História Wondertale - Capítulo 4


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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Asriel Dreemurr, Chara, Flowey, Frisk, Mettaton, Napstablook, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Frans, Undertale, Wondertale
Visualizações 32
Palavras 703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Suspense, Yaoi, Yuri
Avisos: Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Ai está, pra quem espera a mais de meio ano rsrs, perdão a demora gente. Estava com um bloqueio criativo em relação a essa história mas vou tentar postar frequentemente. Boa leitura <3

Capítulo 4 - Him


Fanfic / Fanfiction Wondertale - Capítulo 4 - Him

Já fazia uns meses que eu morava com Toriel. As coisas eram perfeitas. Nesse tempo eu aprendi a passar por todos os quebra-cabeças do labirinto, sabia cada entrada, cada saída. Tudo era explorado e conhecido. Não havia mais nada novo. Conversava com os monstros que viviam lá, conheci uma fantasminha cabisbaixo chamado Napstablook, li cada livro, ouvi cada história. Nunca imaginei que mesmo com amigos, eu teria tédio. Não me entenda errado, eu amo meus amigos, amo Toriel, eles são muito bons pra mim, mas... Eu sinto que falta alguma coisa...

Lá era difícil dizer quando era noite e quando era dia, mas já estava na hora de ir pra cama. Toriel veio me pôr para dormir, como de costume, mas percebeu minha expressão diferente.

 - O que foi, minha criança? – Ela me olhava ternamente

 - N -não é nada – Eu gaguejei me entregando

 - Pode confiar em mim, pequena. – Ela sorriu gentilmente

 - É que... – Eu suspirei – Você não se sente sozinha aqui?

 - Oh... é sobre isso...  – Ela mudou sua expressão – Bom... eu me sentia, mas... agora você está aqui então eu não estou sozinha.

 - Mas... não é sufocante ficar sempre aqui? Nas Ruinas?

 - Sim, mas é o necessário para nos manter seguras.

 - Mas mamãe... nem todos os monstros são ruins, como você, o Napstablook, os outros monstros das Ruinas...

 - Onde você quer chegar com isso?

 - Mamãe... – Eu respirei fundo antes de continuar – Eu quero explorar o resto de Underground, conhecer novos monstros, fazer novas amizades, novas coisas...

 - Frisk, é muito perigoso! Eles podem tentar matá-la! – Eu sentia a dor em sua voz – Eu não posso te perder...

 - Mas... mas talvez... Talvez eles sejam bons comigo! Talvez eles virem meus amigos! - Eu falei meio chorosa – Por favor mamãe, não aguento mais ficar aqui presa nas Ruinas...

 - Oh, Frisk... – Seu rosto era de preocupação e compreensão – Vá dormir... amanhã conversamos...

- Okay... Boa noite mamãe... – E virei pro canto para dormir, eu sentia por tê-la deixado assim, mas eu não consigo mais...

A noite passou, acordei pela manhã com Toriel sentada no seu lugar perto da lareira como de costume, lendo um livro sobre lesmas.

- Oh, bom dia minha criança! – Ela sorriu – Dormiu bem?

-Sim, dormi bem... – Falei pensativa

- Frisk... – Ela fechou o livro e ficou olhando para as próprias mãos – Eu pensei sobre o que falamos ontem a noite...

- V -você pensou? – Eu gaguejei

- Sim, e eu te compreendo... – Ela me olha e permanece um silêncio por poucos segundos – Eu sei que as ruínas podem ser pequenas quando se acostuma com elas... então eu decidi que deixarei você sair...

- V- Você o que? – Eu não conseguia acreditar no que ouvia

- Eu te deixarei sair, mas você voltará pra casa, tudo bem? – Eu assenti com a cabeça – Eu falei com um amigo e ele disse que te acompanhará num pequeno tour por Snowdin, mas terá de ficar SEMPRE próxima a ele, não se perca, poderá me deixar preocupada.

-Sim sra.! – Eu falei empolgada. Ela se levantou e tirou detrás do sofá uma mochila com alguns itens uteis, algumas tortas e sucos. Em seguida ela me pegou pela mão e me levou até o porão, por um corredor roxo. Ao chegar ao final uma porta grande e roxa bloqueava a passagem. Ela se ajoelhou e me olhou nos olhos.

- Tenha cuidado, e volte antes do jantar, tudo bem? – Eu assenti e ela me abraçou demoradamente. Em seguida levantou e abriu a pesada porta. Do lado de lá esperava um gato(?) de baixa estatura com um sorriso duvidoso que assim que viu mamãe se curvou em reverência.

- Minha rainha... – Sua voz era grossa, quando se abaixou pude ver orelhas azuis e brancas no topo de sua cabeça e a cauda felpuda balançando de um lado pro outro.

- Levante-se, Sans... – Ela falou séria – Eu já não sou rainha a muito tempo...

- Você vai ser sempre aquela a quem desejo seguir e servir M’lady – Ele se levantou ainda sorrindo, usava um casaco azul claro, ao perceber que eu o olhava ele falou comigo – Heya, Kiddo – Ele me estendeu a mão – Prazer, sou Sans, Sans The Smiley Cat



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