História Write On Me - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Once Upon a Time
Personagens Anna, August Wayne Booth (Pinóquio), Capitão Killian "Gancho" Jones, Cora (Mills), David Nolan (Príncipe Encantado), Emma Swan, Fa Mulan, Lilith "Lily" Page, Mary Margaret Blanchard (Branca de Neve), Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Ruby (Chapeuzinho Vermelho), Zelena (Bruxa Má do Oeste)
Tags Emmaswan, Reginamills, Romance, Swanqueen
Exibições 216
Palavras 2.094
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, swensuais!
Voltei mais cedo. kkkk Aqui está o cap. da Emma.
Desculpem qualquer erro. Espero que gostem.

Boa leitura!

Capítulo 3 - Capítulo 3


POV. EMMA

            Quando cheguei na boate onde a festa à fantasia estava rolando, eu e Ruby fomos direto para o bar beber. Tudo bem, que antes de sair de casa enquanto esperava Ruby se arrumar, eu já tinha bebido um copo de vodca, mesmo assim não era o suficiente. Peguei duas doses de tequila, entreguei uma para ela. Fizemos um brinde e viramos o copo de uma só vez. A bebida desceu rasgando a minha garganta, mas não me importei. Pedi outras duas doses ao barman que estava por perto.

 Enquanto, esperava ficar pronta, senti que tinha alguém me fitando. Mirei todo o lugar e parei meus olhos em um grupo de meninas que estavam paradas conversando.

Uma delas, loira e vestida de fada, estava olhando diretamente na minha direção por cima do ombro de uma morena que estava a sua frente com a fantasia de vampira. Aquela roupa a deixava gostosa. Suas curvas bem delineadas, fizeram-me ter pensamentos muito pecaminosos. Acho que eu já estava ficando bêbada, para ficar pensando nessas coisas.

A morena percebeu o olhar da moça a sua frente e se virou.

Meu deus... fiquei sem ar. Era ela. Aquela morena linda que passou em frente ao meu estúdio ontem. Senti um frio na barriga. A Morena estava muito mais linda hoje. Ela me encarava com uma certa curiosidade e podia até dizer com fascínio também. Isso me deixou desconcertada. Seus olhos percorriam todo o meu corpo, parando em minhas tatuagens e voltando ao meu rosto. Sorri para ela que retribuiu. Nossos olhos não se desgrudavam, até que um rapaz veio por trás dela e falou algo em seu ouvido. Ela desviou seu olhar do meu e virou para ele.

Ruby, que estava no banco giratório ao lado do meu, tentava chamar minha atenção. Virei minha cabeça para ela e vi que ela me oferecia a tequila que eu havia pedido. Bebi o que tinha no copo rapidamente e assim que terminei minha amiga me puxou pela mão para a pista de dança.

- Venha, loirão, vamos dançar. Você precisa relaxar. – Ela disse.

- Tudo bem. – Respondi, deixando-me ser levada para a pista.

Começamos a dançar. Minha amiga rebolava em minha frente. Era assim que a gente fazia quando não estávamos com alguém em alguma boate. Simplesmente dançávamos uma para a outra.  Era certo que eu não sou uma boa dançarina, Ruby é muito melhor que eu. Mas eu não deixava a desejar nesse quesito. Ela me divertia e fazia aquilo de propósito só para me fazer rir.

De onde eu estava, consegui ver perfeitamente a morena com o aquele homem na pista de dança.

Ela dançava de maneira sensual. O homem que estava a abraçando por trás seguia seus movimentos no ritmo da música eletrônica que tocava alto por toda a boate. Aquela mulher estava o deixando louco. Não só ele, mas também todos que estavam próximos bandando em seu corpo.

Confesso que quase babei também. Como não? Ela era maravilhosa.

Ruby seguiu meu olhar e deu um sorriso malicioso.

- Aquela vampira é muito gata. – Ela disse me tirando do fascínio.

- Sim, ela é.

- Por que você não vai lá nela? – Olhei-a incrédula.

- Lobinha, você não está vendo que ela está acompanhada por aquele homem? – Indaguei.

- E daí? Isso nunca te impediu antes, Loirão. – Ela sorriu e piscou pra mim. – E você está tão gostosa nessa roupa de gangster que ela não para de olhar para você.

Isso era verdade. Depois de passar quase duas horas procurando por uma fantasia feminina descente que não mostrasse muita coisa. Ruby havia encontrado a roupa ideal. Era de gangster. Uma blusa regata branca de botões, gravata preta e suspensório junto com uma calça preta social colada ao meu corpo, a qual mostrava o tanto que minhas pernas eram musculosas. Aquela fantasia que Ruby havia escolhido pra mim mais cedo estava perfeita.

Já tinha reparado que muitos homens e mulheres me olhavam com desejo, mas não dei tanta atenção a eles.

Quando olhei pra vampira novamente, ela me encarava. Tinha conseguido me encontrar em meio à multidão. Percebendo que eu a estava observando, a moça vira a cabeça para o lado, de modo que ela pudesse ver a mim e ao homem atrás dela de canto de olho, e decide dançar mais sensualmente possível. Coloca um dedo na boca e me lança um olhar safado, tentando provocar. Desce até o chão com a bunda empinada e sobe roçando no volume da calça do rapaz. O idiota atrás dela rir, pensando que era pra ele tudo aquilo. Mas na verdade, ela não desviava o olhar do meu. Coitado.

- Uau, se eu fosse você iria agora mesmo naquela mulher. – Disse Ruby que tinha percebido tudo. – Ela não para de te provocar.

- Não, eu não vou. Ela virá até mim – Eu disse abrindo um sorriso malicioso.

Me virei e sai da pista de dança, indo em direção a umas mesas numa área mais afastada. Eu sabia que Ruby não me seguiria. Ela tinha soltado uma gargalhada quando falei que a morena iria atrás de mim e não saiu do lugar, continuando a dançar. Ela vai encontrar alguém para dançar com ela mais rápido do que você possa imaginar. Até porque minha sócia estava linda naquela fantasia de chapeuzinho vermelho. E não demoraria muito para que alguém caísse aos seus encantos.

Fui puxada pelo braço de repente, o que me fez sair de meus devaneios. Encarei a pessoa que me puxou e vi que era aquela loirinha vestida de fada que estava conversando com a morena gostosa. Sorri pra ela e a mesma se apresentou.

- Oi, me chamo Rose, mas pode me chamar de Tinker. Como você se chama, mafiosa?

- Se eu te disser meu nome, perco minha identidade secreta. – Fitei-a. – E aí terei que te matar. – Ela gargalhou.

- Entendo. Bom, tenho umas amigas que estão interessadas em te conhecer. – Ela disse indicando uma mesa atrás da si que tinha umas meninas sorrindo pra gente. Percebi que aquele grupo de garotas eram conhecidas da morena que eu estava interessada. Então, meu plano era me aproximar de suas amigas e descobrir quem era ela.

- Sério? – Eu perguntei e ela assentiu com a cabeça. – Ok, vamos lá então.

Ela sorriu mais uma vez e me puxou para me sentar na mesa com as meninas.

As mulheres eram simpáticas e alegres. Tentaram arrancar de mim minha identidade secreta. Porém, foi sem sucesso. Eu estava levando minha fantasia de mafiosa a sério.

Logo, vi alguém se aproximar da mesa que estávamos. E olhei pra quem havia chegado. E advinha quem era? Isso mesmo a vampira. Eu sabia que ela viria até mim.

- Olha só, quem apareceu. – Rose falou. – Vossa majestade. - Todas da mesa riram.

- Tinker, ficou surpresa que eu tenha vindo socializar com a plebe. – Ela disse apontando pra a mesa.

Sua voz era mais bela que a dona. Era potente, rouca, sexy. Me peguei querendo ouvir essa voz ao pé do meu ouvido gemendo meu nome. Que isso, Swan? O que deu em você? Me repreendi e desviei meus pensamentos para a conversa.

- Com certeza. A rainha má nunca se mistura. – Tinker falou rindo. – E ainda mais surpresa por você não ter vindo de rainha.

- Eu sei que você ficou decepcionada. – Disse ela fazendo um bico lindo. - Mas isso é algo que você tem que reclamar com a minha irmã. Ela quem vez a roupa de vampira.

- Sim fiquei um pouquinho decepcionada. – Tinker disse com uma feição triste, porém graciosa. – Não queria ter perdido a oportunidade de te zoar. Terei que puxar a orelha de Zelena por isso. – Todos caíram na gargalhada mais uma vez, inclusive a Rainha má/Vampira.

- Então, do que vocês estavam falando antes de eu chegar? – A morena indagou.

- Nós estávamos tentando descobrir a identidade secreta dessa mafiosa. – Disse uma morena de nome Marian.

- Ah sim. – Ela me olhou com um olhar malicioso. – E conseguiram?

- Ainda não.

- É uma pena. – Falou sem desviar o seu olhar.

Uma das meninas, a qual eu não sabia o nome ainda, olhou por sobre o ombro da morena. Parecia procurar alguém.

- Onde está o seu carrapato, vulgo Robin?

- Primeiramente, tire o ‘seu’ disso. Ele não é meu. Segundamente, eu o deixei no bar.

- Como você pode deixar um homem daqueles sozinho nessa boate, vossa majestade? – Marian se pronunciou indignada.

- Se estiver interessada, Marian, ele é todo seu.

- Mas é claro que vou lá, ele não pode ficar sozinho. – Marian disse se levantando indo em direção ao bar. Todos riram do jeito dela.

- Você empurra a Marian pra cima do Robin sempre que pode, não é mesmo? – Tinker indagou.

- Como se ela não gostasse de ser empurrada pra cima dele. – A vampira disse baixinho. – Então, vamos descobrir a identidade dessa loira gangster? – Mudou de assunto.

Todas afirmaram com a cabeça e iniciaram uma série de perguntas. Entretanto, eu sempre arranjava um jeito de sair vitoriosa em minhas respostas sem que me entregasse.

Aos poucos, as meninas foram se retirando da mesa, desistindo da inquisição. E a morena, que se sentou ao meu lado, estava entrando cada vez mais no joguinho que eu estava fazendo. Eu sabia que ela não iria desistir tão fácil de saber quem eu sou.

Assim que ficou apenas eu e ela na mesa. Ela veio chegando mais perto de mim. Eu não me movi. Gostei dessa proximidade.

- Já que você não vai me dizer seu nome, qual tal irmos para um local mais reservado? – Ela perguntou chegando bem próximo do meu ouvido, sussurrando com uma voz rouca. Aquilo me causou um arrepio que desceu por minha espinha. Logo senti minha calcinha molhada. Eu estava excitada.

- Vo... Você também não me disse seu nome. – Gaguejei e consegui encontrar minha voz.

- Só vou dizer o meu, quando você disser o seu.

- Justo.

- Você não respondeu minha pergunta. – disse mais perto, quase colando nossos corpos.

- Vamos pra outro lugar. – Falei me levantando e a puxando pela mão.

Ela sorriu e fomos em direção a saída. Antes que saíssemos, avistei Ruby, que estava agarrada com uma ruiva de cabelos cacheados e corpo atlético. Nós a conhecia de outras festas. Seu nome era Mérida e era muito engraçada.

Eu e a Rainha/Vampira ainda estávamos de mãos dadas. Ruby e Mérida riram maliciosamente para mim e eu me aproximei, dizendo que ia embora, ignorando as tentavas de tirarem sarro com a minha cara. Mérida falou que levaria Ruby para casa e eu fiquei aliviada, pois estava preocupada com ela. Não gostava que ela saísse com qualquer um. Era minha irmã e eu tinha que protegê-la.

Saímos da boate. Os guardas que estavam na porta entregaram o bolsa da morena e pedi meu carro ao manobrista. Quando meu carro chegou, vi que a mulher ficou impressionada, até entendi o porquê, era extremamente caro. O carro era um Corolla 2017 da cor preta e vidros tão escuros que não dava para enxergar quem estava do lado de dentro.

O manobrista abriu a porta para morena e eu entreguei a ele alguns dólares. Entrei em meu carro e arranquei com ele, caindo nas ruas de Manhattan. Como eu tinha parado de beber na hora que fui para a pista de dança, eu tinha condições de dirigir.

Liguei o som do carro e estava tocando Pillowtalk do Zayn. O som estava alto e essa música me fazia ter pensamentos nada puros. Ainda mais com a morena sensacional que estava ao meu lado.

Estiquei minha mão direita e coloquei sobre a coxa dela, massageando o local. Ela me olhou com um sorriso safado no canto da boca e abriu mais as pernas, me dando total passagem. Subi minha mão por sua perna até chegar próximo ao seu centro. Apertei a parte interna de sua coxa e ela arfou, soltando o ar que estava preso em seus pulmões. Olhei-a e ela me mirava com volúpia. Subi um pouco mais a minha mão e encostei meus dedos em seu sexo.

Soltei um gemido de surpresa quando percebi que ela não usava calcinha. Tentei controlar a minha respiração, mas não deu certo.

- Para onde estamos indo? – Ela perguntou.

- Para... Para minha casa. – Disse quase sem fôlego. Ela riu com minha tentava má sucedida de me controlar. Passou a língua em seus lábios e mordeu o canto deles.

Aquela vampira estava querendo a minha morte. Ela iria drenar o meu sangue e eu estava ferrada.

 

 

 


Notas Finais


E então, o que acharam?
No próximo cap. teremos hot, se preparem!

Beijos!!!


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