História Writing My Own Love Story - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias Magcon, Shawn Mendes, Zoey Deutch
Exibições 237
Palavras 1.667
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE, GENTE, GENTE,POR FAVOR PEÇO UM MINUTINHO DA SUA ATENÇÃO, OLHEM A NOVA CAPA DE WRITING MY OWN LOVE STORY, SERIOOOOOO ESTÁ MARAVILHOSA

Capítulo 8 - Forest.


Fanfic / Fanfiction Writing My Own Love Story - Capítulo 8 - Forest.

" — Capinha bonita. — Shawn, bonitão. "

" — E antes que eu me esqueça, esteja preparada para o nosso piquenique. — Shawn, bonitão. "

— Eu vou mata-lo. — Grito, e Priscila ri. — Do que você está rindo? — Pergunto.

— Vocês dois são impossíveis. — Ela responde.

— Eu não sou impossível, ele é impossível. — Respondo, e bato o pé. O celular apita, novamente e eu o desbloqueio, logo vendo a mensagem.

— Pare de dar piti. — Shawn, bonitão.

— Onde você está? — Digito.

— No meu quarto, é claro. — Ele responde.

— Você está mandando mensagens pra ele? — Pergunto para Priscila.

— Pra quem, louca? — Ela pergunta, e eu bufo.

— Shawn adivinhou o que eu estava fazendo. — Falo.

— Você é bem previsível. — Priscila, responde.

— Não sou não. — Respondo.

— É sim. — Ela responde.

— De que lado você está? — Pergunto, e ela ri.

— O que ele quer? — Ela pergunta.

— Que eu vá em um piquenique com ele, depois da aula. — Respondo.

— Então vá. — Priscila, responde. — Você não vai morrer por conta disso, e vai ter seu celular de volta.

— Prometa que não deixará que ele pegue mais nada meu. — Falo.

— Prometo. — Ela diz, e sorri. — Algo me diz que vai ser um piquenique e tanto.

(...)

Acordei, me arrumei e fui para a aula, cumpri todos os horários e logo já estava caminhando para o meu quarto, Dylan saiu correndo na minha direção, e eu revirei os meus olhos.

— O que você quer? — Pergunto.

— Shawn, disse pra mim te dizer, que estará na sua porta as cinco da da tarde. — Fala. — Esteja pronta.

— Porque ele não mandou uma mensagem? — Pergunto. — Ele está com o meu celular.

— Na verdade, está comigo. — Ele diz, e balança o meu aparelho em suas mãos.

— Me devolve. — Falo, e tento pegar o aparelho, mas ele desvia.

— Você sabe que isso não vai acontecer. — Diz, sorrindo. — E a propósito, belas nudes.

— Você olhou as minhas fotos? — Grito.

— Não, só vi a pastinha, Shawn não deixou, ele é muito cavalheiro. — Dylan, diz e revira os olhos. — Bom piquenique! — Diz, sorrindo e sai correndo.

(...)

Cinco horas em ponto, Shawn estava no carro e eu caminhava em sua direção, abri a porta do lado do banco do passageiro, e adentrei o automóvel de cara fechada.

— Uh, alguém acordou virada hoje. — Shawn, brinca e dá partida no carro.

— Não enche o meu saco, estou fazendo isso por puro interesse, pois quero meu celular de volta. — Respondo, e ele sorri.

Passamos por diversos sinais, apenas ouvindo as músicas que tocavam na rádio, quando chegamos ao local, que Shawn escolheu, e vejo a cesta de piquenique em suas mãos, que percebo que a cesta estava no banco de trás o tempo todo, e eu nem sequer tinha percebido.

— Vamos fazer um piquenique no meio do mato? — Pergunto.

— É uma floresta. — Shawn, diz.

— Tem mato. — Insisto.

— Eu costumava vir aqui com a minha família, aqui tem um lugar bem legal.— Diz, caminhando em direção a entrada.

— Ei, Shawn, quanto tempo. — O guarda, o cumprimenta. — Você sabe que é proibido ficar aqui, mas você sabe que também vou quebrar um galho pra você, mas só porque você está trazendo uma garota. Sabia que você ia desencalhar. — O guarda, diz e eu rio alto. 

— Obrigada, Ryan. — Shawn, agradece.

— Ok, vou te dar alguma instruções. — Ryan, fala e Shawn passa a cesta pra mim. Porra ,que negócio pesado.

(...)

— Shawn, é a segunda vez que passamos por essa árvore. — Reclamei. Perdemos a cesta há muito tempo, e eu nem sequer fazia questão de procurar.

— Não, é não. — Shawn, disse.

— Admita, estamos perdidos. A culpa é toda sua. — Respondi, encostando em uma árvore.

— Se a madame não tivesse feito birra para ir pelo caminho mais curto, nós já teríamos voltado, e agora estamos perdidos. A culpa é sua. — Ele disse me acusando.

— O guarda disse para voltarmos pelo caminho mais curto. — Respondi.

— Não, ele disse para voltarmos pelo mais longo, pois o curto teria muitas trilhas, e poderíamos nos perder, e foi exatamente o que aconteceu. — Shawn, disse.

— Você é homem, aceite. Eu sou mulher, eu sempre estou certa, e quando estou errada, você está mais errado ainda. — Respondi. Me afastei de Shawn, e acabei afundando meu pé em buraco. Gritei de dor, e Shawn correu para me ajudar. Ele me puxou, e me ajudou a ficar de pé.

— Acho que não vou conseguir andar. Meu tornozelo está doendo muito. — Choraminguei. Céus como aquilo doía, apertei o braço de Shawn com força, e mordi os lábios, tentando conter o choro.

— Se o saci consegue, você consegue também. — Shawn, diz brincando.

— Não é brincadeira. — Rosnei. — Está doendo muito.

— Você pode pular com um pé só, pare de drama. — Ele respondeu.

— Meu Deus! — Exclamo. — Pare de ser chato por alguns minutos, e me ajuda. — Pedi.

— Pede com gentileza. — Ele pediu.

— O quê? — Perguntei.

— Pede com gentileza. — Ele repetiu. Mordi os lábios evitando gritar, e revirei os olhos. Céus, isso não está acontecendo.

— Shawn, por favor me ajude. — Pedi. — Eu preciso de você.

— Doeu ser gentil? — Ele pergunta.

— Sim. — Respondi.

— Eu posso te deixar, e ir procurar ajuda. — Shawn, sugeriu.

— Não. — Gritei. — Por favor, não me deixe sozinha.

— Já está escurecendo, Amanda. — Shawn, diz. — Temos que sair da floresta, tipo pra ontem.

 — Eu sei. — Falei. — Mas não quero ficar sozinha.

— Nossa, alguém te medo do escuro? — Shawn, perguntou brincando.

— Cala a boca. Me deixa em paz. — Gritei. — Não preciso da sua ajuda.

Me levantei, e tentei dar um passo. Meu pé doeu muito, e meus olhos lacrimejaram. Tentei dar mais um passo, e desabei no chão. Shawn tentou se aproximar, mas eu gritei com raiva para que ele se afastasse. Ele me pegou em seus braços, e me carregou. Bufei irritada.

— Vou cuidar de você, eu prometo. — Shawn, diz e meu coração acelera. — Sabe, isso seria romântico se gostássemos um do outro.

— Amor, é para idiotas. — Resmunguei.

— Você não acredita no amor? — Ele pergunta.

— Não, não acredito em nada. — Respondo. Shawn revirou os olhos.

— Olha, eu não faço ideia de onde estamos. Não sei como voltar, vamos ter que esperar eles nós encontrarem pela manhã. — Shawn, diz.

— Nos encontrar pela manhã? Já vou estar morta até lá. — Resmunguei.

— Nossa, que drama. — Shawn, diz me sentando sobre uma pedra. — Vou buscar um pouco de lenha, eu sei fazer uma fogueira. 

— Você vai me deixar sozinha? — Perguntei assustada.

— Sim, ou você quer morrer de frio? — Ele perguntou. Virei a cara irritada, e Shawn adentrou a mata.

 

(...)

 

A luz da lua iluminava o local, estava sentada à beira de o que parecia um precipício, Shawn não havia voltado ainda, e eu já estava ficando apavorada. Havia um pequeno lago, perto da pedra onde Shawn havia me deixado. Tirei minhas roupas, e me arrastei para dentro do lago. Lavei meu pé, e aproveitei a água. Alguns minutos nadando, e logo ouvi um barulho vindo da mata. Tive a esperança de ser Shawn, eu poderia abraça-lo agora, mas o barulho continuou, como se fosse de algo menor. Um vulto saiu da mata, e pulou dentro do lago, nadando em minha direção, no momento que vi o cachorro gigante, e feioso que nadava para perto de mim, eu gritei e sai nadando para longe. Gritei desesperada por Shawn, e sai do pequeno lago, amedrontada. Subi em cima de uma árvore, e Shawn apareceu, carregando as lenhas. O animal se aproximou dele, e eu temi que o cachorro pudesse ataca-lo, mas Shawn fez um carinho no cachorro, e o animal latiu alegre.

— Amanda. — Shawn, me chamou. — Onde você está?

— Aqui em cima. — Respondo, me escondendo ao perceber que estava nua.

— Como você foi para aí em cima? — Ele pergunta, se aproximando.

— Eu estava fugindo desse monstro. — Falo apontando para o cachorro.

— Mas...

— Não se aproxime! — Gritei o interrompendo, e ele pula assustado. — Eu estou... Hmm.... Pelada. — Falo, e Shawn ri.

— Então, desça. — Ele respondeu.

— Feche seus olhos, e vire de lado. — Falo. — E tire esse cachorro de perto de mim. — Shawn faz o que eu peço, e eu desço da árvore, logo em seguida, me vesti.

Assim que Shawn percebeu que eu estava vestida, ele pegou a lenha e fez a fogueira, me aproximei da mesma, e estendi minhas mãos para me esquentar. Eu estava morrendo de frio.

— Quer que eu te abrace? — Shawn perguntou.

— Pra quê? — Perguntei.

— Calor humano. — Ele respondeu. — Sem malícia, juro. — Analisei Shawn de cima para baixo, e me aproximei dele. Ele me abraçou, e fez com que eu deitasse sobre seu peitoral. — Porque você tem medo de cachorros? — Perguntou, e começou a brincar com o meu cabelo.

— Não tenho medo, tenho pavor. — Respondi.

— Por quê? 

— Quando eu era pequena, eu estava passeando na rua, e um cachorro grande, e feio me atacou. — Disse engolindo em seco. — Eu quase morri. — Falo, e meus olhos lacrimejam. — Meu pai estava assistindo tudo, e não fez nada, apenas um ursinho que eu carregava comigo, estava impedindo que o cachorro cravasse seus dentes em meu pescoço e me matasse. — Falo, e ele me abraça com mais força. — O vizinho me ajudou, ele foi mordido pelo cachorro, e quase morreu, mas ele conseguiu se soltar e correu para dentro de sua casa, onde se refugiou. Quando o cachorro fugiu, a mulher dele levou ele para o hospital. — Falo. — No final das contas, o cachorro vigiava uma construção perto da minha casa, ele era treinado para matar, e vivia em péssimas condições, e por que os pedreiros fizeram um mal trabalho, ele fugiu e estava muito bravo, por isso me atacou, foi o instinto dele. Meu pai, entrou na justiça contra os responsáveis e ganhou muito dinheiro, e ele nem sequer compartilhou com o vizinho que havia me salvado, ou sequer checou o estado dele. — Respondo, chorando.

— Meus pêsames. — Shawn, responde.

— Pare, não podemos ser legais um com o outro. Tenho um grande orgulho, e pretendo mantê-lo. — Falo.

— Claro, princesa ranzinza. — Shawn, diz e beija o topo da minha cabeça.

Shawn me abraçou com mais força, e eu me aconcheguei em seus braços, olhei a fogueira pela última vez, para então fechar os meus olhos, e adormecer.


Notas Finais


O QUE ACHARAM????

enfim, espero que tenham gostado, amo fazer vocês felizes, sério, fazer vocês felizes me faz muito feliz!!!

a opinião de vocês é muito importante pra mim, eu leio todos os comentários e queria agradecer a cada um que tira um pouquinho do seu tempo para comentar, de verdade, muito obrigada!!!!!

Trailer: https://www.youtube.com/watch?v=1l4EF2yT1eg&feature=youtu.be&a

fav aqui pra eu te avisar quando eu postar writing my own love story: https://twitter.com/samwilkgirl/status/787355068936970241

meu twitter é: @samwilkgirl
meu snap: amandarsy

eu vou começar uma nova fanfic com o sammy e ruivinha, e quero amuito do apoio de vocês, estarei postando o primeiro capítulo em breve, mas já dá pra favoritar
Link: https://spiritfanfics.com/historia/a-beautiful-mess-3491568


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