História Wolf (Imagine Jimin) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin
Tags Imagine, Jimin, Sayi14, Você
Exibições 97
Palavras 1.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oiiiiiii amores voltei das cinzas.

Estava aqui de boas né ai quando veio uma notificação o que aconteceu fui ver e tinha lá. MINHA UNNIE KYKAI CURTIU MINHA FIC, DANCEI NA SALA DE CASA.

Por isso gostaria de presentear esse imagine a KyKai, IAmCrazy, Kailosh <3 :3


Obrigada também pelos comentários e favoritos fiquei muito feliz.
Agora vamos lá, espero que gostem e desculpe os erros e se ficou pequeno.


Boa leitura ❤❤❤❤

Capítulo 2 - My


Fanfic / Fanfiction Wolf (Imagine Jimin) - Capítulo 2 - My


Respirou fundo fitando a casa à sua frente, sabia que tinha passado do ponto desta vez. Mas qual era o ser humano que queria ficar na mesma casa com os pais que desprezavam mais que tudo?!

Caminhou a passos lentos até a pequena e simples porta de madeira, puxou o trinco velho e enferrujado, colocando seu pé para dentro. Mal avia colocado, foi brutalmente arremecada porta a dentro.

Era sua mãe, seus olhos continham uma raiva terrível, e sem ao menos a garota esperar, recebeu um tapa em seu rosto, dado com gosto e boa vontade. 


- Onde estava imprestável?-  A mulher disse pegando violentamente o rosto delicado de S/N.


- E-Eu...


- Sabe que não pode sair, sabe que tem que ficar aqui até virem lhe comprar. E hoje o que você fez não tem perdão. - Apertou com mais força o queixo da pobre que choramingava.- Eu deveria encher de tapas esse rostinho bonito até ele não existir mais. Só que não posso a mercadoria tem que está inteira...


Soltou com desprezo o queixo de S/N, que olhou para o lado com o impacto que foi colocado no aperto solto, a mesma chorava. 

Deisna de pequena era assim, seus pais nunca quiseram, porém cuidaram da menina até seus 15 anos sua idade atual, para que vendesse e e entregar-lhes um bom dinheiro- o que provável aconteceria - já que nunca soube das coisas imundas e menosprezadas do mundo a fora.


Em uma janela onde dava a vista da menina, estava Jimin observando tudo o que aconteceu, fumaçava em raiva ao vê a pequena assim, embora frio daquele jeito ele não gostava da forma que a maioria dos pais tratavam seus filhos, era contra a violência a menores. Mas a casca fria e repuguinante do Park não deixava mostrar isso, era orgulhoso demais. 

Tentou controlar o máximo possível, não querendo entrar naquela maldita casa e bater na mulher cuja a mãe de S/N. Só que de certo modo ele acabou ouvindo uma coisa que fez seu cérebro automaticamente pensar em algo para a ter. 


"Ela era uma espécie de objeto de venda, ao primeiro que aparecer. Mas já tem o primeiro, e esse primeiro era Park Jimin. "







O sol não avia nascido ainda, mais a pequena S/N já se encontrava pé fazendo seus afazeres diários, enquanto que seus pais dormiam tranquilamente deixando todo o trabalho pesado para a coitada garota.

Era sempre assim, o ódio que seus pais tinham era de se admirar, agora avia apenas a pergunta.... o porquê disso tudo se nunca fez nada de mal, pelo contrário, sempre tentou de tudo para agrada-los e ser uma boa filha, e tudo que queria em troca era o amor de ambos, que sequer falava essa palavra. 

Cansada sentou no pequeno degrau de casa, a brisa fresca e um tanto fria bateu em seu delicado rosto, fazendo seus pelinhos se arrepiarem, como era gostoso sentir aquilo, dava-lhe o ar de ser livre, algoque tinha apenas na imaginação ou sonhos.


- Quando poderei ser livre?- Perguntou à si mesma observando as crianças correrem alegremente pela terra da aldeia.


Nunca teve uma infância, tudo se resumia a tremenda escravidão qualquer coisa apanhava ou ficava trancada no velho caixote que avia em casa. A aldeia onde vivia era simples, sempre bondosos e disposto a ajudar quem precisar.

Todos sabiam da vida de S/N e o que seus pais faziam, e apenas podiam lamentar, não gostavam dos pais dela por serem metidos e querendo mandar em tudo e em todos o que para a pequena aldeia não combinava.


- Já terminou as tarefas idiota?-  Ouviu a voz grosseira e seca de sua mãe.


- Sim.- Disse abaixando a cabeça. 



"Era sempre assim, nunca conseguiu olhar em seus olhos ela não gostava e sempre acabava sobrando para si".


- Parece que seu ontem a noite seu pai encontrou comprador para você. - Sorriu minimamente. - Parece que conseguimos lhe vender filha....


- Eu não vou ser vendida!


E pela primeira vez em seus 15 anos, encarou a mãe nos olhos o que fez o ódio da mesma subir.


- Você quer apanhar? Quantas vezes disse para não me olhar nos olhos, menina emprestavel.- Ergueu a mão pronta para acertar seu rosto.


Mas algo a segurou, uma mão masculina fez aquilo, olhou para o lado,vendo um jovem platinado tinha a expressão fria especialmente direcionada para a mãe de S/N, a mesma tentou soltar o que foi inútil ele era mais forte.


- Q-Quem é você.... como ousa.- Se debateu tentando tirar a mão que já queria doer.


- Iria bater na sua filha?- Sua voz saiu calma.


- Fui eu quem a tive e tenho o direito de bater. - Sandara a mãe de S/N falou.


- Mas acontece que eu vim compra-la e não quero cheia de marcas.


A mulher em imediato parou de se debater, arregalou os olhos perplexa, pois aquele diante de si era o comprador da menina, então sem nada mais nada menos a fazer, abaixou a cabeça fingindo arrependimento.


- Desculpe senhor eu....


- Falei com seu marido ontem disse que viria cedo busca-la.- Apenas disse isso olhando para a menina.


A mesma olhava assustada a sena, aquele homem avia a defendido da bela bofetada de Sandara, coisa que ninguém teve coragem. Jimin encarava encantado, S/N era simplesmente linda; os cabelos lisos voando com o fraco vento, o vestido sujo e rasgado mais que mesmo assim destacava as belas curvas, que para uma moça tão nova, eram perfeitas.

Mantida um olhar felino, como se estivesse estudando sua presa antes de atacar e come-la ato que foi entendido por Sandara que riu. 


- Gostou dela?- Jimin apenas concordou a contra gosto. - Creio que não terá problemas com S/N, ela foi bem criada e saberá lhe satisfazer. 


Corou violentamente, olhando para baixo, só que ainda sentia o olhar de Jimin queimar em sua pele.


- Apenas vim pegar ela. Tenho coisas importantes a fazer. Já paguei...


Soltou o pulso de Sandara que abriu a boca em um perfeito "o" , estava admirada com tamanha força, seu pulso tinha ficado roxo.


- Vamos?- Disse indo de encontro a pequena.


- N-Não eu não vou.- Foi andando para trás. 


Jimin a seguiu se aproximando da jovem que continuava a andar para trás.


- Eu disse vamos?!-  Alterou um pouco sua voz. 


- Não irei ficar aqui.- S/N balançou a cabeça de um lado para o outro negando.


- Eu lhe comprei agora, você é minha...


- Não eu não sou sua....


" É claro que é, eu te comprei eu tenho você. E virá por bem ou por mal, pois você é minha SÓ minha...."





Contínua....




Notas Finais


Não tá la essas coisas mais eu acho que dá para o gasto.

Perdão os erros, em breve eu conserto.

Espero que gostem.

Bye bye até o próximo ☺☺☺


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