História Wonderland (Dramione) - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Draco Malfoy, Hermione Granger
Tags Dramione
Visualizações 302
Palavras 1.800
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 12 - Capítulo 12


Fanfic / Fanfiction Wonderland (Dramione) - Capítulo 12 - Capítulo 12

O quarto fora arrumado em segundos com magia e a horrível mancha de sangue do tapete não existia mais. Hermione guardara o bolo que trouxera no frigobar sem tocar nele e já acionara o seguro do carro alugado. Disseram que uma filial mais próxima iria levar um carro novo até o hotel para eles. Por sorte a carteira de Draco estava na bolsa dela no momento do assalto.

De qualquer forma, fizera um BO pela internet e agora estava a meia hora sentada no chão assistindo Draco dormir. Não tinha a menor intensão de voltar para seu próprio quarto. Iria passar a noite em claro contando as respirações de Malfoy se fosse preciso, só pra ter certeza de que ele estava bem.

Afastara uma mecha de cabelo loiro de sua testa, tomando o cuidado para não acorda lo. Godric, ele era bonito. Olhou os lábios dele e se lembrou do gosto que tinham. Imaginou como seria prova-lo de novo. Será que um dia Draco a deixaria se aproximar o bastante pra prova-lo por inteiro?

Como se tivesse ouvido os pensamentos da bruxa, Draco se agitara na cama. Abriu os olhos e vira Hermione o encarando.

— Por que está no chão? – antes que ela pudesse responder ele completou. – Vem cá.

Assim que subiu na cama Draco posicionara os braços ao redor dela. Hermione não resistiu e entrelaçou suas pernas com as dele. Nenhum dos dois disse mais nada depois disso. Draco voltara a dormir tão rapidamente quanto tinha acordado e Hermione o seguiu um momento depois.

 

***

 

Os cabelos emaranhados de Hermione foram a primeira visão de Draco.

Merda. Já sentia uma raiva quente subindo dentro de si. Quis se bater. Quis se desvencilhar dela e se trancar no banheiro até que ela fosse embora, como uma criança mimada.

Draco se dera um tapa mental. Ela não é sua inimiga, não há problema em ficar do lado dela.

Respirou fundo algumas vezes tentando se acalmar. De repente a lembrança da noite anterior lhe atingira como um raio. Levara a mão ao peito e não sentira nada além da própria pele inocule. Ela salvara sua vida.

Ela era legal com ele. A única pessoa que já fora.

Um sorriso aparecera em seu rosto sem ser convidado. Foda-se, ficar perto dela era bom demais para resistir. Sabia que se sentiria um lixo mais tarde por ser sido fraco e cedido a ela, mas no momento encaixara seu corpo ao dela, buscando saborear esse momento um pouco mais antes que ela acordasse.

Sua pele era quente e macia sobre a dele e se viu acariciando seus cabelos quando Granger acordara. Por Merlim, como ela era linda. Sorrira para ele enquanto se espreguiçava e de repente como se se lembrasse de algo falou com urgência.

— Como você está? - Draco riu.

— Estou bem, Granger. - mas quanto tentou se sentar, sentira-se tonto e caíra entre os travesseiros.

— Os feitiços enganam. Eles te fazem sentir melhor do que realmente está. Mas você ainda está em recuperação e vai passar o dia todo na cama. Vou te arrumar uma poção revigorante. – ela decidira tentando se levantar, mas parou quando viu que o bruxo não a soltara.

Hermione o encarou surpresa e ficou imóvel quando a boca de Draco fora para sua orelha.

— Ficarei na cama e farei tudo o que me dizer, mas agora juro que estou bem. – ele lhe beijara o pescoço. – Será que a gente pode diminuir o ritmo um pouco, Granger. Você está muito acelerada.

— O-ok... – ela gaguejara e se virou para encara-lo.

— Ótimo. – ele a beijara suavemente nos lábios. – Bom Dia, Granger.

Hermione sorriu e se encaixou nele.

— Bom dia, Draco. – ela respondera e lhe devolvera o beijo.

Draco lhe segurou a cabeça para que ela não separasse seus lábios do dele. Não que ela tivesse dado qualquer indicio que queria isso. Ela o envolvia com firmeza, mas não de modo selvagem como na noite de seu primeiro beijo. Ela claramente o estava poupando por estar debilitado e Draco quis gritar com ela.

Não pegue leve, venha com tudo, Granger. Pegue tudo o que quiser de mim.

Não!

Sangue-ruim.

Merda.

Não, Granger, me empurre. Me dê um tapa e me diga pra nunca mais pôr as mãos em você.

Me mande parar!

Draco interrompera o beijo afastando Granger de si. Se sentou de costas pra ela ignorando o enjoo que sentira ao fazer isso. Amaldiçoou as vozes em sua cabeça, pensou que teria mais tempo antes de se sentir culpado.

— Draco...

— Preciso ir ao banheiro. – se levantara com a maior dignidade que conseguiu.

— Quer ajuda? – a garota oferecera vendo o esforço que ele fazia para parecer bem.

— Sou perfeitamente capaz de ir ao banheiro sozinho, Granger. – ele disse fechando a porta atrás de si.

Sentara em frente a privada fazendo um esforço enorme para não vomitar. Fechara os olhos e vira Voldemort matando a professora de Hogwarts que ensinava sobre os trouxas. Matara-a em sua mesa de jantar e continuara sua reunião como se nada tivesse acontecido. Draco finalmente vomitou quando se lembrou da cobra comendo o corpo da mulher na sua frente.

 

***

 

— Draco? – Hermione o encontrou sentado no chão agarrado ao vaso sanitário. – Você não devia ter levantado. Eu disse que estava fraco.

O garoto ficou calado, apenas cuspiu lá dentro e limpara a boca com as costas da mão. Ele a encarou por um momento depois baixara os olhos novamente como se perdesse a coragem de dar uma resposta.

Ela o ajudou a se levantar e esperou enquanto Draco escovava os dentes. Também o ajudou a voltar para cama. Draco mal se sentara e suas respirações ficaram curtas, lagrimas começaram a escorrer por seu rosto.

Hermione sentou ao seu lado e o abraçou. Num movimento Draco a puxou para seu colo e a apertou com força contra o peito. Nenhum deles disse nada, apenas ficaram ali enroscados um no outro. A bruxa o afagou até que Draco se acalmasse.

— Eu não queria ser um Comensal da Morte. Nunca quis. Eles me obrigaram. Ele ia me matar se eu não fizesse o que ele mandava. Ia matar meus pais...

— Eu sei, Draco. Tudo bem, eu sei. – ele a abraçou com mais força agora. – Você precisa esquecer isso. Já acabou. – ela agarrara seu rosto com as duas mãos o fazendo olhar pra ela. – Acabou, Draco. Você está livre. Não está mais nas mãos deles.

De repente a boca de Draco avançara para sua e dessa vez o beijo fora pesado.

Hermione sugava seus lábios e sua língua como se quisesse engolir todas as suas dúvidas e incertezas. As mãos de Draco passeavam por suas costas enquanto as de Hermione iam de seu pescoço para seu cabelo. Ele a beijava como se estivesse perdido em mar aberto e Hermione fosse sua única chance de sobrevivência. Um beijo urgente, como se quisesse memorizar o gosto dela. Beijava, sugava, lambia. Hermione não saberia dizer quanto tempo ficaram ali, mas quando se separaram ambos estavam sem folego.

— Você precisa descansar. – ela disse por fim.

— Ok. – ele disse e lhe beijou a testa

 

***

 

Hermione trouxera uma quantidade absurda de café da manhã e ambos comeram na cama assistindo desenhos animados. Passaram a manhã conversando, lendo, depois jogando UNO. E assistiram a mais desenhos enquanto almoçavam na cama. À tarde Hermione aparatara para o Beco Diagonal e voltara com uma poção de cura. Depois o obrigou a tirar um cochilo.

Quando acordou a garota lhe mostrara a chave do carro novo que haviam trazido. Ela anunciou que cancelara o aluguel do segundo quarto e que passariam a dividir o de Draco. Ele não se opôs e vira o alivio percorrer o rosto da garota.

Hermione se recusara a continuar a viagem antes que Draco estivesse 100% recuperado. Continuava a dar poções para ele, mesmo que o sonserino repetisse que já estava bem.

A única concessão que Hermione fizera foi concordar que fossem jantar no restaurante. Quando voltaram assistiram a um filme, leram novamente, conversaram mais e foram dormir. Hermione se esgueirara para perto dele na cama e o beijara novamente. Draco não tentara nada além do beijo, não por que não quisesse, mas por que sabia que Hermione não cederia enquanto ele não se recuperasse. O bruxo não se importou. Gostava de beija-la e tirando sua crise matinal, não se sentiu culpado por estar com ela pelo resto do dia.

 

***

 

O dia seguinte fora basicamente uma repetição do dia anterior, a única exceção fora que Draco passara mais tempo fora da cama. E Hermione quis que ele tivesse mais um dia de descanso antes de retomar a viagem.

Antes de dormir Draco tirara a camisa perto dela pela primeira vez, logo depois da garota ter apagado as luzes. Hermione aproveitara para dormir sobre seu peito sentido o calor de Draco. Não houvera duvidas no sonserino naquele dia e Draco não fora nada além de um perfeito cavalheiro.

Na manhã do terceiro dia Hermione dormia de costas para Draco enquanto ele a envolvia pela cintura. Nessa posição a primeira coisa que a garota viu quando acordara fora a Marca Negra. Aquilo não a chocara como ela pensou que faria.

Passou a mão pelo desenho, contornado suas voltas com o dedo.

— O que está fazendo? – Draco acordara.

Oh, Godric, por favor que ele não fique zangado.

— Nada. – ela respondeu usando seu peso para manter o braço dele no lugar quando sentiu que Draco o puxara.

— Não olhe para essa coisa. É horrível.

— Não, não é. É parte de você.

— Representa uma coisa horrível. – ouvi-lo confirmar que segregação sanguínea era algo horrível fez um gostoso calor preencher o coração de Hermione.

— Draco, você não precisa esconde-la. É como uma cicatriz. É uma lembrança de como algo terrível e doloroso não conseguiu te derrubar. – Hermione se debruçou e beijou a marca, e continuou beijando toda a extensão de seu braço até chegar no pescoço de Malfoy.

Sentira as mãos dele firme em sua cintura a posicionando em cima dele. Hermione encontrou seus lábios e Draco intensificou o beijo afogando-os. As mãos dele caminhavam por suas costas enquanto o bruxo se sentava trazendo Hermione consigo. Agora sua boca estava no pescoço de Hermione descendo a caminho dos ombros enquanto suas mãos encontravam a barra da blusa de Hermione. Ele começou a subi-la lentamente, como se quisesse dar uma chance a bruxa de pará-lo se quisesse. Ele ainda tinha dúvidas, a garota percebeu. Mas Hermione terminou de se despir e arremessou ela mesma a blusa no chão.

— Tem certeza? – ele sussurrou com a boca em sua orelha.

Ela o beijou em resposta puxando o rosto do sonserino enquanto se deitava. Draco deitou por cima dela e todo o receio que povoava sua mente pareceu finalmente se dissipar enquanto suas mãos se livravam dos shorts de Hermione e sua boca encontrava seu seio.



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