História Write On Me - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Fa Mulan, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Reginamills, Romance, Swanqueen
Exibições 116
Palavras 2.927
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi gente, voltei!

Espero que gostem do capítulo. Não tive tempo de revisar, então, desconsiderem qualquer errinho de português.

PS: Esse capítulo terá a utilização de dildo/strapp. Quem não gosta, não leia.

Boa leitura!!!

Capítulo 10 - Capítulo 10


POV. REGINA

Acordei com uma luz batendo em meu rosto. Senti um peso em cima de mim e abri os olhos. Encarei tudo ao meu redor e constatei que havia esquecido de fechar as cortinas durante a noite, então a luz do Sol irradiava com força nas janelas iluminando todo o quarto.

Ao meu lado minha anjinha dos cachos dourados dormia tranquilamente com um braço em cima de minha cintura. Virei pro lado dela, passei uma mão pelo seu rosto. Ela se movimentou, pensei que ela tinha acordado, mas eu estava levemente enganada. Simplesmente, virou pro meu lado e apertou mais minha cintura. Cheguei mais perto dela, colocando minha cabeça na curvatura de seu pescoço e lá fiquei por um tempo, absorvendo o cheiro de canela que vinha dela. Olhei para meu relógio no criado mudo, eram apenas 7:00 da manhã. Me permiti adormecer novamente.

Depois de um tempo, senti beijinhos percorrerem todo o meu rosto. Emma tinha acordado e estava montada em mim. Movimentei-me lentamente tentando expulsar a preguiça que se formou ali. Meus olhos se abriram e deram de cara com o verde esmeralda de minha loira.

- Bom dia, meu amor! Dormiu bem? – Perguntou.

- Nunca dormi tão bem. Acho que isso se deve ao fato de ter uma loira estonteante ao meu lado na cama.

- Hummm é mesmo? – Disse dando leves mordidas em meu maxilar.

- Sim, é. E você dormiu bem? – Puxei ela para um abraço.

- Dormi incrivelmente bem. – Passou o nariz em meu rosto e mordeu meu lóbulo.

Minhas mãos passearam por suas costas, subindo e descendo. Depois passaram pela lateral de seu corpo e foram para a sua bunda.

- Amor? – Ela me chamou.

- Sim?

- Estou com fome.

- Acho que a empregada já deve ter posto o café na mesa.

- Não, amor, não é de comida que estou com fome. É de você. – Começou a me beijar.

- Oooh... Emma, pare. Você não tem que ir trabalhar? - Falei entre os beijos.

- Está me expulsando? – Perguntou parando por um momento.

- Não... nunca te expulsaria da minha cama, você é boa demais nela. – Soltei um sorriso malicioso.

- Sou é? – Retornou para o que estava fazendo.

- Aaaah... sim. – Gemi.

- Eu não tenho que ir para o estúdio hoje. Não tenho cliente marcado e os que chegarem, Ruby dá um jeito. – Falou com os lábios em meus ouvidos. – Você é quem não tem que trabalhar?

- Mi... minha sessão de fotos foi remarcada hoje. A única coisa que terei é minha aula de boxe às 18:00.

- Ótimo.

- Ótimo?

- Sim, terei você o dia todo só pra mim. – Emma desceu os beijos para meu pescoço e chupou meu ponto de pulso me fazendo arfa. – Te comerei o dia inteiro. – Senti o meio entre minhas pernas molhar.

Minha namorada apertou meus seios e sua boca foi descendo pelo meu abdômen, chegando em minha virilha. Ela deu leves beijos naquela região e esfregou o nariz em minha vagina, sentindo o meu cheiro. Eu não estava vendo o que fazia, pois ela estava embaixo do edredom, eu apenas sentia. Emma beijo minha coxa interna e afastou minhas pernas. Quando senti sua língua em meu clitóris, arqueei as costas e fechei os olhos. Comecei a gemer alto e a rebolar na sua boca no ritmo que ela ditava. Minhas mãos foram de encontro aos seus cabelos, movi meus quadris pedindo por mais contato com sua boca. Os dedos dela separaram meus grandes lábios e sua língua passou a me penetrar. Gemi mais alto. Não aguentei segura por muito tempo e meu corpo começou a estremecer, convulsionar. Meu líquido desceu melando a boca da minha namora que gemeu ao sentir meu gosto. Ela sugou tudo, sem deixa nenhuma gota para trás. Emma subiu aparecendo com a cabeça do lado de fora do cobertor grosso.

- Morena, quero que sinta o seu gosto em minha boca. – Ela me beijou. – Veja o tanto que você é gostosa. – Beijei-a experimentando meu gosto misturado ao da boca dela.

Fiz com que colássemos nossos sexos um no outro. A vagina melada dela esfregava facilmente sobre a minha. Gememos juntas e nossos corpos se moveram juntos. Passei minha língua nos lábios dela que os abriu me dando passagem. Iniciamos uma briga por dominância. Nosso rebolado começou a ficar mais frenético e só não fazíamos mais barulho porque grudei meus lábios nos dela, abafando os urros de prazer vindos de nossas gargantas. Nossos seios estavam colados um no outro, isso só aumentava mais o desejo que sentíamos. O cheiro de sexo que impregnava do o meu quarto, nos deixava mais alucinadas até que juntas nos entregamos ao orgasmo. Suor corria por nosso rosto. O nosso líquido molhou a cama. Emma descansou sobre mim, esperando que nossos corações se acalmassem. Quando assim o fizeram, sorrimos uma para outra e nos beijamos mais uma vez.

- Emma? – Chamei- a assim que terminamos de nos beijar. – Agora necessitamos comer comida mesmo. Precisamos recarregar nossas energias.

- Que tal um banho e depois café da manhã? – Ela indagou com a boca próxima a minha. – Vamos juntas?

- Ok. - Saímos da cama em direção ao banheiro. Minha loira pegou o dildo que estava no chão e o colocou. – Ué, achei íamos tomar banho. – Falei confusa.

- E vamos, mas antes vou te foder gostoso usado isso. – Ela passou a mão pelo strapp como se estivesse o masturbando.

Nem tive tempo de contestar, pois ela me puxou para dentro do box, colocou minhas mãos encostadas na parede. Inclinei minha bunda e ela abriu o chuveiro na água morna. Me penetrou sem aviso prévio. Gritei de dor, mas depois me acostumei. Ela me penetrava de forma brusca. Não vou mentir, estava amando aquele jeito selvagem dela. Virei a cabeça para o lado e vi nosso reflexo no espelho que ainda não estava embaçado. Emma se movia dentro de mim com maestria. Com toda certeza, ela sabia usar aquele instrumento melhor que muitos homens por aí. Gozei mais uma vez e pelo visto Emma também, já que ela tombou o corpo em minhas costas se segurando na parede para não cair. Minhas pernas também estavam fracas. Minha namorada saiu de dentro de mim e tirou a cinta, deixando do lado de fora do box, em cima de um tapete para não molhar o chão. Ela pegou o sabonete e começou a me ensaboar inteira. Depois pegou o shampoo e o condicionador passando em meus cabelos com carinho. Fiz o mesmo com ela e saímos do banho.

Só tinha um roupão do lado de fora, então o peguei saí de dentro do box e me enxuguei. Quando terminei o joguei no chão e peguei outro em uma gaveta para Emma. Fui até o espelho gigante a cima da pia e passei o antebraço para desembaçar e ver meu reflexo. Peguei uma escova de dente nova para Emma. E escovamos nossos dentes juntas. Ela estava em meu roupão tremendo de frio. Passei creme em meus cabelos e os penteei sobre o olhar observador dela em meu corpo. Ela veio por trás de mim quando terminei, abriu o roupão e me abraçou com ele.

- Você não está com frio? – Ela perguntou.

- Não e agora está mais quente ainda. – Dei um sorriso malicioso para ela.

- Você gostou do que fiz com você agora no banho?

- Eu amei, com certeza, vou querer mais vezes. – Me virei e beijei ela.

Me soltei, peguei o dildo do chão e coloquei ele pendurado dentro do box para secar. Emma penteou os cabelos dela e saímos do banheiro.

- Eu não tenho roupa. Apenas a de ontem. – Ela se pronunciou.

- Não se preocupe. Não vai precisar muito dela, enquanto estiver aqui comigo.

- E por acaso vou sair pelada por sua casa enquanto sua empregada está andando por ela?

- Não deixaria minha empregada te ver nua. – Peguei em sua mão e fomos para o closet.

- Por falar em empregada, será que ela escutou nossos barulhos?

- Não, pago a ela para entrar e sair daqui sem escutar e ver nada.

Eu vesti apenas uma camiseta do Yankees, que cobria até embaixo da minha bunda, parecia mais um vestido, que uma camiseta. Emma pegou um short folgado e uma camisa larga. Dispensou calcinha e sutiã. Quando eu estava para abrir a porta do quarto, Emma me pegou pelo braço.

- Ei, você vai usar só essa camiseta?

- O que é que tem?

- Pra mim nenhum, mas é estranho, uma vez que sua empregada está em casa.

- Ela não verá nada. Olha o tamanho dessa blusa, é enorme e cobre tudo. E outra você não está muito diferente de mim. – Passei meus olhos em seu corpo de cima a baixo.

- Não quero que ela veja demais.

- Relaxa, se você não sair espalhando por ai, ela nunca saberá. Está mais preocupada em ganhar o salário no final do mês para bancar o filho pequeno, nem vai estar prestando atenção em nós. – Abri a porta e fomos para a mesa, onde o café da manhã ainda estava posto.

Apresentei Emma a moça que trabalhava em minha casa para que minha namorada não se assustasse quando a visse por aí, já que a mulher tinha a chave do meu apartamento e era de extrema confiança. Ela trabalhava comigo desde que me mudei e o serviço sempre foi muito bem feito. Dispensei a moça assim que ela terminou de arrumar o meu quarto, ficando no apartamento apenas eu e Emma.

Deitamos no sofá, entrelaçadas e iniciamos uma conversa animada, nos conhecendo melhor. Eu contava coisas da minha infância e adolescência, sobre meus pais que me controlavam em tudo que eu fazia, até a faculdade de direito que larguei no terceiro semestre por achar chato de mais e iniciei minha carreira de modelo com a ajuda de Robin e Zelena, a qual estava estreando como estilista, formando na faculdade de moda.

Emma morria de rir quando contei das travessuras que minha irmã fazia, utilizando-me como cúmplice. Zel sempre foi a ovelha negra da família, pulou fora das garras de Cora Mills assim que entrou na faculdade e me deixou sozinha para lidar com ela. A minha sorte é que eu tinha Robin sempre comigo. Nem quando entrei para Direito, minha mãe deixou eu fazer em outro estado, como Zelena fez. Esse foi outro motivo para larga-lo e vir para Nova York.

Minha loira também contou alguns casos da vida dela. Descobri que ela era órfã e que ela conheceu Ruby e August, no orfanato, muito pequena. Logo depois ela foi adotada por um casal que não podia ter filhos, mas não se aprofundou muito no caso. Vi que era muito doloroso pra ela falar sobre os pais adotivos, os quais ela disse que a amaram como nunca ninguém fez. Eu queria perguntar mais deles, mas percebi que o casal fazia parte do passado que Emma ainda não estava preparada para contar, então deixei pra lá e mudei de assunto.

Fui preparar o almaço, uma macarronada. Emma tentou me ajudar e logo captei que ela era muito desastrada na cozinha. Pedi para ela se afastar e ficar só observando antes que colocasse fogo no prédio inteiro. Muito de mal gosto, foi sentar na bancada da cozinha. Em seguida, ela se distraiu com as minhas curvas. Seus olhares despudorados, me deixaram excitada.

- Srta. Swan, pare de me olhar assim. – Eu disse.

- Desculpa, mas você fica sexy com esse blusão, cozinhando. – Suas esmeraldas ficaram mais escuras.

- Saia daqui. Vá arrumar a mesa para almoçarmos. – Falei jogando um pano de prato em cima dela.

- Seu desejo é uma ordem, vossa majestade. – Desceu da cadeira e foi para sala arrumar a mesa.

Comemos tranquilamente em meio a conversas. Emma era uma pessoa animada e eu me sentia muito bem ao lado dela. Depois que terminamos, lavamos a louça juntas e decidimos assistir a um filme em meu quarto. Ela escolheu o filme Azul é a Cor Mais Quente e depois de muita oposição de minha parte, ela me convenceu a assisti-lo.

Ficamos de conchinha na cama com Emma me abraçando. Nunca terminei de assisti aquele filme todo, era muito grande e muitas vezes eu perdia a paciência e desligava a tv. Prestamos atenção no início, mas na primeira cena quente das duas meninas do filme, Emma alegou que era melhor fazer do que assistir. Eu concordei e transamos mais algumas vezes.

O filme havia acabado e era mais ou menos 15:00 horas, meu amor era uma pessoa insaciável. Ela estava por cima de mim, mas eu mudei de posição com ela. A penetrei com três dedos. Me movimentei vagarosamente nela, lambi seus seios.

- Ai, que delicia, Regi. Continua.. – Ela não conseguiu progredir.

Levantei Emma, fazendo com que ela sentasse em meu colo. Rebolando em meus dedos o gozo veio rápido pra ela. Deitamos e cochilamos um pouquinho. Ainda bem que tinha coberto nossos corpos, pois minha irmã entrou em meu apartamento gritando e fazendo algazarra. Emma abriu os olhos assustada e eu a abracei, falando que era apenas Zelena. A porta do quarto abriu abruptamente e Emma se escondeu em meu pescoço ainda com sono. Zel passou igual a furacão, indo até o banheiro. Parecia estar procurando algo, uma vez que abria e fechava gavetas e portas do armário.

- Zel, posso saber que merda é essa? – Perguntei.

- Gina, olha a boca. – Revirei os olhos. Como se ela não falasse mais palavrão do que eu. E “merda” mal é um palavrão.

- O que quer, Zelena?

- Eu estou desesperada, te ligando a horas e você não atende. – Ela veio pro quarto se sentando na beirada da cama. – O que estava fazendo?

- Não é óbvio. – Rebati. – Fala o que quer e vá embora.

- Credo, isso é jeito de tratar sua irmã mais velha e querida.

- Mais velha, com certeza, querida, já nem tanto.

- Hahaha que engraçada. – Falou com sarcasmo e Emma riu em meu pescoço.

- Posso saber porque está desesperada?

- Primeiro pensei que Emma tinha te engolido inteira, vim ver se você está bem. Segundo, já que estou aqui, necessito do seu anticoncepcional.

- O quê? Não acredito que veio até aqui pra pedir isso. Porque não foi numa farmácia.

- Porque o meu acabou e esqueci de tomar. Transei sem camisinha com o Robin, preciso dele pra ontem e sua casa é mais perto que a farmácia. – Revirei mais uma vez os olhos.

- Sabe, Zel, eu sempre quis ser tia. – Virei pra minha loira e beijei seu rosto, a ignorando

- Ah, qual é? Você usa o mesmo que o meu e tenho certeza que não vai precisar dele enquanto estiver com essa loira sensacional. A não ser, claro, que os dedos dela sejam mágicos, aí sim, teremos um problema. – Emma gargalhou.

- Pronto já viu que eu estou muito bem. Agora vá a farmácia. – Beijei minha namorada.

- Anda, Gina, estou aqui preocupada. Se você não me falar onde está, não vou embora.

- Tá bom, só porque eu quero que vá embora daqui. Está no banheiro, na primeira gaveta a esquerda, dentro de uma caixinha com vários comprimidos. Pelo amor de Deus, leia o rótulo.

- Valeu, maninha. – Se levantou e foi procurar. – REGINA MILLS. – Eu e Emma estávamos nos beijando e levamos um susto quando minha irmã gritou do banheiro.

- Céus, não vou ter sossego tão cedo. – Emma continuou rindo sem falar nada. Minha irmã voltou pro quarto com o strapp na mão. Meu rosto ficou vermelho na hora.

-Onde arrumou isso? – Ela falou rindo da minha cara. Tava fazendo aquilo só para me provocar. – Regina Mills, você já era lésbica?

- ZELENA, cala a boca. Pegue o que procura e vai embora.

- Não, me responda. – Ele veio até a cama e arrancou o coberto. – Uau, Emma, você possui essas tatuagens pelo corpo todo e que corpo viu?

- Me dá esse cobertor, Zelena, agora. – Fiquei brava.

Emma agora estava séria e vermelha de vergonha. Tentou puxar o coberto da mão de minha irmã mas essa o tirou totalmente da cama, jogando no chão. Robin apareceu na porta do quarto.

- O que está acontecendo aqui? – Ele perguntou. – Ouvi gritos da cozinha.

- Robin, não olha. – Gritei. Ele arregalou os olhos dando conta do que estava vendo. Joguei Emma no chão do outro lado da cama. Ela caiu com um baque e eu cai em cima dela.

- Ai! – Ela exclamou.

- Desculpa. – Pedi.

- Tudo bem. – Falou com dor.

- Robin, arraste essa louca daqui agora. – Gritei pro meu amigo.

Vi quando ele pegou Zelena nos ombros. Zel, largou o dildo na cama e foi embora com Robin. Ela ia me pagar. Me levantei de cima da loira quando escutei a porta da sala bater. Eu ia caçar Zelena e arrancar o coração dela fora.

- Calma meu amor, ela fez isso de propósito. – Emma me abraçou tentando me acalmar.

- Eu sei. É isso que me deixa com raiva. Que ódio.

- Shiii, fique calma. – Abracei-a de volta me afogando em seu cheiro. Aquilo me acalmou consideravelmente.

Com os ânimos acalmados, voltamos para cama. Ficamos fazendo cafunés uma na outra e conversando banalidades. Convidei-a para ir assistir meu treino de box hoje e ela topou. Deu a hora do treino e me levantei para me arrumar. Emma decidiu ir pra casa primeiro colocar uma roupa mais confortável, pois eu tinha declarado que ela ia fazer aula comigo. 


Notas Finais


E então pessoal, o que acharam? Deixe seu comentário.

Bjks, até o próximo!


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