História World Of Dreams - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, D.O, Kai, Kris Wu, Sehun
Tags Chanbaek, Chansoo, Drama, Kaisoo, Krissoo, Sesoo
Visualizações 27
Palavras 2.846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


DEMOREI, eu sei -3- I'm sorry! Mas Cap tá legal, e tá bem grandinho ;)
(P.S. Qualquer erro na escrita me avisem para que eu possa corrigir :') please. Não tenho muito tempo pra conferir muito bem. Relevem)

Capítulo 3 - After 0.1


Fanfic / Fanfiction World Of Dreams - Capítulo 3 - After 0.1

     Do estava tentando à dez minutos entender tudo o que aquele garoto disse. Era informação demais. Sua cabeça estava confusa, e doendo. Ele se sentia tonto e o garoto não parava de falar, perguntando se Soo realmente não se lembrava dele, citando vários momentos que o menor não fazia idéia que existiram. Soo encarava a parede completamente sem rumo. Odiava tanto quando aquilo acontecia, quando sua mente lhe traía. Era insuportável para ele se lembrar de algo do passado, e pior ainda quando em consequência disso perdia outras memórias. Seu coração ficava tão machucado. Se lembrar era a coisa mais dolorosa que ele já sentiu.

Wu YiFan... Estava morto.

KyungSoo se sentia desolado por saber que aqueles momentos nunca voltariam. YiFan não voltaria. E ele se sentia culpado por isso. Preferia mil vezes que aquelas memórias continuassem perdidas, do que se lembrar de momentos tão bons que não eram mais possíveis. Já faziam três anos, e ele não conseguia superar. Ele não se lembrava com detalhes daquela noite, mas se lembrava o suficiente para saber o que aconteceu. Depois daquele dia, grande parte das suas memórias se apagaram com o choque. Só com o passar do tempo que algumas memórias acabaram voltando, e se lembrar da relação que tinha com Kris o deixava se sentindo extremamente solitário. O loiro sacrificou sua vida para salvá-lo, mas Soo não conseguia ficar feliz por isso. Queria YiFan de volta.

Kyung só queria chorar enquanto o outro moreno não parava de falar, e ele nem prestava muita atenção. Quando estava desmaiado, se recordando de mais um momento com Kris, era como se ele ainda estivesse ali. Mas foi só abrir os olhos que descobriu ser apenas uma mentira. Estava sozinho de novo. Ou quase isso.

- Oh, não! Não chora, Soo... Por favor! -O garoto disse quase entrando em desespero ao ver Do chorar de uma hora para outra.

Quando o menor começou a chorar foi o contrário de discreto. Ele chegava a urrar com todo o aperto em sem peito. O outro moreno ficava a cada segundo mais perdido, sem saber o que deveria fazer. Por fim, sua última opção foi abraçar o baixinho e assim o fez para tentar confortá-lo. Não sabia se Kyung aceitaria o abraço de, agora, um estranho, mas ele tentou e foi muito bem retribuído. KyungSoo se agarrou ao maior, chorando abafado contra o seu peitoral.

- É tão cruel... Eu sinto que te conheço, mas não faço a mínima idéia de quem você seja.... É insuportável! -Kyung disse entre soluços sofridos, apertando o maior entre seus braços.

De alguma forma sentia-se melhor perto dele.

- Claro que você tem idéia, KyungSoo. Eu já disse... Eu sou Park Chanyeol , sou seu amigo e você pode confiar em mim. - O moreno disse procurando confortar o menor, embora não tenha sido sincero em tudo.- Olha, você já se esqueceu de mim uma vez, mas mesmo assim eu continuei sendo seu amigo e semanas depois você se lembrou. Vai ficar tudo bem...

- Você promete? -Kyung perguntou com a voz fanha, levantando seu rosto e olhando nos olhos do maior.

Mesmo que não se lembrasse de Park, sentia que podia mesmo confiar nele. De alguma forma sentia isso.

- Prometo, KyungSoo.

Park confirmou com toda confiança olhando nos olhos do menor, mas como disse Antoine de Saint Exupéry, "é fácil prometer o impossível".

Os dois logo se soltaram. Sabiam que se alguém os visse tão intimamente seria motivo o suficiente para serem perseguidos. Chanyeol se sentou ao lado de KyungSoo na maca e manteve seu olhar baixo. Ele nunca iria admitir isso em voz alta, mas se sentia decepcionado por Soo ter o esquecido novamente. Só que decepção não é desculpa para desistência.

- Aliás, Park Chanyeol... Onde que a gente está? -Kyung perguntou após alguns minutos em silêncio.

- Na enfermaria do colégio. -Park respondeu de forma simples, olhando pela janela e só então reparando que já estava anoitecendo.- Você desmaiou na aula de educação física, então te trouxe. O professor te obrigou a fazer a aula mesmo sabendo que você não estava se sentindo bem... Isso foi no começo da tarde e já está escurecendo. Você ficou muito tempo desacordado. -Park completou, sabendo que o menor não iria se lembrar daquele dia.

- Que dia é hoje? -Kyung perguntou só para conferir se não estava tão perdido no tempo.

- 16 de outubro de 2020. -Park respondeu já se levantando para sair.- Vamos embora, Soo...

- Eu não entendo... Eu me lembro de todos os dias... Me lembro de vir para o colégio e de estar em casa, mas não me lembro de você e parece que horas de cada dia também sumiram... O último dia que me lembro todo foi em fevereiro... É loucura.-Kyung foi desabafando com pesar, se levantando e seguindo o maior sem pensar duas vezes.- Eu não deveria ir ao médico?

- É porque você se esqueceu de mim e de tudo o que me envolve... A gente se conheceu dia 13 de fevereiro. -Park disse com simplicidade enquanto caminhava para fora da ala da enfermaria, mas mesmo sendo simples só ele sabia o quanto isso o machucava.- E sobre o médico... Não precisa, Soo. Nós já fomos da última vez. Te mandaram ao psicólogo, que te mandou ao psiquiatra, que te passou um monte de remédios que não resolveram nada... Não adianta. Só você pode parar isso.

- Estava completando 3 anos desde que ele morreu... -Soo sussurrou pensativo, mais para si mesmo do que para Park, este que fingiu não escutar.- Como eu não me lembro de nada disso, Park Chanyeol?

- Você não se lembra de ter ido à todos esses lugares porque eu estivesse ao seu lado em cada um deles. -Park falou de forma mais serena, sabendo que nunca ter deixado Kyung sempre foi a escolha certa.-E não me chame desse jeito tão formal... "Park Chanyeol" ... É como me chama só quando está bravo comigo...

KyungSoo se pegou pensando em como Chanyeol devia ser um bom amigo. Ter estado ao seu lado em momentos difíceis era um grande sinal de lealdade. Soo se sentia mal por ter se esquecido de alguém assim.

- E como eu costumo te chamar? -Kyung perguntou interessado em saber como era sua relação com o maior.

Naquele momento fora mais discreto ao perguntar por estarem atravessando os portões do colégio. Os guardas do governo olharam, pensaram em abordá-los, mas como parecia não ter nada errado apenas deixaram os dois passarem.

- Bem... -Park ficou sem saber o que dizer, enrolando durante alguns segundos. Não queria assustar KyungSoo logo agora.- Pode me chamar apenas de Chanyeol...ou Channie...

- Como quiser, Chanyeol... -Kyung disse de forma tranquila, não se importando em tratar Park com informalidade.- E para onde estamos indo?

Kyung reparou que Chanyeol estava seguindo um caminho que ele não conhecia ou se lembrava. Não que ele sentisse medo de acompanhá-lo, apenas se sentiu confuso.

- Para minha casa, Soo... - Park respondeu despreocupadamente, sendo que para ele não seria a primeira vez. - Já está tarde, Kyung. Você mora muito longe, nunca chegaria em casa antes do toque de recolher... Não precisa se preocupar, já ficou na minha casa outras vezes...

- Mas... Meus pais ficariam preocupados comigo e eu não sei se seria certo e...

- Seus pais já estão acostumados com você dormindo na minha casa, e não tem nada de errado... Somos amigos, o que existe nisso para não ser certo? -Park interrompeu o menor antes que ele pudesse continuar.

Chanyeol não gostava de ver KyungSoo tão inseguro em fazer algo consigo. Não gostava de ser esquecido, mas como não tinha como evitar esperava ao menos que o pequeno ainda confiasse nele.

- É que... Eu gosto de garotos. Se as pessoas descobrirem isso e que eu durmo na sua casa, vão odiar não só a mim, mas a você também. Eu não quero que você se prejudique por minha culpa... Sabe o que acontece com pessoas como eu neste país. -Soo disse em sussurros, com medo de que qualquer outra pessoa que não fosse Park o escutasse.

Aquilo não era nenhuma novidade para Chanyeol. Sabia muito bem quais eram as preferências de Do. Kyung foi um mistério que ele facilmente decifrou. De qualquer forma, mesmo que ele já soubesse de tudo aquilo, Park se sentiu extremamente feliz por saber que, mesmo agora sendo um estranho, Kyung ainda se importava com ele. O maior abriu um sorriso tão largo que nem Kyung foi capaz de saber o motivo, e nem questionou nada, só continuou a segui-lo.

- Eu já sei disso, Soo. Não precisa se preocupar, ninguém vai descobrir... A gente sempre tomou cuidado e nunca descobriram, não vai ser diferente agora. -Chanyeol foi bem calmo em cada palavra, mostrando o quão despreocupado era com aquilo.- De qualquer forma, não vai adiantar tentar me convencer do contrário. Eu nunca permitiria que você fosse embora sozinho, a noite e tão perto do toque de recolher....

KyungSoo ficou sem saber o que dizer, mas de fato se encantou com a preocupação que Park tinha consigo. Estava cada vez mais convencido de que Chanyeol era uma pessoa especial. O pequeno se sentiu feliz por não estar mais sozinho, por ter com quem contar.

Ele não respondeu, desistiu de tentar convencer Park do contrário, apenas continuou a seguir o maior até sua residência. As ruas estavam desertas por conta do horário, logo não tinham com o que se preocupar.

O caminho foi tranquilo até a casa de Chanyeol, e quando chegaram KyungSoo teve outra vez a sensação de já conhecer, mas não se lembrava. Nem tudo parecia ser uma novidade, e aquilo era frustrante para os dois.

A casa do maior fora deixada de herança por seus pais. Não era luxuosa, nem nada do tipo, mas tinha lá seus toques especiais. Tinha apenas um quarto, a cozinha, a sala, o banheiro, e um pequeno deposito para tralhas. Chanyeol não precisava de muito para viver então não se incomodava com coisas tão banais.

A sala era bem confortável. Quando KyungSoo entrou no cômodo analisou minuciosamente toda a decoração. Os móveis antigos, porém bem cuidados, as paredes claras com alguns quadros pendurados, o sofá de couro, as duas poltronas floridas, a mesa de centro entre o sofá e a televisão, os livros na estante e algumas fotos espalhadas por ela em molduras.

KyungSoo franziu o cenho ao olhar melhor as fotografias. Todas eram suas, sozinho ou junto de Park. Ele parecia feliz, sorrindo largo para todos os cantos, fora as que ele estava emburrado com alguma coisa e Chanyeol que se divertia. Os dois pareciam inseparáveis, como uma dupla de algum desenho animado. Por um momento deixou Do melancólico, decepcionado por não se lembrar de nenhum daqueles momentos. Park percebendo o quanto aquilo afetara o menor decidiu tirá-lo dali.

- Vem, Kyung! Eu vou preparar algo pra gente comer. -Chanyeol disse enquanto segurava no punho do menor e o puxava para a cozinha.

Kyung o seguiu sem reclamar, ainda abatido. Olhou a cozinha do maior com bastante atenção, buscando por algo que o ajudasse a se lembrar, mas não encontrou nada. Queria tanto se lembrar de Chanyeol. Se sentia próximo dele mas nem sabia qual era a sua cor preferida.

O pequeno suspirou entristecido, não conseguindo esconder seu desgosto por se esquecer de alguém tão bom. Se sentou no banco próximo a bancada de mármore e encarou Chanyeol, que parecia um tanto preocupado. O maior não gostava nem um pouco de ver Soo tão para baixo. Sabia que era uma situação difícil, mas tinha fé de que passariam por cima outra vez. Queria que o baixinho ficasse bem logo, e deixá-lo se torturar mentalmente não iria ajudar.

- Hey! O que você quer comer, Soo? -Park perguntou abrindo um sorriso largo, se forçando a ficar animado.

Kyung olhou bem para Chanyeol, abrindo um sorriso pequeno junto com o outro. A maneira com que Park estava cuidando dele deixava-o cada vez mais admirado e só naquele momento foi reparar na beleza exterior do maior. O moreno era um jovem extremamente belo, que arrancava suspiros de qualquer um, isso com toda a certeza. Seus olhos escuros, a pele clara, a boca rosada, as cabelos negros, o porte grande e forte, o sorriso belo e até as orelhas ressaltadas foram capazes de tirar o ar de KyungSoo, o deixando embasbacado durante alguns segundos.

- Woah! Você é muito bonito, Chanyeol... -Kyung o elogiou quase sem ver o que estava fazendo, e quando deu por sí sentiu-se envergonhado.- Não me leve a mal... Eu não estou dando em cima de você nem nada assim... -Kyung tentou se justificar, extremamente nervoso e sem graça, mas fora cortado logo. 

- Relaxa, Kyung. Você é muito preocupado com tudo... -Park o interrompeu outra vez com verdadeiro bom humor. Sorriu para o menor e lhe deixou um carinhoso selar na testa.- Já que você não me respondeu vou fazer Kimchi e Japchae, é o melhor que eu consigo...

Chanyeol se afastou de Kyung e foi preparar o jantar, deixando o menor sorrindo admirado e tranquilamente. Park conseguia ser alguém tão doce que era difícil não se encantar.

O elogio de Soo não foi nenhuma novidade para o maior. Já ouvira aquelas exatas palavras outras vezes. Se lembrava com detalhes de cada elogio que já recebera de Do, sempre inesperados e fofos. O pequeno sempre fora alguém apaixonante.

- Soo, você se importaria se eu te perguntasse o que você se lembrou dessa vez? -Park soltou de repente, enquanto colocava as panelas no fogo.

Soo se sentiu surpreso logo de início, mas não viu nenhum problema em contar, afinal Chanyeol era seu amigo e devia confiar nele. Então ele disse com detalhes tudo o que aconteceu, desde o momento em que viu a neve até quando YiFan sumiu outra vez. Park se sentiu incomodado com tudo o que ouviu, mas o que lhe causava mais desconforto era ver Kyung tão abatido. Não olhou para o mais novo durante toda a história pois tinha que se concentrar no que fazia, só que podia ouvir com clareza o tom de voz do pequeno se tornar deprimido. Kyung quis chorar outra vez por se lembrar de tudo o que perdeu, do seu primeiro amor que não era mais possível viver, mas se segurou bem na tentativa de não preocupar o maior.

- Faz sentido agora... -Park disse de um jeito animado que deixou KyungSoo confuso. Na verdade ele só queria distrair o menor.

- O que?

- Ontem nós fizemos biscoitos e chocolate quente, e assistimos a um filme... -O maior respondeu com um sorriso contente pelo programa que tinha feito com o baixinho.

- E o que isso tem a ver? -Kyung perguntou cada vez mais confuso.

- Segundo alguns médicos que fomos, às vezes você se lembra de algo do passado porque vivenciou algo parecido no presente. Acho que foram os biscoitos que fizemos ontem a noite... Você também fez rostinhos felizes neles. -Chanyeol respondeu de forma bastante simples, ainda concentrado na preparação do jantar.

KyungSoo não se assustou com aquela explicação, até porque fazia algum sentido. Claro que não deixava de ser perturbador, mas já não fazia diferença, não tinha como mudar. Ou tinha?

- Eu estava aqui ontem? -Kyung perguntou sobre o único fato que lhe deixou curioso.

- Sim... Você passa muito tempo aqui e dorme muito aqui também, já é quase uma rotina.- Park respondeu sem censuras, olhando enfim para o menor.- Por quê? Te incomoda estar aqui, Soo?

- É claro que não... Não é nada... Só queria saber como é a nossa relação. -Kyung disse se culpando mentalmente por ter agido tão grosseiramente. -Mas, e então, onde eu durmo?

- Comigo, oras! -Chanyeol respondeu sem nem pensar duas vezes, voltando a se concentrar no fogão e se esquecendo de medir suas palavras.- Eu só tenho um quarto e o sofá é desconfortável. Além disso você tem muitos pesadelos, vive jogando as cobertas no chão e tem medo do escuro... Logo é minha responsabilidade cuidar de você.

- Como sabe de todas essas coisas? -Kyung perguntou impressionado e ao mesmo tempo receoso.

Eram coisas muito intimas mas mesmo assim Chanyeol sabia.

- Quando você começou a dormir aqui eu acabei descobrindo com o tempo. -Chanyeol respondeu tranquilamente enquanto terminava de preparar o jantar.

Para Soo, o carinho que Park tinha consigo era admirável, mas algo ali passava dos limites. Tinha algo ali que ele não conseguia entender. E mesmo, aparentemente sem nenhuma razão, confiando em Chanyeol, ainda tinha uma pulga atrás da orelha. Por essa razão Kyung teve que perguntar. Podia ser só coisa da sua cabeça confusa, mas tinha que saber. Ele só queria ouvir a verdade mas o corpo de Chanyeol mais pareceu ter virado pedra na frente do fogão e nada respondeu. Cada músculo do seu corpo ficou tenso com uma simples pergunta, e não há como negar o quanto isso é estranho. Tinha algo de errado.

- Chanyeol, o que nós somos? 


Notas Finais


E então.... O que acham?
O que aconteceu com o Kris?
O que Chanyeol esconde?
Por que Do não se cura?
Mistério~~~~ Bjin *3* Até mais.


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