História World Of Lies - Capítulo 29


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cameron Dallas, Magcon
Personagens Cameron Dallas
Tags Ação, Cameron Dallas, Drama, Magcon, Revelaçoes, Romance, Suspense, Vine
Visualizações 329
Palavras 1.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI PESSOINHAS! tudo bao?
eu não disse que tinha voltado ;)
apreciem
um bejo no core
obg pelos coments szszsz

Capítulo 29 - Brazil?


Fanfic / Fanfiction World Of Lies - Capítulo 29 - Brazil?

– Ah, isso é daí é meu. – Ele apontou para o prato com seu órgão. – Você fez isso comigo, Megan. Você tirou um pedaço do meu pulmão. E o mais incrível é que meu próprio filho aprovou isto.

O restaurante todo estava olhando para nós, confusos e assustados. Eu não sabia aonde enfiar minha cara, mas queria enfiar a do Joseph naquele prato. Queria que ele engolisse aquele pulmão para voltar da onde saiu. Ele não vai estragar as coisas, não de novo.

– É claro que eu não aprovei isto! Mas o que eu poderia fazer? Você ameaçou a vida dela, acho que ela tinha o total direito de revidar. – Cameron se levantou.

– Você não teria 1% da fama que tem se não fosse por mim, se eu não tivesse que arrumar todas as merdas que você faz!

– Está tudo bem aqui? – O segurança do restaurante apareceu.

– Não está nada bem, por favor, tira este cara daqui! – Ordenei exausta.

– Joseph? Está tudo bem aqui? – O homem grande se direcionou a Joseph. Ótimo. Está do lado dele.

– Ah, sim, Gordon, está tudo ótimo. Vou dar uma palavrinha rápida com a Megan. – Ele puxou uma cadeira de outra mesa e colocou na nossa, se sentando.

– Cadê o gerente numa hora dessas?! – Exclamei.

– Ninguém vai nos atrapalhar, fique tranquila.

– Eu... – Sentia que ia explodir de novo. – Eu não acredito que sobreviveu! Seu... Seu...

– Foi uma sorte muito grande. Claro, às vezes preciso usar aparelhos para respirar, mas fora isso... Você não fez nem cócegas.

Eu senti todo aquele peso antigo voltar a cair sobre meus ombros. Fui muito idiota por ter achado que tinha acabado, que matei Joseph e pronto.

Se não desse errado, não seria eu.

– Seja lá o que for que você queira comigo, a respostas é não. – Resmunguei.

– Você sabe o que acontece quando usa esta palavra, não é? – Sorriu ele.

– Pai, o que você ganha com isso? Dinheiro? É dinheiro que você quer? Eu te dou! Eu te dou tudo que tenho! Só para, por favor. – Choramingou Cam.

– Não é só dinheiro, meu filho. Eles me dão tudo. Tudo que possa imaginar, essas garotas conseguem. Quer protagonizar um filme? Eu posso te colocar ao lado do Tom Cruise. – Coçou a barba. – Se você me ajudar.

– Isso é sujo, são coisas que você consegue através de ameaças e morte! Cameron nunca entraria nisso! Ele pode conseguir as coisas apenas com seu talento. – Cerrei os dentes. – Você é um lixo.

– Eu pedi tanto para me deixarem te matar, Megan. Cheguei a implorar, mas RJ disse que a morte seria boa demais para você, então planejamos outra coisa.  

– RJ? Como um garoto de 20 anos pode ter tanto poder sobre vocês? Como ele conseguiu construir tudo isso? Por que obedecem a ele?

Cameron esticou o braço sobre a mesa e pegou minha mão. Ele sabia que por dentro eu estava puro caos.

– Isso vem sendo construído há anos. O tataravô dele passou ao avô dele, que passou ao pai dele, que passou a ele. Sei lá, talvez a genialidade seja hereditária. – Deu de ombros.

– Genialidade? – Ri seco. – Gênios que usam mulheres para trabalho sujo. Gênios que usam a nossa genialidade.

– Interprete como quiser, mas, que RJ tem planos para você, ah, ele tem. – Joseph pegou minha taça com champanhe e virou em só um gole. – Nós estávamos querendo ampliar nossos horizontes. Como sabe, só temos as corporativas aqui nos Estados Unidos. – Assenti para que ele continuasse. – O primeiro lugar que iremos procriar, é no Brasil.

– Brasil? Por que Brasil? – Cameron perguntou.

– O governo do Brasil é um dos mais corruptos. Será bem fácil entrar lá. Já imaginaram RJ como governador? Pegando todo o dinheiro do povo para nós? Ou quem sabe até presidente? – Sorriu abertamente.

– Do... Povo? – Meu estomago revirou com tamanha crueldade. – Dinheiro daquelas pessoas inocentes? Vocês... Meu Deus... 

 – O que ela tem haver com os planos de vocês? – Cortou-me Cameron.

Não! – Balancei a cabeça para Joseph, negando. Não queria nem ouvir o que era. Não queria entrar nisso de novo.

– Eu ouvi vocês conversando sobre faculdade, então... – Joseph começou.

Não! Por favor, não! – Continuei me esforçando para segurar as lágrimas.

– O que me diz Megan... 

Pare! Joseph pare!

Pronta para fazer faculdade no Brasil? – Finalizou. Apertou o gatilho. Apagou a vela. Fechou todas as portas e janelas, onde estava meu futuro e toda minha felicidade. Fechou, as trancou, e engoliu a chave.

Eu apenas deixei minha cabeça cair na mesa, em cima dos meus braços, e permaneci em silêncio. Ouvi a voz de Cameron e de Joseph discutindo bem longe. Estava sozinha com meus pensamentos, tentando bloquear tudo.

Não adianta mais contestá-los. Eu pedi ajuda para Emma, e isso resultou em mim levando um tiro que, por pouco, não foi em Cameron. Eu pensei que ela iria fazer o que combinamos. Que iria reunir o resto das garotas contra esses homens, mas não recebi noticiais dela desde sua visita no hospital, e toda vez que ligo para seu celular, a secretária diz que o número não existe. Ela desapareceu.

– Por que eu? – Levantei a cabeça e falei, fazendo os dois pararem de brigar.

– Não, Meg. Você não vai. De jeito nenhum! Sem chances. – Cam cruzou os braços. Não quis nem olhar para sua expressão, iria desabar ali mesmo na frente de todos.

– Porque está dando muito trabalho para gente. Você poderá escolher o curso que quiser lá, na faculdade que quiser. Vamos dar tudo o que precisar.

– Menos minha passagem de volta. – Mordi meu lábio tão forte que senti o gosto de sangue na boca.  – Eu não falo brasileiro.

– Português. Eles falam português. – Cameron concertou, me fazendo lhe lançar um olhar de ódio.

– Vamos providenciar professores, tradutor nas aulas, tudo para ter sua sonhada carreira. – Arrumou a gravata.

– Isso com um preço, que é continuar a trabalhar para vocês.

– Eu prometo que vamos te chamar apenas quando for extremamente necessário, então, poderá curtir o Brasil tranquilamente.

Respirei fundo e engoli a seco. Apertando forte a mão de Cameron.

– Quando partimos? – Soltei.

– Megan! – Gritou Cameron.

– Vamos te buscar daqui a dois dias. Arrume suas coisas.

[...]

 

– Você não deveria ter feito aquilo! – Cameron começou a berrar dentro do carro, após ter berrado com Joseph até ele ir embora, e depois ainda berrou com o dono do restaurante.

– Não tinha nada á fazer. – Falei encolhida no banco.

– Eu não vou deixar você ir! – Ele estava fervendo.

– Vai morrer então.

– Megan... – Ele parou o carro. – Por que está agindo assim?

– Porque eu estou tendo um De jávú Cameron! Estou vendo as coisas acontecerem novamente! Sabe... Talvez isso tenha que ser assim. Não vejo outro motivo para Deus ou seja lá qual outra força do Universo estar querendo tirar tudo de mim.

– E o que aconteceu com “Deus tem um plano” e “Temos que aguentar a chuva para chegar ao arco-íris”?  Você não pode simplesmente deixar eles ganharem.

– Eles sempre ganharam! Nós nunca fomos nem uma ameaça para eles. Só, por favor, deixa isso acontecer. Não podemos impedir. – Ele bateu os braços no volante.

– Você diz como se quisesse ir para lá com eles.

Explodi.

– Como ousa dizer isso Cameron Dallas?! – Me virei no banco. – Você acha que eu quero deixar você e minha família? Agora quando tudo estava dando certo? Tinha droga na tua bebida? 

– Eu não sei! Você está entregando tudo de bandeja!

– Eu não vou lutar uma batalha que sei que vou perder!

E olhando aqueles olhos, lembrei-me de quando cai em cima dele e disse “Seus olhos parecem chocolate.” Aquela lembrança me fez liberar o choro. Saudades de quando minha única preocupação era nosso namoro falso. 

 – Eu não quero ficar sem você, meu Deus, eu não quero.

Ele me puxou pra si, apertando-me forte, com tanto cuidado que parecia que estava segurando o mundo em seus braços. Mas era apenas eu.

Eu sou seu mundo.

– Eu vou, para que você possa ficar. – Disse abafadamente em seu pescoço.

– Não...

– Eu vou deixar minha família aqui, porque sei que vai cuidar deles. 

– Não vou conseguir sem você.

– Eu vou, porque sei que ainda vai conquistar o mundo e precisa estar vivo para isso.

– Pare...

– Eu vou, porque te amo, e por amor nós fazemos alguns sacrifícios. E esse é o meu Cameron Dallas.

 [...]

 

Durante o caminho para o apartamento secreto, Cam dizia várias ideias para eu ficar: Fugir para outro país, escavar um túnel e morar lá, macumba online, tentar invocar um demônio e até criar um clone meu.

Mas mesmo assim, mesmo se fugíssemos para o Polo Norte, sempre ficaria uma pessoa que eu amo para trás. Sempre resultaria em uma morte.

Era a terceira vez e talvez a última que eu estava no nosso apartamento. Tudo era uma bagunça do Cameron: Sapatos jogados, caixas de pizza no chão, louça para lavar, moveis ainda faltando e uma foto nossa em um pequeno retrato na estante.

Quando me aproximei para ver, lembrei que aquela era nossa primeira foto juntos. Eu tinha acabo de assinar o contrato e Joseph pediu para nós fazermos uma pose de apaixonados, só para postar nas redes sociais e revistas. Nossos olhares eram intensos e nossos narizes se tocavam, nessa época não estávamos realmente apaixonados, nessa época Cameron era apenas um famoso idiota. Só que agora...

– AMOOOOOOOR! – Gritou Cameron jogado no sofá.

– FALAAAAAA. – Fui até lá e me joguei em cima dele.

Ele pegou meu rosto com as mãos e depositou um beijo na minha testa.

– Eu não sei se já disse isso hoje, mas você está linda. – Falou me fazendo sorrir.

– Você veio me falando isso no carro, tipo, muitas vezes.

– É que sempre que te vejo, parece ser a primeira vez. – Ele colocou uma mecha do meu cabelo atrás da minha orelha. – Preciso te contar uma coisa.

– Ah não, de novo não.

– Essa você vai gostar. – Ele riu. – Sabe aquela primeira festa que você foi? Onde conheceu os meninos e bebeu com eles?

– Que a policia chegou depois? Sim, eu lembro. – Apoiei os braços em seu peito.

– Sim, mas antes disso. Lembra que eu tinha levado a Alisson para casa e depois fui ao telhado? – Assenti para que ele continuasse. – Então, quando cheguei lá, eu olhei para a janela e vi uma garota. Ela era tão pequena olhando as estrelas, com os cabelos castanhos longos e os olhos claros, eu senti vontade de abraça-la e protege-la. Eu pensei: “Meu Deus, que garota linda! Quem é essa deusa?” E quando a lua iluminou seu rosto, eu percebi que era você Megan. Era você.

– Cam... – Me derreti.

– É verdade, eu juro. – Eu o abracei e enterrei a cabeça em seu pescoço, querendo que o tempo congelasse ali.

– Não vai, fique aqui, na nossa casa.

– Você é a minha casa. – Murmurei. – Cada átomo meu ama cada átomo seu. Eu moro em você Dallas.

– Devo me preocupar com os garotos brasileiros?

– Ah, com certeza. Quando chegar lá a primeira coisa que vou fazer é jogar uma partida de futebol de biquíni com os brasileiros. – Sua risada me fez levantar.

– Aonde você vai? – Ele perguntou me acompanhando.

– Só tenho dois dias. Tenho muita coisa a fazer.

 – Você sabe que estará partindo meu coração profundamente quando for né? E é provável que eu entre em uma depressão.

– Você sabe que existe celular né? Skype, e-mail, Twitter, Facebook, carta e até posso te mandar um cartão postal.

– O que você vai fazer nesses dois dias?

– Tenho que falar com meus pais, se despedir dos meus irmãos, dos meninos... E... De você.  – Suspirei. – Essa com certeza vai ser a parte mais difícil.

– Acho melhor começarmos então. – Ele me agarrou por trás e começou a depositar beijos pelo meu pescoço, me arrepiando imediatamente.

– Vai me ajudar com as malas? – Mordi o lábio enquanto passava a mão por baixo de sua camiseta.

– Com certeza.

Nós caminhamos entre beijos até o quarto, eu já sabia o que ia rolar porque...

Eu nem tenho malas. 


Notas Finais


RSRSRSRSRS (aquela carinha)
esse cap ja teve muitas lembranças, mas o proximo que é a despedida vai ser de abalar geral, ja preparem os lenços.
no proximo cap tbm irei explicar como vai funcionar essa "viajem".

VAMOS SUBIR ESSES COMENTARIOS ALO

amo vcs szszsz beijo
@torturedallas


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