História With You - Capítulo 1


Escrita por: ~

Exibições 193
Palavras 1.630
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Lemon, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Heey gentem,tudo bom? c:

Fazia muito tempo que eu queria criar uma fic de Mitedabliu aqui, então decidi começar a escrever essa... E a minha outra fic vai ficar meio que secundária, vou dar prioridade a essa já que amo escrever yaoi ( ͡° ͜ʖ ͡°)

Enfim, não me matem, tive que reescrever esse cap e ficou uma bosta ;~;

Mas é isso, bora pro cap s2

Capítulo 1 - Uma Nova "Casa"


POV Mike

Olá, me chamo Mikhael. Eu tenho 16 anos e estou indo para um internato... Af, não queria ir pra lá. É chato ter que praticamente morar na escola e ainda ter que conviver com alguém que você nem ao menos conhece por anos. Mas fazer o que né, a mãe que manda. 

Falando nisso, eu moro com minha mãe e meu padrasto. Meu pai faleceu à muito tempo... Á uns 12 anos.

Eu era bem novo... Não tinha noção do que estava acontecendo. Quando cresci e pergunte pra minha mãe o que tinha acontecido, ela simplesmente ficou calada e depois mudou de assunto... 

Já é de manhã. O brilho do Sol invade meu quarto, fazendo com que eu abra os olhos com um pouco de dificuldade.
 
Quando finalmente me acostumo com a luz, abro os olhos completamente e pego meu celular, que estava no criado mudo ao lado da cama. O desbloqueio e vejo que já eram 06:13. Tenho que estar no internato antes do 12:00.

Hoje é sábado e essa segunda já começam as aulas lá. Eu estou praticamente atrasado, mas foi minha mãe que viu de última hora... Não é culpa minha, sério. Pelo menos uma vez a culpa não é das estrelas... Hahah, sou muito engraçado, nossa...

Me levanto com um pouco de dificuldade e vou direto ao banheiro. Faço minhas higienes e saio do banheiro, já abrindo a porta do quarto.
 
-Filhoooo, hora de acordar! -Ouço minha mãe gritando do andar de baixo. Abro a porta e me apoio no corrimão da escada.

-Já acordei! -Grito quando ela passa. A mesma se assusta e para de andar, olhando pra cima parecendo brava.
 
-Vai se arrumar logo... -Ela sai dali. Fico olhando para o nada pensando em como vai ser praticamente morar na escola... 

Acabei de arrumar minhas malas, tomei café da manhã, me troquei, arrumei meu cabelo e... É, só isso. 

Eu coloquei uma blusa preta com uma jaqueta jeans também preta, uma calça da Calvin Klein também preta e um Vans preto... Eu gosto bastante de usar preto. (Autora: Acho que eles já entenderam...)

Meu padrinho se despediu de mim e minha mãe me levou até o internato. Demorou bastante para chegar, afinal, era outra cidade. 

Ele era enorme. Tinha um grande jardim verde e uma fonte d'água no centro dele logo na entrada. Mas tudo isso era cercado por um enorme portão, e um muro ainda maior. O portão parecia meio velho, as barras estavam um pouco enferrujadas. 

Mamãe estacionou o carro e... Poxa, fazia tempo que não a chamava de mamãe. Eu era seu filhote, ela era minha protetora. Sempre me protegia de tudo e todos... Agora não vou mais ter ela para isso. Vai ser por minha conta. Eu vou sentir tanta falta dela...

Após uma longa despedida com muitas lágrimas, finalmente entrei no internato. Olhei para os lados, analisando o jardim. Era realmente muito bonito. 

Vi um garoto correr até mim, não o reconheci. (Autora: Talvez seja por que você não conhece ele, sua anta) Ele parou na minha frente, respirando um pouco ofegante. Ele tinha olhos azuis claros e seu cabelo era loiro.

-Olá, você e é aluno novo? -Ele sorri.

-Sim... E quem é você? -Perguntei confuso. 

-Felipe Batista, mas pode me chamar de Batista ou Batata! -Batista estende a mão. Aperto a mesma e ele sorri.

-Okay, me chamo Mikhael, mas me chame de Mike. -Sorri.

-Okay, Mike. Vamos, o diretor estava esperando você chegar. -Ele pega meu braço e me leva para algum lugar do internato.

Olho para a plaquinha que tem em cima de uma sala próxima, que estava escrita "Direção".

-Senhor Leon... -Batista bate na porta algumas vezes. Ouço um “Entre” e assim fazemos. Tinha um cara sentado em uma cadeira media atrás da mesa, ao lado de uma cadeira grande. -A Nilce ainda não chegou...? -O mesmo olha para a cadeira maior vazia com o olhar triste.

-Não... E quem é você? -O tal Leon, acredito ser o diretor, olha atentamente para mim. Fico um pouco nervoso. 

-M-Mikhael... Senhor. -Digo com dificuldade. Estava com medo, vai que ele manda eu pagar polichinelo por... Sei lá, por ser eu?!

-Ah, você é o aluno novo. Aqui estão as regras, suas aulas, seu quarto e sua chave. -Leon mostra uma pilha de papéis em cima de sua mesa com uma chave no topo. -Seja bem vindo! Pode ir guardar suas coisas, e, Batista pode lhe mostrar tudo por aqui. -Leon sorri.

-Certo... Já vou indo, obrigado. -Jogo todos os papéis em minha bolsa e pego a chave. Nem vi quem é meu  colega de quarto, provavelmente eu não vou me dar bem com ele. Mesmo eu querendo fazer amizade, as pessoas não querem ser minhas amigas...

Depois de andar pela escola toda, praticamente, Batista me levou até o dormitório masculino, onde subimos escadas, passamos por corredores, subimos mais escadas, mais corredores, escadas, corredores... Enfim. O elevador estava quebrado.

Paramos em frente á porta de meu quarto. Fico a olhando fixamente, meio nervoso. não sei o que pode acontecer aqui... Vai que o cara pega raiva de mim? Vai que ele me espanca...? Mike, seus pensamentos tão muito longes... Volta pra Terra.

-Mike... Vai dar tudo certo, okay? -Batista me olha com um sorriso estampado no rosto. -Boa sorte. -O mesmo se despede com um tchauzinho e ogo me vejo sozinho. 

Olho para a chave... Ela olha pra mim... Nós nos olhamos... Juro que ela parecia cantar "Vai dar merda, vai dar merda vai...".

Então finalmente tomo coragem... Não sei como. Levo a chave até a fechadura e destranco a porta, logo a abrindo. 

Havia uma beliche, a cama de baixo estava toda bagunçada e a de cima arrumadinha, como se ninguém nunca tivesse tocado nela. Mas isso é meio impossível né, teriam que colocar o colchão, a fronha... Mike, volta pra Terra, por favor!

Havia um armário enorme, uma escrivaninha com uma cadeira com rodinhas e no meio do quarto, tinha um tapete redondo azul. O resto era detalhe.

Ouvi um barulho no banheiro, então provavelmente o garoto estava lá. Ou eu peguei um quarto assombrado mesmo e não to sabendo...

Coloquei minhas malas em cima da escrivaninha (não sei como ela aguentou) e tirei as roupas que estavam nelas, dobrando e separando em cima da cadeira para depois guardá-las.

Algo me distraiu, parecia um gemido... Vinha do banheiro. Hum... Seja lá o que estiver acontecendo lá, não estou muito afim de saber. Continuo dobrando as roupas, mas ouço mais um barulho vindo do banheiro. Dessa vez foi um grito. Mas parecia ser um grito de dor... Sabe quando a gente morre e... Na verdade, esse exemplo é muito idiota pra eu terminar.

Será que ele tá bem...? Acho que deveria/vou conferir... 

Deixo minhas roupas ali e ando até a porta. Fico com o ouvido encostado ali, com uma das mãos na maçaneta. Ouço um choro baixo... O que ta conte seno?

Deveria me meter nisso? Não. Mas eu vou!

-Você ta bem? - Me afasto um pouco da porta. Eu me preocupo com as pessoas á minha volta, mesmo elas não se preocupando comigo. Eu sei, sou um trouxa...

-Q-Quem é v-você? -Ouvia uma voz chorosa e trêmula dizendo entre soluços atrás da porta. A abri um pouco, mas ele empurrou em seguida, não muito forte. Eu cedi, nem conheço o garoto.

-Sou seu novo colega de quarto, eu acho... Confia em mim. -Aperto a maçaneta com mais força. Ouço um barulho de metal caindo... Acho que ele nem estava mais tentando fechar a porta... -Esta me ouvindo? -Pergunto. Estava ficando um pouco mais preocupado. Sem resposta.

Eu queria muito ajudar, fiquei preocupado de verdade... Mas o problema é que eu mal o conheço... Na verdade, nem conhecer ele eu conheço. 

Ah, quer saber, foda-se, eu sei que não deveria, mas eu quero. 

Abro a porta vagarosamente, revelando um garoto de cabelos negros encolhido no chão com as costas encostada na parede. Ele usava um moletom azul e uma calça jeans, mas seu moletom estava com aspecto estranho na região dos braços. Seu choro estava um pouco mais alto. Suas mãos estavam cobrindo seu rosto, mas as mesmas estavam com um pouco de sangue... 

-Q-Qual seu nome...? -Me ajoelhei á sua altura. Sem resposta. Olhei para os lados, uma coisa que me arrependi. 

Havia uma lâmina ensanguentada caída no chão perto do box e algumas gotas de sangue em volta. Como eu ainda não tinha me tocado que ele se corta? Tava tão óbvio. (Autora: É que você é lento mesmo).

Toquei seus braços levemente, mas ele não reagiu... Decidi abaixar as mangas de seu moletom. Óbvio, tinha que tomar cuidado. Vai saber á quanto tempo ele ta aqui se cortando sozinho, não?

Abaixei até seu cotovelo, só ali já haviam vários cortes espalhados ainda abertos. Ele parecia ter aberto alguns já cicatrizados...  Nenhum deles pareciam ser profundos... Ufa. Fiquei observando seus braços ensanguentados, que pareciam gritar por ajuda. Estava segurando em seus pulsos bem fraco para não machucá-lo mais ainda, Os pulsos eram os únicos lugares onde não tinham cortes. Mesmo assim, acabei me sujando com seu sangue, mas eu não me importei nem um pouco com aquilo, queria ajudar aquele garoto á qualquer custo. Eu nunca fui assim, já posso me internar...

Peguei suas mãos e retirei de seu rosto lentamente, revelando uma pele muito pálida e olhos tão escuros quanto seus cabelos. Ele já não estava chorando... Acho que foi quando eu abaixei as mangas de seu moletom que ele havia parado de chorar...

Ele abriu um pequeno sorriso, olhando em meus olhos. Parecia a galáxia, era tão escuro, mas ao mesmo tempo, trazia luz com eles... Mike, dessa vez, não precisa voltar pra Terra... Eu realmente não quero voltar.


Notas Finais


Então... Sei lá :v

Eu to postando essa porcaria ÁS 05:00 FUCKING HORAS DA MANHÃ, estou quase desmaiando por estar sem dormir á dois dias, mas a vida que segue né non

Ah, e desculpa qualquer errinho novamente c:

Enfim, até lugar nenhum (essi dois)


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