História Wolf Heart {Kookmin/Jikook} - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lu Han, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Xiumin, Yugyeom
Tags Jikook, Kookmin, Markson, Namjin, Vhope
Exibições 376
Palavras 1.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Lemon, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DESGURPA À DEMORA.
MAS, MAMÃE TÁ AQUI.

Capítulo 11 - ★11★


Estava me olhando no espelho enquanto escovava os dentes, hoje era o dia, o dia em que finalmente veria Ggukie em forma humana.

Ggukie, um apelido carinhoso que dei à Jungkook enquanto o provocava.

Olhava o estado do meu cabelo no espelho, estava levemente bagunçado do jeito que eu gosto de deixa-lo.

Forcei um pouco à vista, e vi meus olhos virarem um azul intenso.

Betas como eu, tinha os olhos azuis, os olhos de um beta só ganhavam a cor azul, depois de matar sua primeira presa, enquanto um beta não mata sua primeira presa, ele mantém seus olhos em um amarelo claro.

Os alfas continham olhos vermelhos, appa tinha um vermelho intenso que eu achava bonito, e omma tinha um vermelho opaco que eu achava encantador.

E eu como os outros betas de minha casa tinha olhos azuis, cada tom de azul é por conta da pessoa, os meus azuis eram intensos, o de Mark claros, de Yoongi escuro, e de BamBam era da cor do céu. 

Eu me perguntava como eram os de Jeon.

Terminei de escovar os dentes e enxáguei a boca.

Meu cheiro estava mais forte, sinal de que meu cio estava próximo. 

E isso não era boa coisa, já que eu não poderia sair com outras betas por estar com Jungkook.

Sequei minha boca, e saí do banheiro, entrei no quarto, e vi BamBam jogando bola com o teto, Yoongi lendo um livro e Mark costurando uma calça.

– Huuuum, vai sair pra ver o Ggukie? - me perguntou BamBam fazendo uma cara maliciosa. 

– Cala à boca, pirralho. - tentei não rir mas foi inevitável.

Logo estavamos todos rindo, e omma entrou no quarto.

– Que cena mais linda, meus filhos são lindos mesmo. - disse ela amarrando o cabelo em um coque frouxo.

– Olha, eu sou lindo. - falei - Já eles... - apontei pros meninos - Não sei. - dei de ombros.

Fui golpeado por três almofadas que os meninos jogaram. E caímos na risada, dessa vez junto com omma.

– 'Tá. Eeer... Jimin. - a olhei - Já não está na hora de você se encontrar com Jungkook? - me perguntou.

– É. - suspirei. - 'Tá sim. - me levantei. - Já vou indo.

– Vai lá, bonitão. - falou BamBam.

– Estou torcendo pra ele ser bonito. - disse omma.

– Tchau rebeldes. - acenei pra eles. - Tchau, omma. - beijei sua testa.

– Tchau. E cuidado. - berrou já que eu tinha corrido até a porta.

Fui pro lado de fora da casa, não encontrei meu appa enquanto passava pela sala. Não sei onde ele está.

Caminhava pela floresta, e de loge podia sentir o cheiro de Jungkook

Uma mistura de amadeirado e baunilha.

O cheiro dele é muito bom.

Nunca tinha sentido um cheiro tão satisfatório como o dele.

Depois de bastante tempo andando, pudi ver um corpo em pé parado olhando pro horizonte, ele usava uma calça jeans azul clara como à minha, e uma polo também azul só que mais escura.

Eu usava uma calça jeans azul clara e uma polo vermelha apertada. Que realçava meus músculos.

Ambos nos encontrávamos descalços.

Eu chegava cada vez mais perto, e ele sabia que eu estava lá, impossível não saber, tanto pelo meu cheiro quanto pelo barulho que meus pés faziam no chão.

Mas mesmo assim ele continuava de costas, podia ouvir seu coração. Estava acelerado, assim como o meu.

Eu sabia que era ele por conta do cheiro, eu estava tão perto que se chegasse mais um pouco meu peito ia encostar nas suas costas.

Já impaciente, coloquei minha mão na sua cintura do lado direito e o virei.

Para minha sorte ou azar, ele era lindo, cabelos pretos apesar do pelo branco, seus olhos negros intensos que logo foram substituídos por um azul intenso — assim como o meu — logo que me viu. A pele tão branca que eu chegava a duvidar se ele já tinha levado sol alguma vez na vida. O labio superior mais fino que o inferior. O nariz levemente grande. Perfeito eu diria.

Eu analisava tanto ele que nem percebi que eu tinha minha mão direita pousado em um lado de sua cintura, e ele fazia o mesmo, tinha uma de sua mãos grandes pousada em apenas um lado de minha cintura.

Ambos com os olhos azuis agora.

Talvez por estarmos nos vendo pela "primeira vez" ou talvez pela intensidade que ele me encarava.

Tínhamos o rosto bem próximo um do outro.

Ficavamos nos cheirando, ele olhava pra mim como seu eu fosse a presa, e eu o olhava da mesma forma.

Eu roçava a ponta de meu nariz em sua buchecha direita, sentindo aquele cheiro amadeirado com um leve toque de baunilha.

– Cheiroso. - ele sussurou, sua voz estava rouca. 

– Gostoso. - sussurei de volta. Agora afundando meu nariz no seu pescoço e colando nossos corpos.

Eu o puxei com força fazendo nosso corpos se baterem, ele soltou uma arfada alta.

Senti ele passar o braços em volta de meu tronco, e eu por cima de seus ombros.

Por algum motivo, estávamos nos abraçando como se nos conhecêssemos à anos.

– Você cheira um pouco à menta. - sussurou no meu ouvido me fazendo arrepiar.

– Eu sei. - eu realmente sabia, podia sentir meu próprio cheiro.

Ele soltou uma risada nasalada, que saiu como um sopro quente no meu pescoço.

– Você é mais bonito do que eu pensei. - falou.

– Você também. - falei.

Ele se soltou de mim e acariciou meu rosto. E eu acaricei sua cintura já que minha mão ainda se encontrava naquela área depois que nos separamos do abraço.

– Seu cio tá chegando. - sorriu malicioso.

– É. - suspirei frustado. - Vai me ajudar com ele? - o olhei malicioso, trazendo seu corpo para mais perto do meu.

– Pode apostar que sim. - lambeu meu lábio inferior.

– Parecemos atores pornôs. - comentei e ele riu alto.

Sua risada era bonita.

Sorri com isso, ele me olhou e me analisou.

– Seus olhos se fecham quando você sorri. - sorriu - Sorria mais vezes. 

– Como você consegue pular de safado pra fofo tão rapido? - questionei esfregando sua costas.

– Te faço a mesma pergunta. - arqueou as sobrancelhas.

Ri com isso.

– Quando seu cio chega exatamente? - perguntou apertando minha cintura com possessividade.

– Daqui à uns... Dois dias.

– Eu conheço um lugar pra mim te ajudar no seu cio.

– Como vai ser? - questionei confuso.

– Como vai ser o quê? - ele pegou minhas pernas dando um pulso para mim entrelaça-las em sua cintura. E começou a andar comigo em seu colo.

– Como você vai me ajudar no cio? 

Ele se sentou no chão comigo em seu colo.

– Quer saber quem vai ser o passivo é isso? - perguntou.

Assenti com a cabeça.

– Bom... Eu posso ser o que você quiser que eu seja. - mordeu o lábio inferior. - Mas só no seu cio, por que 'tá na cara que eu vou ser o ativo. - riu.

Bati forte em seu peito fazendo ele se deitar no chão. 

– Aí! - exclamou alto - Você é bem forte.

Me sentei no chão o trazendo para meu colo ele rodeou os braços pelo meu pescoço.

– Sou mesmo. - beijei seu pescoço. - Desculpe.

Eu sabia o motivo de ter pedido desculpa, foi porque o empurrei, mas, eu não peço desculpas nunca, é uma coisa que eu não aprendi com minha família. Mas por algum motivo eu me senti culpado por te-lo empurrado.

Franzi o cenho com esse pensamento.

– Tudo bem. - sussurou na curvatura de meu pescoço.

Ele me empurrou forte e bati as costar na grama.

– Aí! - gemi de dor - Você também não é fraco. - olhei pra ele que se encontrava em cima de mim.

– Isso é por você ter me empurrado. - aponto o dedo na minha cara.

Ele se debrubastanteima de mim e rolou, me fazendo ficar por cima, ele se aproximou roçando nossos lábios.

Nós nunca nos beijamos.

Ele se aproximou mais e eu recuei olhando pro lado e suspirando.

– O que foi? - ele perguntou - Jimin. - o olhei - Nós vamos nos casar, eu vou te ajudar no seu cio, nos beijar vai fazer parte da nossa vida à partir de agora. - ele disse.

– Eu sei. - puxei o ar. - É que... Até alguns dias atrás eu era o único, o único lobo branco, agora tem outro, e pior, nós vamos nos casar, um casamento quase forçado porque até uns dias atrás eu não te conhecia, a minha omma quer netos, mas, não estou preparado para ter filhotes, meu futuro marido não é submisso à mim, é um dominador como eu, e eu não sei quem var ser o alfa legítimo nessa história. - soltei todo o ar.

– É eu sei, está muito confuso pra mim também. - pegou meu rosto fazendo eu olhar em seus olhos - Mas não se preocupe vamos resolver isso, juntos.

Jungkook se aproximou mais de mim, dessa vez rápido quando senti sua respiração perto de mim, fechei os olhos, senti seus lábios tocarem o meu levemente em um celo.

Ficamos assim por uns três segundos até eu sentir a ponta de sua lingua — que era bem quente, como o resto de seu corpo — passar em meu lábio inferior, abri os lábios no mesmo momento que Jeon, não demorou pra sentir a ponta de sua língua se encontrar com a minha, dei passagem para ele invadir minha boca ficamos naquilo por um minuto já que conseguiamos prender a respiração por bastante tempo.

Quando nos separamos olhei para seus olhos e os mesmos estavam azuis, assim como eu sabia que os meus também estavam.




Notas Finais


FUI


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