História WoMan - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Morte, Mulheres, Real
Exibições 3
Palavras 1.067
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


*Spoiler*

Essa história

Tem

Um

Fim

Capítulo 1 - O Capítulo que começa tudo, capítulo 1 o nome


  O peso da minha cabeça sobe o balcão do bar era amena se comparado a pressão que eu sentia pela embriaguez. O álcool havia exaurido qualquer força que eu tivera, tudo que me restara no momento era ficar semi-adormecida enquanto esperava o corpo se recompôr; restaurar a força mínima para poder beber mais.

Minha audição estava caótica, hora parecia estar aferrada a tudo e á todos me causando uma dor sensorial insuportável, hora parecia ter sido perdida, me deixando em um vazio silencioso. Queria poder perder a consciência também, assim me livraria do meu vazio silencioso.

Neste momento era a quietude que liderava, o mundo estava parado do lado de fora dos meus pensamentos, nem um som poderia me aborrecer. Mas este sossego silêncioso não durou o tempo que eu precisava, o som do mundo estava voltando assim como um coração que volta a bater lentamente.

Primeiro vem os sons de passos, em seguida ouço o brindar de copos e finalmente o barulho das vozes.

Meus olhos buscam luz, lutam quanto a vontade de adormecer apesar do cansaço. Não sou capaz e nem quero ceder à essa vontade.

Ouço a porta do bar se abrindo lentamente, e então escuto passos discrepantes a qualquer outro no taberna — passos firmes, pesados. Três pessoas, advinho.

Os passos vão ficando mais próximos como um eco reverso, me sinto inclinada a abrir os olhos e ver quem são mas não imagino que seja tão necessário, meu senso de curiosidade sempre foi reservado.

Perco o já pouco interesse quando novamente o mundo fica mudo, então posso voltar a descansar, mas é quando percebo que o andar deles não parou, seus passos ainda tem som, todo o bar se calou mas seus passos continuam perceptiveis e se apróximando.

Então não foi minha cabeça que bloqueiou o som, foram as próprias pessoas da taberna, se calaram pela presença de seja quem for que houvesse entrado, o mais próvavel é que fossem oficiais, não teria porquê temer militares, não enquanto estivesse de folga.

Continuei deitada no balcão.

Finalmente os passos pararam, estavam a frente do balcão, ao meu lado, mas não os ouvi pedir nada ou se quer se sentarem.

— Senhor Capitão, parece que o jantar veio ate o senhor hoje. — alguém disse em tom zombeteiro .

— O que será que ela faz aqui, em um lugar como este? - outra voz se colocou.

Não quero passar por isso, não de ressaca.

— Decerto se perdeu do prostibúlo, Senhor.

Finjo que ainda estou no silencio, que estou dormindo até.

— Qual o seu nome? — perguntou uma voz grave que presumi ser a do Capitão que mencionavam.

Em mim o silencio. Fora de mim as pessoas voltaram a se misturar ao ambiente, as vozes, o barulho, o escarcéu.

— Vadia débil! O Captitão falou com você. — o homem prendeu suas mão no meu cabelo e os puxou erguendo minha cabeça.

Meus olhos se abriram. Agarrei o pulso dele e o torci jogando-o no chão. Minha visão estava turva.

Os outros três homens tiveram reações diversas, um deles (o da esquerda) ficou enrigecido e sacou uma arma, o outro se afastou com expressão digna de espanto. Já o capitão me fitou e sorriu.

— Abaixe a arma. — disse ele.

— Capitão...

— Não me ouviu. Tudo bem, deve ser um ouvido defeituso, deixe-me te ajudar.

O capitão se abaixou ate a dobra de sua calça, levantou-a parcialmente com uma das mãos e com a outra retirou uma faca de uma bainha no calcanhar, em seguida segurou o pescoço do jovem a sua esquerda e o degolou a orelha.

Olhei para ele caindo no chão, gritando, seu sangue espirrando à metros. Me virei e voltei a cabeça para o balcão.

— Se quer dormir saiba que tem um espaço enorme na cama da minha cabine. — proferiu o capitão.

— Você já tem homens pra se satisfazer. — respondi.

— Sua puta, olhe pra mim enquanto falo. — gritou o capitão.

Ergo a cabeça, uso uma força no momento descomunal para olhar pra ele.

— Ande, estou com pressa, quero enterrar em você logo. — ele apontou para a porta. Seu tom era de ordem e não de persuasão.

Me virei para o balcão pedi uma garrafa ao balconista — ele estava paralizado em pânico. Andei até atrás do balcão e paguei uma garrafa, um copo, abri ela e me servi.

Senti o calor ácido descer a goela, enquanto entornava a bebida voltava ao meu mundo de silencio; o copo ficou vazio. Deixei o copo cair no chão.

Comecei a andar em direção ao capitão em passos um tanto bambos.

— Eu irei te foder até a próxima cidade. — disse o capitão mordendo os lábios e me olhando por inteira.

Cheguei a frente dele, ainda estava tonta, ele levantou o braço e limpou o sangue da faca na alça da minha blusa, se abaixou e depositou a faca no estojo da canela.

Ergueu o polegar até a língua o lambeu e depois pois a mão por debaixo da minha blusa indo até o bico do meu seio.

Peguei a garrafa e martelei sua cabeça. A garrafa se estilhaçou ao meio e ele tombou com a pancada.

— Sua desgraçada imunda! Agora você vai...

Giro a perna e o chuto na boca.

— Você devia ter ido foder seus amigos como eu disse.

Empunhei a parte quebrada da garrafa e cravei em seu estômago. O capitão gemia em dor e desespero, ele ainda tentou pegar sua faca mas o chutei novamente e a faca vôou pelo chão.

Deixe ele ali, sangrando, morrendo, estendido no chão. Fui atrás da faca, abaixei e a agarrei. Voltei até ele.

— Eu juro sua vádia mediocre, vai se arrepender. — ele falou aos soluços ensanguentados.

— Shi, Shi, Shi. Odeio choro.

Abaixei suas calças uniformizada da mílicia, ele tentou me empurrar então cortei a pele do seu braço; agachei-me e pressionei a faca contra seu pênis, o maldito ainda estava meio ereto.

Forcei a lâmina contra sua extremidade, ele gritou. O decepei qause todo mas deixei um leve tendão os grudando. Puxei seu membro. Só não gritou tanto por não haver mais forças.

Fui andando até seu vassalo que havia ficado estático até o momento, ao ver me apróximar tentou murmurar algo, não conseguiu. Peguei a mão dele e o entreguei o falo de seu comandante.

Deixei todos eles ali e fui andando até a porta da taberna, abri um lado e coloquei uma perna para fora, vacilei, fiquei parada e disse:

— A próposito, o nome é Rymrmis.



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