História Woman's Nightmare - Interativa - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Justin, Laudrauhl, Nightmare
Exibições 68
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oii! Eu voltei, bem atrasada, mas estou de volta. Explico meus motivos nas notas finais. Boa leitura!

Capítulo 10 - Different


Sunday

August, 2013

Salt Lake City, UT

Justin Bieber's Point Of View

Sinto-me muito feliz por ter conseguido me aproximar de Jillian. Ela está caindo direitinho na minha armadilha, e não serei eu quem irá avisá-la. Imagino quanto tempo irá demorar para ter aquela garota presa junto com as outras, mas estou tentando não me apressar.

Deitado em minha cama, sinto meu pênis latejar, eu realmente estou precisando de sexo. Subo as escadas, indo até o sótão, e tiro Lacey de sua cela, levando-a até um dos quartos. Abuso dela enquanto a vejo chorar e quando termino de me satisfazer entro no banheiro.

Quando saio, encontro Lacey mexendo em meu celular. Não acredito que deixei esta merda desbloqueada. Arranco o celular de suas mãos e vejo que ela enviou um pedido de socorro para Jillian. Respondo rapidamente, afirmando ser o corretor, bloqueio o celular e o coloco em cima do criado-mudo.

▬ Então quer dizer que você queria fugir de mim, sua vadia? – a derrubo na cama e pulo em cima dela. – O que você acha que eu devo fazer com você agora? – dou um soco em seu rosto, vendo o sangue manchar minhas mãos. – Vou acabar com a sua raça, mas primeiro, quero que faça um favor para mim. Te darei o telefone e você ligará para o investigador, dizendo que tem informações sobre o sequestrador de Salt Lake City. Você dirá que sou loiro e tenho uma caminhonete azul. Se tentar pedir socorro ou qualquer coisa do tipo, eu te mato. – tiro a arma de meu bolso e aponto para o seu rosto.

Entrego outro telefone para Lacey, que faz tudo exatamente da maneira como eu havia falado. Guardo o telefone e abro o guarda-roupa com as minhas digitais, pegando uma corda para amarrar a garota. Depois de me certificar que ela está bem presa, pego uma faca, disposto a machucar Lacey.

▬ Justin, por favor, não. – ela diz entre soluços. – Tenha compaixão.

▬ Você está aqui durante esses anos todos e ainda não percebeu que compaixão é uma palavra que não existe no meu dicionário? Eu não tenho pena de você, Lacey. Sei que vou queimar no fogo do inferno, mas você vai comigo. – começo a esfaquear seu braço, vendo o sangue se espalhar rapidamente. Os gritos da garota são ensurdecedores. – Cala a merda da boca. – estapeio seu rosto, enquanto ela continua gritando. Pego uma fita e coloco em sua boca, calando-a. – Bem melhor assim, princesa. – passo levemente a faca em seu rosto, vendo uma fina camada de sangue derramar. – Acho que está bom por hoje, você já deve ter aprendido a lição. Irei te levar para a sua cela, mas você não poderá tirar essa fita de jeito nenhum até quando eu lhe disser para tirar. Caso tire sem a minha autorização, sofrerá as consequências.

Limpo a minha faca em um pano e a guardo dentro do guarda-roupa novamente. Desamarro Lacey e a entrego para um dos seguranças, dizendo a ele para que cuide dos seus ferimentos, porém sem tirar a fita de sua boca.

Volto para o meu quarto imaginando qual seria a reação de Jillian ao ouvir o que Lacey disse. Provavelmente ela surtaria de felicidade, mas ela nunca teria como ligar esta pessoa a mim. Meu cabelo estava castanho agora e eu nunca havia tido uma caminhonete azul.

Disposto a provocar ainda mais os investigadores, decidi ligar para Raymond de um número privado. Logo que ele atendeu, comecei a falar:

▬ Quem fala é o sequestrador de Salt Lake City. Sei que não divulgaram para ninguém além das famílias quais objetos foram deixados, então digo apenas duas palavras: Riley, pulseira. Acho que isso é o suficiente para provar que sou eu. Espero que saibam que eu voltei e estou atrás de mais uma garota. Nenhuma delas está segura, esse é meu aviso. E assim que eu encontrar a última, matarei todas as que estão comigo. Vocês não podem fugir de mim.

▬ Será que poderíamos conversar? – ele diz desesperado e eu desligo o telefone.

Rio imaginando a cara de desespero de Raymond. Uma felicidade extrema invade o meu peito e eu começo a rir sem parar. Algum tempo depois, vejo que tenho algumas mensagens de Jillian. Respondo-a e decido ir até a última porta no final do corredor.

Noto que as janelas estão abertas, deixando que a luz invada o ambiente. A garota me olha sorrindo e eu sinto meu coração parar por um instante. Sento-me ao seu lado e me permito ser encarado por aqueles olhos verdes. Segundos depois, sinto seus braços trazendo-me para perto dela. Eu só podia estar no céu.

▬ Ah, Justin, como eu senti a sua falta.

A garota começa a beijar todo o meu rosto, enquanto continua com um lindo sorriso esboçado no rosto. Não sei como agir, entro em estado de êxtase e a única coisa que existe no mundo é ela. Como eu queria que ela estivesse assim todos os dias.

▬ Eu também senti sua falta, princesa. Percebo que está num dia bom.

▬ Sim. – ela balança a cabeça em sinal positivo. – Vamos nos deitar aqui nessa cama, Jus.

Ela faz com que eu me deite na cama e coloca a cabeça em meu peito, enquanto eu faço carinho em seu cabelo. Ficamos algum tempo ali sem dizer nada, até que ela se vira de frente para mim e começa a me beijar.

Sinto todo o meu corpo arrepiar conforme os beijos ficam cada vez mais quentes. Ela se senta em cima de mim e começa a rebolar. Sinto suas mãos tirarem a minha blusa e percorrerem todo o meu abdômen. Se aquilo era um sonho eu não queria acordar nunca.

A garota sai de cima de mim e eu logo subo em cima dela. Tiro o seu vestido, deixando apenas sua lingerie à mostra. Beijo seu pescoço enquanto a escuto baixinho em meu ouvido. Logo, todas as nossas peças de roupas são arrancadas e eu chupo seus seios enquanto a masturbo, escutando-a gemer. De repente, seus gemidos param e eu estranho a atitude.

▬ Que merda está acontecendo aqui? – ela me empurra, tirando-me de cima dela.

Droga, droga, droga, isso não podia estar acontecendo. Não agora que estava tudo bem entre a gente.

▬ Você não pode fazer isso comigo, olha como me deixou! – aponto para meu pênis ereto.

▬ Você está me estuprando, garoto! Qual o seu problema? – ela começa a vestir sua roupa novamente.

Sinto uma vontade imensa de estuprá-la de verdade. Ela não poderia fazer isso comigo, estava indo tudo tão bem. Mas eu não podia ser um monstro. Não com ela.

Visto minhas roupas rapidamente e saio do quarto, trancando-a ali dentro novamente. Droga, garota, por que você faz isso comigo? Eu acho que estou enlouquecendo junto com você. 


Notas Finais


Bom, acho que agora dei umas dicas sobre essa garota misteriosa, não? kk Bom, preciso me explicar com vocês: a minha vida está cada vez mais corrida. Tive tempo para escrever sim, não vou negar, mas eu olhava para o papel em branco e não conseguia escrever nada para essa fanfic. Agora minha inspiração voltou e eu tô de férias do trabalho, então vou tentar atualizar mais. É isso, espero que tenham gostado e que não deixem de comentar. Beijos e até a próxima. ♥
Cronograma: https://docs.google.com/spreadsheets/d/14W69a27Bx-KODNY_U2K8qVzb8HMqcSntqaqjG1nnsI8/edit#gid=0


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