História Wolves and their conflicts. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Ficção, Romance
Exibições 76
Palavras 1.254
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas da Autora


Olá! Decidi reescrever a fanfic, me perdoem por isso, sei que muitos gostavam da antiga, me deu uma dor excluir, mas eu não estava nada satisfeita com ela, por isso, decidi escrever novamente e mudar tudo. Me perdoem por isso, peço que leiam e deem uma chance a essa nova história, caso não gostem, podem desfavoritar, vou entender perfeitamente!
Obrigado(a)!
OBS: Vou usar a Anne e o Austin ainda, só vou mudar alguns outros personagens. ^^

Capítulo 1 - Apenas mais um dia qualquer da minha vida.


Fanfic / Fanfiction Wolves and their conflicts. - Capítulo 1 - Apenas mais um dia qualquer da minha vida.

Fazia alguns dias que o inverno havia chegado, Anne dormia em sua cama, dormia um sono profundo e relaxante enquanto lobos e corujas faziam seus devidos sons, os sons que os deuses haviam dado a eles, que haviam ordenado que eles fizessem durante a noite. 
Em seus plenos dezesseis anos de vida, ela ainda tinha sonhos com lobos, ainda adorava esses animais, mesmo sendo proibida de sair na rua a noite por conta deles. As coisas por ali eram complicadas, sair na rua a noite era arriscado demais, podia ser atacado por um lobisomem ou por qualquer outro tipo de fera que agia a luz da lua. Mas ela não sentia medo disso, não sentia medo de nada, ela queria mesmo era se jogar na neve e rolar até que seu sangue congelasse e sua pele esbranquiçasse. Pena que isso certamente seria suicídio, e ela não queria ter de morrer para sentir paz, coisa que só era fornecida com perigo, pra ela era assim, mas não conte pra ninguém, ninguém pode saber! 
Anne
Eu odeio dormir, acho algo desnecessário, o tempo que perdemos dormindo serviria muito bem pra outras coisas. 3 da manhã, algumas pessoas preferem não dormir. Algumas estão lendo, fazendo sexo, comendo algo ou se aventurando por aí. E eu estou dormindo. Mas de uma hora pra outra eu acordei, acordei tonta de mais um daqueles pesadelos envolvendo lobos. Nunca entendi porque eu sonho tanto com esses animais, mas de qualquer forma isso não me importa mais. 
Me sentia tonta, minha garganta estava seca e meus olhos lacrimejavam como se eu tivesse acabado de chorar, coisa que eu não havia feito até então. Levantei com a mão na testa tentando caminhar sem cair, o que eu conseguia, já era costume levantar a essa hora pra ir tomar água e olhar o movimento inexistente pela janela do meu quarto. 
Peguei um "copo", enchi com água e fui pro meu quarto, abri a janela e comecei a olhar pra rua. Uma fogueira que fazia algumas horas que estava apagada, o vento gelado da madrugada batia em meu rosto, o inverno era rígido, mas eu parecia sentir menos frio do que os outros. Não era lua cheia, mas eu ouvia alguns lobos uivando num lugar bem distante dali. Logo o sono voltou, então, fui dormir. 
Sabe quando você acorda de manhã com vontade de continuar dormindo, mas o sono não vem mais? Então... 
-Ai, que droga! - eu resmunguei 
Me levantei e me vesti, fui pra cozinha encontrando meus pais e meu irmão sentados a mesa, estavam comendo uma massa feita de trigo, que eu não gostava. 
-Bom dia, filha. - meu pai disse me olhando, parecia animado 
-Bom dia. - respondi com certa leveza na voz.
-Não vem comer, Anne? - perguntou minha mãe
-Não, obrigado. 
-Por que?
-Eu tô sem fome. 
Ninguém disse mais nada, minha mãe me olhou com um olhar mortal, eu tinha medo dela, porque ela sempre me batia quando eu a desobedecia por mais idiota que fosse o motivo, como não querer comer por simplesmente estar sem fome. Provavelmente mais tarde eu iria apanhar, e apanhar muito. Eu sai pra rua observando tudo e todos que passavam por ali, não tinha interesse em falar com ninguém. Alguns me olhavam estranho, outros sorriam, outros apenas olhavam e outros ignoravam minha presença. Bem, tudo corria normalmente, porque por ali todos se estranhavam mesmo, por medo. Medo de encontrar um lobisomem ao invés de um mero humano, medo de encontrar um lobo ou sei lá o que. Eu não tinha medo de nada, na verdade tinha mais medo de ser roubada ou estuprada do que medo de ser morta por alguma criatura que sequer haviam me provado a existência. Eu estava perplexa e séria. 
-Anne... 
Alguém me chamou, eu olhei pra trás e vi Laís, uma garota loira, olhos verdes e pele branca. Era minha amiga desde meus 7 ou 8 anos. 
-Oi, Laís.
-Você me parece séria. O que houve? 
-Hum, nada, estou bem. 
-Tem certeza?
-Absoluta. 
-Então vamos pra floresta, quero te mostrar uma coisa. 
-Hã... tá bom. 
Saímos dali e fomos em direção a floresta, o que já era costume. 
-Vem, por aqui. - ela disse adentrando o matagal
-Tô indo...
-Mais rápido!
-Isso soou estranho.
-Maliciosa. - ela disse e nós duas rimos
-Só um pouquinho. - sorri de lado
Ela me levou até um lugar meio longe do vilarejo, era um lugar vazio dentro da floresta, não era muito grande. 
-O que tem demais aqui? - olhei em volta confusa
-Olha só!
Ela se ajoelhou e apontou pra uma área onde tinha vários pares de pegadas marcadas na terra, levei um susto na hora e senti arrependimento por estar ali, mas isso passou rapidamente. 
-De que animal você acha que é? - ela perguntou animada
-Lobos. - eu disse reconhecendo as pegadas 
-Hã... vamos voltar, né? - ela disse ficando assustada
-Agora ficou interessante, não quero voltar. - eu disse olhando pra onde as pegadas seguiam
-Anne, quer morrer estraçalhada!? Aff, que droga, vamos voltar!
-Deuses... tá, tá! - eu bufei - Mas foi você quem quis vir...
-Vamos logo, porra! 
-Tá, vamos.
-Obrigada. Agora, anda logo!
Caminhamos de volta pro vilarejo e eu entrei dentro da minha casa com ela do meu lado. 
-Anne, mamãe tá brava com você. - Jack (meu irmão) disse me olhando com a testa franzida
-Tipo, muito?
-Tipo, ao extremo. 
-Droga...
-Anne!!! - eu ouvi a voz da minha mãe ficando cada vez mais alta
-Oi. - eu disse me virando e olhando pra ela vindo em minha direção
-Onde você estava, garota? 
-Na floresta com a Laís. 
Laís parecia nervosa do meu lado.
-Eu já disse pra não ir pra lá, se seu pai souber que você estava na floresta... 
-Não, por favor, não conta pra ele... 
-Tem uma palha toda no estábulo pra recolher, e seu pai pediu pra mim recolher, mas ele ficaria furioso se soubesse que você estava na floresta, ficaria ainda mais furioso se soubesse que estava com algum garoto.
-Eu não estava com ninguém...
-Eu posso dizer que estava! 
-Tá, eu já vou... 
-Vai logo, se não recolher direito eu mesma vou te espancar até você vomitar sangue! 
-Ok. - respondi cabisbaixa e ela levantou meu rosto com o dedo em meu queixo
-Vá logo! 
-Eu já vou! 
Ela imediatamente deu um tapa em meu rosto, fazendo Laís se assustar e nos olhar com os olhos arregalados, meu rosto ficou vermelho, voltei a olhá-la lentamente e coloquei a mão no rosto saindo dali. Ela me olhava sem remorso algum.
Laís foi atrás de mim, caminhamos em direção ao estábulo. 
-Tá tudo bem?
-Sim. 
-Anne... seu rosto tá muito vermelho. 
-É porque você não viu o resto! - levantei minha blusa de costas pra ela revelando todos os hematomas que eu tinha nas costas.
Alguns tinham sido feitos pelo meu pai, outros pela minha mãe, isso variava de acordo com a situação.
-Isso é horrível! 
-Eu sei. - peguei uma pá e comecei a recolher a palha que estava perto do cavalo de meu pai.
-Quer ajuda?
-Não, obrigado, eu quero fazer isso sozinha. Pode sair daqui?
-Tudo bem.
Fiquei ali recolhendo até certa hora, depois peguei palha nova e coloquei no lugar da velha. Estava ficando frio ali, eu me deitei na palha, o cavalo que tinha o pelo marrom e os olhos cor de mel começou a me cheirar e a grunhir, eu fiz carinho nele, mas logo senti meus olhos fecharem, então, adormeci. 


Notas Finais


Se alguém quiser reler a fanfic antiga, podem me pedir por MP que eu baixei os capítulos.


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