História World of Shadows - Capítulo 3


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Categorias 5 Seconds Of Summer, The Vampire Diaries
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford, Personagens Originais
Tags 5sos, Vampiros
Exibições 8
Palavras 2.140
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Fantasia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Cheguei!!!!!!!!!! :))) Sentiram minha falta? Espero que sim.
Esse capitulo não acontece quase nada de interessante, mas vocês vão conhecer dois personagens importantes para essa história, um deles é Megan Crawford. Hum...Esse sobrenome não parece estranho, parece? O meu dreamcast dela sempre foi e sempre será a MARAVILHOSA Danielle Campbell.
Eu juro pra vocês que logo as coisas vão começar a esquentar, mas nesses primeiros capítulos é mais apresentações de personagem, do enredo e tals.
Espero que gostem. Divirtam-se ❤

Capítulo 3 - Megan Crawford


Fanfic / Fanfiction World of Shadows - Capítulo 3 - Megan Crawford

"I just don't wanna be what I am"

Sophie tinha cansado de correr, nesse momento, estava sentada em um banco na praça da cidade. Tudo parecia tão calmo. As crianças brincavam umas com as outras, casais abraçados caminhando ao redor do lugar, pessoas comuns, vivendo uma vida comum.

Eles não devem saber da existência de vampiros...

Vampiros.

Essa palavra atordoava o seu subconsciente,  não conseguia encontrar uma explicação lógica, Alyssa havia lhe contado a história, só que tudo parecia tão...irreal. Desde sua infância ouvia histórias de terror sobre Drácula, um assassino cruel, mas Alyssa e Aaron não pareciam como o vampiro dos contos. Ela sempre imaginou eles com as presas de fora a todo momento, vivendo nas sombras, escondidos do mundo. Porem ambos parecem adolescentes normais – mesmo tendo mais de 100 anos ­–.

Era tudo tão novo e parece que seus pais sabiam de tudo, mesmo assim nunca lhe disseram nada, nem tocaram nesse assunto. Hood nunca ouviu a palavra doppelganger sair da boca deles. Ivonne e Alex apenas a jogaram nesse mundo sobrenatural com uma garota que ela não sabia da existência até então.

-Merda de vampiros – ela fechou os olhos com força, esperando que quando os abrissem, ela estaria de volta em seu quarto e tudo voltaria ao normal.

Levou um susto quando os abriu. Não era bem o que ela esperava.     

–Oi, meu nome é Michael.

Sofi se sobressaltou, o garoto estava inclinado, com o rosto muito próximo ao dela.

–Não precisa ter medo, você deve ser Sophie Fairtley – ele ajustou sua postura e estendeu sua mão.

–Por Deus, não sei por que dizem que eu sou uma Fairtley, eu sou da família Hood.

Michael, notando que a garota não parecia muito amigável com ele, recolheu a mão.

–Quem é você afinal? – ela indagou, o olhando de cima para baixo.

–Eu sou um grande amigo de Alyssa Grey, ela me disse que tinha te encontrado e imaginei que, quando ouvi você dizer a palavra vampiro estava mais habituada a situação e...

–Espere! Você também é um vampiro? Quantos seres dessa espécie existem em Falls Church? Milhares? Trilhares?

–Eu adoraria que você falasse um pouco mais baixo, não gostaria que as pessoas me odiassem por aqui. – disse Michael, com um tom suave.

Sophie se espantou com a voz tranquila do rapaz, ele tinha um sorriso estampado na face. Era bonito, tinha cabelo preto que cobria um pouco do olho esquerdo, além de olhos verdes. E que olhos. O sorriso parecia perfeito. Era perfeito. A pele branca como a neve realçava ainda mais tudo isso.

–Me desculpe, é que a todo momento informações são jogadas para cima de mim, só estou exausta. – ela jogou a cabeça para trás e soprou um pouco de cabelo que caiu em seu olho – vi minha tia que nem conhecia morrer em minha frente, descobri que sou algo que não fazia a mínima ideia que existia, além de descobrir a existência de todos os seres sobrenaturais que tinha medo.

–Ow... – Mike murmurou e se sentou ao seu lado – é muita coisa informação mesmo, mas quero que saiba que em algum momento, você consegue absorver tudo isso. Pode demorar um pouco, mas não é impossível.

–Eu sei, é que... É tudo tão confuso.

Michael pousou sua mão sobre o ombro da garota, que o fitou assustada.

–Se você ouviu qualquer tipo de explicação vindo da Lyssa, certeza que as coisas ficaram confusas. – ele riu mais para sigo mesmo, do que para a garota ao seu lado. – vai ficar tudo bem, não se preocupe.

Vendo que ela encarava a mão em seu ombro, Michael tirou rapidamente, não queria causar más impressões, estava fazendo de tudo para a garota se sentir confortável perto dele, já que percebeu que Alyssa e Aaron não fizeram um bom trabalho.

–Por que está sendo legal comigo?

–Todas as pessoas merecem algum incentivo ou perceber que alguém se importa, mesmo não as conhecendo, elas estão passando por algo difícil na vida a todo momento e eu só tento ajudar.

 A ruiva não sabia o que dizer, apenas ficou com a boca entre aberta.

–O que foi? Está impressionada que vampiros também podem ser criaturas amáveis? – ele abriu um sorriso suave.

–Não! Bom, talvez.

Ela fingiu que não percebeu que as bochechas do garoto se tornaram de uma cor avermelhada.

–Alyssa teve muitos traumas causados pela sua família, por isso é fria na maioria das vezes. Já Aaron é bem mais aberto, ele só é sarcástico e irônico, no começo é bem irritante para falar a verdade.

–E você os conhece há quanto tempo?

–Muito tempo. Mais do que eu posso me recordar. Estou vivo hoje por causa deles, principalmente da Lyssa. 

–Ela realmente parece ser alguém muito acolhedora. – a garota não tentou esconder a ironia na voz.

Algo começou a atrapalhar a audição de Sofi, alguém basicamente, alguém estava gritando seu nome. Era Calum, ela tinha certeza. Respirou fundo.

Um.

Dois.

Três.

–Você está maluca? Como pode sair assim? Você nem ao menos conhece essa cidade direito, do jeito que esse lugar é maluco, você poderia estar morta! – Calum se mostrou visivelmente irritado, se posicionou ao lado da irmã com os braços cruzados no peito.

Enquanto ele respirava, suas narinas – que já não eram lá tão pequenas – abriam exageradamente, algo que acontecia apenas quando ele estava muito irritado.

–Sinto muito, precisava de um pouco de ar.

–E precisava ir tão longe? Quero ver voltarmos para a mansão da vampirinha branquela.

Michael pigarreou e se levantou.

–Você deve ser o irmão da Sofi, Calum Hood, meu nome é Michael Clifford.

–Como você...

–Ele faz parte do squad de vampiros da cidade. – respondeu a seu irmão.

–Por Deus...O que mais vai nos contar? Que temos um amigo bruxo ou lobisomem? – questionou, se sentou ao lado da irmã, agitado.

–Será que nossos pais sabiam sobre isso? – a garota perguntou, se lembrando das mesmas pessoas que os deixaram para uma mulher que queria mata-los.

–Acho que sim, mas pelo o que me parece, a única pessoa realmente importante aqui é você, eu sou apenas um humano comum infiltrado em um monte de gente estranha.

–Pense assim, você é irmão de uma pessoa sobrenatural, isso te deve fazer um também – ela afirmou e apertou as bochechas do moreno, que desvencilhou rapidamente.

Michael olhou para o relógio em seu pulso e viu que estava atrasado. Poderia simplesmente deixar os dois Hood’s e ir embora calmamente, mas prometeu a Aly que cuidaria deles também e ele sempre cumpre as suas promessas.

–Eu não queria atrapalhar o momento família de vocês dois, mas eu tenho um compromisso e queria realmente voltar para casa.

–Você sabe onde é vampira mora? Precisamos ir para lá. – Mike riu da pergunta de Sophie, mas ao perceber que ela falava sério, deu um leve tapa em sua cabeça.

–Entendam uma coisa, eu, Alyssa e Aaron moramos em uma mesma casa, ou seja...

–Ou seja é que eu vou ter que conviver com vampiros por sei lá quanto tempo. – Calum respirou fundo e depois lançou um sorriso amarelo para o rapaz a sua frente – parece ótimo.

–Então vamos logo.

O vampiro os ensinou o caminho cuidadosamente, pelo menos não precisaria explicar mais de uma vez. Eles pareciam ter gostado do lugar, pelo menos ele esperava que sim, só que, não havia o que não gostar em Falls Church, é pequena, pessoas maravilhosas moram nela, pelo menos a maioria e para completar, é protegida com por um feitiço de camuflagem, onde apenas seres sobrenaturais conhecidos pelos mandantes Crawfords podem entrar.

Largou os irmãos com Aaron, não sabendo se isso era algo correto de se fazer, mas só conseguia pensar nela.

Apertou o passo quando notou que estava 15 minutos atrasado e ela odeia atrasos. Cumprimentou o porteiro do local e correu para a sala de detenção. Tinha suor em suas mãos, talvez pelo medo de vê-la irritada ou apenas por vê-la.

Quando abriu a porta da sala, a avistou sentada, com os pés onde deveria ser a mesa do professor, mexendo nas unhas calmamente.

–Meg, me desculpe pelo atraso.

Ela se levantou, seu cabelo castanho ondulado caia sob seus ombros, usava um vestido laranja com um cinto marrom. Os olhos azuis esmeralda poderiam mostrar uma garota doce, mas não era assim que Megan Crawford era de verdade. Tinha um jeito rebelde de ser.

E Michael preferia essa verdadeira Megan.

–O único que terá um problema será você – ela deu passos pequenos para frente, com um sorriso de lado. – já que terá apenas 30 minutos com essa pessoa linda a sua disposição.

–Então quer dizer que não sentirá minha falta perto de todos aqueles bruxos irritantes e mimados que vivem em sua casa?  

–Às vezes imagino você arrancando a cabeça de todos eles. – Meg disse sarcasticamente.

–Se eu fizer isso, eu morro, espero que saiba disso.

–Acha que eu me importo com a sua vida? Vamos lá Mike, só quero que todas aquelas cabeças penduradas em meu quarto. – ela sorriu e colocou suas mãos quentes no rosto do rapaz. – Agora me beije, por favor.

Se apressou para colar sua boca na de Megan, o beijo era feroz. Ela envolveu suas pernas ao redor de sua cintura e ele a segurou até a mesa mais próxima. Passava suas mãos pelo corpo esculpido da morena, enquanto ela bagunçava os cabelos de Michael.

Eles estavam perdidos durante seu beijo, os dedos do rapaz enroscavam nos fios castanhos e sedosos da bruxa, ele a levantou, segurando suas coxas com força e a colocou sob a mesa do professor.

–Não podemos transar aqui Mike, nunca olharia para a Senhorita Helena da mesma forma. – disse, enquanto Michael descia os beijos pelo seu pescoço, se sentia no paraíso.

Clifford tirou seus lábios do cerviz da garota e a fitou.

–Desde quando Megan Crawford se preocupa com os outros? – perguntou com um sorriso irônico no rosto.

–Eu me importo com as pessoas daqui, mas não é minha culpa que a maior parte delas são irritantes e desagradáveis.

Um celular começou a tocar e Meg revirou os olhos, se levantou e com todo o descaso do mundo, olhou para a tela. Era sua mãe.

Merda...

Estava ferrada.

–Aconteceu algo Meg? – Michael se aproximou, preocupado.

Isso era algo que a irritava na personalidade do vampiro, essa preocupação excessiva com tudo e todos. Ela não era assim e nem queria, nunca achou ninguém que valesse a pena colocar acima de suas necessidades, ao contrário do garoto, que sempre faz de tudo por quem ele ama, mesmo que essa pessoa não retribua do mesmo jeito.

–Não é nada, é que tinha prometido a minha mãe que conheceria um garoto que chegou a cidade. – soltou um riso fraco. Que idiotice. – Ela está doida para eu me casar logo e ter um descendente, já que sou filha única.

–Sua mãe apenas quer planejar seu futuro, se casar parece ser um bom começo.

Era impressionante como Michael poderia a fazer ir do céu ao inferno em apenas uma frase.

–Não preciso de nenhum homem para ter um bom futuro.

– Não foi isso que eu quis dizer...

–Sabe o que eu realmente quero para o meu futuro? – ela perguntou, os olhos segurando lagrimas. Por causa de algo que ela sabe, que nunca poderá ter. – Eu quero sair dessa cidade, sair desse mundo. Viver como uma pessoa normal, não como uma bruxa. Quero ser apenas Megan. Não uma Crawford.

Mike abaixou o olhar, não sabia como responder e tinha certeza que, a garota também não queria uma resposta.

Megan apenas pegou suas coisas e saiu da sala.

Já que não podia ter uma vida de uma pessoa comum. Podia ser Megan Crawford. Como sempre foi.

***

O homem estava sentado em sua poltrona predileta, bebendo um de seus vinhos prediletos. Ele encarava a cidade fria a sua frente.

Ele foi tirado de sua tranquilidade quando ouviu a porte se abrindo, revelando uma mulher alta, ela estava com roupas pretas e com uma feição preocupante.

–Não conseguimos acha-la senhor.

Ele atirou o copo no chão e se levantou empurrando tudo o que via em sua frente.

Carol, a mulher que estava com ele em sua sala, levou um leve susto, porém não era nada que ele não faria por causa da irritação.

–Eu sabia que não deveríamos ter confiado naquele lobisomem – advertiu.

–Eu sinto muito senhor, mas...

–Saia daqui, vá procurar outra pista para nos levar a ela – ele ordenou e mudou a direção de seu olhar, para um porta retrato que estava perto da lareira que o esquentava.

Carol não pensou duas vezes e sumiu pela porta sem deixar rastros. 

Já o homem continuou encarando a foto a sua frente, depois de alguns segundos, a segurou delicadamente, passando a mão pelo rosto da menina sorridente que posava para a fotografia. Fechou os olhos e a imaginou em sua mente. 

–Eu vou encontra-la, eu juro.

 

 

 


Notas Finais


Esse cara do final não me parece ser muito legal...


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