História Won't go away - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~Moyashii

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Abo, Alfa, Beta, Bts, Jihope, Jikook, Lemon, Namjin, Ômega, Otp, Suspense, Universo A/b/o, Vkook, Yaoi, Yoonseok
Exibições 558
Palavras 2.503
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi oi gente, primeiramente uma boa noite ~
eu prometi que postaria hoje e estou here.

entoa, metade desse capítulo foi escrito pela @moyashii - DEEM MUITO AMOR À ELA <3, então estou te agradecendo por aqui também!

ANTES DE LER: não me matem, eu tenho as coisas um pouco planejadas e isso faz parte. <3

Capítulo 5 - 05; Jung Hoseok gosta de pizza


Fanfic / Fanfiction Won't go away - Capítulo 5 - 05; Jung Hoseok gosta de pizza

Quando passou da hora do almoço, eu passei a contar quantas vezes pedi para que Jung Hoseok saísse do único banheiro da casa, mas recebi somente nãos. Fazia apenas alguns dias que eu estava na casa de Hoseok e que eu não saía de casa nem para ir ao mercado. Algo bom em Hoseok era que ele fazia questão de proteger àqueles que amava, e isso me incluía.

— Vamos Hoseok! — Eu dou mais três batidas na porta e Jung choraminga.

Fosse beta ou alfa o cio nos deixava a ponto de explodir nossos sentimentos. Quando Jung estava no cio, seu comportamento alterava o tempo todo. De manhã ele poderia estar de bom humor e distribuindo abraços por Seul, enquanto de tarde estaria socando as paredes e a noite estaria dengoso e se trancaria no banheiro.

— Hobi? — Dou um leve empurrão na porta, mas a mesma ainda continua trancada. — Porque não destranca a porta? Me deixe entrar.

Mas nada. Hoseok não destrancou a porta e tudo o que eu podia ouvir era o barulho dos seus pés batendo no chão. Passou cinco minutos e o meu pé doía, portanto sentei no chão, com as costas apoiada na porta e os joelhos contra o meu próprio corpo. Eu deveria tirá-lo de lá e dar um jeito para que ele abrisse a porta, mas não adiantaria. Hoseok tem o seu próprio tempo, e ninguém mudaria isso.

Eu ouvi um clique e a fechadura abriu, desencosto da porta e me viro esperando ver Hoseok de pé dizendo que gostaria de comer pizza. Mas a porta continuou fechada, então a empurrei, sem hesitar.

Hoseok estava sentado no chão, encolhido com os olhos marejados. Seu cabelo estava desgrenhado e os fios alaranjados caiam sobre o seu rosto vermelho. Não tinha nada que partisse ainda mais o meu coração do que vê-lo assim. Quando a porta abriu completamente e a luz entrou no banheiro, Hoseok se encolheu num canto e virou o rosto na direção do chão.

— Hobi? — Eu sussurrei, mas de nada adiantou. Hoseok continuou a encarar o chão.

— Você já tomou o seu remédio? — Era como se ele tivesse se lembrado disso naquele momento. Seus olhos vagaram pelo meu rosto e sua boca permaneceu entre aberta.

Eu não conseguia olhar para outro lugar que não fosse os seus olhos marejados pelas lágrimas.

— Não… — Murmuro, mas ele não parece me ouvir, pois levanta rapidamente. — Hoseok?

Hoseok estava ajeitando a sua calça de moletom, ainda dentro do banheiro, mas quando eu digo seu nome ele parece despertar. Sem que peça, sua mão segura meu braço e com outra ele apoia minha cintura, me ajudando a levantar.

Meu pé não estava melhor que antes, mas também não piorava com a ajuda dos remédios que eu tomava.

— Eu sinto muito. — Hoseok sussurra quando já estou de pé. Sua boca estava próxima do meu ouvido e logo posso sentir sua cabeça se enterrando nos meus ombros e as lágrimas molhando a minha camisa.

— Sente muito pelo o quê? — Hoseok não precisou abafar o choro, pois as lágrimas que escorriam não causavam nada além de um aperto em meu peito. — Eu fiz pizza…

Ele levantou a sua cabeça e me olhou como se eu fosse um gênio. Hoseok amava comer frituras nessa época do ano, ainda que eu dissesse que não era saudável eu não estava em posição de julgá-lo. Como hambúrguer como janta faz cinco meses.

— Você me convenceu. — Um sorriso aparece em seu rosto e isso é o suficiente para que eu me desmanche.

As pessoas não poderiam me levar a mal por isso. Jung Hoseok era dono de um sorriso maravilhoso, daqueles que prendem o seu olhar, daqueles que você nunca vai cansar de ver. Ainda mais com as covinhas que se formam em suas bochechas, deixavam tudo ainda mais sincero e bonito.

Hoseok me acompanhou até a cozinha, passo por passo, com a paciência que só Jeongguk teria. Com o pé machucado, qualquer distância parecia imensa, até mesmo aquele apartamento de um quarto.

— Você precisa melhorar disso. — Ele comentou e antes que eu pudesse responder que sim, Hoseok abriu um sorriso e me interrompeu: — Pizza de quatro queijos? Você… quando fez isso?

— Enquanto você estava preso no banheiro chorando por um motivo que eu ainda não sei. — Arqueio minhas sobrancelhas e Hoseok pega o tabuleiro com a pizza e o coloca em cima do tapete confortável. — Podemos comer no sofá.

— Eu gosto do meu tapete vulgo edredom.

— Isso não é um edredom.

— Mas é tão confortável quanto. — Hoseok semicerrou os olhos e abriu um sorriso, batendo três vezes no tapete para que eu me sentasse ao seu lado. — Além disso, podemos ver Seul todinha daqui.

Essa parte não era mentira. O apartamento de Jung Hoseok tinha uma bela vista que dava para o centro onde ficavam os prédios comerciais, os hospitais e uma parte da área nobre. A janela, que era grande, ajudava ainda mais. Jung Hoseok tinha um bom gosto para arrumação e isso eu nunca poderia negar.

Não demorou para que devorássemos a pizza e o humor de Hobi alterasse de péssimo para razoável. Pizza sempre melhorava as coisas.

— Você sempre muda de assunto quando eu tento perguntar… — Hobi terminou de mastigar o pedaço em sua boca e focou em meus olhos. — Como foi parar na casa do seu chefe?

— Hm… — Deixo o pedaço de pizza no tabuleiro e me ajeito no chão, de modo que minha perna fique esticada. — Eu tentei acerta-lo, pensei que era um ladrão tentando roubar algo na empresa…

— E você estava morando lá, certo? — Hobi me interrompeu e engoliu a seco.

Quando contei que estava morando na empresa, Hoseok surtou e pouco faltava para que desencadeasse um ódio por mim. Disse que eu poderia ficar com ele e que não precisava partir daquela maneira e tudo aquilo partiu meu coração em milhões de pedacinhos.

— Dormiu com ele? — A pergunta de Hoseok me pegou desprevenido. Porque ele pensava em mim dessa maneira? — Dormiu, Chim?

— Não, eu não dormi com ele, Hoseok.

— Você poderia ter ficado. — Hoseok teve sua face iluminada pela luz fraca que entrava através da janela. Suas mãos esfregavam-se uma na outra, como se estivesse nervoso com o assunto. Eu não poderia culpá-lo. Eu também estava.

— Podemos não falar sobre isso novamente? — Hoseok deitou no tapete e eu empurrei o tabuleiro de pizza para que pudesse deitar ao seu lado. Acho que nós dois tínhamos perdido a fome.

Eu sabia que a sinceridade e as perguntas inconvenientes eram culpa do cio, mas isso não tirava o fato de que me machucavam ao extremo. Encosto minha cabeça na pequena almofada de urso e Hoseok vira o seu rosto para me encarar. Sua boca formou um pequeno bico.

— Eu odeio quando você tenta mudar o meu humor com pizza. — Hoseok bufa e seus lábios formam um sorriso. — Isso é trapaça.

— Não é trapaça. — Semicerro os olhos e sorrio, como uma criança que acabara de ganhar um doce. — Se chama tática convencional de convencimento JungSeok.

— Você acabou de me dar um novo nome. — Hobi deixou uma risada escapar entre o seu sorriso.

— Eu sou ótimo com nomes e táticas, ainda mais quando se trata de você. — Seus olhos voltaram a me encarar e o silêncio prevaleceu por um tempo, até Hoseok se inclinar em minha direção e colar nossos lábios.

Fechei meus olhos quase instantaneamente e minha mão acariciou suas costas. Uma vez afirmei que Hoseok não sentia nada por mim, que éramos apenas amigos que moravam juntos, mas a realidade era que algo me prendia a Hoseok e algo o prendia a mim. Não importava quanto tempo ficássemos separamos, quanto tempo demoramos para nos ver, sempre parecia a primeira vez.

Seus fios de cabelo roçaram em minha bochecha, mas eu não me importei com as cócegas, pois a intensificação do beijo chamava mais a minha atenção. Ele aproximou seu corpo do meu e suas mãos acariciaram meus ombros, retirando o pouco de tecido sobre eles. Minhas mãos seguraram a bainha de sua blusa e Hoseok elevou seu corpo, sem interromper o beijo, para que pudesse subir em mim.

Era estranho e ao mesmo tempo tão normal como os nossos corpos de encaixavam, e a verdade era que nenhum de nós dois se importava com o fato de sermos dois ômegas. Sinto os seus dedos dedilharem minha cintura - eram toques levemente gelados que fizeram um arrepio subir pelas minhas costas, fazendo as mesmas se arquearem. Então o beijo cessou com uma leve mordida em meu lábio inferior e sem demora a boca do Hoseok desce até o meu queixo, não se demora muito ali e mordisca o meu pescoço.

Um arfar me escapa ao mesmo tempo em que minhas mãos o encorajam a retirar a blusa, nossos olhos se encontram e aquele sorriso que eu tanto ama surge em seus lábios. Minhas bochechas coram levemente então seu polegar desenha a linha do meu maxilar, fazendo-me sorrir também.

— Estou com calor. — Murmura com um pequeno bico.

— Eu também. — Respondo, um pouco sem jeito.

Hoseok se remexe em meu colo ao erguer o tronco, em seguida tira a própria blusa. Confesso que aqueles simples movimentos tiveram um bom efeito em meu corpo. Minha blusa é a segunda peça de roupa a ir embora, logo em seguida sua boca toma a minha num beijo mais necessitado, mas ao mesmo tempo carinhoso.

Esse era o Jung no cio, um misto de desejo, manha e liderança, sim, mesmo sendo um ômega bem dócil, Hoseok tinha a mania de impor as suas vontades, mania essa que eu aprendi a gostar. Um rosnado baixo e rouco escapa de sua garganta, ele se afasta apenas o suficiente para puxar a minha calça para baixo, tomando um cuidado extra devido ao meu pé machucado.

Então os beijos recomeçam em meu abdômen, meus olhos se fecham e as minhas mãos se direcionam até o seu couro cabeludo, sinto-me tão sensível naquele local. Seus dentes contornam a minha boxer e por pura curiosidade, abro os olhos erguendo-me nos dois cotovelos, seu olhar se ergue e um sorriso sapeca surge no contorno de seus lábios.

Sem demora a minha boxer acaba jogada em um canto qualquer, e eu mal consigo piscar, observo cada um dos seus movimentos. Sua mão seguro o meu membro semi-ereto, logo minha glande é circulada pela ponta da sua língua, um gemido fica preso em minha garganta. E enquanto meus dedos se enroscam em seus fios ruivos, Hoseok abaixa a cabeça alojando todo o meu comprimento em sua boca. Jogo a cabeça para trás incapaz de conter os gemidos arrastados.

Então, a sua boca me abandona fazendo um erótico barulho, ouço um gemido sôfrego da sua parte e volto a fitá-lo, agora era nítido como o cio estava presente nele naquele instante. Ele sorri antes de passar a sua língua pelo meu falo, mordo o lábio com força e vejo-o se levantar apenas para se despir. Volta a se sentar em meu colo com uma camisinha em mãos, provavelmente proveniente da sua própria calça, e num movimento lento e torturante, Hoseok reveste o meu pênis. Para depois começar a chupar os próprios dedos. Acompanho os seus movimentos com os olhos, mas não me permito ficar apenas observando.

Toco em seu membro pulsante, bombeando lentamente, Hoseok choraminga pedindo por mais, nego com o indicador para em seguida pressiona-lo em sua glande. Seu quadril se mexe ansioso e tão logo seus dedos se aventuram pelas suas costas, sua boca entreaberta e os olhos fortemente fechados indicam algo que eu já sei: Jung estava se preparando para mais.

Continuo o meu trabalho de estimula-lo e, de repente, sua respiração começa a ficar rápida e barulhenta. Ele estava próximo ao seu primeiro ápice da noite. Como um ômega, era fácil saber o que ele precisava para se sentir satisfeito por algumas horas. Segundos depois Hoseok se desfaz em minha mão.

Puxo uma das almofadas e me deito com a cabeça na mesma, já sabendo qual seria o seu próximo passo.

Não eram necessárias palavras, apenas uma troca de olhar e suas mãos se apoiam em peito enquanto eu encaixo o meu pênis em sua entrada. Hoseok desce devagar, mordendo os lábios e com os olhos bem fechados. Admito preferir ser o passivo da relação, contudo a posição em que me encontrava agora também tinha as suas vantagens, pois sentir como as paredes internas pulsavam era de fato uma sensação única.

Não demora nem um minuto e os movimentos começam. Deixo os dedos fincados em suas coxas torneadas e praguejo algumas palavras desconexas enquanto Hoseok dá tudo de si ao me cavalgar. Volto a dar atenção ao seu membro que devido ao cio já estava duro novamente e sinto uma ardência em meu peito devido às suas unhas, mas não reclamo. Eu gosto.

O calor começa a se instalar em meu baixo ventre, indicando que o meu fim estava próximo e deixo um gemido fino sair assim que gozo. Como o esperado, Hoseok não dura muito e se desmancha em mim.

Ofegantes, suados e corados, acabamos deitados, sem conseguirmos nos mover.

Observo a sua cabeça descer e subir devido ao movimento do meu peito e sorrio, colocando minhas mãos em suas costas, massageando-as. Ouço um murmurou sonolento de Hoseok e sua cabeça se ergue, apoiando o queixo em meu peito.

— Você daria um ótimo alfa. — Hoseok sorri maliciosamente, ainda  que aparentasse cansaço.

Deixei que uma risada escapasse juntamente com um movimento negativo da cabeça. Era por isso que Jung Hoseok era o meu melhor amigo, não seria uma transa sendo cio ou não que nos separaria, pois nossa amizade era muito mais forte do que isso.

— Eu daria um péssimo alfa. — Minha voz saiu rouca, como alguém que está cansado.

— Eu discordo de você, pela primeira vez. — Hoseok sussurra e retorna a sua posição inicial, sua cabeça apoiada em meu peito e suas mãos acariciando minha cintura.

Permanecemos em silêncio por um tempo, observando apenas as luzes da cidade pela janela de Hoseok. Eu podia sentir a sua respiração desacelerar e seus olho piscarem cada vez com mais frequência, pois seus cílios arrastavam-se em minha pele nua. Hoseok pulou para o meu lado e subiu, fazendo com que minha cabeça ficasse na altura do seu peito. Era normal que dormissemos assim.

Ele passa seu braço pelo meu pescoço e me puxa para perto, fazendo com que eu apoiasse minha cabeça um pouco abaixo do seu ombro.

— Você tomou os remédios? — Hoseok sussurra, sua voz sonolenta pairando no ar. — Precisa tomar os remédios…

— Eu já tomei. — Sussurro e Hoseok acaricia minha cabeça, passando seus dedos longos e finos pelos meus fios de cabelo.

Com a afirmação, Hoseok caiu no sono e não acordaria até que o dia amanhecesse. Mas não demorou para que meus olhos ficassem pesados e minha visão começasse a embaçar. Antes que meus olhos fechassem por completo, o som de uma nova mensagem no celular me despertou e o nome de Jeongguk brilhou na tela.

Espero que esteja melhor, Jimin.

Temos uma consulta amanhã.

Jeongguk.


Notas Finais


minhas outras fanfics: https://spiritfanfics.com/perfil/tchimin/historias
fanfics da moyashii: https://spiritfanfics.com/perfil/tomoyomomo/historias
pedidos de capa: @navilleraedits

espero que tenham gostado e caso queiram deixar a opinião de vocês aqui podem ficar a vontade.


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