História Wolf Black - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias VIXX
Personagens Hongbin, Hyuk, Ken, Leo, N, Ravi
Tags Hyukbim, Navi, Neo, Shotacon, Vixx, Yaoi
Exibições 51
Palavras 1.309
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Visual Novel, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


안녕하세요 👋👋

Bem vindos a minha primeira fanfic do vixx, os capítulos serão de 1.000 na média. Bom espero que gostem, e nos vemos nas notas finais.

Capítulo 1 - Irmão alfa


Fanfic / Fanfiction Wolf Black - Capítulo 1 - Irmão alfa

- Por favor Leo! 

 Junto minhas mãos, fazendo bico. O Leo andava super chato, parecia  que de irmão mais velho queria levar de vez o lugar de nosso pai. 

 - Eu já tenho 14 anos! Já sei me cuidar!

 Ele como resposta apenas comprimiu os lábios, e me olhou com a típica cara que eu sempre interpretava como : Eu sou o alfa você só me obedece. 

 Detestava mais que tudo, quando ele não me respondia com palavras, eu me sentia um bobo.

 - Tomara que eu também seja alfa, assim você não vai poder mas mandar em mim! 

 Falei alto revoltado, eu só queria sair com meus amigos, era pedir demais?! 

 - Você já parou pra se olhar N?

 Me chamou por esse apelido idiota, que não sei de onde tirou, bufo afinal eu tinha um espelho gigante no meu quarto e sabia que pelo formato do meu corpo, eu dificilmente serei um alfa. Beta no máximo. 

 - Tente me entender, e parar com essa rebeldia. Seu cheiro está mais forte que nunca, não quero que entre no cio, em um lugar público ou com desconhecidos.

 Fala calmo como sempre, e me rendo. Sento em seu colo, um modo que usamos desde que moramos juntos pra pedir carinho. Leo começou a alisar meu cabelo e minhas costelas, fazendo um pouco de cócegas. 

Por isso dei um tapa em sua mão. E sai do seu colo quando vi sua cara com as sobrancelhas franzidas.

 - Aich, você fica bravo muito fácil... Seu ômega vai ter que ser muitoooo paciente.

 Debocho, mas por vingança por não ter saído com meus amigos, de novo... Já faz duas semanas, que ele implicou com o meu cheiro e usa essa conversa pra me manter preso. Mas eu já havia planejado iria fugir por algumas horas amanhã, eu sabia me virar muito bem sem toda essa proteção desnecessária do Leo. 

Meu cio não esta perto, ele seria em mim, se estivesse eu saberia. E não é porque ele possuí um ofato mais apurado que os outros alfas que eu iria aceitar. Fui dormir, porém no meio da madrugada, acordo com um dor aguda, assim que abro a boca grito pela ajuda do meu irmão, e única alma viva na casa, a dor volta mais forte agora que estou consciente dela. Meu Deus eu iria morrer!

 - Leo! Tá doendo!

 Exclamo assim que ele entra, ele me olha com sua cara de - eu avisei - e só não bufo, pois a dor não permite.

 Aos poucos ela foi se tornando mais centralizada e aguda. Vejo ele se aproximar a passos lentos, e me dá uma sacola que abro pensando ser remédios mas encontro...

 - Por qual motivo você tá me dando esses consolos, eu preciso ir ao hospital! Por favor Léo, me leva, tá aumentando... 

 A medida que eu falava a dor se tornava mais aguda, e eu já estava encolhido em posição fetal. E estranhamente minha bunda começou a formiga, me fazendo arregalar os olhos. Finalmente eu estava compreendendo o porque de tamanha dor e desconforto.

 Olho pra frente, e meu irmão está agachado a minha frente, com a luz da lua que entra da janela vejo seus olhos avermelhados e sua voz sai rouca a pronúnciar, minha recente descoberta. 

 - Você entrou no cio. Agora use isso. 

 Apontou pra sacola, e virou, mas gritei antes que passasse pela porta. 

 - Eu não s-sei usar isso! Me ajuda!  

O calor estava de tal forma que não me mantive vestido por muito tempo, ele agora estava sentado na ponta da cama, olhando pro teto, com os dedos fincados no lençol. Parecia usar todo seu controle. Que muitos não acreditam mas em algumas situações se vai bem rápido.

  - Me ensina. Logo de preferência.

 Falei a última parte como um gemido, e tampei minha boca não sabia de onde isso estava vindo, meu quadril sentia necessidade em mexer. Eu me sentia uma puta. Leo suspirou e pegou um vibrador de dentro da sacola, e começou a explicar calmo como sempre, mas o suor já saia de todos meus poros. Então apenas ignorei sua fala, e abri minhas pernas, agindo e sendo guiado pelos iinstinto. Quando coloquei meus dedos em minha entrada, ele que ainda segurava o objeto me olhou chocado.

 - Coloca os seus L-Leo eles são maiores.

 Implorei, me inclinando pro colchão deixando minha parte traseira, a sua vista. Ele não me respondeu apenas senti seus dedos em mim. Mas eu sentia que não bastaria aquilo pra saciar minha vontade que parecia irredutível. 

Rebolava incontrolavelmente em seus longos dedos, que deviam se encontrar encharcados graças a lubrificação natural, concebida pelo cio.

 Só me lembro de me derramar, algumas vezes. E um vislumbre rápido do Leo despido e eu encima dele, o montando e falando coisas sem nexo como sobre ele ser meu cabelo sombrio , e logo após abaixo, onde meus dedos ainda tinham marcas do estrago que fiz no seu cabelo no meu momento de ápice, em todas elas,  pra de certar forma minha alegria ele estava dentro de mim. Me ajudando como sempre fez, até que o efeito do cio passou, e parei de ser uma máquina que só queria algo dentro de si. 

Acordei com um carinho nos cabelos, e abri os olhos devagar. Sabendo que estive em boas mãos. 

 - Vou passar todos os meus cios com você.

 O abracei, realmente agradecido, mesmo não lembrando de muita coisa, não me sentia dolorido então no mínimo ele teve controle o suficiente pra não me machucar.

 - Fala isso quando vier me apresentar um alfa babaca.

 Resmungou e foi impossível me controlar, apertei sua bochecha, beijando a mesma logo depois.

 - Como meu irmãozinho é ciumento.

 - Me respeita! Eu sou o mais velho. 

- Credo, ser sem senso de humor.

Reviro meus olhos, me aconchegando ao meu irmão que poderia ter todos os defeitos - entre eles os mais consideráveis como possessividade, anti-social, e bravo demais - , mas continua sendo o melhor irmão que um ômega, ou melhor que qualquer um poderia ter. 

 - Te amo.

Sempre deixei de deixar claro meus sentimentos, não quero que ninguém tenha dúvida do que sinto, e mesmo sabendo que Leo tinha conhecimento disso, reafirmar é sempre bom.

 - Também.

 - Também o que? 

 - Deixa de ser chato.

 Ele me empurrou. E me pôs no banheiro, fechando a porta, bem atitude daquele ser. Ri feliz, afinal agora eu era um ômega.

 ... Um ômega com problemas, cheguei a essa conclusão no banho, eu iria morrer solteiro, com o irmão possessivo que tenho. 

 Não tenho nenhum alfa de olho ainda, mas é melhor ir acalmando a fera desde agora.

Após sai do banho, vou até a sala onde o encontro.

 - Léo amor da minha vida.

 - Não vou querer ninguém aqui é não vou comprar nada.

 - Credo, porque você sempre acha que eu quero algo? 

 - Talvez por te conhecer a vida inteira.

 Me sento em seu colo, como já era de costume. 

 - Você não acha que já tá na hora de procurar um companheiro? 

 Fugo do assunto anterior , pelo simples motivo que ele tem razão, eu realmente queria algo. Algo que ele não gostaria muito... 

 - Você sabe que não preciso disso, além disso tenho que cuidar de você. Só quando estiver com sobrinhos- Olhou pra mim, me avaliando antes de terminar. - Só aí, talvez, escutou o talvez? Eu procure alguém.

 Fico emburrado, mas riu quando ele me cutuca.

 -Enquanto isso, você pode me ajudar nas necessidades? 

 Fala sério.

 - Que necessidades?

 - Ora... Não é só você que quer sexo garoto. 

 Reclama, mas percebo que ele se envergonha de admitir sua "fraqueza". 

 - Eu deixo, você usar meu corpinho nú. Riu da minha própria piada,  sendo acompanhada de um pequeno sorriso do outro, o abraço.

 Eu definitivamente amo meu irmão.


Notas Finais


E esse foi o primeiro capítulo! Espero que tenham gostado. Se quiserem comentem, eu não conheço o Vixx muito bem, mas vou tentar ser fiel as penalidades deles.


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