História World of Mythology - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Mitologia Grega
Tags Deuses, Ecchi, Gregos, Hades, Luta, Magia, Mitologia, Monstros, Zeus
Exibições 25
Palavras 1.397
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shounen, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Canibalismo, Mutilação, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


DESCULPA! DESCULPA!! DESCULPA!!!!!!!!!!!

Capítulo 3 - A visita dos deuses. Garota elétrica e o menino assustador


O homem bateu na porta da minha casa, e não demorou muito para meus pais irem atender o senhor. Ele estava vestindo um belo terno com uma gravata cor de vinho. Seu cabelo era um ruivo escuro, o qual eu nunca tinha visto antes, parecia uva. Logo, eles começaram a conversar. Eu estava olhando da escada para o segundo andar, escondida. Sabe quando você quer se esconder do seu dentista? Essa é a mesma sensação que eu sentia.

Eu não era capaz de ouvir a conversa, mas dava pra saber pela cara dos meus pais como ela estava indo. Minha mãe não parecia nem um pouco contente, de forma que ela parecia querer dar um tapa no senhor. Enquanto isso, meu pai e o homem estavam se encarando, de forma que pareciam concordar um com o outro. Aquilo era ruim. O que aconteceria se ele concordasse? Melhor ainda, o que diabos aquele homem quer?!

Se a situação já estava ruim, adivinha? Piorou. Do carro, atrás do homem, saia uma bela garota. Seu cabelo era meio branco, como a neve, enquanto seus olhos eram de cor azul claro. Pra piorar, ela tinha um estilo de madame, como se fosse alguém importante. Acho que meus pais não vão ter muitas escolhas, a não ser aceitar. E bem, foi isso o que aconteceu.

- Emily, precisamos conversar... - minha mãe me chamava, e do jeito que ela falava, parecia que o homem havia ganhado. Sem perder tempo, fui ate seu encontro, encarando o homem e aquela mulher, que por algum motivo, me dava raiva só se olhar para ela.

- O que foi...? - perguntei, inocentemente

- Bem, querida. Este senhor vai levá-la para fora da cidade... - só com esses dizeres, eu já poderia muito bem sair correndo e berrando de medo. No entanto, fui firme e decidi perguntar: Por quê?

- Bem. Você foi escolhida pelos meus agentes para uma incrível, e única, escola. Apenas vim avisar seus pais. Que tal, quer ir agora? - o homem falava de forma firme, como se não estivesse mentindo, mas eu sabia que ele não estava falando a verdade. Eu até tentei questionar, mas não pude, quando percebi, estava dentro de um carro, ao lado daquela mesma mulher, com o homem a dirigindo.

- Quem são vocês?! O que querem comigo?! - eu tentava berrar, mesmo não gostando

- Cale a boca - a loira respondia - Serei rápida e direta. Você é uma deusa. Os Titãs querem seu poder. Vamos te levar para longe deles. Entendeu? - Ah claro. Só me deixa ligar para um hospício! Não tinha como acreditar naquilo. Quer dizer. Eu? Uma deusa? Pior ainda, titãs? Se essas coisas realmente existissem, com certeza, os cientistas saberiam. 

A viagem de carro não demorava. Logo, paramos em um Mc Donalds, e, enquanto os dois compravam algo, decidi fugir. Eu não poderia continuar ali. Eu não queria ficar ali. Logo, não via outra opção. E enquanto eles não olhavam, passei por entre alguns arbustos que tinham por ali e saí correndo. Fui rápida como um foguete, tanto que, em pouco tempo, já não via mais rastros daqueles dois loucos. Isso sim era uma boa notícia. No entanto, eu nem mesmo prestei atenção aonde estava indo, e quando menos percebi, estava perdida. Perdida em Nova Iorque. 

Todo lugar que eu passava, me dava ainda mais medo, algo relativamente confuso, afinal de contas, era a minha cidade, não havia por que temer algo. Continuei com esse pensamentos por alguns minutos. De repente, escutei uma voz sombria, caminhando em minha direção. Quando me virei, dei de cara com o cara mais estranho e assustador que já havia visto. Ele estava usando uma jaqueta preta, que era acompanhada de uma calça, também da cor negra. Sua pele era palida, o que realçava seus olhos cor de sangue, e seus dentes pontiagudos e amarelos. Será que ele já ouviu falar de pasta de dente? Eu pensei em correr, de novo. Sair dali o quanto podia, mas não consegui, quando tentei correr, ele segurou meu braço. Nesse momento, eu quase me borrei de medo. Nenhum filme de terror sequer havia me passado tamanha aflição. Meu coração parou. Comecei a suar frio. Era como se uma fria lâmina de espada atravessasse meu pescoço

- Por que correr? Só quero conversar um pouco... - a voz dele também era assustadora. Eu não tinha coragem de olhar diretamente para seus olhos, apesar de fazer algum esforço, algo me impedia, eu só era capaz de olhar um pouco de lado. Ainda temendo aquilo - Vamos lá. Só precisa me seguir, garanto que irá ficar muito feliz depois - eu sinceramente pensei em dar um tapa nele, mas não foi preciso. De repente, uma descarga elétrica voou na direção do braço dele, o mesmo que retirou este, rapidamente, o que fez a eletricidade passar pela rua. Quando olhei para o lado, lá estava a garota de cabelos brancos, com seus olhos azuis, azuis da cor do ódio. Faíscas estavam ao seu redor, com seu braço para frente, dando a entender que foi ela quem lançou aquela descarga.

- O quer com ela, Phobos? - ela falava. Dada a situação, Phobos deveria ser o garoto que havia me agarrado. O mesmo deu uma leve gargalhada, falando de forma fria logo em seguida

- Eu quem deveria perguntar isso. Você sabe, mais do que ninguém, que seria melhor para ela vir conosco - ele então retirou uma pistola do bolso, já preparada para atirar - Acho que Gaia ficaria feliz em ter alguém como ela, do nosso lado

- Infelizmente, não posso concordar com isso. Apenas, me devolva ela, e posso pensar se te deixarei continuar vivendo - seu tom de voz era sério e ameaçador, com certeza ela não estava para brincadeiras

- Muito bem, veremos quem mata quem, aqui - depois dessa pequena frase, ele apontou sua arma na direção da garota, disparando em seguida. O tiro foi rápido, no entanto, acho que nada preciso. A mulher do cabelo branco apenas desviava da arma, muito facilmente, e em seguida, sacava algo parecido com uma espada. A arma parecia soltar faíscas. Apontando a espada na direção do garoto, lançou mais uma descarga elétrica. Porém, o mesmo também desviou, e ambos avançaram um contra o outro.

Com movimentos rápidos e precisos, a moça não tinha pena ao balançar sua espada, que era rebatida pela pistola do garoto, parecia até um embate entre dois cavaleiros. Depois de algumas trocações de golpes, ambos se afastaram. A mulher colocava suas mãos no chão, aparentemente criando uma corrente elétrica, que foi de encontro com os pés de seu adversário, o fazendo sentir um grande choque. Porém, este não parecia se importar, e logo voltava a atacar a garota. Desta vez, ele fez algo que nem mesmo sou capaz de descrever. Uma terrível aura cobriu seu corpo, e em seguida, se espalhou pelo ambiente. Eu era capaz de escutar pessoas gritando, desesperadas. Rugido de animais ferozes, tiroteios, entre outras mais coisas ruins. Era um medo terrível. Aquilo foi tamanho, que fez a mulher recuar, sendo recebida com um disparo em sua perna, logo em seguida. O dano foi maior do que pensava. Sua perna sangrava exageradamente. Certamente não era uma bala comum

- Hahaha! Eu avisei que não teria chances contra mim - o cara assustador apontou sua arma na direção da Pikachu humana. Ele iria puxar o gatilho logo. No entanto, em meu maior ato de burrice, avancei na direção do mesmo, e com a força de um cardume de peixes, consegui empurrar o garoto longe. Ainda conseguindo tirar a arma das mãos dele - Ora sua!! - ele nem teve chance de terminar de falar. A mulher dos olhos azuis lançava mais uma disfarça elétrica. O ataque atingiu o mesmo diretamente, o fazendo virar cinzas.

- Parabéns. Você conseguiu me salvar. Depois de ter começado toda essa confusão

- Confusão? Eu? Você quem chegou me chamando de deusa de repente! A propósito, o que diabos foi aquilo?! Como você consegue lançar esses ataques elétricos?! - eu ainda tinha muitas questões para resolver. Depois disso, eu só queria voltar pra casa, mergulhar na piscina, e ficar pensando e relaxando, como sempre faço, mas pelo visto, não poderia ficar aquilo por um bom tempo.

- Humph - ela suspirou - Vou te contar tudo no caminho. Vamos indo.


Notas Finais


Bem, antes de tudo. Mil desculpas por ter meio que abandonado a fic.
Segundo, ela não será mais interativa. Não com fichas, pelo menos. No entanto, podem ficar tranquilos, seus personagens continuarão aqui.
Por fim, espero que tenham gostado.


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