregando-o depois ao marido para que o servisse. Quando entrega o prato para Jaebum, o rapaz passa a língua nos lábios lentamente e fecha os olhos numa expressão de prazer.

- Está mesmo delicioso. - Sorri para o cozinheiro antes de sair da cozinha.

Youngjae fica parado, ainda de braços esticados, como se segurasse o prato.

- Vais virar uma estátua assim. - Diz Sana divertida. - E olha que estátuas não cozinham. Vá! Mexe-te! - Entrega um novo pedido para Youngjae e sai da cozinha para continuar o seu trabalho.

 

*GOT7*

 

Estavam sentados no sofás enquanto Bambam narrava todo o seu passado. O chá estava esquecido à frente deles. Jackson segurou-lhe as mãos quando reparou que ele começou a ficar nervoso com a narração. E isso foi apenas uns dois minutos após o início.

Bambam de vez em quanto fazia pausas longas, como se ganhasse coragem para continuar. A sua voz falhava em algumas alturas, devido ao choro, mas não era isso que o impedia de continuar a narrar.

Jackson não perguntava nada, não dizia nada. Ouvia apenas toda a história que o mais novo contava. Ele acariciava-lhe as mãos mostrando apoio. Ambos os rostos já estavam cheias de marcas de lágrimas.

O coração de Jackson cada vez doía mais ao ouvir a história. Não conseguia compreender como alguém tinha sido tão cruel para uma criança. Não entendia como um ser tão pequeno e inocente como o Bambam tinha sobrevivido a tudo aquilo.

Tudo agora fazia sentido. Ele agora percebia o porquê dele o ter acusado de ser um mau pai quando o conheceu. Ele tinha medo da Haneul acabar como ele. Era por isso que tinha tanto medo no início.

A meio da história Jackson solta as mãos do mais novo, e puxa-o, fazendo-o aconchegar-se contra o seu peito, enquanto os seus braços tentavam protegê-lo dos fantasmas do passado.

- Eu nunca mais soube nada do meu pai. Não sei se ainda está preso ou morreu. Mas para mim ele não existe. Para mim, o meu pai é o senhor que me adotou e amou-me mesmo eu sendo um poço de problemas. A minha família é aquela que me acolheu quando mais ninguém me quis. Eles amam-me como um deles. Eles não se importam de eu ser diferente. Por isso, eu tenho de fazer de tudo para os agradar. Eu tenho de os fazer ter orgulho de mim, por me terem acolhido...Também é por isso que sou médico e fui para a mesma escola onde o meu pai tirou a especialização, no Japão. Eu sei que a culpa é minh…

- A culpa não é tua! A culpa não é de ninguém. Tu fizeste o que achas-te certo. E eu só tenho de aceitar. Eu percebo... Eu agora percebo-te. Tu fizeste o certo. E acredita que és o maior orgulho deles. Eles nunca te vão largar. Nunca mais ninguém vai. Tu agora tens uma família que te ama. Amigos verdadeiros que fariam tudo por ti. A Hanuel também te ama. Assim como eu. Eu amo-te como te amava da última vez… Não, mentira… Eu agora amo-te muito mais.

- Eu não mereço isto… - Bambam tenta falar, mas a sua fala foi interrompida por um beijo de Jackson. Era o beijo com mais sentimento que eles tinham trocado. O sabor das lágrimas estava misturado ao sabor do próprio beijo. Mas eles nem se importavam. Jackson só queria fazer o mais novo entender que ele era importante, e que todo o problema no passado de ambos estava esquecido.

- Eu não sei se mereço alguém tão especial como tu… Mas Bambam… Aceitas namorar comigo?

- O quê...? Estás a falar a sério? Já não estás zangado por eu ter ido embora?

- Se tu tivesses explicado tudo, logo de início, eu nunca me teria zangado. - Reclama na brincadeira, enquanto cutucava com o dedo a testa do outro.

- Desculpa, a culpa é mi… - Novamente é calado com um beijo.

- Nunca mais repitas essa frase. Se não eu vou-te beijar todas as vezes.

- Ah... mas isso assim não é muito mau. - Pela primeira vez no dia, o sorriso nasce no rosto de ambos.

- Acho que ainda não respondeste a minha pergunta.

- Pois, acho que tenho de pensar. Sabes, eu sou uma pessoa muito difícil.

- Ai és? - O sorriso maroto que nasceu no rosto do Jackson, fez com que Bambam se levantasse do sofá e começa-se a correr pela casa. - Anda cá, que quando apanhar-te eu vou-te encher de cócegas até tu aceitares.

- Tenta.

Os dois começaram a correr pela casa. O silêncio que dantes era mórbido, era enchido de risos alegres, dos dois.

Mas Bambam vê-se entalado quando cai por debaixo do Jackson, na cama do mais velho.

- Ok, eu rendo-me. - Diz entre os risos.

- Ai é? E quais são as palavras mágicas?

- Eu aceito. Eu aceito namorar contigo. - Os dois voltam-se a beijar enquanto se aninhavam na cama. - Mas se calhar agora é melhor eu ir... Parece que não dormiste nada. E eu hoje trabalho de noite.

- Bem eu não vejo onde isso leva a teres de ir embora. Eu acho que nós dois, podemos muito bem dormir aqui. E metes o despertador para quando tiveres de ir. Porque eu agora não te vou soltar. Agora vais ter de ficar aqui. Comigo.

 

*GOT7*

 

- Ela já respondeu? Ela já respondeu? - Yugyeom estava em cima de Jinyoung no sofá a tentar espreitar para o telemóvel do mais velho.

Junior tinha enviado um sms à atriz principal do seu dorama para marcar um encontro, onde iria levar Yugyeom. Ele sabia que a rapariga não iria interpretar mal o convite porque eram amigos chegados e ela sabia da sua relação com Mark.

- Deve estar ocupada. Quando responder eu aviso-te.

- Mas eu quero conhecelaaaa! Nem acredito que ao vir para a Coreia estou a conhecer todos os meus ídolos! Foi a melhor decisão que já tomei na vida! - Diz animado.

- Por falar nisso… Nunca te vi a falares com os teus pais desde que chegaste… - Comenta curioso.

Yugyeom fica branco por uns segundos e começa a fazer contas de cabeça enquanto se senta direito no sofá. Quando tinha sido a última vez que ligou à sua mãe? Jinyoung ri ao ver o pânico instalar-se no rosto do mais novo. Entrega-lhe o seu telemóvel que é logo agarrado pelo mais novo que marca o número da mãe que já sabia de cor. Só ouviu dois toques até uma senhora muito chateada e preocupada atender o telefone. Jinyoung começou a rir e Yugyeom teve que sair do cômodo para poder falar com calma com a sua mãe stressada.

Enquanto Jinyoung ria para o ar, a porta de entrada foi aberta com violência e Mark entrou a correr em direção ao quarto, sem reparar no intruso que estava na sua sala, ou no filho adotivo que ouvia um sermão ao telefone na cozinha.

O som da água a correr preencheu o ambiente por alguns minutos e foi só nisso que Jinyoung se conseguia focar. Estava com medo de encarar Mark. Não sabia como ele iria reagir por vê lo em sua casa depois da discussão. Pensava se não seria melhor ir embora e voltar mais tarde. Mas Mark tinha entrado em casa a correr. Em horário de trabalho. E tinha-se trancado na casa de banho… Alguma coisa devia estar mal. Esse pensamento inquietava o ator que se sentia colado ao sofá, com o coração preso ao chinês mas a cabeça a imaginar mil discussões que a sua estadia ali podia originar.

- Jinyoung? Há quanto tempo estás aí?

Junior quase que saltou do sofá ao ouvir aquela voz. Mark estava demasiado sério, era impossível decifrá lo naquele momento.

- Eu só… - Jinyoung sentia-se um idiota. Um grande idiota. Nem conseguia falar com o seu namorado. Aquilo era tão ridículo. Respirou fundo e encarou-o com o mesmo rosto sério que o mais velho portava. - Aconteceu alguma coisa? Entraste aqui a correr tão apressado… - A sua voz falhou ao sentir que, talvez, o mais velho não lhe quisesse responder.

- Uma das crianças vomitou-me para cima. - Responde com calma. Avança até ao sofá e senta-se ao lado de Jinyoung. - Estás muito chateado comigo?

- Vais voltar a expulsar-me?

- Não! Claro que não! - Mark pousa a mão com urgência no joelho de Jinyoung. - Eu estava muito stressado e acabei por descontar em ti… Podes desculpar-me?

- Nhhhh… - Jinyoung olha para o teto como se estivesse a pensar mas sorri quando volta a olhar para o olhar desesperado de Mark. - Só te desculpo se me disseres onde dormistes esta noite. E com quem… - Diz a última parte baixinho.

- Ah… Na verdade… - Mark desvia o olhar e Jinyoung fica visivelmente em pânico. - Eu não cheguei a dormir… Estive a organizar um evento no infantário. Para onde eu deveria voltar, na verdade. - Sorri constrangido.

- Ah…- Jinyoung sentia-se mais aliviado. Sabia bem que o namorado era capaz de cometer loucuras dessas. E ao olhar bem para ele conseguia ver bem o cansaço. - Devias ter dormido. Estás com um ar péssimo.

- Logo dormo. E espero não dormir sozinho. - Comenta com um ar maroto. - Mas agora não queres vir comigo ao infantário? - Mark aperta o joelho de Jinyoung e sorri. Os dois iam aproximando os lábios, quando são separados por um grito eufórico da cozinha.

- Ela respondeu! - Grita Yugyeom a correr pela sala adentro.

- Ela aceitou? - Pergunta Jinyoung feliz pela felicidade do filho adotivo.

- Ela aceitou!

- Quem aceitou o quê? - Pergunta Mark, com um olhar confuso.

- A Lisa aceitou ir num encontro com o Jinyoung! - Grita Yugyeom eufórico.

Continua...


Notas Finais


Então o que acharam? XD
Deixem comentário a darem a vossa opinião :D Quer boa ou má

Bem, temos que avisar-vos que o próximo pode demorar um pouco a sair... Ambas vamos ser operadas e não sabemos como vai ser a recuperação... (vamos logo as duas no mesmo dia para custar menos xD) Talvez consigamos escrever bem e até mais rápido porque vamos ficar acamadas, ou talvez não... Por isso contem com o "não" para não se iludirem muito ^^"

Vemo-nos no próximo capitulo o/


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