História Wrong Love - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias The Walking Dead
Personagens Aaron, Abraham Ford, Bob Stookey, Carl Grimes, Carol Peletier, Dale Horvath, Daryl Dixon, Eugene Porter, Glenn Rhee, Hershel Greene, Lori Grimes, Maggie Greene, Merle Dixon, Michonne, Morgan Jones, Paul "Jesus" Monroe, Rick Grimes, Rosita Espinosa, Shane Walsh, Tara Chambler
Tags Carl Grimes, Daryl Dixon, Lori Grimes, Norman Reedus, Personagem Original, Rick Grimes, Romance, Shane Walsh, The Walking Dead, Twd, Zumbi
Visualizações 58
Palavras 2.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Caos.


"Eu fecho meus olhos 
Apenas por um momento 
E o momento se foi 
Todos os meus sonhos 
Curiosamente passam diante dos meus olhos 
A mesma velha música 
Apenas uma gota d'água em um mar infinito 
Tudo o que fazemos 
Cai em pedaços embora nós nos recusemos a enxergar"

 

Os momentos que passamos, as coisas que fazemos e as pessoas que amamos tornam-se mais especiais quando nos vimos no limite entre tê-las e perde-las.  E, ao chegar nesse momento que ninguém deveria passar, é que nos damos conta das verdadeiras coisas que importa, que limites não são barreiras, que bens não são felicidade, mas que a vida é breve e que não passamos de uma poeira no mundo, e que a qualquer brisa leve voamos varridos ao nada.  

Eu passei pela negação.  

Pela esperança.  

E pela aceitação.  

Depois do terceiro mês eu acreditava que ele iria acordar, mas depois do quinto eu não poderia mais ter tanta certeza disso, principalmente quando as coisas no mundo começaram a mudar de forma tão absurda que eu não pude acompanhar com sanidade integra.  

Quando Rick foi parar no hospital depois daquele fatídico acidente, eu sabia que mais uma vez adiaria minhas decisões, além de tudo, Lori havia proibido qualquer contato que eu viesse a ter com ele. O que obviamente, não aconteceu. Todos os dias durante todos os meses que pude eu estive ali com ele, hora após hora, buscando qualquer sentido que ele pudesse ter a acordar.  

Foi no terceiro mês que as coisas definitivamente começaram a ficar em caos. O pequeno Hospital Regional  esteve mais cheio do que nunca e definitivamente eu não conseguia entender como uma cidade tão pequena entrou em surto de doenças, antes já esquecidas e erradicadas, junto com outras cidades do país. O CDC passou a emitir notas diárias e o presidente a fazer constantes pronunciamentos de que tudo estava  bem e que a população deveria apenas recorrer a novas vacinações que seriam distribuídas pelo pais gratuitamente.  No quarto mês o alívio veio.  

Toda a população  em massa foi vacinada contra gripe, rubéola e febre amarela foram as primeiras a serem aplicadas dando uma pausa nos surtos. No entanto, nos países africanos surgiram casos isolados de Ebola.  
Mais uma vez o CDC passou a trabalhar vigilância, mas sem causar mais pânico na população que passou a seguir a vida normalmente. Os pacientes internados tiveram uma suave melhora e foram liberados para suas casas novamente. Tudo voltava a uma situação regular, e Rick continuava em coma. Todos os dias eu continuava a tirar uma parte do meu turno para estar lá com ele. Em silêncio, mal eu conseguia ver o peito subir a cada respiração, mas eu sentia que ele estava ali.  Shane havia trazido novas flores, e trocado as velhas que eu havia posto, e, apesar de meu desagrado com ele, ele estava sempre ali tanto quanto eu por ele.  

No quinto mês tudo começou a desencarrilhar novamente.  

Todas as pessoas que haviam estado internada voltaram com sintomas mais graves do que os anteriores. Os médicos supuseram que os casos de Ebola havia saído fora das fronteiras africanas e chegado aos Estados Unidos, mas, em poucos dias novos e novos casos de pessoas doentes surgiram pela Europa Central e Ásia.    

O país foi posto em quarentena e os hospitais ficaram cada vez mais cheios. Os corredores estavam lotados e as pessoas chegavam e morriam tão logo quanto os sintomas de dor e febre intensa apareciam.  E, no momento em que eu vi o Senhor Johnson morrer em meus braços com sangue escorrendo por todas suas vias, eu percebi que seja o que fosse que estava acontecendo, era muito mais grave do que havia sido dito. Ele havia sido o primeiro.  

Eram pouco mais das três da madrugada quando dei entrada a um garoto de pouco mais de 18 anos que segurava o braço esquerdo em panos brancos ensanguentado. Apesar de confuso, ele falou ter sido mordido pela namorada portadora de HIV.  Todos os médicos de plantão estavam ocupados em outros casos e as últimas ordens do diretor era que os enfermeiros tratassem casos pequenos.  
Ele havia sido sedado e medicado com um coquetel que o livraria do vírus, enquanto imediatamente o leve para uma transfusão sanguínea tamanha profundidade da mordida que levou um pedaço de pele do garoto.  

O corte além de vermelho já começava a dar sinais imediatos de infecção o que era no mínimo incomum para tão pouco tempo.  

" - Você tem ideia de porque ela te mordeu?"  Questiono ao garoto.  
"- Eu não faço ideia! - Eu havia saído para comprar mais alguns antigripal para ela, e quando eu entrei em casa ela simplesmente me atacou! "  

"- Atacou? " Questiono novamente frisando a testa.  

"-  simplesmente estava em pé depois de tantos dias ruim, com febre e dor mas...Quando eu cheguei ela voou em mim tentando me morder!" Ele responde exasperado.  

"- Tudo bem, você vai ficar bem. - Agora lhe aconselho a ir até a polícia falar sobre isso. " Aconselho a ele que assente recostando-se de volta a cama. 

"- Eu vou te pôr no soro por agora e você pode descansar um pouco, daqui a uma eu volto e fazemos um curativo definitivo nesse braço. Esse remédio junto do soro vai evitar que ele infeccione mais. ' Digo e ele assente.  

Saio apressadamente do quarto rumando de volta para a minha sala e fechando a mesma, permitindo-me sentar um instante tentando raciocinar em tudo isso que está acontecendo.  

Febre e dor.  

Fluxo sanguíneo pelas vias nasais.  

Cortes infeccionando mais rápido que o normal. 

Pessoas fora de suas competências mentais.  

 

O que realmente está acontecendo?  

E, naquela confusão, uma lembrança de meses atrás passou pela minha cabeça.

 

 

 

" -Você tem noção do incomodo que isso vai nos causar? - Não eu realmente acho que isso não será uma boa ideia e eu, como diretor desse hospital não posso permitir uma coisa desse, é muito grande, se algo do tipo chega vazar vai ser catastrófico!  
- Tenho certeza que o CDC vai cuidar muito bem disso, eu garanto, ainda que não tenhamos todas estruturas necessárias, e mesmo que houvesse, preciso pensar no bem estar da cidade, somos apenas um posto. - Oras, mandamos nossos pacientes mais graves para Atlanta! 
- Entendo Senhor, mas tenho essa posição no momento. "

 

Edward, a meses já atrás estava falando com alguém no telefone sobre alguma coisa que, segundo suas próprias palavras, era catastrófico. Talvez ele pudesse saber o que é que estava acontecendo, principalmente por citar o CDC nessa conversa. Jogo o jaleco branco manchado de vermelho com rapidez e brusquidão em cima da mesa, apresso-me a rumar ao último andar daquele prédio, o mais calmo e vazio onde consequentemente fica a sala do diretor geral da sede.  
Quando as portas do elevador se abrem ao segundo que coloco uma mecha solta do meu cabelo atrás da orelha, meus olhos circulam pelo extenso e branco corredor. O chão está tão limpo que minha imagem reflete como um espelho e o silêncio é constante ao qual posso ouvir a fricção dos meus sapatos ao andar.  Calmo demais.  
Minhas mãos aproximam-se da porta levemente aberta mas um agitação é previsível quando empurro-a mais adentrando a sala e traçando meus olhos ao ambiente totalmente bagunçado. Os olhos de Edward fitam os meus arregalados como se tivesse sido pego em uma artimanha mal calculada.  

- Ella, o que faz aqui? - Edward questiona de forma brusca, não escondendo sua infelicidade em ser atrapalhado. Ele agita um liquido em mãos e o toma logo em seguida fechando uma mala com alguns papéis. Ignoro-o e volto a perguntar inquisitiva. 
- O que droga está acontecendo aqui, Edward? -Entro mais na sala observando disfarçadamente o suor brotando na face alva do homem além de toda a bagunça. 

-Ella, olha...Eu não tenho como te responder isso... Eles cortariam a minha cabeça. - Responde aflito 

- Eles quem? -Elevo a voz nervosa. - Você tem noção do caos que está lá em baixo? Há pessoas que já foram tratadas morrendo por nada! O país está surtando Edward, e eu acabei de tratar um garoto que chegou aqui por a NAMORADA dele o MORDEU! -Frisei as últimas palavras.  

- Drogada talvez? - Respondeu ele incerto.  

- Uma probabilidade se ele não estivesse com uma infecção maior do que o natural para menos de três horas. - Então, mais uma vez eu te pergunto. O que está acontecendo? E eu sei que você sabe, eu ouvia sua conversa meses atrás. - Digo por fim. 

Edward recolhe um lenço branco na mão e seca o suor na sua testa, a camisa azul molhada mostra a transpiração anormal. Seus olhos vão até os meus, analisam, ele solta um suspiro cansado antes de finalmente falar alguma coisa.  

- Realmente eu não tenho certeza, mas a algum tempo o CDC pediu abrigo no nosso hospital para guardar alguma coisa. Eles não deram muita informação mas pelo básico pude entender se tratar de algo biológico. Um vírus talvez.  
O motivo era que eles queriam levar isso para pequenas sedes, longe dos centros mas seguros o suficiente para não cair em mãos de terroristas. Até onde eu sei algumas amostras foram distribuídas em grandes centros de saúde espalhados pelo mundo, o resto em pequenas áreas onde continuariam com os estudos.  
 

  E para onde foram? -Questiono 

- Joanesburgo, África do Sul, Londres na Inglaterra, Porto Alegre Brasil, Tóquio no Japão. Foram algumas.  
- O problema Ella, é que de alguma forma o centro de saúde de Joanesburgo vazou isso e não se sabe como mas as coisas entraram em colapso por lá, os casos de Ebola por toda a África foi apenas uma forma das Organizações Mundiais, "taparem" o estrago sem alarmar o possível vazamento de uma substância orgânica.  

- O que... O que acontece caso o corpo saudável entre em contato com esse possível ''vírus"? -Questiono cada segundo mais confusa. 

- Febre, infecção grau 3, dores pelo corpo e outros inúmeros sintomas ainda não datados.  
-Ella, eu sugiro que vá para casa. Esse hospital, não vai demorar muito antes dele virar um caos. -Falou ele dando-me as costas e saiu rapidamente da sala. 

Um bipe no computador anunciou que havia chegado uma nova notificação de e-mail. Não é certo, mas eu não excitei antes de clicar com o mouse para abrir.  
O link direcionou a um pequeno texto em Francês pelo o que eu pude perceber, logo abaixo fotos coladas mostravam corpos descarnados e pessoas em estágio avançado de decomposição.  
Ando para longe dali com um nítido olhar assustado que refletiu pelos espelhos que adornam a sala. 
"O que é isso?" Pergunto a eu mesma sem resposta alguma. E eu não esperaria mais nenhum segundo antes de sair daqui.  

 

O segundo antes é sempre mantido fechado e com pouca circulação na área dos pacientes. Apesar dos internados, poucos enfermeiros passam por aqui.  
Porta 402. 
Ele continua aqui, estável, aparência calma. As flores que Shane Walsh trouxe mais cedo postas delicadamente em um vasinho que eu mesma havia deixado ali.  Permiti-me acalmar os trotes medrosos do meu coração ali, pelo menos por um segundo antes de um estrondo ecoar do primeiro andar seguido de tiros.  
Corro de dentro do quarto procurando saber oque está acontecendo. Tão logo gritos seguiram junto dos tiros fazendo um coral agoniante.  
Desço pelas escadas para chegar no andar de baixo e perco os sentidos lógicos ao ver o mesmo garoto que tratei mais cedo debruçado em cima de uma das médicas de plantão. Seu corpo coberto de sangue enquanto ele violentamente arranca com uma mordida no mínimo animalesca um pedaço do corpo da mulher que urra em dor.  
Pessoas ao chão, militares atiravam para todos os lados em qualquer coisa que se move. As paredes outrora brancas agora estão manchadas de vermelho, escorrendo.   

- ELLA! ELLA ME AJUDA!  

Percorro meus olhos até a loira perto da recepção que grita meu nome tentando empurrar um homem baixo e gordo que move as mandíbulas como se tentasse morde-la.  
Corro até ela desviando de corpo jogados ao chão, tropeçando em uma mulher que tenta agarrar minha perna me fazendo cair, e, antes que ela tentasse me puxar, chuto suas mãos para longe levantando o mais rápido que pude. 
Adrenalina é tudo que percorre meu corpo nesse momento.  
Marian grita mais uma vez e antes que eu sequer titubeasse acerto a cabeça do homem com um extintor que peguei no caminho.  
Sangue fresco espirrou pela minha face, meus olhos assustados fitaram os aterrorizados de Marian. 
- Ella...O que está acontecendo? As pessoas ficaram malucas! -Sussurrou ela.  
- Precisamos subir. - Digo puxando-a pela mão  
- Por que o exército está aqui? -Questiono. 
- Não sei, mas eles entraram junto da polícia e começaram a matar todos os pacientes, eles mataram o Senhor Bensson com um tiro no peito e minutos depois ele acordou de volta, Ella! Isso é como uma guerra! Ainda  há pouco Edward passou por aqui mandando todos irmos embora!  
- Precisamos dar um jeito de sair. -Digo sem saber mais o que responder.  
Mas antes mesmo que chegássemos ao corredor do segundo andar somos bruscamente paradas por uma arma apontada em  nossa direção.  

- S-Shane... -Sussurro.  
Por um momento ele pareceu pensar antes de baixar a arma. 
- O que vocês fazem aqui? 

- Procurando um lugar onde eu não leve um tiro na cabeça. - Marian responde ácida. 
- Vocês precisam sair daqui, vão para casa e fiquem lá. A saída atrás do hospital está livre. -Responde.  
- Shane, e Rick? Ele, ele está lá ainda. - Falo apontando para o final do corredor. Shane balança a cabeça em negativa, ele parece irritado.  
- Eu cuido de o manter seguro lá. Agora por favor, sai daqui Ella.  Eles vão matar todos aqui dentro. Sem quarentena, é extermínio.  
Ele vira-se para sair mas volta segundos depois. - Espera! - Diz pegando meu braço.  
- Leva isso. - Fala dando-me uma faca de combate.  
- Para que isso? - Questiono.  
- Na cabeça.  

Diz simplesmente antes de sair correndo com alguns homens que estavam gritando por onde viemos.  

Há uma escada secundária por fora que leva até a saída de emergência pelo estacionamento, corro com Marian até uma grande janela com alça de puxar em caso de incêndio. Marian puxou ao mesmo tempo comigo e logo o vidro deslocou-se para cima abrindo o suficiente para que pudéssemos sair por ali.  
A escada leva a uma estreita plataforma que corre por toda a parede até descer mais um lance de escadas e sair na calçada do estacionamento.  Os tiros ainda ecoam de dentro do hospital e Marian encolhe-se como se a qualquer momento pudesse desmaiar.  

- Cadê seu carro? Questiono a ela que pula de susto totalmente perdida dentro das lembranças do que vimos a pouco.  
- Eu, eu deixei a chave na bolsa, lá dentro. -Diz baixo.  
- Vem.  
A puxo para fora pela rua que corre atrás do hospital. Sempre vazia, corremos até o outro lado da rua onde sempre deixo meu carro. Tiro a chave do bolso da frente do meu Jeans.  

Por alguns minutos deixei meu corpo relaxar no banco enquanto meu cérebro procura uma maneira de raciocinar tudo o que está acontecendo.  
Marian fitou-me ainda com pavor em seus olhos, eu não sei ao certo o que fazer.  
- Ella, olha aquilo. - Falou a outra movendo uma mecha loira dos olhos. Um corpo arrasta-se pelas paredes em busca de apoio, da cabeça sangue escuro pinga, e eu não esperei para ver o que aconteceria e liguei o carro rumando para longe dali. Ao menos por enquanto.  
A cidade que outrora foi calma está um caos, zona de guerra. Focos de acidente, ambulâncias e  muitas pessoas correndo para todos os lados.  Jornalistas arriscam-se entre o tumulto a procura de manchetes exclusivas.  

- Eu não quero ficar sozinha, Ella. - Sussurra Marian abraçando a si mesma olhando abismada a tudo do lado de fora.  E confesso, eu estou da mesma forma.  
- Passamos na sua casa e pegamos algumas coisas suas, você pode ficar lá em casa até... As coisas voltarem ao normal.  
- Obrigada, Ella.  Por me ajudar lá, por isso.  - Diz.  
- Tudo bem, relaxa. 
Sem nenhum sinal dos loucos ou qualquer coisa do tipo entramos em um prédio azul pequeno chegando no quinto andar, mas, estranhamente não cruzamos com nenhum morador ou porteiro. Marian entra apressada e logo tranca a porta novamente.  
- Se importa se eu procurar algum noticiário?  
- Não, fique a vontade, eu vou pegar logo as minhas coisas. 

"O centro da cidade está um caos, os bombeiros não dão conta dos inúmeros acidentes e incêndios que assolam a cidade desde o inicio da manha..." 

"O hospital central está lotado..." 

" O CDC anunciou oficialmente às 10h desta manhã que o País está em quarentena..."  
" Além de tudo uma base militar segura convida a todos que procurem as bases militares de Atlanta, não há doenças, tragam roupas e mantimentos..."  

É seguro.

"Os pelos de seu braços vão se arrepiar
Com terror em cada gole e cada mordida
Você compartilhará daquele último copo oferecido? 
Cem milhões de anjos cantando
Multidões estão marchando para o grande tambor
Vozes chamando, vozes chorando
Alguns nascem e alguns estão morrendo
É o reino do Alpha e do Ômega que está vindo..."

 


Notas Finais


Oi gente! mais um capítulo, o que acharam? Desculpem algum erro possível, aliás viram a capa? Finalmente uma bonita para a história e espero que esse capítulo tenha ficado legal!
Alguém aqui gosta de Harry potter? Draco Malfoy mais precisamente? Eu estou com uma nova história chamada Hurt com o casal Draco x OC ( Sim, eu detesto Dramione) pessoalmente acho ridículo.

Trecho final da música The man comes around ( Johnny Cash)
Trecho inicial da música Dust in the wind (Kansas)


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