História Wolf Heart {Kookmin/Jikook} - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Baekhyun, BamBam, Chanyeol, Jackson, JB, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Kai, Lu Han, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Sehun, Suga, V, Xiumin, Yugyeom
Tags Jikook, Kookmin, Markson, Namjin, Vhope
Exibições 297
Palavras 1.395
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Lemon, Luta, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Primeiro de tudo: Eu amo vocês ♥
Segundo: Obrigado por comentarem, vocês não sabem como isso me deixa feliz ★
Terceiro: Desculpa por não ter postado o cap 11 antes.

Capítulo 12 - ★12★


Eu não conseguia parar de olhar pra ele, seus olhos são tão bonitos que parecem... Surreal.

Já era à segunda vez que eu me encontrava com Jungkook em forma humana.

O meu cheiro estava dez vezes mais forte do que antes, eu sabia que meu cio seria amanhã, e com certeza Jungkook também sabia pelo fato de ficar afundando o seu nariz no meu pescoço de cinco em cinco segundos.

– Seu cheiro é tão bom. - sussurrou com o nariz ainda em meu pescoço.

Me ergui e fui até próximo dele e cherei seu pescoço.

– O seu também é. - sussurrei perto da orelha dele.

– Gosta de me deixar arrepiado né? - deu um tapa na minha bunda.

– Gosto do efeito que causo. - apertei sua coxa esquerda.

Estavamos deitados na grama da floresta — como sempre — e eu estava por cima.

Jungkook me empurrou me fazendo cair de costas no chão.

– Por que você sempre me empurra? 

– Gosto de ficar em cima. - Jeon subiu em cima de mim sentando em cima de meu membro.

– Agora nós vemos claramente quem vai ser o passivo. - zombei. E ele me deu dois socos no peito.

– Não é isso, princesa. É que você é pesado. - zombou, me chamando de princesa.

A raiva me subiu a cabeça, eu sabia que estava vermelho de raiva, porque meu rosto estava quente.

 Empurrei Jungkook fazendo ele deitar de costas no chão — pelo fato de que ele estava sentado em meu colo — consegui me colocar no meio de suas pernas, ele entrelaçou as mesmas na minha cintura, e simulei uma estocada profunda com o quadril.

– Não me chama de princesa. - vociferei no seu rosto, que agora se encontrava vermelho.

– Por que não, princesa? - fingiu inocência e sorriu.

– Jungkook. - ameacei passando meus dentes caninos no seu pescoço.

– 'Tá esperando o quê? - sorriu - Morde! 

Se eu mordesse Jungkook agora, essa mordida seria à primeira, então ficaria uma marca pra sempre não virariamos alfas porque não estamos transando. Mas essa mordida significaria que Jeon me pertencia, qualquer beta que chegasse perto veria aquela marca e ficaria longe.

De qualquer forma, essa mordida era uma decisão dele, eu não podia morde-lo contra minha vontade.

Cravei meus dentes na parte lateral de seu pescoço, ouvindo um gemido alto que eu não sabia se era de dor ou prazer, ele apertou suas pernas em volta do meu corpo e gruniu, eu sabia que meus olhos estavam azuis.

Quando eu soltei seu pescoço devagar, eu levantei o rosto pra olha-lo, mas fui impedido por uma dor no pescoço. Gruni alto.

Eram os dentes de Jeon.

Eu gemi alto, de dor e um pouco de prazer, era bom ter os dentes deles tão fundo na minha pele. Senti uma descarga elétrica ser desparada contra meu corpo. Jungkook me soltou aos poucos.

Ambos ofegantes, com os olhos azuis, e a boca suja de sangue.

– Jungkook! - gritei me levantando, fazendo ele se assustar. - Você me mordeu! - gritei contra ele.

– Mas... O que você queria? Você me mordeu também! - gritou de volta.

– Porque você deixou! - estava sentido uma dor nos ossos. Ah, droga! 

– Ah. - riu sarcástico - Então eu posso estar preso à você, mas você não pode estar preso à mim é isso? - perguntou retoricamente.

A dor nos ossos se intensificou e eu sabia que era a transformação. Cai de joelhos gemendo alto de dor.

– Jimin o que foi? - Jungkook parecia preocupado e meu lobo não pode deixar de sorrir ao ver que mesmo brigando ele se preocupa comigo.

Jeon se aproximou ou pelo menos tentou, já que no meio do caminho ele caiu gemendo de dor, e logo depois suas roupas foram rasgando, eu estava igual, senti a transformação acabar e respirei fundo me jogando no chão.

Olhei em volta e ví nossas roupas rasgadas, Jungkook não estava mais lá. 

Pude ver a calda branca e longa de Jeon caminhar pra uma área em que eu não podia ve-lo.

Meu lobo estava frustado, eu não deveria ter brigado com ele, realmente, seria injustiça morde-lo e não deixar ele me morder.

Depois de uns minutos deitado no chão, respirei fundo e me concentrei pra ficar humano de novo, agora pelado no chão, me levantei cambaleando e caminhei procurando por Jungkook.

O encontrei apoiado em uma árvore, em pé, e de costas pra mim, pelado pra ser mais exato.

Ele tem uma bela bunda.

Concentra Jimin.

Ele estava olhando pro horizonte como sempre faz, cheguei por trás dele e abracei sua cintura e apoiei meu queixo em seu ombro.

De primeira ele tentou se soltar, mas eu o abracei ainda mais forte.

– Me solta. - ele me empurrava com força, mas não com toda força.

– Shh. Eu sei que você me quer aqui. - beijei seu ombro. - E não adianta negar, eu estou ligado à você. Você me quer por perto, do mesmo jeito que eu te quero perto. - o virei pra mim e ele me olhou, sua boca ainda estava suja de sangue. - Desculpe, eu não queria ter gritado com você. Eu... Realmente não tinha pensando que seria injustiça te morder e não te deixar me morder. - beijei seu peito. - Desculpe.

– Tudo bem. Desculpe por te morder sem pedir permissão. - ele agarrou na minha cintura me trazendo pra mais perto. 

Encostamos nossas testas e ficamos nos olhando.

Senti suas mãos descerem para minha bunda, e apertar aquela área.

– Estamos pelados. - falei e ri.

– É. E eu gosto disso. - riu malicioso.

– Não vai tirar a mão da minha bunda né? - perguntei rindo.

– Não. - riu alto. - É grande. - apontou com o queixo para meu membro.

Dessa vez eu ri alto.

– O seu também é. - apontei para seu membro com meu queixo.

– Gosto de ficar pelado com você. - comentou.

– Na minha opinião é meio perigoso já que eu posso fazer coisas além de ficar pelado. - sorri malicioso.

– Nossas roupas já eram. - riu.

Ficamos rindo por um tempo acariciando um ao outro. 

– Vai mesmo me ajudar no cio? - perguntei

– E eu por acaso ia perder uma oportunidade de transar com Park Jimin? - me respondeu com outra pergunta.

– Com certeza não. - ri malicioso.

– Eu conheço um lugar, é aqui na floresta mesmo, uma casa abandonada- 

– Vamos transar numa casa abandonada? Legal. - ri.

– Deixa eu terminar de falar, idiota. - deu um tapa na minha bunda. - Ela era abandonada, à alguns anos eu descobri ela e cuidei, então ela parece uma casa agora. 

– Hum. - Arqueei as sombrancelhas.

– JIMIIIN! - ouvi de longe e me assustei.

– Quem é essa? - Jeon franziu o cenho e eu sabia que ele estava com ciúmes. Ri alto com isso.

– Não se preocupe. É a minha omma. - ele suavizou a expressão. 

– Adoraria conhecer a senhora Park, mas... Estou pelado. - comentou e não pude deixar de rir.

– Eu já vou, se ela 'tá me chamando é porque estou à muito tempo aqui. - falei frustado. - Amanhã de manhã eu venho pra cá, não quero que meu cio comece dentro de casa. - comentei.

– Então te vejo aqui amanhã. - falou.

Me afastei e ia começar à caminhar.

– Ei! Sem beijo de despedida? - me agarrou por trás.

– Só estava vendo se você ia lembrar. - ri.

 Ele me virou e me deu varios celinhos, depois deu um celo mais demorado, pediu passagem com a língua e eu não cedi, apertou minha bunda me fazendo arfar e adentrou a língua na minha boca, ele sugava minha língua e meu lábio inferior, e eu mordia seu lábio quando ele parava pra respirar.

– Lua. 

– Lua. - sorri.

Dei às costas e comecei a caminhar, peguei minhas roupas que estavam jogadas no chão e caminhei em direção à minha casa.

"Lua" uma expressão usada por nós lobos, para dizer "tchau" ou "até logo".

Cheguei em casa cobrindo minhas partes íntimas apenas com os trapos que sobraram das minhas roupas.

– AAAAAAH! - levo um susto por um grito estridente que minha omma soltou, e depois ví ela correndo até mim dando pulinhos. - Ai meu Deus, ai meu Deus, ai meu Deus! Vocês se morderam não acredito.- disse analisando a mordida que já estava cicatrizada no meu pescoço.

– Tinha até me esquecido disso. - resmunguei.

– Vai tomar um banho! Eu vou contar pro seu appa! Ai meu Deus. - ri de sua euforia e fui tomar um banho.







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