História Wounds - Capítulo 14


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 14 - Capítulo 14


Alguns alunos já deixavam a escola após o tocar do sino, os falatórios ao redor não impedira Laura e Jhonny de se beijar trocando carinho. Tamanha felicidade não seria facilmente escondido por Laura, seus braços ao redor do pescoço dele e os lábios explorando de todas as formas sua boca davam o ar de apaixonados. Alguns amigos do rapaz gritavam seu tchau mas Jhonny estava mais preocupado em beijar a garora.

Os olhos castanhos do rapaz fixaram nos olhos de Laura, seu sorriso mostrando a covinha é o favorito dela, suas mãos entrelaçadas enquanto ela conta sobre a aula mas ele não a deixou terminar voltando a beijá-la mais uma vez.

– O dia do acampamento está se aproximando. – ela bufa, odiando a ideia de passar dias no mato. – Podemos dormir na mesma barraca.

– Por mim tudo bem. – o beijou. – Eu preciso arrumar algumas coisas pra esse momento que estou amando.

– Pensa na minha companhia. – ele diz, seu charme é a voz rouca e o cabelo bagunçado. – Não estará em um tédio sem fim.

– Isso será minha coisa favorita. – abraça o guitarrista, deitando sua cabeça no peito dele.

– Preciso ir. – gemeu, não querendo se distanciar da garota.

– Nos vemos mais tarde? – pergunta empolgada.

– Eu tenho algumas coisas pra resolver, vai demorar muito. – explica, a deixando triste. – Não fica assim, amanhã nos vemos.

Ele se despede com um beijo demorado, entra em seu carro e acena para Laura antes de dar partida. Sorrindo a loira mordeu o lábio mexendo nos cabelos, um sonho estar com o rapaz mais popular e atencioso.

Laura caminhou devagar com as mãos no bolso, seus olhos apertavam com a luz do sol forte em seu rosto tornando insuportável mantê-los abertos. Assim que atravessa a rua se depara com uma cena um tanto curiosa, Echo conversando próxima demais a Finn perto do beco aquilo não lhe parecia uma cena onde a namorada do avô e o braço direito estão discutindo sobre a gestão da cidade.

Curiosa apressa os passos até eles, escondendo-se, notou que eles agora se beijavam, Laura abriu e fechou a boca chocada. Ela não sabia que Finn e Echo tinham algo mais além de profissionalismo, negou com a cabeça e deixou o casal ali tendo seu momento íntimo.

– Me parece mais avoada. – assustou com a repentina chegada de Bellamy. – O que foi? Parece que viu um fantasma.

– Só estava pensando em algumas coisas. – refletiu com a mão no queixo. Bellamy sorriu, aquele jeito é todo de Lexa pensou ele. – Então padrinho, o que faz aqui em casa?

– Eu vim lhe ver. – disse óbvio, Laura sorri. – Soube que irá acampar amanhã.

– Eu terei meu momento selvagem. – comentou, um pouco de carranca em seu rosto já que não era sua coisa favorita entrar no meio do mato. – Eu estou odiando isso.

– Não é muito sua praia. – ele a conhecia muito bem. – Mas pense que será um momento de paz.

– Sem comunicação, no meio do mato? Qual as chances disso dar certo?

– Você é mais uma garota de cidade.

– A nossa não é uma metrópole. – comenta, mais um sarro na sua lista sobre sua cidade, a menina viajada tinha que admitir que pelo menos Polis é o mais tranquilo dos lugares. – Queria passar um fim de semana inteiro em casa.

– Uma ótima opção. – Bellamy soltou uma pequena risada, ela não tinha opção. – Eu vou indo, se cuida.

– Tchau padrinho.

Sua mente ainda estava no casal Finn e Echo, afinal eles demonstravam profissionalismo diante de todos e nunca um afeto. Algo estranho estava acontecendo e Laura conseguia sentir isso de alguma forma.


(...)

– Está tudo aqui.

Luna arruma algumas mudas de roupas para a filha, sua mochila de acampar já estava bem preenchida com tudo que ela precisasse. Uma mãe zelosa que checa minuciosamente tudo em sua lista para que nada falte.

Já Sam estava cama com a cabeça parcialmente fora dela, seus cabelos caíam no chão enquanto a bolinha de tênis batia na parede e voltava para suas mãos. Seu desinteresse é notável a distância, enquanto ouvia sua mãe cuidar de tudo nos mínimos detalhes, ficava ali meditando sobre a vida de merda escolar que ela tem.

– Se anima um pouco. – Luna joga em seu rosto sua camisa do Beatles, Sam bufa negando voltando a jogar a bolinha na parede, um ato divertido no momento. – Samantha, tente pelo menos colocar um sorriso no rosto.

– Pode ter certeza que vou. – rebate mal humorada.

– Nós acampamos quando você era criança, e você foi acampar com os escoteiros.

– Mãe! – geme irritada, senta sobre a cama então encarando a mulher. – Não é o acampamento em si. São aqueles idiotas.

– Seus colegas. – argumenta, uma batalha perdida já que Sam nega voltando a sua brincadeira. – Ele teria orgulho.

Assunto pai. Um momento onde Sam para e pensa por longos segundos, deixando de lado sua preguiça em olhá-la, seus olhos fixam nos da mãe.

– Ele não tá aqui. – disse, sentindo o amargo das palavras da filha, Luna tenta se aproximar. – Ele não volta tão cedo.

Deixa seu quarto, totalmente devastada.

Sua chegada no restaurante não demora muito, após comer algo especialmente preparado para ela , logo deixa o estabelecimento indo direto para a praça. Ali se senta, afogando-se em lembranças passadas as poucas com seu pai, o homem sorridente a pegando no colo enquanto a girava em seus braços.

– Péssimo dia? – a voz grossa lhe chama atenção, o rapaz de óculos e jeito nerd ocupa um lugar em seu banco. – Kevin Hart.

– Te conheço? – o olha desconfiada.

– Não. – sorriu, ajeitando seus óculos. – Eu sou invisível na escola.

– Sei como é isso. – solta irônica, seu olhar vago vai para as pessoas caminhando.

– Jhonny é um babaca. – Sam olha para o rapaz, seria o primeiro ser a não gostar de Jhonny além dela? – Ele sempre me usa.

– Não entendi o que faz aqui. – faz uma careta por conta do sol. – Sou uma garota perdida meu caro Hart, não sei que diabos você veio fazer aqui do meu lado.

– Por falar no diabo. – resmungou olhando para um canto mais reservado da praça. – Isso é realmente nojento.

Sam assistiu de camarote Jhonny engolir Cindy. Acabou negando com a cabeça e sorrindo em seguida, Laura merecia isso por ser tão insuportável aos olhos dela.

– Isso é realmente interessante. – Kevin a olha confuso, afinal ela conversa com Laura Griffin.

– Sua amiga está sendo chifrada.

Ela gargalhou, o rapaz não entendeu o motivo daquele riso tão engraçado. Ninguém merecia a traição, muito menos a garota.

– Não sou amiga daquela insuportável. – relaxou os braços no banco, fechou os olhos com um riso no rosto. – Ela merece isso.

– Isso é cruel. – soltou indignado. Sam olha para o rapaz e se aproxima ameaçadora.

– Garotas como ela precisam desse choque de realidade, ela tem uma mania de contos de fadas. Enquanto ela sonha com príncipe Jhonny, ele tá comendo Cindy escondido atrás de uma árvore no meio do mato.

– Cruel. – repetiu mais indignado com o linguajar. – Eu vim pesquisar sobre algumas coisas mas acabei me arrependendo.

Ela analisou o nerd, não tinha se quer ouvido falar sobre o garoto e agora estava jogando papo fora com ele. Aos poucos em sua boca se formava mais um sorriso debochado chamando atenção do Hart.

– Você é apaixonado por ela. – acusou arqueando seu corpo. – Sim! É completamente apaixonado na patricinha insuportável.

– Não! – afirma com uma leve careta. – Eu nunca falei com ela, eu só acho errado isso entendeu...

– Não..... – sussurrou surpresa. – Você gosta da Cindy, isso é pior ainda.

O nerd desta vez não pode argumentar contra, Sam começou a rir de modo que seu corpo chacoalhasse junto de suas gargalhadas. Todo ser humano esperto não deveria sentir algo por alguém tão desprezível como Cindy.

– Você me decepcionou garoto. – diz cruzando os braços, o tal nerd analisou a bad girl tentando buscar um pingo de alegria nela.

– É triste Cooper. – solta baixo, se concentrando totalmente nela. – Não ter amigos é ruim não é?

O garoto esquisito aos olhos dela já estava se tornando ainda mais sinistro, realmente não ter amigos a incomoda mas ela, por outro lado, se conforma em apenas ter sua guitarra em mãos nos dias tristes e as letras melódicas enquanto pensa na merda de vida.

– Você também é um bostinha. – rebateu desviando olhar dele. – Na realidade Hart, todos naquele colégio são.

– Seu linguajar me deixa chocado. – balançou a cabeça, ajeitou seus óculos cutucou a morena. – Não se interessou por ninguém lá?

– Não!

– Eu a conheço?

Sam olha para o curioso, ela havia dito não mas o insistente garoto parecia empenhado em descobrir a paixão dela que nunca teve, já estava querendo saber demais.

– Tenho aula de reforço. – bufa, jogando os cabelos para trás dos ombros. – Magrelo, você é um cara maneiro.

– Invisível maneiro.

– Melhor invisível do que visível. – aponta para o casal no meio do mato.

O ALL star surrado da adolescente batia ansioso no piso dos fundos do restaurante, sua concentração em matemática mais afiada. As contas nunca lhe foram tão fáceis, rabiscos do lado enquanto resolvia as quatro questões lhe dada por Lexa, falatórios ao fundo não a desconcentra.

– Droga garoto como entrou aqui? – indaga assustada, pela repentina aparição de Kevin.

– Digamos que acabei de ver a traída vindo para cá.

– E....? – levanta as duas sobrancelhas.

– Cindy entrou aqui.

Sam voltou ao que fazia, não ligando para nada do que fora dito por Kevin. O rapaz nerd nas pontas dos pés começou a assistir o espetáculo maluco que iria se instalar.

– Já se pode ouvir os gritos. – Sam se divertindo com a situação deixa seus cadernos de lado. – Tô amando isso.

– Cindy provoca. – Kevin disse algo óbvio, olhar de Sam foi essa resposta.

Ela se divertia com a discussão alta no local enquanto o adolescente de óculos lamentava por Laura estar fazendo aquilo. Sam sem outra alternativa revira os olhos, acaba ajudando Lexa a puxar sua filha de cima da garota que agora se fazia de vítima.

– Vai ter que se ver com meus advogados,Griffin! – Cindy grita sendo puxada por suas amigas pra fora do restaurante.

– Eu mato você Cindy. – a menor descontrolada nos braços de Lexa, ameaça entre dentes a outra que já estava longe. – Me solta.

– Vamos para dentro, você precisa cuidar disso.

Lexa pediu analisando o pequeno corte feito a unha na sobrancelha da filha, ela pôde ver de perto a menina que cresceu tão de repente.

– O que deu na sua cabeça para sair brigando assim? – Lexa não podia acreditar que sua menininha fosse tão violenta. – Vai doer um pouco.

Fez careta assim que o algodão com álcool tocou o machucado. A mãe analisou a filha buscando as respostas para suas perguntas, aquela na qual ela quer saber do motivo da briga, Laura não parecia a violenta rebelde na rua.

– Ela me provocou. – resmungou de olhos fechados. – Começou a inventar algumas coisas.

– Brigar com ela dentro de um restaurante foi a melhor opção?

– Eu me descontrolei. – confessou, Lexa riu negando. – Mas ela teve o que merecia.

– Violência não leva a nada.

– Engraçado você dizer isso.

Lexa engole a seco o constrangimento, deixa a menina sozinha um pouco ou era uma opção fugir dela naquele momento. Sam de braços cruzados na porta sentia ainda mais desprezo pela loira, não imaginava que fosse tão rude com a mãe.

– Impressionante. – a loira desvia seu olhar para porta. – Como pode ser tão mesquinha?

– Não começa a querer me dar lição de moral.

Se aproxima trincando a mandíbula, o quão justo é ela negando a mãe enquanto seu pai está servindo ao exército longe dela. As duas mão da morena pararam na cadeira, aproximou seu rosto da loira deixando os outros olhos a temendo.

– Você merece ganhar uma lição da vida, merece levar um balde de moral sim. – Laura jogou o corpo para trás tentando se livrar da aproximação de Sam. – Você é desprezível, o casal do século o garoto babaca e a garota desprezível.

– Está com pena? Leva pra casa.

Sam riu negando, seu rosto ficou mais colado ao da outra.

– Você não merece ela como mãe entendeu? Enquanto você a ignora, muita gente não tem os pais por perto.

– Não conhece um terço da história. – solta amargurada, engolindo o choro. – Não me conhece.

– Eu estarei de camarote brindando tudo de ruim que acontecer com você.

– Chega Sam! – a voz do nerd soou no local. – Já esta sendo cruel demais.

– Não se meta Kevin. – seus olhos não desviaram um só momento da loira. – Ela merece saber que é um nada assim como aqueles vermes da escola.

– O que está acontecendo aqui? – Luna aparece.

– Nada... – Sam murmurou desviando olhar da loira. – Só dizendo algumas verdades, nada de mais.

Luna assiste sua filha indo para o canto da sala, um estranho clima se instala ali.

– Lexa ligou para sua mãe. – Laura bufou, só o que lhe faltava ter sua mãe dando sermões o caminho todo.

– Por sorte Nia não estava aqui. – Lexa entra na sala, caminha até Laura analisando pela décima vez o machucado. – Tudo bem?

– Você pode ser presa de novo. – Laura solta simples, seus olhos não estavam na mãe. – Vovô pediu aquele afastamento pela lei.

– Que fiz questão de anular. – Clarke nada contente surge na sala, Laura emitiu medo através de seus olhos. – O que deu em você? Brigar dentro de um restaurante.

– Provocações. – murmurou, sabendo que Clarke não toleraria aquele tipo de comportamento da parte dela.

– Não tem desculpas para isso Laura. – aumentou a voz, todos ali assistiam a loira mais nova levar bronca. De cabeça baixa Laura ficou. – Brigar em um local como restaurante, eu não consigo acreditar nisso.

– Pega leve. – Lexa murmura.

– Não se meta nisso aqui.

Clarke olhou chocada para Laura, as palavras duras de Laura acertaram até ela. Seus olhos pararam na morena de olhos verdes, qualquer pessoa sentiria o impacto daquelas palavras em cheio no coração e para uma mãe era pior.

– Só tomem cuidado ao irem pra casa. – murmurou, Luna sentiu a amiga quebrada. – Eu preciso terminar minhas coisas.

Luna parou na frente de Clarke medindo-a dos pés a cabeça, impedindo seu trajeto até Lexa. Balançando a cabeça virou-se para a filha.

– Vamos embora. – exigiu. Laura levantou-se da cadeira antes de sair mandou um olhar torto para Sam.

Clarke até pensou em ir até Lexa, seu coração gritava por isso. Laura não podia ter falado daquele jeito com sua mama, peso daquelas palavras estavam ecoando em sua mente. Antes de seguir com a filha para fora ela voltou-se para Luna. Bellamy teceu elogios, descreveu as qualidades mais adoráveis naquela mulher, uma super heroína de Lexa.

– É bom ver Lexa rodeada de pessoas boas. – disse chamando atenção de Luna, morde o lábio inferior, constrangida com alguns segundos de silêncio. – Eu torço pelas duas.

Antes que Luna pudesse desfazer aquele mal entendido Clarke já tinha ido diretamente para seu carro. Caminhou até a porta e respirou fundo assim que viu o carro da doutora indo embora.

– Tudo bem? – Cooper mais velha pergunta para a chef. Lexa sorri fraco cortando a salsinha. – Lexa....

– Claro que estou. – sorri, Luna negou rindo conhecendo Lexa. – Eu preciso terminar isso aqui.

(...)

– Você não tinha esse direito. – Clarke aumenta a voz assim que chega em casa. – Não deveria ter falado aquilo.

– Não menti. – deu de ombros, desinteressada.

– Laura, não foi assim que criei você. – busca o olhar da filha. – Brigar na rua e dizer aquilo, o que está acontecendo com você?

– Você pode ter esquecido mãe mas eu não! – dessa vez a filha aumenta a voz, com uma única diferença, a dela estava embargada. – Eu não consigo esquecer você caindo no chão sangrando e ver mama com a arma aquilo me doeu.

– Algumas coisas aconteceram. – Clarke se arrastou mais próxima. – Só ela poderá falar com você.

– Eu não sei... – balançou a cabeça, mexendo os dedos nervosamente.

Clarke sempre notou Laura mais dura que antes, ela sentia que poderia ser uma ótima armadura para a garota mas agora naquele momento, lhe parecia a pior coisa do mundo. Laura falava com ela sobre tudo,mas sobre o fatídico dia ela não conseguia puxar assunto, se fechava totalmente para as questões.

Não poderia culpá-la daquilo, ela ainda era uma criança que estava lidando com o fato de ter pego a mãe cheirada, totalmente bêbada. Essa era a visão de Laura, pelo menos a última.

– Eu preciso arrumar as últimas coisas para a viagem. – murmurou, fugindo do assunto mais uma vez. – Te amo.

– Eu também te amo. – subiu as escadas, Clarke se jogou no sofá e abriu os olhos. – Espero que um dia você a perdoe.


Notas Finais


•Demorou um pouco perdão pessoas que amo.
• O acampamento no próximo capítulo se quiserem jogar suas teorias nos comentários eu deixo. Até o próximo capítulo gente


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