História Wolf Black - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Abo, Hyukbim, Navi, Neo, Vixx, Yaoi
Visualizações 109
Palavras 1.677
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Visual Novel, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


안녕하세요 👋👋

Bem vindos a minha primeira fanfic do vixx, os capítulos serão de 2.000 na média. Bom espero que gostem, e nos vemos nas notas finais.

Capítulo 1 - Irmão alfa


Fanfic / Fanfiction Wolf Black - Capítulo 1 - Irmão alfa

- Por favor Leo! Nunca te pedi nada…

 Junto minhas mãos, fazendo bico. O Leo andava super chato, parecia  que de irmão mais velho queria substituir de vez o lugar de nosso pai, e como nunca experimentei ter um- já que nosso pai é um alfa e se achou no direito de nos deixar pra correr atrás de uma ômega peituda- não quero um depois de velho.

 - Eu já tenho 14 anos! Já sei me cuidar!

 Ele como resposta apenas comprimiu os lábios, e me olhou com a típica cara que eu sempre interpretava como : Eu sou o alfa, você só me obedece. 

 Detestava mais que tudo, quando ele não me respondia com palavras, eu me sentia um bobo por ser tão tagarela com ele.

 - Tomara que eu também seja alfa, assim você não vai poder mas mandar em mim! 

 Falei alto revoltado, eu só queria sair com meus amigos, era pedir demais?! 

 - Você já parou pra se olhar N?

 Me chamou por esse apelido idiota, que não sei de onde tirou, bufo, afinal eu tinha um espelho gigante no meu quarto e sabia que pelo formato do meu corpo, que é repleto de curvas acentuando minha cintura fina, ombros estreitos e o que mais me incomodava, a maior bunda do bairro. Diante disso eu dificilmente serei um alfa. Beta no máximo. 

 - Tente me entender, e parar com essa rebeldia. Seu cheiro está mais forte que nunca, não quero que entre no cio, em um lugar público ou com desconhecidos.

 Fala calmo como sempre, e me rendo novamente diante da sua voz preocupada. Sento em seu colo, um modo que usamos desde que moramos juntos pra pedir carinho. Leo começou a alisar meus cabelos e minhas costelas, fazendo um pouco de cócegas. 

Por isso dei um tapa em sua mão. E sai em un salto de seu colo quando vi sua face antes serena com as sobrancelhas franzidas e os lábios novamente comprimidos.

 - Aich, você fica bravo muito fácil... Seu ômega vai ter que ser muitoooo paciente.

 Debocho, mas por vingança por não ter saído com meus amigos, de novo... Já faz duas semanas, que ele implicou com o meu cheiro e usa essa conversa pra me manter preso. Entretanto a minha roupa já estava separada, dobrada e perfeitamente escondida embaixo da cama, eu vou esperar ele dormir e executar meu plano que se resumia a fugir por algumas horas, onde eu vou aproveitar muito na inauguração de uma boate, e quem sabe daqui a uns anos eu falo da fuga a ele e provo de uma vez que eu sempre soube me virar muito bem sem toda essa proteção desnecessária do Leo. 

Meu cio não esta perto, ele vai acontecer em mim, se estiver eu vou saber. E não é porque ele possuí um ofato mais apurado que os outros alfas que eu irei aceitar. Com isso em mente me recolhi mais cedo, tomei banho e passei o óleo corporal por todo o corpo, mas como ainda são oito da noite e eu só vou sair a meia noite, programo meu celular pra me acordar as onze assim terei tempo de me arrumar tranquilamente, por isso dormir tranquilamente pensando na festa, porém antes mesmo do alarme tocar, sou forçado a acordar, uma dor aguda se inicia em uma pequena área do meu abdômen, a cada segundo eu fico mais consciente e a cada segundo a dor se expande, ela toma todo o meu baixo ventre, fazendo minhas pernas tremerem e a dor que se sobressaía sem duvidas vinha do meio de minhas pernas, meu pênis se encontra reto e solta algo gosmento, mas não foi ele que me fez pensar que iria morrer, e sim a dor que veio em sequência me fazendo gritar assustado com a pontada repentina, meu ânus se contrai de uma maneira que sem reação me vi a rebolar contra a cama na espera da dor passar, porém ela se intensificou, e assim que abro a boca grito pela ajuda do meu irmão, a única alma viva na casa, a dor volta mais forte agora que estou totalmente consciente dela. Meu Deus eu vou morrer!

 - Leo! Tá doendo!

 Exclamo assim que ele entra, ele me olha com sua cara de - eu avisei - e só não bufo, pois a dor não permite.

 Aos poucos ela vai se tornando mais centralizada e aguda. Vejo ele se aproximar a passos lentos, e me dá uma sacola que abro pensando ser remédios, mas encontro...

 - Por qual motivo você tá me dando esses consolos, eu preciso ir ao hospital! Por favor Leo, me leva, tá aumentando... 

 A medida que eu falo a dor se torna mais aguda, e eu já estou encolhido em posição fetal. E estranhamente minha bunda começou a formigar, me fazendo arregalar os olhos. Finalmente eu estava compreendendo o porque de tamanha dor e desconforto.

 Olho pra frente, e meu irmão está agachado a minha frente, com a luz da lua que entra da janela vejo seus olhos avermelhados e sua voz sai rouca a pronúnciar, minha recente descoberta. 

 - Você entrou no cio. Agora use isso. 

 Aponta pra sacola, e virou, mas grito antes que passasse pela porta. 

 - Eu não s-sei usar isso! Me ajuda!   

O calor estava de tal forma que não me mantive vestido por muito tempo, ele agora estava sentado na ponta da cama, olhando pro teto, com os dedos fincados no lençol. Parecia usar todo seu controle. Que muitos não acreditam mas em algumas situações se vai bem rápido.

  - Me ensina. Ahhh… Logo d-de preferência.

 Falei a última parte como um gemido, e tampei minha boca não sabia de onde isso estava vindo, meu quadril sentia necessidade em mexer. Eu me sentia uma puta. Leo suspirou e pegou um vibrador de dentro da sacola, e começou a explicar calmo como sempre, mas o suor já saia de todos meus poros. Então apenas ignorei sua fala, e abri minhas pernas, agindo e sendo guiado pelos iinstinto. Quando coloquei meus dedos em minha entrada, ele que ainda segurava o objeto me olhou chocado.

 - Coloca os seus L-Leo, eles são maiores.

 Implorei, me inclinando pro colchão deixando minha parte traseira, a sua vista. Ele não me respondeu apenas senti seus dedos afundarem em minha carne, por um segundo me senti leve, e algo dentro de mim agradeceu. Mas logo na sequência eu senti que não basta isso pra saciar minha vontade que parece irredutível. 

Eu Rebolo incontrolavelmente em seus longos dedos, tentando fazer a sensação voltar, mas tudo fica ainda mais intenso, meu pensamento é ter algo maior dentro de min pra preencher todo o espaço que os dedos exploram, esses que se encontram encharcados graças a lubrificação natural, concebida pelo cio.

 Só me lembro de me derramar, algumas vezes. E um vislumbre rápido do Leo despido e eu encima dele, o montando e falando coisas sem nexo como sobre ele ser meu cavalo sombrio , e logo após abaixo, onde meus dedos ainda tinham marcas do estrago que fiz no seu cabelo no meu momento de ápice, em todas elas,  pra de certar forma minha alegria ele estava dentro de mim. Me ajudando como sempre fez, até que o efeito do cio passou, e parei de ser uma máquina que só queria algo dentro de si. 

Acordei com um carinho nos cabelos, e abri os olhos devagar. Sabendo que estive em boas mãos. 

 - Vou passar todos os meus cios com você.

 O abracei, realmente agradecido, mesmo não lembrando de muita coisa, não me sentia dolorido então no mínimo ele teve controle o suficiente pra não me machucar.

 - Fala isso quando vier me apresentar um alfa babaca.

 Resmungou e foi impossível me controlar, apertei sua bochecha, beijando a mesma logo depois.

 - Como meu irmãozinho é ciumento.

 - Me respeita! Eu sou o mais velho. 

- Credo, ser sem senso de humor.

Reviro meus olhos, me aconchegando ao meu irmão que poderia ter todos os defeitos - entre eles os mais consideráveis como possessividade, anti-social, e bravo demais - , mas continua sendo o melhor irmão que um ômega, ou melhor que qualquer um poderia ter. 

 - Te amo.

Sempre lembro de deixar claro meus sentimentos, não quero que ninguém tenha dúvida do que sinto, e mesmo sabendo que Leo tinha conhecimento disso, reafirmar é sempre bom.

 - Também.

 - Também o que? 

 - Deixa de ser chato.

 Ele me empurrou. E me pôs no banheiro, fechando a porta, bem atitude daquele ser. Ri feliz, afinal agora eu era um ômega.

 ... Um ômega com problemas, cheguei a essa conclusão no banho, eu iria morrer solteiro, com o irmão possessivo que tenho. 

 Não tenho nenhum alfa de olho ainda, mas é melhor ir acalmando a fera desde agora.

Após sair do banho, vou até a sala onde o encontro.

 - Leo, amor da minha vida.

 - Não vou querer ninguém aqui, e não vou comprar nada.

 - Credo, porque você sempre acha que eu quero algo? 

 - Talvez por te conhecer a vida inteira.

 Me sento em seu colo, como já era de costume. 

 - Você não acha que já tá na hora de procurar um companheiro? 

 Fugo do assunto anterior , pelo simples motivo que ele tem razão, eu realmente queria algo. Algo que ele não gostaria muito... 

 - Você sabe que não preciso disso, além disso tenho que cuidar de você. Só quando estiver com sobrinhos - Olhou pra mim, me avaliando antes de terminar. - Só aí, talvez, escutou o talvez? Eu procure alguém.

 Fico emburrado, mas riu quando ele me cutuca.

 -Enquanto isso, você pode me ajudar nas necessidades? 

 Fala sério.

 - Que necessidades?

 - Ora... Não é só você que quer sexo garoto. 

 Reclama, mas percebo que ele se envergonha de admitir sua "fraqueza". 

 - Eu deixo, você usar meu corpinho nú.

Riu da minha própria piada,  sendo acompanhada de um pequeno sorriso do outro, o abraço.

 Não posso negar que mesmo rabugento eu não poderia achar parceiro de cio melhor.

Eu definitivamente amo meu irmão.


Notas Finais


E esse foi o primeiro capítulo! Espero que tenham gostado. Se quiserem comentem, eu não conheço o Vixx muito bem, mas vou tentar ser fiel as Personalidades deles.


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