História World's Ender - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Ação, Aventura, Ficção Cientifica, Shounen, Universo Alternativo
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Palavras 1.128
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Ficção Científica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Shounen, Sobrenatural, Steampunk, Survival, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Esse é a minha primeira historia, espero que vocês gostem dela, pensei nos detalhes dela diversas vezes, porém só agora tive coragem de postar, portanto divirtam-se...

Capítulo 1 - A Invasão - Parte 1


Fanfic / Fanfiction World's Ender - Capítulo 1 - A Invasão - Parte 1

Capitulo 1 – A invasão
Parte 1

Quanto tempo faz que não tenho uma conversa amistosa com alguma pessoa, parece que foi ontem quando meus pais me abandonaram dizendo que eu era apenas um fardo na vida deles, abandonando uma criança de 4 anos no meio da floresta...

Sinceramente falando, sofri por um tempo mas aprendi a sobreviver sozinho na floresta, aprendendo como caçar as minhas presas, aprender usar os meus 6 sentidos para saber se tem alguma ameaça por perto. Sobrevivi durante 5 anos na floresta até achar a saída dela e chegar na minha cidade natal, quando cheguei lá fiquei surpreso com as pessoas, pois toda vez que tentava pedir ajuda ou algo do tipo, me tratavam com extrema grosseria e me empurravam, alguns até tentavam me agredir mas rapidamente me esquivava pra evitar mais problemas, procurei alguma forma de me comunicar, aprendi a ler usando livros infantis jogados fora e a falar ouvindo as pessoas ao redor, tentando usar o contexto para determinar o que estavam dizendo.

E aqui estou eu, 18 anos, vivendo na floresta para pegar os suprimentos para sobreviver e indo para a cidade para buscar mais conhecimento e descobrir o que estava acontecendo na cidade e pelo mundo. Vou ser bem sincero, em meus anos de vida e experiência que tive, a humanidade é podre por dentro, utilizam discursos bonitos para disfarças a carnificina que fazem não só com a própria espécie mas com outros seres vivos, mentem, matam, destroem famílias, cidades, continentes, tudo por moedas virtuais, é a forma de que os seres “civilizados” utilizam para conseguir sobreviver. Nunca usei essa porcaria pra poder sobreviver, tudo o que fiz foi extrair de forma sustentável da floresta pra conseguir viver todos os dias, fico bem triste de dizer, mas a minha maior tristeza é saber que eu sou um ser humano como ele

— Ei favelado, onde você pensa que vai, com todos esses livros e tudo mais?

Simplesmente ótimo! Um playboy de merda sua gangue de puxa saco para irritar meu dia! Na boa, será que uma pessoa não pode mais pegar livros jogados fora para poder estudar mais?

— Eu peguei esses livros no lixo, já que ninguém quer, pensei em usar para estudar.

—Nossa, interessante. E eu pensando que era apenas um analfabeto usando para fazer fogo, afinal a noite faz frio, mas sinceramente falando, quem você pensa que é? Alguém com roupas esfarrapadas como você, está tentando ser famoso no mundo? Ponha-se no seu lugar inseto, aposto que nem nome tem!

Realmente, eu não tenho nome, decidi abandonar o nome que meus pais me deram depois que me abandonaram, mas pelo menos não falo tanta asneira quanto aquele animal, e aqueles amigos pau no cu dele ficavam fazendo barulhos idiotas e agindo como um bando de retardados mentais, a única coisa que fiz foi fazer uma feição séria à ele, afinal as vezes esses lixos orgânicos ficavam um pouco assustados e paravam de encher o saco.

—Que olhar é esse seu pedaço de bosta? Se você continuar assim voc —

Antes mesmo dele tentar me segurar, segurei o braço dele com força suficiente para fazer ele sofrer. O mesmo soltou um grito de dor e tentou revidar dando um soco, e, obviamente, consegui segurar o soco dele na minha mão. Era como uma criança 1 ano batendo nas mãos do pai, é nesses momentos que fico muito feliz de viver na floresta, pois todos esses anos na floresta fizeram meu corpo mais forte por causa do treinamento excessivo e meus sentidos aguçaram o bastante para saber qual o próximo movimento da minha presa, por fim comecei a apertar a mão delicada dele até ele começar a chorar.

Era bem óbvio para mim, os amigos dele não iam deixar barato isso, e partiram pra cima de mim, então naturalmente usei o corpo do playboy como escudo. Devido à falta de treinamento desses caras consegui desviar dos ataques com o mínimo de esforço possível e ao mesmo tempo causando mais dor no playboy, afinal ele merece por ficar se achando superior às pessoas, por fora poderia estar com um rosto bem sério, mas por fora estava me divertindo de mais por fazer isso, porque eles são atrapalhados e idiotas demais pra ser verdade, por fim finalizei alguns com uma cotovelada leve na garganta para atordoar e outros com um chute no estômago para ficarem sem ar, e então falei para o pedaço de bosta que estava segurando e disse carinhosamente:
             —Olha, se você me irritar novamente ou souber que você anda fazendo isso com outras pessoas, vou te torturar até você pedir que eu te mate, entendido?
         Ele fez um gesto com a cabeça dizendo sim, então sorri pra ele e quebrei o braço dele em um movimento e olhei nos olhos dele mostrando minha seriedade a ele, e disse:
             — Isso foi apenas uma lembrancinha para você se lembrar do que eu te disse hoje...
Enquanto ele gritava, ele saiu correndo chorando junto com o bando dele, sinto que fui além do que devia, mas sempre me lembro do que os seres humanos são capaz, com o tempo de vida aprendi que eles são traiçoeiros, uma vez só espanquei de leve um homem muito malvado que estava batendo em uma criança abandonada na rua, lutei com o indivíduo só para lhe assustar e desistir. Aquele jovem me agradeceu e me abraçou. Acabei ficando meio sem jeito, não estou acostumado com essas coisas, mas fico bem feliz com essas atitudes.

No outro dia descobri que aquela mesma criança foi assassinada, pelo mesmo homem que estava batendo nele aquele dia, e para piorar a situação, o cara saiu impune. E pelo que ouvi de alguns boatos, o culpado subornou o juiz e o júri, sendo assim, absolvido. Nunca senti tanta raiva em minha vida, e nesse momento cacei ele pela cidade com o objetivo de sequestrá-lo e torturá-lo por tudo que ele fez. O faria sentir a mesma dor que a criança sentira. Encontrei o mesmo e levei-o para a floresta. Nesse momento, tudo parece ter passado muito lento. Seus gritos de sofrimento ainda estão gravados em minha mente, cada osso quebrado e a imagem do sangue jorrado para todos os lados. Quando terminei ele estava sem a mandíbula. Eu a tinha arrancado com meus socos.

 Ao retomar meus sentidos, fiquei abismado e ao mesmo tempo senti um alívio assustador. Eu não deveria estar gostando disso.

              Enquanto estava verificando na área, depois da briga com aqueles trombadinhas apareceu a polícia e disseram:
              —Ei você ai! Nós sabemos que você agrediu aquele grupo de homens, você esta preso pela lei!
              E calmamente virei para o lado, segurei bem minhas coisas e...

              Sai correndo como um desesperado!
              — Ah não, de novo não, só queria pegar livros novos!


Notas Finais


Aguardo vocês para o segundo capitulo! :D


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