História Wrapped Around Your Finger - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford
Tags Ação, Detective, Drama
Visualizações 6
Palavras 1.291
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello guys!!
Me perdoem essa demora, está tudo muito corrido (não sei o que é tempo mais), mas o curto espaço de tempo que eu tive, escrevi alguns capítulos pra vocês, espero que gostem xx

Capítulo 3 - Discoveries


Fanfic / Fanfiction Wrapped Around Your Finger - Capítulo 3 - Discoveries

Fiquei mais um tempo conversando com os meninos, mas vi que as horas se passavam e eu perdia mais tempo da minha investigação.

-Preciso ir agora, meninos – falei.

-Mas já, Anna? - perguntou Calum com um biquinho, sorri, acho que tinha conquistado a confiança de pelo menos um deles.

-Espera mais um pouco, Anna – disse Ashton.

-Não posso, meninos, preciso resolver algumas coisas. – disse indo até a porta – Até mais.

-E se acontecer algo, Guerreira? –perguntou Rick, com um tom mais baixo, evitando que os meninos escutassem.

-Se acontecer algo, você entra em contato comigo, Rick. Mas já dei uma checada e estarei de olho, fique tranquilo, preciso ir atrás de algumas pistas.

Saí de lá e fui direto ao IPDA, precisava descobrir de quem era aquele sangue que encontrei no buquê de flores, talvez assim conseguiria responder ao menos uma pergunta desse caso.

Os resultados demoravam um certo tempo para sair, então liguei para Sabrina.

-Olá minha querida melhor amiga – disse ela num tom engraçado.         

-Oi Sa – falei com uma voz cansada.

-O que houve, Court? – perguntou ela preocupada.

-Esse caso sem respostas, não sei se conseguirei desvendá-lo. – respondi desanimada.

-Você sempre desvenda os casos sozinha, meu amor, esse não será difícil para você também. Já trabalhei em casos com artistas, sei que eles são completamente fechados com os profissionais que os cercam. As vezes precisamos até de um jogo de conquista para fazer com que eles se abram conosco, infelizmente.

-Jogo de conquista, Sabrina? O artista com certeza te odiou depois disso, não? – perguntei rindo.

-Com certeza!! – ela riu – Mas Court, preciso desligar agora, qualquer coisa manda mensagem, e-mail, sinal de fumaça, que eu faço o possível e o impossível pra te ajudar, te amo mana.

-Também te amo - falei desligando.

-Senhorita Scott? – disse uma das mulheres da perícia.

-Sim – falei.

-O resultado já está pronto – disse ela me entregando o envelope.

-Muito obrigada – sorri.

Fui direto para o meu apartamento, abri o envelope e olhei o resultado.

Lauren Price. Aquele sangue era de alguma Lauren Price. Quem seria ela?

Peguei meu laptop e acessei os dados de todas as pessoas no IPDA, o que mais tinha era Lauren Price, agora meu trabalho começaria de verdade!

Peguei o endereço das pessoas encontradas e quando estava saindo, recebi uma ligação, era Rick.

-Olá Aussie – falei com um tom já preocupado.

-Guerreira, onde você está? – perguntou ele num tom ainda mais preocupado.

-Estou saindo de casa, indo atrás de algumas pistas, por que? Aconteceu algo?

-Tem algo suspeito aqui na frente, poderia dar uma olhada?

-Já estou a caminho! – falei já desligando.

Cheguei na casa dos meninos o mais rápido que pude, mas não parei na frente, precisava investigar, parei na rua de trás e segui andando.

Um homem de capuz no outro lado da rua, observando a casa dos meninos sem parar. Atravessei a rua como uma pessoa normal e resolvi fazer algo, mas sem que ele percebesse.

-Olá, poderia me informar as horas? –perguntei e ele voltou sua atenção para mim.

-Três e meia, moça – disse ele sorrindo.

-Você mora por aqui? – perguntei novamente, mas agora com um sorriso amigável, tinha que tirar algo dele.

-Não, moro no outro lado da cidade, estou aqui para resolver algumas coisas pessoais – disse isso e olhou diretamente para a casa dos meninos.

-Pessoais? É nessa casa grande aí? – perguntei.

-Talvez – disse ele aparentemente irritado.

-Ah, preciso ir agora, foi um prazer enorme conhecê-lo – sorri.

Esse cara era muito estranho.

-O prazer é todo meu – disse ele com um enorme sorriso.

Fui andando e ele continuou no mesmo lugar, no meio do caminho fiz uma ligação para a equipe policial do IPDA.

-Olá Guerreira, o que deseja? – disse o policial Mills.

-Preciso de vocês nesse endereço que vou mandar, fiquem atentos com o rapaz que não tira os olhos da casa dos meninos. Estou cuidando do caso, mas preciso resolver muitas coisas. Se preciso, peguem esse cara para a investigação, é muito importante.

-Pode deixar, já estamos a caminho.

Fui para a rua em que deixei o carro e segui para o endereço da primeira Lauren Price.

Bati na porta e uma mulher aparentando ter uns cinquenta anos me atendeu.

-Olá, tudo bem? – disse ela logo de cara.

-Oi, aqui mora alguma Lauren Price? – perguntei

-Eu sou a Lauren, o que gostaria? – perguntou ela desconfiada.

-Estou participando de uma pesquisa para saber quantas pessoas possuem o mesmo nome, é para a faculdade. – sorri

Ela me acompanhou com um sorriso.

Conversei com a mulher, fiz algumas perguntas simples e segui para outras casas.

No fim do dia eu já havia conversado com muitas pessoas, mas nada conseguia se encaixar ao caso, resolvi continuar no dia seguinte.

Assim que cheguei no apartamento, sentei um pouco para pensar, até que alguém bate na porta.

-Rick? –falei já assustada, sempre que ele aparecia, é porque algo aconteceu com os meninos.

-Guerreira, podemos conversar?

-Claro.

-Gostaria de parabenizar desde já por ter informado o seu pessoal e tirado aquele suspeito de perto dos meninos – disse ele.

-Estou fazendo meu trabalho, Rick, precisava continuar com as minhas investigações, não podia aparecer do nada e deixar os meninos suspeitando de algo.

-Compreendo. Mas já descobriu algo? – perguntou ele interessado.

-Estou juntando as peças, quando tiver algo concreto aviso vocês.

-Tudo bem. Os meninos já estão sentindo sua falta, aproveita esse tempinho sem o suspeito e vá respirar um pouco, visite os meninos, seja uma jovem normal com quatro jovens malucos.

Sorri e respirei um pouco aliviada.

-Não é porque pegamos um simples suspeito para coletar algumas informações dele que estamos livres desse caso, Rick. Muitas perguntas ainda estão sem respostas. Cuide deles, aproveite com eles, eu ainda tenho muito trabalho a fazer.

-Vou deixar você trabalhar então. Entendo seu codinome agora. – disse Rick sorrindo – Até mais, Guerreira.

Acenei para ele e respirei fundo quando ele saiu.

Muitas coisas ainda tinham que ser resolvidas, fiquei pensando por um tempo, até que resolvi aceitar a proposta de Rick e ver os meninos, não era tão tarde, precisava me aproximar deles para entender o que estava acontecendo.

Toquei a campainha e rapidamente Ashton veio me receber com aquele sorriso contagiante.

-Anna!!! –disse ele me abraçando.

-Tudo bem, Ash? – sorri.

Vi Luke e Calum esparramados no sofá, mas faltava um.

-Cadê o Michael? – estranhei.

-No quarto dele como sempre – respondeu Ashton.

-Como sempre nada, Ash, faz uns quatro meses que ele está assim, desde que terminou com a Alice. –disse Calum.

-Alice? – perguntei querendo saber mais.

-Calum, pare de ser fofoqueiro, deixa o menino – disse Luke.

-Alice Price, é uma ex dele – disse Calum, respondendo minha pergunta.

Price? Será que essa Alice tinha algo a ver com a Lauren Price? Era isso que eu precisava descobrir.

-Posso ver o Michael rapidinho? – perguntei para os meninos.

-Claro, vai lá – disse Ashton.

Bati na porta duas vezes e escutei uma voz grossa vindo do quarto.

-Já disse que pode entrar – era Michael.

-Oi Michael, só estou aqui para dar um oi mesmo – sorri

-Oi Anna, pode entrar – disse ele sentando na cama

-Você está bem? – perguntei

-Estou levando a vida do jeito que posso – riu – e você?

-Estou bem, é melhor eu ir, não? Não quero atrapalhar você – disse me aproximando da porta.

-Não, Anna, fique – ele deu um sorriso que me fez sorrir também – é bom ter alguém para conversar, fique por favor.

Fiquei alguns poucos minutos olhando para ele, até que me afastei da porta e sentei perto dele.

Conversamos sobre muitas coisas, nem vi a hora passar, e por um momento deixei de lado a investigação, que era perigosa e talvez uma das mais importantes da minha carreira, mas eu simplesmente estava no mundo da Anna, e não da espiã Courtney Scott. 



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